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Sindicato dos Comerciários de Jaraguá do Sul faz festa de fim de ano
18/12/2008
O Sindicato dos Comerciários de Jaragua do Sul realizou no últimos domingo, dia 14, sua festa de confraternização de fim de ano, já ocupando a nova sede campestre. Foi servido um almoço, preparado pela Presidente do Sindicato, Ana Roeder. Acompanhe algumas fotos do evento.

CUT e BNDES debatem vinculação de empréstimos à geração de empregos

17/12/2008
O presidente da CUT, Artur Henrique, e o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, debatem amanhã, dia 17 de dezembro, como formular a exigência de contrapartidas sociais – manutenção e geração de empregos – nos empréstimos concedidos pelo banco. A audiência ocorre a partir das 10h, na sede do BNDES, na cidade do Rio de Janeiro.   Pela proposta de contrapartidas sociais, defendida pela CUT, todos os projetos ou empresas que quiserem obter financiamento junto ao BNDES terão de se comprometer a manter os empregos existentes no momento da tomada do empréstimo e também a gerar novas vagas, sob pena de punição. Na audiência de amanhã, Artur Henrique, Luciano Coutinho e outras lideranças sindicais vão discutir a formatação do projeto. "Nosso objetivo é criar instrumentos claros de manutenção dos empregos, especialmente durante a crise. Se um banco como o BNDES, que concede financiamentos com dinheiro público, tomar essa decisão que estamos cobrando, o governo vai traduzir de maneira concreta a prioridade pelos empregos e salários dos trabalhadores. Vamos cobrar o mesmo do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal", explica Artur Henrique. "Não é justo que dinheiro público continue beneficiando setores que demitem", conclui. Em 2006, o BNDES, também por cobrança da CUT, criou uma linha de financiamento à exportação de veículos automotores que contém o conceito de contrapartidas sociais. A CUT cobra que a exigência abranja todo e qualquer financiamento público, isenções tributárias ou "socorros" a empresas em dificuldades.     Site da...

Chuva volta a causar estragos em municípios catarinenses

17/12/2008
As chuvas registradas nos últimos dois dias em Santa Catarina causaram prejuízos em pelo menos seis municípios. De acordo com a Defesa Civil estadual, em Palhoça, cidade mais afetada, dez bairros ficaram alagados. O último boletim divulgado pelo órgão indica que apenas Joinville já contabiliza 20 mil desalojados. Pelo menos oito bairros foram atingidos pelas chuvas. A cidade tem ainda 120 pessoas desabrigadas, no total de 250 mil afetadas. Além disso, 7 mil residências foram danificadas e outras três totalmente destruídas. No Morro do Baú, no município de Ilhota, a Defesa Civil teve que suspender todas as ações de desobstrução e de reconstrução de ruas e também as operações de busca de possíveis...

Vendas no varejo caem 0,3% em outubro, depois de sete meses de alta

16/12/2008
Depois de sete meses consecutivos de crescimento, o mês de outubro registrou queda nas vendas do comércio varejista em todo o país. O recuo foi de 0,3%, em relação a setembro, enquanto a receita nominal variou 0,1%, Os dados foram divulgados hoje (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em comparação com outubro de 2007, todas as atividades do varejo apresentaram aumento no volume de vendas e houve expansão de 10,1%. No acumulado de janeiro a outubro, o crescimento foi de 10,4%, em relação a igual período do ano passado, e nos últimos 12 meses, a variação foi de 10,3%. Das dez atividades pesquisadas, tiveram bom desempenho em outubro livros, jornais, revistas e papelaria (3,6%); equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (1,4%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,2%). Os resultados mais negativos foram registrados nas atividades de veículos e motos, partes e peças, que teve queda nas vendas de 19,9%; e tecidos, vestuário e calçados, que teve recuo de 4,4%. O segmento de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, mesmo com desempenho abaixo da média – com variação de 7,4% no volume de vendas em outubro em relação ao mesmo período de 2007 – teve a maior contribuição da taxa global do varejo (35,7%). Em termos acumulados, a atividade apresenta alta de 5,7%, no ano, e de 5,8%, nos últimos 12 meses. O segundo maior impacto na formação da taxa de desempenho do comércio varejista veio da atividade de móveis e eletrodomésticos, que registrou variação de 15,8% no volume de vendas em relação a outubro do ano passado, sendo responsável por 25,2% da composição da taxa...

