19/01/2016
Na quinta-feira, 21 de janeiro, às 19h o Cineclube da Fundação Cultural Badesc será o cenário para o lançamento do DVD GUERRA.DOC, da jornalista Vanessa Pedro. O projeto é uma série de entrevistas em vídeo com correspondentes de guerra no Brasil e nos Estados Unidos, para tratar da forma como os meios de comunicação produzem interpretações sobre a guerra e contar sobre as experiências pessoais dos jornalistas em zonas de conflito. Em GUERRA.DOC foram entrevistados 15 jornalistas nas cidades de São Paulo, Brasília, Porto Alegre e também em Nova York. No DVD constam cinco entrevistas de 30 minutos cada e que foram editadas separadamente no formato de série. Os jornalistas entrevistados deste primeiro volume são os brasileiros José Hamilton Ribeiro (guerra do Vietnã), Lourival Sant’Anna (guerras da Irlanda do Norte, do Iraque, do Líbano, na Faixa de Gaza, na Síria, entre outros), Kennedy Alencar (guerras em Kosovo e no Afeganistão), o norte-americano Mike Kamber (guerras no Iraque, no Afeganistão e outras) e o português Carlos Fino (guerras da Chechéni, no Kosovo e no Afeganistão). “Eu mesma gravei com duas câmeras e eu mesma cuidei de enquadramento, gravação, decupagem, roteiro e também do som. Eu queria muito utilizar outra forma de refletir dentro do universo acadêmico e também produzir um material que pudesse ser levado para mais pessoas e inclusive, que possa ser utilizado para debater sobre jornalismo nas escolas de Comunicação. Dessa mistura de possibilidades saíram inclusive as escolhas estéticas de GUERRA.DOC. Escolhi aparecer no documentário porque o diferencial dele era ser o resultado de um diálogo entre a pesquisadora, que sou eu, que estudava cobertura de guerra, e os entrevistados, que são ou foram correspondentes de guerra”, declara Vanessa. GUERRA.DOC faz parte da pesquisa de pós-doutorado de Vanessa, concluída na Universidade de São Paulo e na Columbia University, com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa de São Paulo (Fapesp) e apoio da Federação dos Trabalhadores no Comércio em Santa Catarina (Fecesc). O primeiro volume do DVD GUERRA.DOC poderá ser adquirido no lançamento na Fundação Cultural Badesc pelo valor de R$ 20 ou pelo e-mail vanessapedro1975@gmail.com. “Além desse, outro volume também será produzido um segundo com outras entrevistas e também tenho a ideia de uma edição conjunta em forma de documentário”, adiantou Vanessa que registrou que se houver financiamento o projeto pode continuar porque outras entrevistas estão agendadas. Sobre Vanessa Pedro: jornalista formada pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Mestrado e doutorado em Literatura na mesma instituição. Produziu pesquisas de pós-doutorado na Universidade Federal Fluminense (UFF) e na Universidade de São Paulo (USP). Esteve na Universidade de Columbia como Visiting Scholar. A jornalista retornou a Florianópolis em 2014. Serviço: O que: Lançamento do DVD GUERRA.DOC, de Vanessa...14/01/2016
Representantes dos trabalhadores e dos empresários chegaram a um impasse antes mesmo da apresentação de nova proposta por qualquer dos lados Nesta quinta-feira, 14 de janeiro, foi realizada a terceira rodada da negociação para o reajuste do Piso Salarial Estadual em 2016. Já no início da negociação os representantes dos empresários apresentaram sua intenção de negociar um índice de reajuste menor que a inflação de 2015 – o INPC acumulado no ano foi de 11,28%. A resposta dos representantes dos trabalhadores foi uma só: inflação é valor que já foi perdido, o salário precisa ser recuperado. “Nós participamos de uma negociação para discutir a valorização do piso salarial, isso significa ganho real e não reposição de perdas”, lembrou o coordenador sindical do Dieese Ivo Castanheira. O impasse criou tensão na negociação, que terminou sem dia marcado para a próxima rodada; representantes