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Participe da Audiência Pública pelo fim da escala 6×1
14/05/2026
A escala 6×1 é uma das piores heranças do mundo do trabalho no Brasil: seis dias trabalhando pra descansar um. São 1,25 milhão de catarinenses vivendo assim, sem tempo pra família, pra saúde, pra vida. Um estudo da consultoria Germinal aponta que o fim dessa escala pode gerar 64 mil novos empregos em Santa Catarina, com ganhos concentrados pra quem ganha menos. Na quinta-feira, dia 21 de maio, às 19h, a Alesc realiza a audiência pública pelo fim da escala 6×1, por requerimento do deputado Marquito em conjunto com a Comissão Especial sobre o Fim da Escala 6×1 Vida Digna ao Trabalhador, do Congresso Nacional. A audiência conta com a presença do deputado federal Alencar Santana (PT-SP), presidente da comissão especial na Câmara dos Deputados, e foi aprovada a partir de requerimento do deputado federal Pedro Uczai. É o espaço pra debater no legislativo estadual, ouvir quem vive essa realidade todo dia e somar pressão pela aprovação no Congresso, que deve votar a pauta ainda esse mês. Vamos juntos! Essa audiência é uma construção conjunta com: Assembleia Legislativa de Santa Catarina Comissão Especial sobre o Fim da Escala 6×1 Vida Digna ao Trabalhador do Congresso Nacional Deputado Estadual Marquito Deputado Federal Alencar Santana Deputada Federal Ana Paula Lima Deputado Federal Pedro Uczai Deputado Estadual Fabiano da Luz Deputada Estadual Luciane Carminatti Deputado Estadual Neodi Saretta Deputado Estadual Padre Pedro Baldissera Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB) Central Única dos Trabalhadores (CUT) Intersindical Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST) União Geral dos Trabalhadores (UGT) Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) Movimento Vida Além do Trabalho...
Fim da escala 6×1 e trabalho aos domingos entram na pauta das assembleias sindicais
11/05/2026
As assembleias para retirada de pauta da campanha salarial já começaram, e a categoria está dando um passo importante na luta por mais qualidade de vida e valorização do trabalho. No Sindicato dos Comerciários de Joaçaba, duas novas cláusulas foram incluídas nas reivindicações: ✔ Fim do trabalho no comércio em geral, inclusive supermercados, aos domingos ✔ Implementação da escala 5×2, avançando no debate sobre o fim da escala 6×1 O tema já vem ganhando força também no debate público. Na última semana, diretores do sindicato participaram de debates nas principais rádios de Joaçaba e Herval d’Oeste, defendendo a necessidade urgente de reduzir a sobrecarga da classe trabalhadora e garantir mais tempo de descanso, convivência familiar e dignidade. Diante do argumento patronal de que “agora não é o momento” para essa discussão, a resposta foi direta: a luta pela redução da jornada não começou agora. Esse debate já está no Congresso há 16 anos e segue sem avanço. É com mobilização, unidade e participação da categoria que vamos avançar. O fim da escala 6×1 é uma luta de todos...
Feliz Dia das Mães!
09/05/2026
Maternidade e trabalho caminham juntos na força da mulher trabalhadora. Mas esse “dom de cuidar” não é invisível – é trabalho, é dedicação e merece respeito, salário digno e tempo para os filhos. A mão que atende é a mesma mão que luta! Feliz Dia das Mães a todas as trabalhadoras que movem o...
‘Discursos de medo’: Justiça condena grupos empresariais por assédio eleitoral em SC
06/05/2026
Segundo TST, dirigentes estimularam empresários com frases como a de que o Brasil iria “virar uma Venezuela” e de que “os empregos iriam acabar”. Caso ocorreu em Caçador, no Oeste, antes do segundo turno em 2022 Três entidades empresariais de Caçador, no Oeste de Santa Catarina, foram condenadas pelo Tribunal Superior do Trabalho a pagar R$ 600 mil por dano moral coletivo em um caso de assédio eleitoral durante as eleições de 2022. A decisão foi divulgada nesta semana e atende a uma ação civil pública movida pelo Ministério Público do Trabalho. Segundo o processo, representantes das associações participaram de uma reunião realizada às vésperas do segundo turno presidencial, na qual empresários foram incentivados a disseminar “discursos de medo” dentro das empresas para influenciar o voto dos trabalhadores. De acordo com a denúncia do MPT, o encontro reuniu dirigentes empresariais, vereadores, empresários, lideranças políticas e o comandante local da Polícia Militar. Durante a reunião, teriam sido defendidas estratégias para pressionar funcionários a votar no então candidato à reeleição Jair Bolsonaro. Entre as falas registradas na gravação do encontro — anexada ao processo pelas próprias entidades — estavam afirmações de que o país “viraria uma Venezuela” e de que empregos poderiam acabar caso o então candidato da oposição, Luiz Inácio Lula da Silva, vencesse a eleição. Segundo o MPT, a orientação apresentada aos empresários consistia em criar um cenário de medo, associando uma eventual vitória da oposição a “fome” e “anarquia”, além de responsabilizar os próprios trabalhadores pelas consequências econômicas caso não seguissem a orientação política dos empregadores. As entidades reconheceram a realização da reunião, mas argumentaram que o encontro ocorreu fora do ambiente de trabalho e que os discursos estavam protegidos pela liberdade de expressão e de reunião. Em primeira e segunda instâncias, a Justiça do Trabalho havia entendido que não houve ameaça direta, coação ou constrangimento aos trabalhadores. O caso, porém, foi revertido no TST. Relator do recurso, o ministro Cláudio Brandão avaliou que houve prática “abusiva, intencional e ilegal”, com objetivo de manipular o voto dos empregados e provocar constrangimento político. Na decisão, o ministro afirmou que a conduta viola direitos fundamentais, como a liberdade política, a dignidade da pessoa humana e o pluralismo político. Para ele, o assédio eleitoral ultrapassa os trabalhadores diretamente atingidos e compromete a própria disputa democrática. O magistrado também destacou que o uso da estrutura empresarial para influenciar eleições é considerado ilícito trabalhista e abuso de poder econômico, conforme entendimento do Tribunal Superior Eleitoral. A indenização fixada pelo tribunal será dividida entre as três associações e seus respectivos presidentes, com R$ 100 mil para cada um. O valor será destinado a entidades públicas ou organizações sociais indicadas pelo MPT. Na decisão, o...
Feliz Dia dos Trabalhadores e das Trabalhadoras!
30/04/2026
1º de Maio: celebrar o trabalhador é defender seus direitos! Nenhuma conquista veio de presente – foi com luta, união e resistência que garantimos dignidade, respeito e melhores condições de vida. Valorizar quem move o país é seguir na batalha por mais direitos, menos exploração e uma vida mais justa para todos!...

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