12/01/2017
Está eleita a nova diretoria do Sintrauto, que encara o desafio de estar à frente do Sindicato para fortalecer a categoria e combater as ameaças de retirada de direito dos trabalhadores. Foram 894 eleitores, dos quais 93,62% confirmaram a confiança na chapa. Fizeram parte da Comissão Eleitoral: Rosemeri Miranda Prado (FECESC), Cleverson Luiz Telles da Silva (SEC Palhoça) e Ernesto Brugnago (FECESC Lages); Suplentes: Marcela (Balneário Camboriu), Sandra Raquel Souza (SEC Florianópolis) e Nadir Cardozo dos Santos (FECESC). A diretora da FECESC Rosemeri Prado agradeceu a mobilização e a participação dos trabalhadores dos Centros de Formação de Condutores e também dos dirigentes e funcionários da Federação e dos Sindicatos de trabalhadores no comércio e serviços que viabilizaram a eleição. “Temos certeza de que todo trabalho (nas eleições do Sintrauto) será recompensado com companheiros comprometidos com a nossa luta e juntos venceremos ainda muitas batalhas; pois teremos muitos desafios pela frente”, lembrou Rosemeri. Parabéns aos novos diretores do Sintrauto: DIRETORIA – EFETIVOS: Presidente: Franklin Lacerda da Silva Secretário: Gleidson Kozlinski Tesoureiro: Marilucia dos Santos Diretora de Pol. e Org. Sindical: Enelice Madruga de Jesus Diretora de Formação: Marli Garbin Diretor de Comunicação e Imprensa: Eduardo Luiz Araujo Diretor Social: Tatiane da Silva Machado DIRETORIA – SUPLENTES: Claudecir Guimarães Dângelo Uggioni Gava Lucineia Priscilla Alves Sérgio Luiz Zanetti Alexandre Oliveira dos Santos Geovane Carneiro Carla Alessandra Pacievitcz Thomazi CONSELHO FISCAL – EFETIVOS: Joselito Martinez Cubero Vanderlei Trevisol Jorge Luiz Batista Costa CONSELHO FISCAL SUPLENTES: Marcos Luciano Delfino Clodomar Natal Casarim Sandra Regina Soares DELEGADOS REPRESENTANTES – EFETIVOS: Valdir Xavier Franklin Lacerda da Silva DELEGADOS REPRESENTANTES – SUPLENTES: Gleidson Kozlinski Marilucia dos Santos...23/12/2016
Em nota oficial, CUT diz que reforma de Temer é ineficaz, inoportuna e autoritária A reforma trabalhista anunciada nesta quinta-feira (22) pelo governo do ilegítimo e golpista Temer é ineficaz, inoportuna, autoritária e não resolve o problema do Brasil. É ineficaz por não enfrentar o principal problema do País, que é a estagnação econômica, a crise da indústria e o desemprego que atinge milhões de famílias. É inoportuna porque está fora da realidade, foi elaborada às vésperas do Natal, o que demonstra a falta de compromisso dos golpistas com o povo, com a classe trabalhadora. É autoritária porque é unilateral, decidida sem amplo debate com as centrais sindicais e a sociedade. A CUT não negociou esse pacote. Ao contrário do que disse o governo Temer, não é verdade que a CUT foi chamada em algum momento para negociar mudanças na legislação trabalhista.As questões referentes ao mercado de trabalho são extremamente importantes para serem discutidas e encaminhadas em formato de Medida Provisória. Ao tomar essa decisão, o governo do golpista e ilegítimo Temer demonstra mais uma vez o desrespeito para com a representação e a negociação de temas extremamente importantes para toda a sociedade. O método só comprova o “modus operandi” de um governo ilegítimo, que não foi eleito e não tem preocupação com as relações sociais nem com a opinião da sociedade. É um atentado à negociação. É um golpe à classe trabalhadora. A CUT é contra toda e qualquer retirada de direito da classe trabalhadora e lutará para que isso não aconteça. Nenhum direito a menos! Central Única dos Trabalhadores São Paulo, 22 de dezembro de 2016. Fonte: CUT Nacional www.cut.org.br Foto: Roberto...19/12/2016
Sem contraproposta do patronal nova negociação fica agendada para dia 13 de janeiro de 2017, após divulgação dos índices de INPC de 2016 A segunda rodada de negociação ocorrida na segunda-feira, dia 19 de dezembro, na sede da FIESC, não agradou os representantes dos trabalhadores. Sem apresentar propostas e alegando dificuldades financeiras, os representantes dos empresários disseram que vão aguardar o fechamento do INPC de 2016, para negociar reajuste do piso. Ivo Castanheira, dirigente da Federação dos Empregados no Comércio e Serviços de Santa Catarina – FECESC e coordenador sindical do Departamento Intersindical de Estudos e Estatísticas Socioeconômicas de Santa Catarina – DIEESE, reforçou o seu argumento de que a negociação é sempre no sentido de melhorar os salários e que o INPC não se negocia, o que se quer é ganho real. “Estamos negociando o piso dos trabalhadores do estado, ou seja, os salários mais baixos, não estamos falando de valores de 4 ou 5 mil reais”, lembrou Castanheira. A negociação do Piso Estadual se dá num período turbulento da economia e política brasileira, com fortes ataques aos serviços públicos e divulgação de reformas estruturais que vão