06/09/2021
Ao menos dez cidades do estado realizarão mobilizações neste 7 de setembro Santa Catarina se unirá ao restante das mobilizações em todo o país nesta terça-feira, 7 de setembro. Como tradicionalmente acontece há 27 anos, a data será marcada pelo Grito dos Excluídos e das Excluídas, que neste ano tem o lema “Vida em primeiro lugar: na luta por participação popular, por saúde, moradia, comida, trabalho e renda” e que ganhará reforço de ações por #ForaBolsonaro. Além de atos de rua, no estado também acontecerão panfletagens e ações de solidariedade, com arrecadação de alimentos. As mobilizações organizadas pela CUT e suas entidades, em parceria com os movimentos sociais, partidos políticos de esquerda e movimentos religiosos, tem como objetivo ecoar nas ruas o grito do povo que tem sofrido com os retrocessos e a falta de políticas de emprego, renda e moradia deste governo “Estamos convocando todas as entidades CUTistas para se somarem às mobilizações em toda Santa Catarina para dizermos basta a este governo de fome e morte. Neste Grito dos Excluídos precisamos estar nas ruas lutando por mais empregos, direitos, renda, contra o aumento nos preços dos alimentos e dos combustíveis, contra as privatizações, contra a Reforma Administrativa e contra a MP 1045”. A CUT-SC reforça que todos os atos seguirão as orientações de segurança sanitária e que serão pacíficas, sem confrontos. Confira onde acontecerão os atos em SC: Chapecó: Arrecadação de alimentos com pontos de coleta no salão comunitário do Colatto, Paróquia São Francisco de Assis e rua Porto Alegre (Ed. Sintraf – Salas 304 e 402) Criciúma: Panfletagem e distribuição de alimentos, no Centro Comunitário do bairro Montevidéu | 9h Florianópolis: Ato no Largo da Alfândega | 14h Garopaba: Caminhada e Carreata – Rua Álvaro E. Santos (Na Lata) | 15h Jaraguá do Sul: Ato na Praça França Vosgerau | 14h Joinville: Ato no Parque da Cidade (Setor Sambaqui, próx. Ponte do Trabalhador) | 14h Lages: Arrecadação de alimentos na Rua Jorge Lacerda, 56, no Centro | 9h às 19h30 Mafra: Ato na Praça Lauro Muller | 14h30 Timbó: Ato na Praça Frederico Donner, em frente a antiga Thapyoca-Timbó | 10h Fonte: CUT-SC | Escrito por: Pricila...06/09/2021
Mais de uma centena de advogados catarinenses emitiram no domingo (5/9) uma nota cobrando respostas firmes das instituições e agentes públicos para proteção da ordem constitucional. Os advogados mostram preocupação com a informação de que em Santa Catarina policiais militares da ativa estariam envolvidos “em manifestações com conotações golpistas no próximo dia 7 de setembro”. Na sexta-feira (3/9) o Ministério Público de Santa Catarina informou estar investigando supostos apoios a atos antidemocráticos por policiais militares catarinenses. A apuração está com a 5ª Promotoria de Justiça de Florianópolis1. Além disso, em recente reunião do Conselho Nacional e Procuradores-Gerais do Ministério Público, o Estado de Santa Catarina foi considerado motivo de preocupação especial devido aos indícios da participação de militares da ativa em movimentos políticos. Oficialmente, a Polícia Militar catarinense afirmou não monitorar os agentes, que “cada policial é responsável pela sua interpretação do momento” e que o posicionamento da corporação é “alheio aos processos políticos”. Contudo, de acordo com a colunista Dagmara Spautz, a agência de inteligência da Polícia Militar de Santa Catarina vem monitorando a atividade de policiais militares nas redes sociais para identificar incentivo e adesão às manifestações políticas4. Na nota, os advogados catarinenses lembram que a ação de grupos armados contra a ordem constitucional e o Estado Democrático constitui crime inafiançável e imprescritível, e que “as insinuações de fechamento do Supremo Tribunal Federal menosprezam o Poder Judiciário e merecem firme reação”. Os advogados catarinenses também alertam que a incitação de comportamento criminoso contra o Estado Democrático ultrapassa os limites da liberdade de expressão, e que não tolerarão “ataques à democracia por radicais cuja aposta é a conflagração para manterem-se no poder”. A nota conclui conclamando a “tomada de posição e uma resposta clara das instituições e agentes públicos visando responsabilizar quem abjetamente conspira contra a ordem constitucional”. Leia a nota, com a relação dos advogados signatários: NOTA PÚBLICA ADVOGADAS E ADVOGADOS CATARINENSES EM DEFESA DA DEMOCRACIA É imperativo que a Advocacia não ceda no seu compromisso de defender