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8 de março: brasileiras vão às ruas contra Bolsonaro, por democracia e direitos
28/02/2020
Dia Internacional da Mulher será marcado por protestos políticos e culturais em todo país. Confira agenda de mobilização da CUT, demais centrais e movimentos sociais e feministas Mais uma vez, o Dia Internacional da Mulher, celebrado no dia 8 de março (#8M), será marcado por protestos em todo país. Neste ano, o “grito” das mulheres será contra Jair Bolsonaro (sem partido), pelo fim da violência contra mulheres, contra o feminicídio, por democracia e por direitos. A secretaria da Mulher Trabalhadora da CUT, Juneia Batista, afirma que os atos do 8 de março, chamados pela CUT, demais centrais sindicais, sindicatos, movimentos sociais e feministas, será maior que o de 2017, quando mulheres de todo o Brasil lotaram as ruas do país contra a reforma da Previdência. “Agora que as mudanças na Previdência já estão na conta dos trabalhadores e das trabalhadoras, neste Dia Internacional da Mulher as questões fundamentais são lutar contra Bolsonaro, pela democracia, pela retomada do Estado de Direito, pela vida das mulheres, como Marielle, Claudia e Dandara, vítimas de violência. Além, claro, em defesa dos serviços públicos como suporte para a vida das mulheres”, destacou a dirigente, que é servidora pública municipal de São Paulo. Márcia Viana, secretária da Mulher Trabalhadora da CUT São Paulo, conta que o mote do ato “resistência tem nome de mulher” é para reforçar que o dia 8 de março é uma data de resistência contra todas as formas de violência voltadas às mulheres. “Ainda mais em um país cujo presidente é extremamente antidemocrático, autoritário e que tem aplicado uma agenda de retirada de direitos que destrói a vida das trabalhadoras e de toda a sociedade”, se referindo às mudanças na aposentadoria, nas leis trabalhistas e ao congelamento dos investimentos públicos em áreas como saúde e educação. “Os danos são irreversíveis à vida da população e nossa luta tem sido incansável. Neste momento não vamos desanimar”, frisou a dirigente.   Motivos para protestar não faltam Nos 26 estados e na capital federal estão programados mobilizações e atos políticos e culturais para as mulheres demonstrarem as insatisfações com as medidas do governo, que impactaram a vida de milhões de pessoas, mas principalmente das mulheres. Bolsonaro, em apenas um ano, promoveu uma verdadeira destruição e políticas públicas essenciais. Ele acabou com a Política de Valorização do Salário Mínimo, não implementou nenhuma medida de combate ao desemprego, sancionou a reforma da Previdência, e intensificou a retirada de direitos trabalhistas. Na saúde, Bolsonaro acabou com o programa Mais Médicos, cortou investimentos, além de legalizar o uso desenfreado de agrotóxicos e enfraquecer a política ambiental do país. As mulheres, mais afetadas com a diminuição de investimentos nos serviços públicos, pelas novas regras da aposentadoria e pela flexibilização das leis...
Março é mês de luta pelos direitos das mulheres
07/03/2018
Em Santa Catarina, as Cutistas, em parceria com os movimentos sociais e populares, farão debates e atos em todas as regiões do Estado para lutar por direitos iguais para todos e todas. Para lutar pela igualdade de gênero, pelo fim do machismo e da violência contra mulher, ações acontecerão durante todo o mês de março no país em defesa dos direitos das mulheres. Em Santa Catarina, as Cutistas, em parceria com os movimentos sociais e populares, farão debates e atos em todas as regiões do Estado para lutar por direitos iguais para todos e todas. Hoje as mulheres são a minoria em cargos políticos e sofrem com a disparidade salarial, com salários que chegam a ser cerca de 60% menores que um homem que ocupa o mesmo cargo. As mulheres também são as que mais sofreram com as medidas do governo golpista de Michel Temer e já sentem mais dos que os homens os efeitos da Reforma Trabalhista. Os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE mostram que no Estado, enquanto entre os homens o índice de desemprego foi de 5,7%, entre as mulheres esse número chegou