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Haddad descarta necessidade de anular prova

09/11/2010
O ministro da Educação, Fernando Haddad, descartou ontem(8) a necessidade de anular as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) aplicadas nesse fim de semana. O Ministério da Educação (MEC) está levantando o número exato de estudantes que foram prejudicados por um erro de montagem nos cadernos de prova amarelos. A estimativa inicial é que a falha teria atingido 2 mil candidatos, mas até o momento os casos apurados são em número inferior. De acordo com Haddad, o erro foi localizado em um lote de 21 mil provas, mas havia cerca de 370 mil cadernos sobressalentes que poderiam ser trocados pelos fiscais no momento em que o candidato percebeu o erro. O MEC está apurando com o consórcio responsável pela aplicação do exame o total de participantes que não teriam recebido uma nova prova. “Estamos apurando caso a caso, nosso objetivo é identificar todas as situações, queremos contemplar todos os estudantes e temos a vantagem de reaplicar essa prova sem nenhuma dificuldade do ponto de vista técnico”, afirmou o ministro. Para Haddad, a realização de uma segunda prova não atrasaria a divulgação dos resultados do exame, prevista para a primeira quinzena de janeiro. Os custos de uma reaplicação serão arcados pela própria gráfica que hoje admitiu o erro na impressão dos cadernos amarelos e poderá pagar, uma multa pelo erro, conforme previsto em contrato....
Serra vive dia de Chávez e ouve “Por que não te calas?”
09/11/2010
O candidato derrotado à Presidência da República, José Serra (PSDB), viveu um dia de Hugo Chávez em visita à Europa. Ao discursar no encerramento do XI Fórum de Biarritz, na França, o ex-governador ouviu um “Por que não te calas?” vindo da plateia. De acordo com o Jornal do Brasil, a manifestação partiu de um integrante da Fundação Zapata, do México, quando o tucano criticava a política externa governo Lula, acusado de fazer um “populismo” de direita. A cena lembrou o ocorrido em 2008 durante encontro no Chile. Na ocasião, quando o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, criticava a Espanha, o rei deste país, Juan Carlos, levantou-se e gritou “Por que no te callas?”, frase que ficou mundialmente famosa. Agora, Serra, que durante os últimos anos dedicou-se a criticar o processo de integração latino-americano, sentiu-se durante alguns instantes na pele do venezuelano. Durante sua exposição, o candidato derrotado afirmou que o Brasil está “fechado para o exterior” e que passa por um claro processo de desindustrialização devido à alta carga tributária e à falta de investimentos do governo federal – este ano, a carga de investimentos públicos deve atingir o maior nível da história em relação ao Produto Interno Bruto (PIB). "É um governo populista de direita na área econômica", atacou Serra, que afirmou ainda haver um “populismo cambial” e reclamou de não ter tido a oportunidade de debater esses temas durante a campanha eleitoral. "A democracia não é apenas ganhar as eleições, é governar democraticamente.”...

Receita libera consulta ao penúltimo lote de restituições do IR do ano

09/11/2010
A Receita Federal abriu hoje (9), às 9h, a consulta ao 6º lote de restituições do Imposto de Renda Pessoa Física 2010. Será o penúltimo lote regular do ano e inclui declarações liberadas da malha fina referentes aos exercícios de 2008 e 2009. Os contribuintes poderão obter informações sobre as liberações na página da Receita na internet (www.receita.fazenda.gov.br) ou pelo telefone 146. Basta informar o número do Cadastro de Pessoa Física (CPF). Os valores poderão ser sacados no banco no dia 16 de novembro. Do exercício de 2010, serão creditadas restituições para um total de 418.694 contribuintes, com correção de 5,95%. Com relação ao lote de 2009, serão creditadas restituições para 103.812 contribuintes. A correção ficou em 14,41%. No lote residual do exercício de 2008 serão creditadas restituições para 36.303 contribuintes, corrigidas em 26,48%. A Receita alerta que os valores não sofrerão quaisquer acréscimos, independentemente da data do saque da restituição liberada e informa que eles estarão disponíveis no Banco do Brasil. O contribuinte poderá entrar em contato com qualquer agência do BB ou ligar para a Central de Atendimento BB 4004-0001 (capitais – clientes do banco) 0800-729-0001 (demais localidades – clientes), 0800-729-0722 (capitais e demais localidades – clientes e não clientes do BB) e 0800-729-0088 (deficientes auditivos), para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em qualquer nome, em outro banco....