a Constituição, a ordem jurídica do Estado Democrático, os direitos humanos e a justiça social. Juramos solenemente defender esses valores. Não toleraremos ameaças e ataques à democracia por radicais cuja aposta é a conflagração para manterem-se no poder. Liberdade de expressão não abrange ameaças. Jamais admitiremos a intimidação das instituições. Tratando-se de crime inafiançável e imprescritível a ação de grupos armados, civis ou militares, contra a ordem constitucional e o Estado Democrático, as insinuações de fechamento do Supremo Tribunal Federal menosprezam o Poder Judiciário e merecem firme reação. Cientes que manifestações de repúdio não são suficientes para proteger a democracia, e tendo o Estado de Santa Catarina sido apontado como motivo de preocupação nacional devido aos...06/08/2021
FELIZ DIA DOS PAIS Nossa homenagem especial aos pais trabalhadores do setor do comércio e serviços ...29/06/2021
A FECESC realizou na sexta-feira, 25 de junho, a primeira reunião de diretoria da nova gestão, eleita no 14º Congresso da Federação (realizado em abril/2021). Debate sobre a conjuntura, negociações coletivas em andamento, prestação de contas 2020 e eleição dos delegados para participar da 16ª Plenária da CUT Estadual e Nacional e 4ª Plenária da Contracs foram os temas em pauta. A reunião foi online, realizada na plataforma Zoom da Federação e permitindo, assim, a participação de todos os diretores a partir de sua cidade e reunindo 32 participantes, entre diretores e assessores. A análise de conjuntura foi apresentada por Maurício Mulinari, técnico da subseção do DIEESE da FECESC. Para ele, os brasileiros vivem, hoje, um cenário de guerra. O economista lembrou que o número de desempregados é superior aos 14 milhões no país, com cerca de 6 milhões de desalentados, além da grande parcela de trabalhadores que se encontra em empregos precários. Numa estimativa, Mulinari aponta que entre 100 milhões que seria a população ativa do país, 38 milhões estão nessa faixa do desemprego, desalento ou trabalho precário. Num quadro de inflação dos alimentos atingindo 15% e reajuste de 30% nos aluguéis. Completando este cenário, registramos mais de meio milhão de mortos, pela pandemia e pela gestão do governo que permitiu chegarmos a tais números. “O grau de deterioração das condições de vida que o trabalhador está sentindo é semelhante ao de um país em guerra, Bolsonaro tem um governo de bravatas, mas que não consegue mudar os fundamentos da vida de bilhões de pessoas”, apontou Mulinari. Se por um lado Bolsonaro já não conta com o apoio da maioria, por outro lado, o economista lembra que seus 10% de apoiadores são formados por pequenos burgueses, pequenos empresários, setores evangélicos e militares. “Ele conta com apoio de uma pequena parcela, mas é uma minoria militante, que consegue fazer 10% se transformar em 30% e, portanto, ele continua sendo um forte candidato para 2022”, avisa. Mulinari vê a CPI da Covid como um instrumento importante para expor a ação desastrosa deste (des)governo, mas aponta que o interesse que a levou a ser instaurada foi o de forçar Bolsonaro a agir contra a pandemia e tocar as contrarreformas esperadas pelo grande capital. “É um momento importante porque abre uma perspectiva de ampliar a luta de classe no Brasil; só vamos parar Bolsonaro se tivermos peso das ruas”, diz Maurício Mulinari, lembrando que a cada manifestação politizamos a população, fazemos as pessoas verem o que está...13/06/2021
A diretoria da FECESC lamenta profundamente o falecimento de Jacir Antonio Zimmer, companheiro de todas as horas nas nossas lutas e mais uma vítima de uma pandemia fatal prolongada no território brasileiro por um desgoverno genocida. Jacir morreu na véspera de seu aniversário de 60 anos, por uma doença contra a qual existe vacina e a falta de acesso a ela foi patrocinada pelo governo federal. Nosso sentimento e solidariedade à família e amigos e a certeza de que a jornada do companheiro não foi em vão! Ele nos deixa sua força e exemplo de luta incansável. No Sindicato dos Bancários de Florianópolis, no PT municipal da São José, na CUT SC, nas ruas e nos movimentos sociais, Jacir foi uma presença conciliatória, com uma atuação teimosamente construtiva, organizando, “tocando o barco”, chamando os companheiros e companheiras à luta, querendo mudar as coisas e construir um mundo mais solidário! Jacir Antonio Zimmer presente, presente, presente!! Diretoria da...Siga-nos
Sindicatos filiados
[wpgmza id=”1″]