das empresas e dos trabalhadores deverão manter contato no final de janeiro para definir nova data. A reivindicação apresentada pelos trabalhadores no início das negociações foi de um índice de 15% para o reajuste e a contraproposta dos empresários para as quatro faixas do piso ficou em torno dos 6%. Os debates iniciados em dezembro já demonstram que esta deverá ser a negociação mais difícil entre as realizadas. Este é o quinto ano que o piso é negociado e o ponto de concordância entre empresários e trabalhadores é que a experiência única vivida no estado deve continuar sendo o caminho para definir os valores do reajuste. Definido em Lei, o Piso Salarial regional existe atualmente em 5 estados brasileiros, mas somente em Santa Catarina o processo de definição do reajuste passa pelo debate entre entidades representantes dos trabalhadores e dos empresários, para em seguida ser transformado em Projeto de Lei pelo governador e encaminhado à Assembleia Legislativa, onde é avaliado nas Comissões e finalmente aprovado em Plenário. Mesmo quando esta aprovação ocorre mais tarde durante o ano, o reajuste deve ser pago de forma retroativa, a partir do mês de janeiro. Movimento sindical catarinense unido na negociação do Piso Estadual Representantes de todas as centrais sindicais e das federações participaram da negociação e, antes dela, de reunião para avaliar o cenário, realizada no período da manhã, na sede da FECESC, com a coordenação dos trabalhos feita pelo coordenador sindical e pelo supervisor técnico do Dieese. Para os sindicalistas, a negociação é também um “exercício de paciência”: “Estamos buscando não somente um reajuste salarial, mas também a preservação do poder de compra e, portanto, um fomento para o mercado consumidor interno, o que é positivo também para os empresários e para nosso estado e país”, lembrou o supervisor técnico do Dieese José Álvaro...Direção Nacional da Contracs homenageia o companheiro Wilson Paiva
05/01/2016
Diretor que faleceu em 2015 dá nome ao edifício do Centro de Formação e Lazer No último dia de reunião de Direção Nacional, em dezembro de 2015, em Mongaguá/SP, os dirigentes da Contracs se reuniram para homenagear e nominar o prédio do Centro de Formação e Lazer. O edifício recebeu o nome do companheiro e diretor da entidade Wilson Lopes Paiva, que faleceu em 2015 poucos dias antes do 9º Congresso Nacional da Contracs. Falaram pelo companheiro que nos deixou o presidente Alci Matos Araujo, o Secretário de Finanças Nasson Antonio de Oliveira, o Vice Presidente Romildo Miranda, o Coordenador da Regional Norte e Diretor Elias Sereno, o diretor João de Deus, o conselheiro federativo pela Fecesc Francisco Alano e a diretora Marli Babinski. O Centro de Formação da Confederação como espaço de aprendizagem e lazer faz a justa homenagem a um trabalhador e dirigente do setor hoteleiro. Foi um momento de boas recordações e da luta do companheiro Selva, como carinhosamente gostava de ser chamado. Um lutador pela causa da classe trabalhadora e que buscou inserir o nome da confederação em Manaus e na região norte. Fonte: por Ruy...28/12/2015
As mudanças nas regras da Previdência e retirada de direitos sociais e trabalhistas são rejeitados pela maioria dos trabalhadores, em todas as Regiōes do País, segundo pesquisa CUT/Vox do Brasil. As mudanças nas regras da Previdência Social que, segundo a mídia, serão propostas pelo governo, são rejeitadas pela grande maioria dos trabalhadores de todas as faixas de renda, etárias e níveis de escolaridade de todas Regiões do País, segundo pesquisa Vox do Brasil encomendada pela CUT. A rejeição aos cortes nos programas sociais atingiu índices ainda maiores, especialmente na Região Nordeste, onde 90,5% dos pesquisados são contra. Os índices contrários aos cortes são maiores nas mais baixas faixas de renda e escolaridade. A pesquisa