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Coluna ‘Conversa com a Presidenta’ estreia hoje em 170 jornais

08/02/2011
A partir desta terça-feira (8), os leitores de diversos jornais brasileiros terão acesso à coluna Conversa com a Presidenta, espaço onde a presidenta Dilma Rousseff responderá semanalmente perguntas enviadas por leitores de jornais cadastrados. Até agora, 170 veículos se cadastraram junto à Secretaria de Imprensa da Presidência da República, sendo 104 de veiculação diária, sete bissemanais, dois trissemanais e outros 57 semanais, quinzenais ou mensais. Ao todo, os jornais inscritos estão localizados em 122 municípios – 22 são capitais –, de 25 estados mais o Distrito Federal. Uma das publicações circula nos Estados Unidos. Os jornais recebem exatamente o mesmo material em formato de pergunta e resposta. A coluna tem formato livre, mas deve ser identificada pelo cabeçalho: Conversa com a Presidenta. Os jornais que passam a publicar a coluna todas as terças-feiras devem enviar semanalmente as perguntas dos leitores para a Secretaria de Imprensa, que selecionará três questões por semana, entre todas aquelas recebidas, para serem respondidas pela presidenta. Os leitores devem ser identificados com nome completo, idade, ocupação e cidade de residência. A coluna será encaminhada aos jornais cadastrados às segundas-feiras para ser publicada na edição do dia seguinte. A coluna estará à disposição dos veículos de comunicação não-cadastrados e ao público em geral no site da Secretaria de Imprensa da Presidência da República e no Blog do Planalto às terças-feiras, depois de publicada pelos jornais impressos cadastrados. Os jornais interessados em receber a coluna devem preencher o cadastrado que se encontra no site, no ícone Informe da Hora, e encaminhá-lo para o e-mail regional.imprensa@planalto.gov.br. Blog do...

Evento em São Paulo homenageia centenário de Lélia Abramo

08/02/2011
Um dos mais importantes nomes das artes cênicas brasileiras, a atriz Lélia Abramo completaria 100 anos nesta terça-feira (8). Para prestar uma justa homenagem, a Funarte, com apoio da Fundação Perseu Abramo, promove um ato de comemoração no Teatro de Arena Eugênio Kusnet, em São Paulo (veja horário abaixo). Foi na capital paulista que a atriz nasceu e morreu, em 9 de abril de 2004. A programação inclui a apresentação da música “Bella Ciao”, pelo Coral Martin Luther King; a exibição de um vídeo com imagens selecionadas da atriz; a apresentação de fragmento da peça “Rosa Vermelha” pelo Núcleo 1984, e depoimento de amigos, familiares e importantes nomes da cultura brasileira, como a ministra da Cultura, Ana de Hollanda; os atores Sergio Mamberti e Antonio Grassi, e o diretor Zé Renato. A atriz estreou nos palcos em 1958, quando atuou em “Eles Não Usam Black-Tie”, de Gianfrancesco Guarnieri. A partir de então, participou de 23 espetáculos teatrais, incluindo montagens de clássicos como “Lisístrata”, de Aristófanes”; “Agamenon”, de Ésquilo; e “Romeu e Julieta” e “Ricardo III”, de William Shakespeare. Na televisão, estrelou 27 novelas, fazendo sucesso com personagens como Januária Brandão, de “Pai Herói” (1979); Mama Vitória, de “Pão Pão Beijo Beijo” (1983); e Bibianna, da minissérie “O Tempo e o Vento” (1985), baseada na saga escrita por Érico Veríssimo. Lélia Abramo ficou conhecida também por sua intensa militância política. Uma das fundadoras do Partido dos Trabalhadores (PT), assumiu a presidência do Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado de São Paulo, a partir de 1978. Ela pertencia à primeira chapa de oposição a ser vitoriosa no período iniciado pela ditadura militar brasileira de 1964 e foi praticamente ignorada pela TV...

