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FHC estava afundando a Petrobras, diz José Sérgio Gabrielli

28/10/2010
Em entrevista ao jornal Valor Econômico, o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, fez novas declarações sobre o sucateamento da Petrobras durante o governo Fernando Henrique Cardoso. De acordo com o dirigente, a empresa não só estava sendo preparada para ser vendida, como também estava afundando devido à falta de investimentos. Para se ter uma ideia, aponta o diretor, na era FHC a estatal brasileira investia menos de US$ 200 milhões por ano no setor de refino. Atualmente, a empresa investe US$ 200 milhões por mês. Segundo Grabrielli, se a companhia seguisse naquela mesma linha, ela certamente teria afundado. "A Petrobras estava sendo afundada. Se continuássemos inibidos nos leilões para deixar que os outros entrassem, se continuássemos preparando as refinarias para serem vendidas, se fosse mantida aquela política de enfraquecimento da engenharia interna e a redução do investimento, sem acelerar a contratação de gente, nós mataríamos a Petrobras", disse Gabrielli. A intenção do governo tucano, segundo o dirigente, era de implementar um conjunto de ações para inibir o crescimento da estatal, deixando-a cada vez mais pequena, dando espaço para o mercado internacional. No governo Lula, afirmou Gabrielli, a Petrobras passou por uma profunda reestruturação, com vistas ao fortalecimento da petroleira e, mais recentemente, com o objetivo de se tornar a companhia líder mundial em exploração de águas profundas. "Estamos preparando a Petrobras para ser a maior produtora de petróleo do mundo em águas profundas, que vai ter a responsabilidade de ser a única operadora do pré-sal brasileiro. Temos o maior crescimento da produção previsto por novas descobertas do mundo e temos três vezes mais unidades produtivas em águas profundas do que qualquer outra do mundo", afirmou. Para o deputado Luiz Alberto (PT-BA), o candidato tucano à presidência, José Serra (PSDB), e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, devem estar com a memória curta, quando afirmam que a Petrobras se fortaleceu na era FHC. "A Petrobras foi esquartejada no governo FHC. Houve contínua redução de investimentos em todos os setores, inclusive em manutenção, o que acabou culminando na ocorrência de graves incidentes nas refinarias, a exemplo do que ocorreu na plataforma P-36, que explodiu e matou 11 pessoas", lembrou o petista. Luiz Alberto também lembrou da onda de terceirização de mão-de-obra na estatal. Segundo o parlamentar, na era FHC existiam quatro funcionários terceirizados para cada efetivo. "O presidente Gabrielli está certíssimo ao afirmar que estavam querendo afundar a Petrobras. O governo Lula não só reverteu este quadro, como também fez dela a segunda maior petrolífera do mundo", destacou. www.ptnacamara.org.br...

Pobre nunca mais será tratado como segunda classe, diz Lula

28/10/2010
Ao ser homenageado em frente ao Palácio Alvorada por militantes do PT pelo aniversário de 65 anos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a lição que levará dos oito anos de mandato é o fortalecimento da autoestima do brasileiro e a convicção que fez muito mais que qualquer outro presidente. — Deixo a Presidência da República no dia 1º de janeiro de 2011 com a convicção que não fizemos tudo que queríamos fazer, mas fizemos muito mais que todos aqueles que governaram antes de nós. Desde o início da noite, centenas de militantes do PT aguardavam a chegada de Lula. Foram montadas quatro tendas e preparado um bolo, decorado com bandeiras do partido. Por volta 20h, acompanhado da primeira-dama, dona Marisa Letícia, Lula saiu a pé do Palácio da Alvorada e se aproximou da multidão. Em seguida, ouviu o parabéns, apagou as velas e foi homenageado por um coral de crianças. Lula afirmou que o Brasil "nunca mais será um país de segunda classe". — Fica provado neste país que construímos um novo patamar, um novo paradigma para que o Brasil nunca mais volte a ser o que era. O Brasil não aceita mais o FMI dando ordem aqui. Somos donos do nosso nariz. Em seu discurso, o presidente também falou sobre inclusão social. — Não queremos nunca mais ver o pobre sendo tratado como se fosse de segunda classe. Não queremos nunca mais que as pessoas humildes não possam entrar na universidade. Queremos ter orgulho deste país, que não deve nada a ninguém, que é um país do carnaval sim, do futebol sim, mas é mais do que isso. É um país de homens e mulheres que têm dignidade, trabalham, têm autoestima e, sobretudo, tem pessoas que defendem a soberania desse país. Lula ainda agradeceu a militância do PT que, segundo ele, mesmo nos momentos mais difíceis, esteve ao seu lado. Essa foi a terceira homenagem que Lula recebeu pelo dia do seu aniversário. A primeira ocorreu pela manhã, em Itajaí (SC), depois funcionário do Palácio do Planalto organizaram uma festa. Ainda hoje, Lula vai participar de nova comemoração, organizada pela primeira-dama, no Palácio da Alvorada. AGÊNCIA BRASIL...