mostrou, também, que os trabalhadores estão atentos e apoiam as medidas que podem estimular a geração de emprego, como o aumento da oferta de crédito para fortalecer o mercado consumidor, programas para estimular as empresas a manter os empregos e para ajudar as pequenas e médias empresas. A CUT decidiu testar nas ruas a agenda que propõe para o Brasil voltar a crescer gerando mais emprego e renda e constatou que a pauta da Central está afinada com o que pensam e querem os trabalhadores. A maioria absoluta da classe trabalhadora brasileira aprova as medidas para promover o desenvolvimento, debatidas no12º CONCUT realizado em outubro, e rejeitam o ajuste fiscal e medidas de retirada de direitos conquistados. Essa é a primeira pesquisa de opinião feita por uma central sindical brasileira para saber o que os trabalhadores pensam sobre as medidas que estão sendo debatidas na área econômica do governo. “Só os empresários faziam pesquisa. Agora, isso acabou. Também precisamos de um instrumento como esse – pesquisa de opinião – para saber se nossas propostas são aprovadas e também para definir estratégias de luta para defender os direitos da classe trabalhadora” diz o presidente da CUT, Vagner Freitas. Sobre os resultados desta primeira pesquisa, Vagner avalia que a mais importante conclusão é que a maioria dos brasileiros aprovam as propostas da CUT para o Brasil sair da crise, voltar a crescer, gerar emprego e melhorar a renda. Isso, diz ele, “é um sinal de que a prioridade do governo deve ser a substituição imediata da atual política econômica que só tem gerado recessão e desemprego por uma que priorize os interesses da classe trabalhadora”. O Vox Brasil pesquisou, entre os dias 11 e 14 de dezembro, 2000 pessoas com mais de 16 anos, nas áreas urbanas e rurais de 125 municípios de todos os Estados e do Distrito Federal. Vamos aos dados: Previdência social 88% dos pesquisados responderam que o governo não deveria dificultar as regras para aposentadorias. Do total, 87,3% são homens, e 87,7% mulheres....22/12/2015
“As nossas vitórias tem muito mais sabor, porque são conquistadas com muita luta e muito suor, mas também com muita alegria.” 2015 foi um ano de muitas lutas e incertezas. No entanto temos certeza da importância do Projeto de Nação iniciado em 2003 com o Presidente Lula. Tivemos crescimento econômico com distribuição de renda; investimentos em Educação, Habitação, nos Programas Sociais; aumento real do Salário Mínimo, mais de 40 milhões de Brasileiros e Brasileiras foram tirados da linha de pobreza; mais de 20 milhões de novos empregos foram criados; ampliamos a democracia e combatemos sem trégua toda forma de corrupção. Por todos estes avanços, estamos pagando o preço pela nossa ousadia. Os ricos do nosso país não admitem aos pobres: * freqüentar Universidade, aeroportos, shopping centers, teatros; * viajar para o exterior; * adquirir casa própria; * comprar carro zero Km. Nós do comércio e serviços de Santa Catarina, contribuímos, com a nossa luta, para que este projeto de novo Brasil tivesse continuidade em 2015, reelegendo a Presidenta Dilma para um segundo mandato Para que novos sonhos se realizem nos próximos anos, queremos a taxação das grandes fortunas e das grandes heranças e a taxação progressiva do imposto de renda e o combate permanente da sonegação. Não permitiremos retrocessos em 2016. * Os direitos dos trabalhadores serão mantidos e ampliados. * A economia terá que proporcionar mais empregos de qualidade, maior distribuição de renda e justiça social para todos. * A Democracia não será vilipendiada e que todos os Brasileiros tenham direitos em igualdade de condições. Guerreiros e Guerreiras da nossa gloriosa categoria, 2016 nos espera para muitas lutas e muitas conquistas. Continuemos no próximo ano com a garra que sempre tivemos, e com a clareza de que as mudanças que queremos e precisamos, dependerão apenas da nossa vontade e da nossa determinação. Como dizia Mahatma Gandhi “A força não provém da capacidade física e sim de uma vontade indomável”. Feliz Natal e 2016 de grandes realizações. Francisco Alano, presidente da...18/12/2015