Produção de veículos bate recorde cresce número de empregos em janeiro

07/02/2011
A produção de veículos no Brasil bateu recorde em janeiro, atingindo o melhor desempenho para o mês com a fabricação de 261.777 automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões e ultrapassando o volume contabilizado em 2008 (254,2 mil). De acordo com os dados divulgados nesta segunda-feira pela Anfavea (associação das montadoras), houve acréscimo de 6,4% no confronto com janeiro do ano passado, mas redução de 9,1% ante dezembro. Já as exportações somaram 53.607 unidades, com alta de 10,7% ante janeiro e de 5,8% no confronto com dezembro. Em vendas (244,9 mil), janeiro apresentou expansão de 14,8% na comparação com igual intervalo no ano passado. Já no confronto com dezembro, os licenciamentos tiveram queda de 35,8%. O número de empregados nas montadoras somou 118.599 trabalhadores ao final do mês passado, superando o patamar contabilizado em dezembro (117.654). Levando em conta também os funcionários em fabricantes de máquinas agrícolas, a indústria empregava 137.291 pessoas, também acima dos 136.124 registrados no mês anterior. Folha...

Brasil volta a pedir perdão por escravidão de africanos

07/02/2011
Durante a abertura do 11º Fórum Social Mundial, em Dacar, no Senegal, o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, pediu oficialmente perdão pelo sofrimento causado aos povos africanos pela escravidão no Brasil. Não foi a primeira vez que isso aconteceu. Em 2005, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve o mesmo gesto. As iniciativas, especialmente a atual vinda de um membro do novo governo, sinalizam a disposição do Brasil não apenas de reparar a história como de aproximar as nações fortalecendo a política Sul-Sul que vem sendo implementada desde o primeiro mandato de Lula. "Eu venho, como já disse o presidente Lula, pedir perdão; perdão aos irmãos africanos por esse processo de escravidão”, afirmou Carvalho. Ao iniciar seu pronunciamento na Universidade Cheikh Anta Diop, onde acontece boa parte dos eventos do FSM, o ministro também destacou: "somos milhões de trabalhadores, operários, camponeses, estudantes, servidores públicos com a esperança de que outro mundo é possível". Carvalho também destacou que “para nosso orgulho, hoje os afrodescendentes já são maioria da nossa população." A delegação brasileira, liderada por Gilberto carvalho, é composta ainda pela ministra de Direitos Humanos, Maria do Rosário, e pela ministra de Políticas de Promoção de Igualdade Racial, Luiza Helena de Bairros, além de 30 outros assessores. Parceria Sul-Sul Como parte da política de integração entre países em desenvolvimento, o Brasil fechou recentemente acordo na área alimentar com o Zimbábue, um dos países mais pobres da África. O Projeto de Cooperação Técnica consiste na aplicação do programa “Mais alimentos”, encabeçado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário. “O Zimbábue tem uma estrutura que permitirá que a experiência africana do Mais Alimentos represente condições de êxito e para que o Brasil possa continuar a disponibilizar sua experiência e sua capacidade de produção de equipamentos para os países africanos e contribuir para a produção alimentar e melhoria de vida dos povos africanos”, disse o ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, ao definir o projeto. O acordo foi firmado na semana passada durante encontro, em Brasília, entre o ministro e Ngoni Masoka, secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Mecanização e Desenvolvimento da Irrigação do Zimbábue. Vermelho...

