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Lula: Século 21 é dos países que não tiveram chance no século passado

21/05/2010
A falta de uma governança global e de uma instituição verdadeiramente multilateral tornam as coisas muito lentas, dificultando a tomada de decisões que possam evitar crises como a que viveu o mundo em 2008 e vive a Europa hoje, criticou o presidente Lula em declaração à imprensa feita na quarta-feira (19) após a sessão plenária da X Cimeira Luso-Brasileira, em Lisboa (Portugal). O presidente brasileiro afirmou ainda que o século 21 será de países emergentes como o Brasil, da mesma forma que os séculos 19 e 20 foram dos hoje países desenvolvidos."Firmei a convicção que o século 21 o Brasil não jogaria fora, o Brasil iria aproveitar o século 21 para se transformar em uma grande economia. O Brasil, desde que eu me conheço por gente, o Brasil sempre foi o país do futuro, mas quando a gente vai adquirindo consciência política, a gente vai ficando preocupado porque o futuro demora muito a chegar para o Brasil.", afirmou. A crise, disse o presidente brasileiro, exige medidas duras e sacrifícios, e rapidez de ação – algo que não ocorreu agora com a Grécia nem em relação ao grupo Lehman Brothers, lembrou. "Eu, sinceramente, não conheço nenhum economista que me explique porque a União Europeia demorou três meses para tratar a questão da Grécia, eu não consigo compreender porque deixaram o Lehman Brothers quebrar, que ficaria muito mais barato tentar encontrar uma saída enquanto ele estava funcionando, eu não consigo entender porque os países ricos não têm uma regulamentação do sistema financeiro mais dura como, por exemplo, no Brasil, onde o sistema financeiro não pode alavancar mais de dez vezes o seu patrimônio líquido", disse. Lula elogiou as empresas brasileiras que hoje estão agindo de forma mais madura no exterior, investindo e estabelecendo importantes parcerias. Citou os casos da Camargo Corrêa e Votorantim que compraram metade da maior cimenteira de Portugal e da Embraer que está montando duas fábricas em Portugal. "Estou feliz porque, finalmente, Brasil e Portugal se reencontraram. Não é mais aquela coisa só sentimental, é uma coisa muito verdadeira de compreender a posição estratégica do ponto de vista geográfico que está Portugal para o Brasil e o potencial que o Brasil tem para ajudar a alavancar a economia portuguesa. E eu tenho certeza que se a gente continuar crescendo como estamos pensando que vamos crescer, nós poderemos ter muito mais parceria com Portugal", enfatizou o presidente Para ler a íntegra do discurso do presidente Lula clique aqui. Blog do Planalto...

Reduzir a Jornada para gerar mais e melhores empregos com qualidade de vida e distribuição de renda!

21/05/2010
Os trabalhadores/as querem melhor apropriar-se do seu tempo para exercer a vida plena, para além do espaço do trabalho, ou melhor, que o trabalho faça parte da vida, sem que esta se submeta inteiramente a ele.   Hoje, os trabalhadores e trabalhadoras organizados na CUT se mobilizam em todos os setores de atividades em todo o País pela redução da jornada de trabalho sem redução de salários, exigindo a sua aprovação pelo congresso nacional da PEC 231/95 que reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais. A aprovação desta pauta é prioridade para a classe trabalhadora. As jornadas de trabalho, que, ao longo dos séculos, a priori deveriam ter diminuído, em vários setores foram alongadas. Junta-se a isso a intensidade e o ritmo de trabalho que tornam o exercício do trabalho, insuportável. Hoje são freqüentes as doenças causadas pelo excesso de trabalho – estresse, depressão, lesões e fatores visíveis, causados muitas vezes pelas metas inalcançáveis de produção, onde a competitividade entre os trabalhadores e trabalhadoras é fonte inesgotável do lucro das empresas. Dados do Ministério do Trabalho e Emprego mostram que R$ 20,3 bilhões referentes às horas-extras podem não estar sendo pagas aos trabalhadores brasileiros anualmente, já que não são computadas pelas empresas, causando, além dos prejuízos aos que trabalham e não recebem, aos cofres públicos -, Previdência Social e FGTS que deixam de arrecadar milhões por ano com esse tipo de sonegação, sem contar o número de empregos que deixam de ser gerados, em torno de mais de 900 mil, segundo o próprio MTE. É fundamental estabelecer o limite máximo de horas permitidas. A CUT entende que, além da redução da jornada diária para 40 horas é imprescindível limitar o número de horas extras. O uso contínuo de horas extras pelas empresas termina por inibir a geração de novos empregos, diminui o valor real do salário e afeta de forma negativa a saúde de homens e mulheres que se submetem a longas jornadas para garantir renda. Além do limite mensal, semestral e anual das horas-extras, acreditamos ser necessário o aumento de seu percentual de remuneração de 50% para 75% sobre a hora normal. A redução da jornada trará benefícios para o conjunto da sociedade. Para nós isso é uma questão de saúde e de cidadania. Acreditamos que este é um tema que deve pautar as negociações de todos os trabalhadores e trabalhadoras, com o objetivo de garantirmos avanços a partir dos locais de trabalho e assim fazer avançar a legislação para uma efetiva diminuição da jornada de trabalho no País. Uma ação não inviabiliza a outra, ao contrário, potencializa, por isso não podemos perder de vista que a jornada máxima de trabalho deve também, ser objeto de...
Na gestão da casa e dos negócios, o sucesso é feminino
20/05/2010
A edição 47 da Revista do Brasil que já está nas bancas destaca a força da emancipação da mulher, a busca global pelo trabalho decente, o Piauí do século 21 e as seleções que fizeram história sem precisar ganhar copas. A edição de maio da Revista do Brasil destaca como a emancipação das mulheres pode influenciar na construção de um mundo menos desigual no futuro. A reportagem de Miriam Sanger aponta a sensibilidade, o respeito às regras, a preocupação com o coletivo e o senso de justiça como características marcantes da ascensão feminina na liderança dos lares, no mundo do trabalho, das finanças e dos negócios. O repórter Vitor Nuzzi ouviu pessoas de vários setores da economia e suas lideranças sindicais em diferentes países para retratar como os trabalhadores se organizam globalmente para reduzir os contrastes em suas condições de trabalho de um país para outro. A entrevista do mês é com Wellington Dias, que acaba de se afastar do governo do Piauí depois de dois mandatos para concorrer a uma vaga no Senado. Dias conta como o estado, que terminou o século passado na condição de mais pobre do Brasil, está pronto para chegar a um IDH de primeiro mundo na próxima década. Em tempos de Copa do Mundo, um passeio pela história de algumas das melhores seleções de todos os tempos, muitas delas consagradas sem ter erguido a taça de campeã. Cida de Oliveira dá um giro entre a comunidade científica e faz um balanço dos avanços e possibilidades das pesquisas com células-tronco. E Andrea Dip traz reportagem sobre como a ausência de legislação limita os passos de quem precisa de uma barriga de aluguel para gerar um filho. Conheça Chiquinha Gonzaga, a irmã do Gonzagão, 85 anos, e sanfoneira de mão cheia. E também a pequena e charmosa São Francisco Xavier, para quem quer refúgio ou aventura na Serra da Mantiqueira....