Fotógrafo Hermínio Nunes recebe Prêmio Olívio Lamas de Fotojornalismo

15/12/2008
Nesta terça-feira, dia 16, às 20 horas, o fotógrafo Hermínio Nunes receberá o Prêmio Olívio Lamas de Fotojornalismo. O evento será no hall de entrada da Assembléia Legislativa. Foram selecionadas seis fotos pela comissão julgadora, que terão os prêmios distribuídos da seguinte forma: três fotos receberão o Primeiro, o Segundo e Terceiro lugares; as outras três receberão Menção Honrosa. O resultado final só será revelado na hora. O Hermínio teve duas fotos selecionadas: a mesma que ganhou a Menção Honrosa no Prêmio Wladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos – "Pente Fino", tirada na penitenciária de segurança máxima de São Pedro de Alcântara, durante a operação pente-fino, após assassinato de vários presos; e a outra é "Acorrentados", tirada dos presos acorrentados nas pilastras da cadeia de Palhoça, devido à superlotação. Hermínio já realizou trabalhos fotográficos para a FECESC. Este ano cobriu a Plenária da federação em...
Aprovação do governo Lula aumenta e bate novo recorde, aponta CNT/Sensus
15/12/2008
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva registrou em dezembro deste ano a melhor avaliação positiva na história da pesquisa CNT/Sensus, que começou a ser divulgada em 1998. Segundo o levantamento, o governo do petista recebeu avaliação positiva de 71,1% dos entrevistados, contra 6,4% que avaliam negativamente o governo. Entre os entrevistados, 21,6% avaliaram o governo Lula como regular.   A avaliação pessoal do presidente Lula também obteve o a segunda melhor avaliação histórica da pesquisa, subindo de 77,7% em setembro para 80,3% em dezembro. Somente 15,2% dos entrevistados desaprovaram o presidente, enquanto 4,6% não responderam. Os índices de popularidade de Lula só perderam para as avaliações de sua popularidade registradas em janeiro de 2003 –o ano em que foi empossado no cargo– quando obteve 83,6% de aprovação.  O diretor do Instituto Sensus, Ricardo Guedes, disse que a popularidade recorde do governo Lula é conseqüência do discurso adotado pelo presidente para tranqüilizar a população em meio à crise econômica. "Em verdade, o país ainda colhe os resultados econômicos do último trimestre. O país começa a se sentir atingido pela crise financeira e começa a demonstrar preocupações em relação a isto. Junto com isso, o discurso forte do Lula em termos do preparo do país para a crise faz com que o eleitor lhe dê um voto de crédito", disse.   Guedes disse que, embora a avaliação de índices econômicos tenha caído, a imagem de Lula se mantém distante da crise. "Ao mesmo tempo que há avaliação mais negativa de indicadores sócio-econômicos e expectativa em relação a esses indicadores, a popularidade de Lula sobe e a aprovação pessoal também", afirmou.   Na última edição da pesquisa CNT/Sensus, em setembro deste ano, a avaliação positiva do governo era de 68,8% –um crescimento de três pontos percentuais. Desde fevereiro deste ano, o governo Lula vem obtendo recordes sucessivos de popularidade a cada edição da pesquisa.   Em janeiro de 2003, a avaliação do governo chegou a 56,6%, depois registrou queda. Mas voltou a crescer desde o início deste ano, já em seu segundo mandato. A pesquisa CNT/Sensus foi realizada entre os dias 8 e 12 de dezembro, em 136 municípios de 24 Estados. Foram ouvidas 2.000 pessoas, e a margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou menos.   Avaliação A pesquisa ainda mostra que o governo Lula atendeu às expectativas de 42,9% dos entrevistados, enquanto outros 35,6% avaliam que superou as expectativas dos brasileiros. Somente 18,4% dos entrevistados acreditam que o governo Lula ficou, até agora, abaixo das expectativas da população, e outros 3,1% não responderam.   A maioria dos entrevistados (41,1%) também avalia que Lula está com mais disposição em seu segundo mandato, enquanto 40,3%...