A FECESC deseja a todos um Feliz Natal e um Ano Novo de muitas realizações! A Federação dos Trabalhadores no Comércio no Estado de Santa Catarina entrará em recesso a partir do dia 21 de dezembro de 2015, retornando ao funcionamento normal no dia 4 de janeiro de 2016, em função das comemorações de Natal e Ano Novo. A diretoria da FECESC e dos Sindicatos filiados desejam a todos os trabalhadores e trabalhadoras um Feliz e Abençoado Natal, ao lado dos familiares e amigos, bem como um 2016 de grandes alegrias e...15/12/2015
Segunda rodada de negociação foi realizada neste dia 14 de dezembro Dirigentes de centrais sindicais e federações de trabalhadores de Santa Catarina saíram da segunda rodada de negociação sem uma proposta melhor por parte dos representantes patronais para o reajuste do Piso Salarial Estadual. A negociação aconteceu na manhã de hoje (14/12), na Fiesc, em Florianópolis. Até o momento, os patrões acenaram com reajuste abaixo do INPC, “uma proposta muito inferior” na avaliação do supervisor técnico do Dieese, economista José Álvaro Cardoso. Já o diretor sindical do Dieese, Ivo Castanheira considera que “negociar é uma sequência para se chegar a um denominador comum”. O vice-presidente da federação patronal, Durval Marcatto Jr concorda em “negociar exaustivamente, até chegar a um índice aceitável para ambas as partes”. Nova rodada de negociação está agendada para as 14 horas do dia 14 de janeiro de 2016, no mesmo local. A comissão dos trabalhadores fechou consenso na necessidade de se garantir a reposição integral do INPC – “o INPC não se negocia, é um pressuposto da negociação”, reforçou José Álvaro. Ele atribui as dificuldades à diferença de análise de conjuntura feita pelas partes: “Como em nenhum outro ano, o diagnóstico de conjuntura da parte dos patrões e do lado dos trabalhadores nunca esteve tão divorciado. Torcemos por um final feliz porque estamos negociando um salário que está no nível da sobrevivência, é piso”, recorda José Álvaro Cardoso. O economista do Dieese resume o sentimento da comissão de negociação dos trabalhadores: “Queremos preservar o que de mais positivo o Brasil construiu nos últimos anos, que foi o mercado consumidor interno amplo, o principal fator que poderá retirar o país da recessão”. Matéria e foto: Informa...09/12/2015
Ocorreu na tarde de ontem (8) na Câmara de Vereadores de Florianópolis, a Solenidade em Homenagem ao DIEESE em comemoração aos seus 60 anos. A homenagem na Câmara de Vereadores em Florianópolis foi proposta pelo vereador Afrânio Boppré, economista que já fez parte dos quadros do DIEESE no escritório em Santa Catarina, como supervisor técnico. A audiência, anteriormente marcada para o dia 17 de novembro, foi remarcada por questões internas da Câmara. Todos e todas estão convidadas a participar, num reconhecimento ao valioso serviço prestado pelo DIEESE à toda classe trabalhadora. ...08/12/2015
A pesquisadora foi assessora de imprensa da FECESC e contou com o apoio da entidade ao abraçar o projeto de Pós-doutorado As guerras contemporâneas começam e terminam nos meios de comunicação e a consequência material dos conflitos depende também da guerra de interpretação. A série de entrevistas GUERRA.DOC reúne correspondentes de guerra, no Brasil e nos Estados Unidos, para tratar da forma como os meios de comunicação produzem interpretações sobre os conflitos armados e contar sobre as experiências pessoais dos jornalistas em zonas de conflito. Realizado pela jornalista e pesquisadora Vanessa Pedro, a série GUERRA.DOC faz parte de sua pesquisa de Pós-doutorado concluída