Projeto Ficha Limpa é aprovado no Senado e vai direto a sanção presidencial

20/05/2010
O Projeto Ficha Limpa foi aprovado por unanimidade no Senado com 76 votos. O texto deve agora ir direto a sanção presidencial, sem precisar voltar para a Câmara dos Deputados. Após a votação em sessão extraordinária que durou cerca de quatro horas, governo, oposição e movimentos sociais saíram satisfeitos. O senador Demóstenes Torres (DEM-GO) estimou que cerca de 25% dos futuros candidatos devem ser barrados com a nova lei. “Eu acredito que o número vai ser muito grande, pelo menos 1 em cada 4, porque tem muita gente acostumada a praticar irregularidades e o leque de crimes que passam a provocar inelegibilidade se amplia muito”, disse o democrata. Para o líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR), disse que o texto "ainda precisará ser aperfeiçoado no futuro, porque ainda é muito genérico, pode cometer injustiças e não pegar quem tem que pegar. Mas é um avanço, sem dúvida”. Quem também ficou satisfeito foi o secretário-geral da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Dimas Lara Barbosa. Para ele, que dirige uma das instituições que promoveram o projeto, a nova lei vai inibir os criminosos. “Ao recorrer, o recurso ganhará prioridade para ser julgado. Então, se o candidato tiver culpa no cartório, ele vai preferir cumprir os trâmites normais da justiça e abrir mão da eleição, porque se recorrer ele pode ser preso”. Ainda segundo ele, a expectativa é que a nova lei abra precedentes para que a ética no trato com as coisas públicas se amplie. Mariana Jungmann / Repórter da Agência Brasil...

Prefeitos da oposição discursam em favor da continuidade do governo Lula

20/05/2010
Prefeitos do DEM, do PPS e do PSDB disseram durante o encontro de prefeitos com a pré-candidata do PT à Presidência, em Brasília na terça-feira, ser a favor da continuidade do governo Lula e ressaltaram que nunca foram tratados de forma tão republicana como agora. A pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, participou do encontro e elogiou a coragem desses prefeitos. O prefeito tucano de Itamonte (MG), Marcos Carvalho, disse que participava com muito orgulho do evento, porque havia sido respeitado pela primeira vez pelo governo federal. Ele prometeu trabalhar pela continuidade do governo Lula. “Eu quero falar em nome de prefeitos de cidades pequenas, que pela primeira vez foram respeitados não como pontinho no mapa, mas como entes federativos, e respeitados pelo governo Lula. Não podemos voltar atrás. Infelizmente, não falo pelo meu partido, mas como cidadão. Quando cheguei aqui a Brasília nunca me perguntaram qual era meu partido. Sempre trouxe meus projetos e, desde que estivessem corretos, levávamos os recursos”, disse, ressaltando ser fã do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O prefeito de Jaguariúna (SP), Gustavo Lopes, do PPS, disse que não se importava com seu futuro partidário, apenas defendia o futuro dos brasileiros. “Eu não sei qual vai ser o meu futuro partidário, mas o meu compromisso é com o futuro do povo brasileiro. Eu seguirei aquela que foi indicada pelo presidente Lula para dar continuidade a esse trabalho que melhorou a vida de milhões de brasileiros.” O prefeito de Sopé (PB), João Clemente, do DEM, também subiu ao palco para defender o modo republicano de governar de Lula. O ato político dos prefeitos reuniu mais de 1,1 administradores municipais em Brasília. Dilma disse que esses prefeitos da oposição mostravam coragem ao se posicionar mesmo a contragosto dos seus partidos. “Eu saúdo os prefeitos corajosos [da oposição], que como disse um deles honram a bandeira do Brasil, porque ela é que une todos nós em torno de uma causa”,...

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