a 7,2%. Além de sofrerem nas relações de trabalho, as mulheres também sofrem em casa, vítimas da violência doméstica. Doze mulheres são assassinadas todos os dias, em média, no Brasil. São 4.473 homicídios dolosos, sendo 946 feminicídios, ou seja, casos de mulheres mortas em crimes de ódio motivados pela condição de gênero. O dia 8 de março é marcado pelo dia internacional da mulher, uma data que foi instituída para lembrar as milhares de mulheres que lutaram e morreram para conquistar direitos. Em Santa Catarina, onze cidades farão atividades com as mulheres trabalhadoras. Confira, programe-se e participe. Atividades do mês das mulheres em Santa Catarina: OESTE Chapecó 08/03 – Quinta-feira Atividades da Frente Brasil Popular Oeste 9h – Praça Coronel Bertaso -Aula pública com o tema “Mulheres contra toda forma de opressão”, com Fernanda Ely Borba, da UBM 10h – Praça Coronel Bertaso – Aula Pública com o tema “Violência gerada pelo pacote de maldades do Governo Temer”, com Justina Cima, da MMC 11h – Caminhada pela Avenida Getúlio Vargas Atividades do  Movimento de Mulheres Camponesas (MMC) 9h – Praça Coronel Bertaso – Diálogo e conscientização sobre a importância do enfrentamento à violência contra a mulher 13h30 – Centro de Cultura e Eventos – Sessão solene com homenagens, atividades culturais e confraternização 14h – Comunidade Faxinal dos Rosas (Casa da Rosalina Silva) – tarde de estudos e confraternização Xaxim 08/03 – Quinta-feira 20h – Biblioteca do Celer Faculdades – exposição de livros de autoria feminina e roda de conversas com representantes do Coletivo Janete Cassol Seara 08/03 – Quinta-feira...
8 de março – DIA INTERNACIONAL DA MULHER
05/03/2018
Diferente, sim! Desigual, nunca! Antes de tudo, humanas. Igualmente, cidadãs. Temos o direito de poder escolher E que nossas escolhas sejam respeitadas. Nossa inteligência não é inferior, Nossa capacidade não é menor, Nossos desejos não são piores. Não queremos o “nosso” espaço. Queremos dividir o “mesmo” espaço. A violência, qualquer que seja, contra a mulher, por ser mulher, É violência, contra a humanidade, por ser humana. Somos diferentes, sim! Desiguais, nunca!   A homenagem da FECESC às mulheres neste 8 de março de 2018 foi composta por mensagem de Antônio...
Seminário Regional Pelo Fim da Violência Doméstica Contra a Mulher
23/02/2018
No dia 7 de março, véspera do Dia Internacional da Mulher, será realizado em Florianópolis o Seminário Regional Pelo Fim da Violência Doméstica Contra a Mulher, no auditório Antonieta de Barros, na Assembleia Legislativa, durante todo o dia. A participação é livre e gratuita. As inscrições podem ser feitas no local do evento e pelo site escola.alesc.sc.gov.br/eventos. Veja a programação:   SEMINÁRIO REGIONAL “PELO FIM DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA A MULHER” – DIA 7 DE MARÇO – QUARTA-FEIRA FLORIANÓPOLIS – SC – DAS 08:00 às 18:00 Local: Auditório Antonieta de Barros – Alesc – Centro   EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA “VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER – UM OLHAR ANTERIOR” – GAPA CHAPECÓ – GALERIA MEYER FILHO   EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA “A DENÚNCIA” – IFSC CÂMPUS CAÇADOR – HALL DO AUDITÓRIO ANTONIETA DE BARROS   08:00 – CREDENCIAMENTO  Intervenção artística do Grupo Madalenas na Luta/Teatro das Oprimidas em SC   09:00 – AUDIÊNCIA PÚBLICA: “COMPROMISSO PELA ASSINATURA E IMPLEMENTAÇÃO DO PACTO ESTADUAL MARIA DA PENHA” Mesa de abertura: Bancada Feminina da ALESC – Deputadas Estaduais Luciane Carminatti (coordenadora), Ana Paula Lima e Dirce Heiderscheidt; Conselho Estadual dos Direitos da Mulher – Cedim/SC; representante do Governo do Estado de SC; representante da FECAM; Tribunal de Justiça; Ministério Público e Defensoria Pública. Bancada Feminina da ALESC e Cedim/SC vão apresentar minuta de texto do “Pacto Estadual Maria da Penha”. Governo do Estado, governos municipais, instituições, entidades e coletivos da sociedade civil serão chamados ao debate, compromisso de assinatura e de implementação do pacto.   