Na estreia, Dilma fala sobre tratamento de diabéticos e hipertensos

07/02/2011
A estreia do programa de rádio “Café com a Presidenta”, nesta segunda-feira (7), marcou o início de um encontro semanal entre a presidenta Dilma Rousseff e o povo brasileiro, como ela própria definiu, oportunidade em que falará sobre “o que temos feito e falar também do que pretendemos fazer para melhorar a nossa vida e discutir os desafios que certamente vão aparecer”. Em seu primeiro programa, o Café tratou da distribuição gratuita de remédios para diabetes e hipertensão, as doenças que – lembrou a presidenta Dilma Rousseff – mais matam no Brasil. Segundo a presidenta, o acesso aos tratamentos de saúde e a melhoria das condições de vida da população são partes indispensáveis para o combate à miséria. “Nós sabemos, Luciano, que muitas pessoas morrem ou desistem do tratamento. E nem vão ao médico porque não têm dinheiro para comprar remédio (…). É por isso que a partir de agora nós vamos distribuir de graça os remédios para as pessoas com hipertensão e para as pessoas com diabetes. Você sabe, os medicamentos são o item que mais pesa no bolso das famílias mais pobres. Uma parte bem maior da renda da população mais pobre é gasta com remédio, enquanto que para os ricos, essa despesa pesa bem menos. Por isso o meu compromisso com a erradicação da miséria passa pelo programa ‘Saúde Não Tem Preço’”, disse. A presidenta Dilma ressaltou que qualquer pessoa, a partir do dia 14/2, poderá receber esses remédios gratuitamente, sem burocracia, em farmácias integrantes do programa “Aqui tem Farmácia Popular“, desde que munida de receita médica. O que nós queremos, disse a presidenta, é que todas as pessoas que tenham diabetes ou hipertensão façam o tratamento completo, sem parar. Na entrevista, a presidenta fez questão de esclarecer que permanecem os descontos para medicamentos que tratam de doenças como asma, colesterol, rinite, Mal de Parkinson, osteoporose e glaucoma. Atualmente, mais de 1,5 milhão de pessoas adquirem o medicamento na rede de drogarias. “Até é bom que se diga, nas farmácias ‘Aqui tem Farmácia Popular’ também você tem acesso a fraldas geriátricas com grandes descontos”, afirmou. “Olha, Luciano, eu estou muito feliz por conversar sobre isso aqui, com vocês, no Café com a Presidenta. Agora tem uma coisa, e eu quero dizer isso para o amigo e para a amiga que estão nos escutando. Eu não quero voltar aqui para dizer que aumentou o número de pacientes que compram remédios, porque o melhor é não ficar doente. O mais importante é você, amigo e amiga que me ouvem, cuidar da saúde, ter uma boa alimentação, fazer exercícios físicos”, disse. O programa de rádio Café com a Presidenta é produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e é...

Mercado mantém projeção para crescimento do PIB em 4,6% neste ano

07/02/2011
Analistas do mercado financeiro consultados semanalmente pelo Banco Central (BC) mantiveram a projeção para o crescimento da economia – Produto Interno Bruto (PIB) – neste ano em 4,60%. Para 2012, a estimativa permanece em 4,50%. As projeções foram divulgadas nesta segunda-feira (7) A expectativa para o crescimento da produção industrial, neste ano, passou de 5,03% para 5%, e permanece em 5%, em 2012. A projeção para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB foi ajustada de 39,10% para 39,09%, em 2011, e de 37,80% para 37,75%, no próximo ano. A expectativa para a cotação do dólar ao final de 2011 caiu de R$ 1,75 para R$ 1,73. Para o fim de 2012, a projeção segue em R$ 1,80. A previsão para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) passou de US$ 9,52 bilhões para US$ 9,57 bilhões, neste ano, e segue em US$ 5 bilhões, em 2012. Para o déficit em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior), a estimativa foi ajustada de US$ 67,87 bilhões para US$ 67,49 bilhões, em 2011, e de US$ 68,90 bilhões para US$ 69 bilhões, no próximo ano. A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) segue em US$ 40 bilhões, neste ano, e passou de US$ 42,19 bilhões para US$ 42,37 bilhões, em...
Fórum Social Mundial abre com exaltação às revoltas populares na Tunísia e Egito
07/02/2011
A 11ª edição do Fórum Social Mundial foi aberta neste domingo (6) em Dacar, capital do Senegal, com a agenda de debates renovada pelos protestos pró-democracia no Norte da África e no Oriente Médio. Ao final da tradicional marcha de abertura, entre os arredores da grande mesquita local (95% dos senegaleses são mulçumanos) e a Universidade de Dacar, onde acontece o encontro, ativistas de Tunísia e Egito dividiram o palco com personalidades como o presidente da Bolívia, Evo Morales, e o senegalês de origem tunisiana Taoufik Ben Abdallah, um dos responsáveis por levar o Fórum pela segunda vez à África. Em discurso emocionado, o advogado tunisiano Trifi Bassem, ativista pelos direitos humanos em seu país, disse que a revolta popular que derrubou o ditador Ben Ali, em janeiro, pode inspirar outros povos que vivem sob regimes autoritários a se mobilizarem. A queda do ditador pôs fim à repressão de 23 anos baseada "em tiros de bala, cacetetes e gás lacrimogênio", disse ele. Bassem, que integra uma delegação de 20 tunisianos presentes em Dacar, afirmou que "subiu ao palco para transmitir um pouco da energia e do sonho que tenho pela libertação do povo do meu país". Para ele, "o formidável e interessante no Fórum é que todo mundo se encontra, troca experiências, idéias e sonhos, os mesmos sonhos que o povo tunisiano sonhou". No mesmo tom, o representante do Egito disse que seu povo "mostrou que tem coragem para pagar o preço da liberdade". Ele, que há dois dias estava na praça Tahrir, palco dos protestos contra o presidente Hosni Mubarak, no centro do Cairo, explicou que a "revolução" não cessará enquanto tudo não ficar "preto no branco". "O bravo povo egípcio mostrou que tem coragem para pagar o preço da liberdade. Mais de 300 pessoas já morreram nesta luta suja. Não sei o que vai acontecer amanhã, mas o passo da revolução vai continuar", concluiu. Conflitos, alternativas e Lula no Fórum Falando em nome da organização do Fórum, Taoufik Ben Abdallah tem afirmado que o encontro refletirá os conflitos no mundo árabe e tratará das alternativas populares e democráticas e dos valores universais. Entre as atividades em planejamento, um grupo de ativistas ligados à imprensa alternativa promete para esta segunda-feira (7) um link ao vivo entre Dacar e a Praça Tahrir, no Egito. A programação oficial ainda não foi divulgada, mas as 1.205 organizações inscritas no evento já contam em mãos com um cronograma provisório e cuidam elas mesmas de anunciar suas atividades. O Fórum Social Mundial de 2011 deve receber participantes de 123 países, além da Palestina e Curdistão, entre os dias 6 e 11 de fevereiro. A expectativa do Comitê Organizador é que 50 mil pessoas...