Eleição de Dilma é um “fato histórico, do qual nós devemos nos encher de orgulho”

09/11/2010
Segundo analistas, eleição de Dilma é, simbolicamente, fundamental; expectativa é por aumento de mulheres na política A eleição de Dilma Rousseff (PT) para a Presidência da República representa um marco para a história do Brasil que, pela primeira vez, será governado por uma mulher. Para a integrante da Coordenação Nacional da organização Católicas pelo Direito de Decidir (CDD), Maria José Rosado, a vitória de Dilma significa uma conquista para as mulheres. “É um fato histórico, do qual nós devemos nos encher de orgulho”, afirma. A militante da Marcha Mundial das Mulheres (MMM), Nalu Faria, também ressalta que a vitória é importante não apenas por ser a eleição de uma mulher, mas de uma mulher que construiu uma trajetória política. “É extremamente importante, ainda mais por ser uma mulher do campo da esquerda. A Dilma tem um significado a mais”, destaca. Para Maria, houve uma ambiguidade em relação à imagem de Dilma em sua campanha, que a mostrava sob diferentes matizes. Ainda assim, ela avalia que o resultado final foi positivo. “Ao mesmo tempo em que Dilma passou uma imagem de mãe, de proteção, reforçou a imagem de que a mulher pode governar, pode gerir”, pontua.   Participação política A expectativa é de que a vitória de Dilma possa influenciar a participação de outras mulheres na política. Apesar de alguns avanços, tal presença nessa esfera ainda é pequena no país, o que se refletiu no resultado das eleições deste ano. A bancada feminina na Câmara dos Deputados encolheu de 47 para 43 integrantes. Já no Senado, oito mulheres foram eleitas – com isso, serão 12 senadoras a partir de 2011, em um total de 81 membros. Já entre os 27 governadores eleitos, apenas duas são do sexo feminino. “Simbolicamente, [a eleição de Dilma] é importante para que as novas gerações de mulheres olhem para a Dilma e queiram ser alguém, ter um cargo para trabalhar pelo povo e pela democracia. Isso será bom para o Brasil”, aposta Maria. Em seu primeiro discurso depois da confirmação da vitória, no dia 31 de outubro, a presidenta eleita classificou sua eleição como “uma demonstração do avanço democrático” no país. “Registro aqui meu primeiro compromisso após a eleição: honrar as mulheres brasileiras, para que este fato, até hoje inédito, se transforme num evento natural. E que ele possa se repetir e se ampliar nas empresas, nas instituições civis, nas entidades representativas de toda nossa sociedade”, afirmou. O simbolismo da eleição da primeira mulher para a Presidência também é ressaltada pelo pesquisador do Centro de Pesquisa e Apoio aos Trabalhadores (Cepat) de Curitiba (PR), César Sanson. Segundo ele, o fato ganha ainda mais força por ocorrer em uma sociedade conservadora como a brasileira. “Há um...

Guiné elege seu primeiro presidente

09/11/2010
Os guineanos votaram neste domingo (7) para escolher o primeiro presidente democraticamente eleito de sua história. Foi o fim de uma longa espera desde o primeiro turno das eleições, em 27 de junho passado, perturbado por violências étnico-políticas. As seções eleitorais, que abriram às 7h (horário local), fecharam, conforme previsto, às 18h. Os resultados provisórios só serão conhecidos a partir de hoje (9). Aziz Diop, secretário-executivo do Conselho Nacional de Organizações da sociedade civil da Guiné, que distribuiu 964 observadores pelo país, ressaltou a disciplina durante a votação. – Houve uma forte mobilização em todas as regiões, um entusiasmo popular e uma disciplina extraordinária. Após 52 anos de ditaduras e regimes autoritários, cerca de 4,2 milhões de eleitores devem escolher entre Cellou Dalein Diallo, que obteve 43% dos votos no primeiro turno, e o professor universitário Alpha Condé, opositor a todos os regimes autoritários anteriores, que teve 18% dos votos. O presidente do regime de transição, general Sekuba Konaté, fez um novo apelo "à paz" e "à unidade nacional", dizendo que estava "muito orgulhoso e contente" por ter cumprido "sua palavra" de entregar o poder aos civis, após 26 anos de regimes militares. Ao fim de outubro, a campanha de caracterizou por atos de violência étnico-políticos, tanto em Conacri quanto em várias cidades do leste do país, que deixaram dezenas de feridos e pelo menos um morto, segundo várias testemunhas. No domingo, no entanto, nenhum incidente grave havia sido reportado....