12:00 – INTERVALO DE ALMOÇO 13h15 – Fala de representantes do 8M BRASIL SC.    13H30 –  Mesa 1: Apresentação de experiências de enfrentamento à violência contra a mulher de regiões do Estado com mediação da Bancada Feminina: “Movimento de Mulheres Camponesas de Santa Catarina: feminismo camponês, agroecologia e luta contra a violência no campo”, com GENECI RIBEIRO SANTOS, ADÉLIA SCHMITZ e LUCIMAR MARGARETE ROMAN, do MMC/SC. “A resistência das mulheres indígenas”, com KEREXU YXAPYRY, liderança Guarani da Terra Indígena Morro dos Cavalos. “Narrativas e pluralidade das mulheres negras: relatando outras vivências”, com MARIA DE LOURDES MINA, coordenadora estadual do Movimento Negro Unificado (MNU/SC) e LUCIANA DE FREITAS SILVEIRA, representante das educadoras quilombolas do Projeto de Elevação da Escolaridade do MNU/SC e Associações Quilombolas. “O olhar da enfermagem para o tema violência contra a mulher”, com DENISE ANTUNES DE AZAMBUJA ZOCCHE, Professora Adjunta Curso de Enfermagem da UDESC Câmpus Chapecó e do Programa de Pós Graduação em Enfermagem-Mestrado Profissional em Enfermagem na Atenção Primária à Saúde MPAPS, SILVANA ZANOTELLI, Professora Adjunta Curso de Enfermagem da UDESC Câmpus Chapecó, MICHELLE KUNTZ DURAND, Doutora em Enfermagem pela UFSC, docente colaboradora do Departamento de Enfermagem da UDESC, e NATANI CORDEIRO BATISTA, acadêmica do curso de...
Mulheres debatem o enfretamento contra as reformas
08/03/2017
Com o Auditório Antonieta de Barros lotado de mulheres (mais de 500 pessoas), a Bancada Feminina da Assembleia Legislativa realizou nesta terça-feira, 7 de março, o seminário “Os Direitos das Mulheres – na Perspectiva dos Novos Tempos”. O evento integra a agenda de comemorações ao 8 de março, Dia Internacional da Mulher, e teve como principal atração a palestra da filósofa e escritora Márcia Tiburi. A construção do seminário é uma contribuição que a Bancada Feminina trouxe para a organização e o empoderamento das mulheres, de acordo com a coordenadora, deputada Ana Paula Lima (PT). “Há muitos anos a gente vem discutindo o dia 8 de março, não como dia de comemoração, mas como dia de reflexão, dia de vigiar os nossos direitos para que a gente não perca mais”, frisou. A deputada convocou as mulheres a que parem as suas atividades nesta quarta-feira e vão para as ruas para fazer o debate com a sociedade sobre a perda de direitos, principalmente na previdência social. “As mulheres têm que parar, repensar o seu papel, se empoderar para isso, para que a gente não perca mais do que já perdemos nos últimos anos.” A Secretaria de Mulheres da CUT-SC, Sueli Silvia Adriano, ressaltou a importância de dar visibilidade a pauta das mulheres trans, lésbicas e bissexuais. Além disso, Sueli trouxe o debate das Reformas que estão sendo propostas por Temer e que propõe a retirada de direitos trabalhistas e previdenciários. O papo reto da Márcia Tiburi – Doutora em Filosofia e autora de vários livros, Márcia Tiburi é professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro e colunista da Revista Cult. Ao palestrar no seminário, ela convocou as mulheres a participarem da política e falou sobre a necessidade de alterar a precariedade da representação feminina no Parlamento no Brasil. “Essa é uma das questões mais graves que a gente enfrenta no cenário nacional, o problema dos direitos que cada vez mais são aviltados, em um cenário que, a gente não pode esquecer, é um cenário de golpe, de um governo ilegítimo, que tem destruído os direitos das pessoas, sobretudo dos trabalhadores e das mulheres, que são todas trabalhadoras”. Para aumentar a representatividade feminina, disse, é preciso estimular a participação na vida política, que é a vida pública, e também politizar a esfera doméstica. “A vida da casa também é uma vida política. A violência doméstica está relacionada à desigualdade doméstica. Então, é preciso politizar essa esfera e pensar na questão dos direitos já na vida doméstica”, ensinou. Márcia Tiburi disse que é preciso pensar nos direitos na vida pública. “O direito de votar foi conquistado por mulheres no início do século 20 por mulheres que lutaram por isso. Hoje nós...

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