Presidenta comemora cumprimento da primeira promessa de campanha

04/02/2011
O início da tarde desta quinta-feira (3) foi definido pela presidenta Dilma Rousseff como o momento de honrar um compromisso assumido durante a campanha eleitoral. Em cerimônia realizada no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), a presidenta anunciou o início da distribuição gratuita de medicamentos contra hipertensão e diabetes por meio do programa Aqui Tem Farmácia Popular, medida que beneficiará mensalmente 960 mil pessoas. “Eu decidi que é um dever do Estado brasileiro proporcionar a todos as condições de acesso regular e seguro aos medicamentos requiridos. Hoje, no momento em que meu governo completa um mês, eu tenho a satisfação de honrar esse compromisso que eu assumi”, comemorou. Ao apontar dados referentes às duas doenças, a presidenta enfatizou que desde que tratados, os portadores de diabetes e hipertensão podem levar uma vida normal e ativa e que, nesse sentido, o governo trabalha para que o tratamento não seja interrompido. Além disso, lembrou a presidenta, a distribuição de tais medicamentos por meio da rede de farmácias particulares irá desonerar o Sistema Único de Saúde (SUS). “Essas duas doenças prejudicam cada vez mais a saúde de homens e mulheres em nosso país. Em 2009, para a gente ter uma ideia, elas juntas foram responsáveis por 34% do total de óbitos no Brasil. Cerca de 30% da população adulta nem sabe que possui diabetes ou hipertensão”, afirmou. Após a cerimônia, a presidenta Dilma Rousseff concedeu uma rápida entrevista aos jornalistas e afirmou que “no primeiro mês [de governo] foi muito trabalho e acredito que é uma indicação da quantidade de trabalho que terei nos próximos”. Portaria O evento marcou também o anúncio do credenciamento da drogaria de número 15 mil no Aqui Tem Farmácia Popular, que atualmente beneficia, por mês, cerca de 1,3 milhão de pessoas em todo país. Na ocasião, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, assinou a portaria que regulamenta a distribuição gratuita de medicamentos para hipertensão e diabetes, bem como estabelece o prazo máximo — até o dia 14 deste mês – para que as farmácias conveniadas se adaptem às novas regras. De acordo com o Ministério da Saúde, o orçamento anual do programa Aqui Tem Farmácia Popular é de R$ 470 milhões, e o impacto dessa nova medida será definido com base nas informações do sistema de gerenciamento do programa. Presente em mais de 2,5 mil municípios, o programa Farmácia Popular foi criado em 2004 com o objetivo de oferecer medicamentos essenciais a um baixo custo para a população, melhorando o acesso e beneficiando uma maior quantidade de pessoas. Os medicamentos podem ser adquiridos na rede “Aqui Tem Farmácia Popular”, onde o cidadão deve apenas apresentar um documento com foto, CPF e a receita médica para ter acesso...