Governo estuda programa habitacional para quem recebe até cinco salários mínimos

12/12/2008
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou hoje (12) que o governo federal estuda dois novos programas, um na área de habitação e outro sobre mobilidade urbana nas cidades que vão sediar jogos da Copa do Mundo de 2014. A ministra não deu detalhes sobre os projetos, mas adiantou que as medidas na área de habitação vão beneficiar trabalhadores que recebem até cinco salários mínimos por mês. Ao participar de encontro nacional de prefeitos eleitos pelo PT nas eleições de outubro, no Hotel Brasília Alvorada, Dilma também comentou as medidas anunciadas ontem (11) pela área econômica do governo. Segundo ela, o objetivo é aumentar o consumo da população brasileira, para que as empresas não tenham que demitir trabalhadores. “O que liga o cidadão, a empresa privada e o governo, todos nós, é a manutenção do emprego", disse. Ontem, o governo anunciou a criação de mais duas alíquotas na tabela do Imposto de Renda para pessoa físicas: uma de 7,5% e outra de 22,5%. Atualmente só existem duas alíquotas: de 15% e de 27,5%, com direito a descontos no cálculo final. "Acredito que as pessoas já podem fazer seu cálculo e ter expecativa de um aumento líquido de renda", afirmou Também há mudanças na arrecadação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) cobrados da indústria automobilística, em vigor desde hoje (12) até 31 de março de 2009. Carros de até 1.000 cilindradas, que pagavam alíquota de 7% de IPI, estarão isentos do tributo no período. Acima disso, continuarão recolhendo o IPI, mas em bases menores. Para os carros de 1.001 a 2.000 cilindradas, a taxa cai dos atuais 13% para 6,5% (a gasolina) e de 11% para 5,5% (a álcool e flex); de 2.000 cilindradas em diante ficam mantidas as alíquotas de 25% (gasolina) e de 18% (álcool e flex). Também foi anunciada a redução do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para pessoa física de 3% para 1,5% ao ano, que vale para operações como aquisição de bens de consumo e cheque especial. Agência...
Lula:
12/12/2008
O presidente Lula faz sua segunda visita à Santa Catarina em função das enchentes que atingiram o estado. O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, já visitou o ginásio da Escola Básica Municipal Vida Ramos, em Blumenau, que abriga pessoas que tiveram de sair de casa por causa da chuva. Antes de pegar o helicóptero rumo a Itajaí, onde visitará o porto, Lula falou rapidamente com a imprensa e afirmou que o governo federal está disposto a fazer muita coisa para reerguer Santa Catarina. Segundo a senadora Ideli Salvatti, o presidente deve anunciar medidas para o setor produtivo relacionadas a impostos e financiamentos.   Com informações do...

STF mantém demarcação contínua da reserva Raposa Serra do Sol

11/12/2008
O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta quarta-feira (10) pela demarcação contínua da reserva indígena Raposa/Serra do Sol. Oito ministros votaram favoravelmente ao processo. A maioria defendeu que regras fossem estabelecidas para o uso das terras. Os votos foram dados pelos ministros Carlos Ayres Britto, relator da ação, Carlos Alberto Menezes Direito, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Eros Grau, Joaquim Barbosa, Ellen Gracie e Cezar Peluso. Com isso, formou-se a maioria necessária para a decisão do Tribunal. O julgamento foi suspenso devido a um pedido de vista do ministro Marco Aurélio Mello. De qualquer forma, o relator já comemorou o resultado. "Com essa decisão, o Brasil vai se olhar no espelho da história e não mais vai corar de vergonha. O Brasil agora vai resgatar sua dignidade", afirmou Ayres Britto. O ministro Ricardo Lewandowski votou defendeu também a "retirada imediata de todos os que exercem a ocupação ilegal" da região. A ministra Cármen Lúcia foi contra a retirada de todos os não-índios da região. Para ela, a permanência poderia ser autorizada quando a retirada significasse a quebra de uma comunidade já existente. Ou seja, os não-índios integrados à comunidade poderiam permanecer. O ministro Carlos Alberto Menezes Direito, que havia solicitado o adiamento da discussão em agosto, foi o que determinou o maior número de regras para garantir o direito dos índios às terras: 18. Depois do voto do ministro Menezes Direito, o ministro Marco Aurélio Mello antecipou seu pronunciamento, pedindo mais tempo para analisar os detalhes da ação. Os ministros discutiram a posição do colega e resolveram dar continuidade ao julgamento. Os ministros julgam a petição 3388, ajuizada pelo senador Augusto Botelho (PT-RR), que contesta a demarcação contínua da reserva. A ação pede a anulação da portaria 534 de 2005, editada pelo Ministério da Justiça, e contesta também o decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que homologou a demarcação, no dia 15 de abril de 2005. A reserva indígena Raposa/Serra do Sol tem 1,7 milhão de hectares de extensão, que corresponde a cerca de 7,7% do território do Estado. A área abriga 194 comunidades indígenas dos povos macuxi, taurepang, patamona, ingaricó e wapichana. Aproximadamente 19 mil índios habitam a região. Condições de Direito O ministro Menezes Direito apresentou 18 condições a serem seguidas pelos índios que habitam as terras da Raposa/Serra do Sol. Ele previu que o "usufruto das riquezas do solo, dos rios e dos lagos existentes nas terras indígenas pode ser suplantado" sempre que houver o interesse público da União. A expansão da malha viária fica assegurada, pelo voto do ministro, assim como a atuação das Forças Armadas e da Polícia Federal, "independente de consulta a Funai (Fundação Nacional do Índio) ou às comunidades indígenas". O...