Produção de veículos cresce 15% e bate recorde para mês de outubro e no ano

08/11/2010
A produção de veículos no país cresceu 15,3% no acumulado dos dez primeiros meses do ano na comparação com o mesmo período em 2009, atingindo a fabricação de 3,043 milhões de unidades e batendo mais um recorde. A maior marca até então (2,922 milhões) havia sido contabilizada em 2008. De acordo com os dados divulgados pela Anfavea (associação das montadoras) nesta segunda-feira, em outubro foram produzidos 321.814 automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões, o melhor resultado para o mês, com alta de 5,5% ante setembro e aumento de 1,5% no confronto com igual intervalo em 2009, ano que teve o desempenho afetado pelo agravamento da crise econômica mundial. Já as exportações tiveram acréscimo de 74,8% no acumulado do ano, totalizando 649.302 veículos. Considerando apenas outubro, as vendas para o mercado externo (78.072) tiveram expansão de 6,8% na comparação com o mês passado e alta de 61,1% em relação a igual intervalo em 2009. O número de empregados nas montadoras somou ao final do mês passado 116.673 trabalhadores, superando o patamar contabilizado em setembro (115.577). Levando em conta também os funcionários em fabricantes de máquinas agrícolas, a indústria empregava 135.253 pessoas, também acima dos 134.026 registrados no mês anterior. As vendas de veículos novos no país apresentaram expansão de 8,0% no acumulado dos dez primeiros meses deste ano, no confronto com o mesmo intervalo em 2009, batendo o recorde para o período com o emplacamento de 2,805 milhões de unidades. Em outubro, 303,2 mil automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões foram licenciados, atingindo também um novo patamar para o mês, mesmo com a redução de 1,3% ante setembro. No comparativo com igual período no ano passado, houve acréscimo de 3,0%. Folha...

Lula: Eleição de Dilma reflete o alcance das políticas sociais e econômicas do governo

08/11/2010
Na primeira edição do programa de rádio Café com o Presidente após as eleições, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a eleição de Dilma Rousseff representa o desejo de continuidade e reflete o alcance das políticas sociais e econômicas de seu governo. “No nosso governo não teve nenhum segmento da sociedade que não ganhou. Os empresários ganharam, os trabalhadores ganharam, os mais pobres ganharam, os trabalhadores rurais ganharam. E eu acho que a sociedade inteira ganhou”, disse Lula, que classificou a eleição de Dilma como “uma vitória do bom senso”. Lula disse que o clima de confronto com a oposição, acirrado durante o período eleitoral, tem que ser deixado para trás. “Não é que as pessoas que fizeram oposição durante a campanha deixem de ser oposição, pelo contrário, a oposição faz parte da consolidação do processo democrático. O que é importante é que a oposição seja feita de forma civilizada, de forma a fazer uma política madura.” O Café com o Presidente havia sido suspenso durante a campanha pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pedido da coligação liderada pelo PSDB.   Agência...

Palocci inaugura transição entre governos Lula e Dilma

08/11/2010
Oito anos após haver comandado a histórica transição entre as administrações de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) e Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010), Antonio Palocci volta hoje ao mesmo prédio, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), para iniciar a passagem entre os governos de Lula e Dilma Rousseff. Ele recebe o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, encarregado de comandar as discussões técnicas da transição pelo lado do governo. Formalmente, quem coordena a transição é o ministro interino da Casa Civil, Carlos Eduardo Esteves Lima. Ele ficará a cargo das tarefas mais burocráticas. Duas equipes vão cuidar dos trabalhos, cujo objetivo é evitar interrupções no funcionamento da máquina pública durante a troca de comandos. Dilma pode nomear até 50 pessoas para assessorá-la e dispõe de R$ 2,8 milhões para pagar salários. Na semana passada, ela enviou ao Planalto uma lista com 39 nomes que comporão a equipe num primeiro momento. Pelo lado do governo, foi designado um técnico de cada ministério. Os assessores de Dilma receberão senhas para acessar um portal que conterá informações de cada pasta: orçamento, programas em andamento e o estágio de cada um, quanto da verba já foi gasta. Foi elaborada ainda a chamada "agenda 120", que lista problemas a serem resolvidos nos primeiros quatro meses de governo. A equipe de Dilma elaborará metas a serem atingidas nos cem primeiros dias de governo, segundo informou o presidente do PT, José Eduardo Dutra. Nomeações O ministro interino da Casa Civil, Carlos Eduardo Esteves Lima, assinou sete nomeações para os cargos especiais do governo de transição. A portaria foi publicada hoje no Diário Oficial da União (DOU). Entre os nomeados estão Clara Ant, assessora licenciada da Presidência, que trabalhou na campanha da presidente eleita, Dilma Rousseff; Giles Carriconde Azevedo, ex-secretário-executivo adjunto da Casa Civil, e a jornalista Helena Maria de Freitas Chagas, ex-diretora de jornalismo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Integram também a lista Paulo Leonardo Martins, Marly Ponce Branco, Cleonice Maria Campos Dornelles e Anderson Braga Dornelles. As informações são do jornal O Estado de S....