Marco Maia e a luta pela redução da jornada

04/02/2011
A folgada eleição de Marco Maia para a presidência da Câmara dos Deputados – o ex-sindicalista obteve 375 votos, contra os 106 dados ao megaempresário Sandro Mabel – tem forte simbolismo para a luta dos trabalhadores. O ex-torneiro mecânico, assim como Lula, projetou-se na política como líder operário. Foi presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Canoas (RS) e dirigente da CUT.   Como deputado, o petista apresentou o projeto de lei número 160, em 15 de fevereiro de 2007, que propunha a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais. Na sequência, o parlamentar manifestou apoio ao projeto de emenda constitucional (PEC) sobre o mesmo tema, aprovado numa Comissão Especial do Congresso Nacional, por unanimidade, em junho de 2009.   Setor patronal está temeroso Essa trajetória já foi percebida pelas entidades patronais. Segundo a revista IstoÉ Dinheiro, a eleição de Marco Maia “reacende antigos temores dos empresários, como a votação da jornada de 40 horas… ‘Sei que ele teve uma posição muito clara em relação a teses das quais somos contrários’, diz o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade”.   O setor patronal, que tem obtido recordes de produtividade, mas que não abre mão de seus lucros, também está temeroso com a mudança da correlação de forças no Congresso Nacional. Caso o governo Dilma Rousseff tenha interesse na matéria, ele goza de maioria para votar o projeto da redução da jornada. A própria bancada de sindicalistas obteve certo crescimento, de 61 para 68 deputados, podendo interferir com mais força neste debate. As justas opiniões do ex-sindicalista Caberá agora ao novo presidente da Casa, o ex-sindicalista Marco Maia, agendar a discussão deste tema estratégico. Aqui vale lembrar uma entrevista de setembro passado, no qual o petista gaúcho reafirma a importância da redução da jornada:   – Embora empresários de diversos setores sejam contrários, durante minha trajetória como metalúrgico, sindicalista e político, em que pude dialogar com vários setores da sociedade, constatei a viabilidade deste projeto. Primeiramente, a redução da jornada de trabalho representa melhor qualidade de trabalho e de vida para o cidadão – podendo até mesmo representar futuros ganhos de produtividade.   – Estudo realizado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), aponta que a redução da jornada tem potencial para gerar mais de 2,5 milhões de postos de trabalho. Ainda de acordo com o Dieese, a redução de 4 horas na jornada de trabalho, representaria um aumento no custo total de produção no Brasil de apenas 1,99%, portanto, não representaria um grande impacto para a economia, sendo que os setores poderiam, perfeitamente, se adaptar a esta mudança.   – Por isso, diante de tantos benefícios e da comprovação de que este projeto...
Dia Mundial do Câncer: doença é segunda principal causa de mortes em todo o mundo
04/02/2011
No Dia Mundial do Câncer, lembrado hoje (4), a Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que a doença é a segunda principal causa de mortes em todo o mundo – perde apenas para doenças cardiovasculares. Tumores no pulmão, nas mamas, no fígado e na região colorretal provocam a maioria dos óbitos registrados por câncer. A incidência da doença, de acordo com o órgão, pode ser reduzida por meio de estratégias de prevenção, de detecção precoce e de tratamento. Os fatores de risco listados pela OMS e relacionados ao câncer incluem o uso de tabaco; infecções crônicas por vírus como o da hepatite B e o HPV; sobrepeso e obesidade; radiação; hábitos alimentares ruins; sedentarismo; abuso no consumo de álcool; e exposição a substâncias...

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