Salário real de milhões de trabalhadores será reduzido em 2009, diz relatório da OIT

11/12/2008
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgou um novo relatório no qual prevê que a crise econômica mundial ocasionará dolorosas reduções no salário real de milhões de trabalhadores do mundo no próximo ano. “Para 1,5 bilhão de trabalhadores assalariados no mundo, avizinham-se momentos difíceis”, disse o Diretor-Geral da OIT, Juan Somavia. “O crescimento econômico lento ou negativo, junto com os preços muito instáveis dos alimentos e da energia, erodiram o salário real de muitos trabalhadores, em particulares nos lares pobres e de baixa renda. As classes médias também serão gravemente afetadas”. O estudo, intitulado Relatório mundial sobre salários 2008/2009, adverte que provavelmente se intensificarão as tensões relacionadas com salários. Depois de considerar as mais recentes estimativas de crescimento do FMI, a OIT estima que os salários reais cresçam no máximo 1,1 por cento em 2009, comparado com 1,7 por cento de 2008, mas é possível que os salários diminuam em um vasto número de países, incluindo as maiores economias. Em geral, se prevê que o crescimento do salários nos países industrializados diminuirá de 0,8 por cento em 2008 a -0,5 por cento em 2009. O relatório da OIT enfatiza que esta perspectiva desalentadora apresenta-se depois de uma década na qual os salários no conseguiram progredir no mesmo passo do crescimento econômico. De acordo com o relatório, entre 1995 e 2007 cada 1 por cento adicional de crescimento anual do PIB per capita gerou um aumento de somente 0,75 por cento no crescimento anual dos salários. Como resultado, em quase três quartas partes dos países do mundo ocorreu uma diminuição da proporção do trabalho no PIB. Enquanto a inflação se mantinha baixa e a economia mundial crescia a uma taxa de 4 por cento anual entre 2001 e 2007, o crescimento dos salários ficou defasado, aumentando em menos de 2 por cento anualmente na metade dos países do mundo, diz o relatório. Houve grandes diferenças regionais. O crescimento nos salários reais foi de cerca de 1 por cento ou menos ao ano na maioria dos países industrializados e na América Latina. A região do mundo onde se registrou o crescimento mais baixo dos salários reais foi precisamente a América Latina e o Caribe, com 0,3 por cento. No entanto, alcançou mais de 10 por cento na China, Rússia e outros países em transição. Crescimento insustentável na desigualdade salarial O relatório também diz que desde 1995 a desigualdade entre os salários mais altos e os mais baixos aumentou em mais de dois terços dos países analisados, alcançando, com frequência, níveis socialmente insustentáveis. Entre os países desenvolvidos, Alemanha, Estados Unidos e Polônia estão entre aqueles nos quais a diferença entre os salários mais altos e os mais baixos cresceu com maior rapidez....

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