CNT/Sensus: Dilma atinge 58,6% dos votos válidos

28/10/2010
A Confederação Nacional dos Transportes (CNT) divulgou ontem pesquisa realizada pelo instituto Sensus que revela ampla dianteira de Dilma Rousseff em relação ao adversário tucano. Segundo o levantamento, considerando os votos válidos, a petista venceria a disputa contra Serra por 58,6% contra 41,4%, uma diferença de 17,2 pontos percentuais. A evolução das intenções de voto na candidata da coligação Para o Brasil Seguir Mudando em relação ao último levantamento do Sensus chama a atenção. Na pesquisa divulgada no começo de outubro, a petista tinha uma vantagem de 4,1 pontos percentuais para o concorrente do PSDB. Levando em conta todos os votos, Dilma tem 51,9% contra 36,7% de Serra. Os votos brancos e nulos somam 4,7% do eleitorado e 6,8% dos entrevistados declararam estar indecisos. A pesquisa mostra também que 43% do eleitorado jamais votariam em Serra. Do começo de outubro até agora, a rejeição ao tucano cresceu 6 pontos percentuais. O Sensus também apresentou a expectativa de vitória do eleitorado. Para 69,7% das pessoas, Dilma vencerá as eleições no dia 31 de outubro. O percentual de apostas no tucano é de apenas 22,7%. No levantamento espontâneo, quando o entrevistado não recebe indicação de nomes para escolher, Dilma vence por uma diferença de quase 15 pontos percentuais: 50,4% a 35,7%. A pesquisa foi realizada entre os dias 23 e 25 desse mês e ouviu 2.000 pessoas em 136 municípios e 24 estados. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais....
“Pessoas compram bens porque têm renda e salário”, afirma Dilma ao Grupo RBS
28/10/2010
A candidata à presidência pela coligação Para o Brasil Seguir Mudando, Dilma Rousseff, concedeu entrevista hoje aos canais de comunicação do Grupo RBS e falou sobre suas soluções para os problemas do país. Ela destacou a mudança que o governo Lula trouxe ao país e como isso se reflete nas pessoas. “No Brasil as pessoas estão comprando seus bens porque elas tiveram renda”, respondeu ao ser questionada sobre um possível superaquecimento do consumo. Dilma ressaltou ainda que fará o Sistema Único de Saúde (SUS) dar um salto de qualidade e construirá 500 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e centenas de policlínicas para atender os brasileiros que precisam de um especialista. Dessa forma, segundo ela, o SUS ficará completo e as pessoas não precisarão fazer filas nos hospitais, que hoje estão saturados. Veja abaixo as principais declarações de Dilma: Renda e Trabalho “Eu vejo o seguinte: não existe país capitalista sem crédito. Nós saímos de R$ 400 bilhões, em 2002, para R$ 1,5 trilhão de estoque de crédito em 2010. Se não fosse isso, o país não estava crescendo. Ninguém cresce sem crédito. No Brasil, o que essas pessoas estão fazendo é comprando seus bens porque elas tiveram renda. Uma das pessoas que teve um desses 14 milhões de empregos que nós criamos nesse período tem renda hoje para pagar sua prestação, tem horizonte para pagar. A maioria desses contratos de financiamento se dá por prestações fixas, em que as pessoas vão lá e pagam. O que está havendo no Brasil não é só aumento de crédito, é aumento de renda, é salário no bolso do trabalhador.” Saúde “Eu vou consolidar o sistema SUS. Toda demanda de saúde desemboca nos hospitais. Daí defendo a instalação das UPAS, para atender demandas de urgência e emergência dos hospitais. Exames, emergenciais, casos de enfarte, por exemplo, ou traumas de acidentes. Além disso, defendo a criação de policlínicas especializadas, cujos problemas os hospitais também não resolvem. Há filas longas e demora de até seis meses para o atendimento.” Sem desmatamento “Eu não sou a favor de nenhuma forma de ser complacente com o desmatamento no Brasil. O mundo não nos perdoará se nós formos complacentes com o desmatamento. A gente plantando etanol em São Paulo e eles diziam que nós desmatamos a Amazônia. A questão do desmatamento no Brasil está centrada em três biomas fundamentais: amazônico, cerrado e mata atlântica, sem diminuir o Pantanal. Então, muito cuidado com qualquer política de flexibilização do desmatamento. Comprometerá o agronegócio brasileiro. É importante que o Brasil tenha consciência dessas duas dimensões, da importância do agronegócio, que não desmata pra produzir, e a dimensão do nosso país como sendo liderança na questão do clima, uma liderança verde no...

