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  A proposta de reforma trabalhista apresentada pelo governo de Michel Temer no fim do ano passado não tem o novo como objetivo. Ao contrário, fundamenta-se no arcaico para tratar com a nova onda de desafios, associada à modernização das […]

Deputados e senadores lançaram nesta quarta-feira (18) uma frente parlamentar mista para evitar a aprovação de propostas que limitem, reduzam ou acabem com direitos legalmente assegurados aos trabalhadores brasileiros. Entre essas propostas estão os projetos de lei (PLS) 87/10 e […]

A Federação dos Trabalhadores no Comércio no Estado de Santa Catarina e Sindicatos Filiados publicam este manual para que seja um instrumento dos trabalhadores na defesa de seus direitos. Ele apresenta as principais garantias previstas na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), na Constituição Federal e nas convenções e dissídios coletivos.

O custo do trabalho em nosso país é um dos mais baixos do planeta. A pretensa rigidez de nossa legislação é burlada pela altíssima rotatividade de mão-de-obra, decorrente da pouca efetividade dos mecanismos de proteção ao emprego e do baixo custo das rescisões contratuais, possibilitando aos empresários alta flexibilidade nas relações de trabalho. Esclareça suas dúvidas no livro e busque mais informações no seu Sindicato ou na Fecesc se necessário.

Em abril de 2003 a Federação dos Trabalhadores no Comércio no Estado de Santa Catarina lançou o livro FECESC 50 Anos: 1952 – 2002. São 224 páginas com textos e fotos que registram em nove capítulos a história da Federação e os principais momentos históricos do período.

O livro também apresenta um apêndice do professor da UFSC José Messias Bastos sobre o Comércio em Santa Catarina.

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A LER­/DORT  (Lesão  por  Esforço  Repetitivo  ou  Distúrbios  Osteomoleculares  Relacionados ao Trabalho) não é uma consequência natural do processo de trabalho e sim uma anomalia gerada por diversos  fatores, destacando-­se a política dos grandes grupos  econômicos  que fazem qualquer coisa  para reduzir os  custos  do trabalho para conseguir lucros cada vez maiores. Na  prática os  trabalhadores  percebem isso porque as  empresas  submetem os funcionários a condições inadequadas de trabalho como jornadas excessivas de trabalho,  ausência de pausas durante a jornada de trabalho, falta de equipamentos adequados ao tipo físico de quem o utiliza entre outros.

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