na Universidade de São Paulo e na Columbia University, em Nova York, de 2011 a 2015, com recursos da Fapesp e apoio da FECESC. Vanessa Pedro entrevistou 15 jornalistas no Brasil e nos Estados Unidos. O resultado da pesquisa será disponibilizado numa série de DVDs. No primeiro DVD produzido estão disponíveis as edições de cinco entrevistas com cerca de 30 min cada. Os entrevistados deste volume são os jornalistas brasileiros José Hamilton Ribeiro, Lourival Sant’Anna, Kennedy Alencar, o norte-americano Mike Kamber e português Carlos Fino. Do Vietnã à Guerra do Iraque, passando por conflitos em países africanos e nos Balcãs, os jornalistas contam suas próprias histórias, refletem sobre a profissão, analisam o que cabe na cobertura jornalística diária e o que fica para o livro-reportagem. Cada entrevista traz ainda material fornecido pelos entrevistados de suas coberturas de guerra. São fotos, vídeos e textos para nos aproximar um pouco mais das narrativas que eles apresentam. Entre as questões que a jornalista leva até seus entrevistados para reflexão estão ainda a capacidade do jornalismo de narrar a guerra, a presença do repórter nos conflitos e o quanto a experiência da guerra pode mudar o narrador e a narrativa que ele produz. Guerra.doc é antes de tudo um diálogo sobre conflitos armados, narrativa, pessoas comuns, poder e...07/12/2015
Índice reivindicado pelos trabalhadores e oferta dos empresários está bastante distante e a negociação continua na semana que vem A depender do pontapé inicial dado na manhã de hoje, com a primeira rodada de negociações para definir o reajuste do Piso Salarial Estadual, o jogo vai ser longo. Os representantes dos trabalhadores entregaram, ainda em novembro, a pauta com a reivindicação de 15% de reajuste, valor que englobaria a correção pelo INPC – cujos valores totais de 2015 ainda não são conhecidos – mais ganho real. A contraproposta dos empresários, apresentada ao final da primeira rodada na manhã de hoje, 7 de dezembro, girou em torno dos 6 pontos percentuais de reajuste. Para o coordenador sindical do Dieese, Ivo Castanheira, o que os representantes dos trabalhadores vieram fazer na mesa de negociação é valorizar o piso: “o INPC nem se discute, é a correção dos salários, o que nós precisamos fazer é um exercício de negociação que determine um índice de ganho real, para continuarmos no caminho da valorização do piso, como veio ocorrendo nas negociações anteriores”, afirmou. O diretor jurídico da FIESC, Carlos José Kurtz, lembrou que a realização de negociações entre empresários e trabalhadores em Santa Catarina é exemplo único no país. “Construímos uma relação de confiança que é nosso patrimônio, vamos realizar um esforço, dos dois lados, para chegarmos ao acordo mais uma vez”, afirmou. O discurso dos dirigentes da Federação das Indústrias (FIESC) e das Federações patronais que participaram da negociação foi unânime em descrever um cenário de crise e de grandes dificuldades em conceder aumentos salariais. Em contrapartida, os dirigentes das Centrais Sindicais e Federações dos trabalhadores que se fizeram presentes foram enfáticos em afirmar que o discurso da crise não pode ser usado para desvalorizar a força produtiva, que são os trabalhadores. “Precisamos lembrar que o que se negocia aqui é o piso salarial, uma faixa de menos de 20% dos trabalhadores recebe o piso, e é fundamental que esta parcela tenha seus salários valorizados”, afirmou o supervisor técnico do Dieese José Álvaro Cardoso. Com índices tão diferentes entre o pedido pelos trabalhadores e o oferecido pelos empresários, todos concordaram que haverá necessidade de um exercício grande de negociação para o acordo, que é o objetivo comum. Assim, ficou marcada a próxima rodada de negociação para o dia 14 de dezembro, às 11h, na...Siga-nos
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