mexer com direitos dos trabalhadores. Na avaliação de José Álvaro Cardoso, economista do DIEESE/SC, são nesses momentos de crise econômica que é necessário injetar dinheiro na economia, através de reajuste salarial. “Não será com arrocho salarial que a economia vai reagir”. Mauricio Mulinari, também economista do DIEESE/SC na subseção da FECESC, explica que a maior parte dos empregos gerados no país, são através das microempresas, que sobrevivem do consumo interno, do consumo dos trabalhadores. Apesar do pedido dos trabalhadores para que tivessem valores fechados do Piso Estadual para 2017, os representantes dos empresários disseram que só terão valores após dia 11 de janeiro, data de divulgação do INPC de 2016. Nova mesa de negociação foi agendada para dia 13 de janeiro, às 10 horas, na FIESC. Escrito por: Sílvia Medeiros – CUT-SC...29/11/2016
“Hoje o Brasil não tem torcida. Não tem hino. Hoje os times não têm cores, não têm rivalidade. Hoje todos os brasileiros são catarinenses, estão todos unidos em oração pela vida de quem ficou e por aqueles 76 que se foram.” A FECESC e os Sindicatos filiados manifestam profundo pesar pelo acidente aéreo ocorrido na madrugada de 29 de novembro, em Medellín, na Colômbia, que ocasionou a morte de 76 passageiros que inclui o time de futebol da Chapecoense. Jogadores, equipe técnica, jornalistas e tripulantes do vôo, trabalhadores em cumprimento de suas funções que foram vitimados pela tragédia. Os jogadores levavam consigo o sonho para todos os torcedores, em busca do título inédito da Copa Sul Americana para seu time. Manifestamos toda solidariedade ao povo de Chapecó, região Oeste e a todos os catarinenses. Desejamos também pronto restabelecimento aos sobreviventes. A FECESC e os Sindicatos de Trabalhadores do Comércio e Serviços se solidarizam com todas as famílias dos passageiros e tripulantes, com o time da Chapecoense e com o jornalismo esportivo. ...28/11/2016
Primeira rodada de negociação para definir o Piso Salarial Estadual de 2017 foi realizada neste dia 28 de novembro, mas os empresários não apresentaram índices para reajuste Nenhuma contraproposta foi apresentada pelos empresários na primeira rodada de negociação para o reajuste do Piso Salarial Estadual de 2017. A rodada foi realizada na tarde desta segunda-feira, 28 de novembro, na sede da FIESC, em Florianópolis. Os dirigentes das Centrais Sindicais e Federações representantes dos trabalhadores esperavam a contraproposta como resposta à pauta de reivindicação entregue no dia 24 de outubro. A próxima rodada de negociação está marcada para o dia 19 de dezembro. A reunião entre representantes dos empresários e trabalhadores durou mais de duas horas, quando os dois lados apresentaram argumentos para defender um maior ou menor reajuste dos pisos. Os dois lados da mesa concordam em um ponto: há uma crise no Brasil. Dali em diante, as discordâncias ficam claras, principalmente sobre o caminho a se tomar para sair dela. “Nós precisamos valorizar o trabalho, reajustar os salários, fazer girar a economia interna e retirar os recursos do mercado financeiro para investir na produção”, defendeu o técnico do Dieese subseção da Fecesc Maurício Mulinari. Para ele, a conta da crise não pode recair sobre os trabalhadores, que já viram o seu salário desvalorizar 5% no último ano e, enquanto isso, “o Brasil está entre os 10 países que mais tiveram novos milionários em 2016 e onde o mercado de luxo cresceu 11%”, apontou. A presidente da CUT, Anna Julia Rodrigues, afirmou que a situação dos trabalhadores ficou muito pior depois do golpe no país e foi firme em cobrar dos empresários uma posição a favor da valorização do piso: “Nós estamos falando dos menores salários, da parcela que ganha menos, a decisão passa pelos números, mas também é política”, afirmou. O presidente da Nova Central Sindical, Altamiro Perdoná, também lembrou aos empresários que a crise provoca reação nos trabalhadores, que estão comparecendo em grande número nas assembleias e não vão aceitar que os seus representantes negociem salários rebaixados. Para o coordenador sindical do Dieese e diretor da Fecesc Ivo Castanheira, o processo negocial é, também, um “exercício de paciência”. “Precisamos insistir na nossa posição de que não faz sentido instituir um processo de negociação para rebaixar salários, queremos a recuperação inflacionária e também ganho real, ainda que o ganho real seja em patamares menores do que realmente seria justo, mas de forma a estabelecer um gráfico crescente na valorização dos salários”, afirmou. A pauta entregue pelos trabalhadores reivindica o reajuste do Piso para: 1ª faixa: R$ 1.160,00; 2ª faixa: 1.205,00; 3ª faixa: 1.270,00 e 4ª faixa: 1.332,00. “A expectativa para a rodada do dia 19 de dezembro é...Siga-nos
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