Argentinos dão o último adeus a Kirchner na Casa Rosada

28/10/2010
 O corpo do ex-presidente da Argentina, Néstor Kirchner, será velado a partir das 10h (11h de Brasília) desta quinta-feira (28) na Casa Rosada, a sede do governo do país. O marido da atual presidente Cristina Kirchner morreu aos 60 anos na manhã desta quarta-feira (27) na casa da família, na localidade de El Calafate, na Província de Santa Cruz, na região da Patagônia. Logo após a divulgação da notícia da morte de Kirchner, muitas pessoas começaram a se concentrar na praça de Maio, em frente à Casa Rosada, no centro de Buenos Aires. O corpo do ex-presidente chegou à cidade durante a madrugada. O enterro será na terra natal do ex-presidente, Rio Gallegos. A presidente Cristina disse que “continuará lutando”, segundo um padre que esteve na casa da família. O país foi pego de surpresa pela notícia, apesar das duas internações de Kirchner neste ano, em fevereiro e setembro, por problemas cardíacos. Na manhã desta quarta-feira, feriado na Argentina por causa do censo nacional, o político passou mal. Ele teve uma parada cardiorrespiratória e foi levado ao hospital de El Calafate, onde morreu por volta das 10h (11h em Brasília), ao lado da mulher Cristina. O casal tinha dois filhos: Máximo, de 32 anos, e Florencia, de 19 anos, que vive em Nova York. Líderes lamentam morte A notícia da morte de Kirchner, que se tornou presidente em 2003, assumindo um país em ruínas após a histórica crise econômica de 2001, causou comoção. O ex-governante era uma personalidade polêmica, tendo atraído simpatizantes e inimigos políticos. Kirchner era considerado o mais provável candidato para as eleições presidenciais de 2011. Sua morte foi lamentada por vários líderes mundiais, como o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, o da Venezuela, Hugo Chávez, e quase todos os governantes latino-americanos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que confirmou presença no velório, em Buenos Aires, disse que o argentino foi um “grande aliado” na integração sul-americana. Kirchner era o atual secretário-geral da Unasul (União das Nações Sul-Americanas), com apoio de Brasília. O Brasil decretou luto oficial de três dias. Kirchner era quase um desconhecido até se eleger presidente Membro do Partido Justicialista, Kirchner começou sua carreira política como militante da Juventude Peronista, antes de se formar em direito na Universidade Nacional de La Plata, em 1976. Foi lá que conheceu Cristina, sua companheira na vida e na política. Natural da Província de Santa Cruz, Kirchner se tornou prefeito da capital Rio Gallegos, em 1987. Ficou no cargo até 1991, quando garantiu sua eleição para governador. Reeleito duas vezes para o cargo, Kirchner viveu sua primeira grande polêmica política em 1998, quando rompeu com o então presidente Carlos Menem, também peronista. Quando a Argentina ainda...

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