Lula e Dilma apoiarão no G-20 reforma do FMI e planos de ação para regiões pobres

08/11/2010
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente eleita, Dilma Rousseff, participam nos dia 11 e 12 deste mês da reunião do G-20, em Seul, na Coreia do Sul. Eles reforçarão a decisão de ampliar o espaço dos países em desenvolvimento no Fundo Monetário Internacional (FMI), assim como os planos de ação de desenvolvimento para as regiões mais pobres do mundo. As discussões em torno desses temas são as menos polêmicas durante a Cúpula do G20 (que reúne as 20 maiores economias do mundo). Ao participar da última reunião do G20 como presidente, Lula deverá destacar a posição do Brasil de país receptor de doações para doador, ampliando a chamada cooperação prestada. O presidente pretende destacar as ações definidas pela política externa brasileira que envolvem a assistência humanitária e também o perdão da dívida externa em relação a vários países. As medidas mais expressivas envolveram o Haiti e países africanos, como Angola e Moçambique. A defesa da reforma do FMI foi constante nos discursos de Lula e uma das prioridades do governo brasileiro. No Canadá, na primeira reunião prévia do G20, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o governo insistiria na adoção de mudanças no conselho do FMI. No mês passado, os representantes do G20 aprovaram um acordo que propõe a reforma do FMI redistribuindo as cotas do organismo que se referem ao poder de voto. Com isso, o Brasil saltará da 15ª posição para a 10ª. Houve ainda consenso para que os países industrializados cedam duas das oito vagas do conselho do fundo para as nações em desenvolvimento. O Conselho Consultivo do FMI é formado por 24 assentos, dos quais os Estados Unidos, a Alemanha e o Japão ocupam de forma individual cada assento. Os outros 21 lugares são ocupados de forma agrupada pelos demais membros do fundo. A tendência, segundo especialistas, é que dois países europeus percam lugar em favor de uma nação africana e outra asiática. O processo de decisão para definir quem vai ceder lugar para os países em desenvolvimento deve levar um ano, sendo encerrado apenas no fim de 2011. Os maiores acionistas atualmente são Estados Unidos, o Japão, Reino Unido, a Alemanha, França, Itália, o Brasil, a Rússia, Índia e China. Com a nova reorganização da distribuição dos votos e a participação de 187 países-membros do fundo, o organismo sofrerá a mais profunda das reformas desde que foi criado, depois da 2ª Guerra Mundial. Integram o G20 os seguintes países: Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia, África do Sul, Turquia e a União Europeia Paralelamente, os líderes mundiais, reunidos em Seul, debaterão planos...

FMI afirma que Dilma governará a sétima maior economia mundial

08/11/2010
Segundo a mais recente projeção do Fundo Monetário Internacional (FMI), a presidente eleita, Dilma Rousseff, vai governar a sétima maior economia mundial – posto que o Brasil alcançará em 2011. Esta não será a primeira vez que o país terá chegado lá. A última foi em meados dos anos 90. Mas o Brasil só sustentou a sétima posição por dois anos, indo ladeira abaixo a partir de 1996 até baixar ao 12º lugar em 2002. Desde então, a volatilidade do crescimento econômico do país diminuiu, dando lugar à maior estabilidade na trajetória de expansão econômica. O resultado é que a projeção do FMI revisada em outubro indica que o país permanecerá no posto de sétima maior economia até, pelo menos, 2015, último ano para o qual há previsões. Nos últimos anos, a economia brasileira ultrapassou em tamanho a canadense e a espanhola. Em 2010, quase empatou com a Itália. "O Brasil está ocupando a posição de países desenvolvidos e, com isso, cresce seu prestígio nas negociações internacionais", diz Ernesto Lozardo, professor de economia da Eaesp-FGV e autor do livro "Globalização – A Certeza Imprevisível das Nações". A contrapartida é resumida por Fernando Cardim, professor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro: "As responsabilidades do país continuarão aumentando e o novo governo terá de mostrar se está preparado para isso". De acordo com especialistas, para que o peso econômico do Brasil continue se traduzindo em crescente voz política, Dilma terá de consolidar os avanços alcançados pela política externa de Lula, como a posição de maior destaque nos fóruns globais. Vermelho...

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