Mulheres ligadas a seis centrais sindicais manifestam apoio a Dilma
18/08/2010
Reunidas pelo comitê suprapartidário da campanha, mais de mil mulheres trabalhadoras ligadas às centrais sindicais do país (CTB, CGTB, CUT, Força Sindical, NCST e UGT) declararam apoio à candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff ontem (17). A secretária nacional da mulher trabalhadora da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Rosane Silva, resumiu o sentimento das mulheres: “Para nós não basta ser mulher, tem que ter compromisso democrático e com a luta do presidente Lula”, disse. “Nessa campanha eleitoral tem uma coisa que muito me orgulha pelo significado político e social: o apoio das centrais sindicais do meu país à minha candidatura. E me orgulha mais ainda o apoio que tenho das mulheres trabalhadoras aqui presentes”, disse Dilma ao iniciar seu discurso. Dilma se comprometeu a manter na presidência a política de reajuste do salário mínimo adotada durante o governo Lula. Ou seja, garantir aumentos reais maiores que a inflação, combinando o resultado do PIB e o índice que mede a inflação oficial no país. Segundo ela, essa política foi responsável, junto aos programas sociais, pelo aumento do mercado de consumo no país. Ela lembrou que no governo Lula a geração de emprego teve recordes históricos, ao contrário do que acontecia no governo tucano. “O governo Lula provou que era possível aumentar o salário mínimo e controlar a inflação. Se tem uma coisa que podemos nos orgulhar é que esse governo fez a maior política de empregos nesse país ao criar 14 milhões de empregos, com carteira assinada, férias e 13º. Sabe o que acontecia no governo passado? O país vivia de bico. Se tem uma categoria nesse país que sabe o que é desemprego são as trabalhadoras desse país, que sofreram com o desemprego pesado no governo do FHC”, salientou. Violência A petista fez questão de salientar que aprofundará as políticas públicas para as mulheres iniciadas no governo Lula e que lutará constantemente para coibir a violência contra as mulheres. Ela disse que nesse sentido a Lei Maria da Penha é um marco no combate às agressões às mulheres, mas que é preciso uma união feminina para que os agressores não fiquem impunes. “[A Lei Maria da Penha] é importante para homens e mulheres, porque a violência afeta a família, os filhos e também não dignifica o homem que foi gerado por uma mulher. Aí é preciso da parceira de vocês. Nós temos que cuidar diariamente para que não se deixe a pessoa que comete a violência impune. Para que a gente coíba e combata a impunidade dos crimes contra mulher”, disse. Creches Dilma voltou a falar da importância de ter creches espalhadas pelo país e que atendam justamente as mães que mais precisam e que estão nas grandes...




