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CUT faz atos em 25 estados contra Reforma da Previdência
05/12/2017
Nesta terça (5), com muita mobilização, a população vai dar um recado aos deputados: não aceitaremos o fim da aposentadoria A CUT vai fazer atos e paralisações contra o fim da aposentadoria em 25 estados nesta terça (5/12). A orientação da Central para os sindicatos, federações e confederações é fazer mais pressão nas bases dos parlamentares, nas ruas, nos aeroportos e nas redes sociais. “Deputado que aprovar a nova proposta da Previdência de Temer não vai se reeleger em 2018”, diz o presidente Nacional da CUT, Vagner Freitas. Segundo Vagner, o governo insiste em colocar a proposta em votação, apesar de já ter feito as contas e saber que não tem os 308 votos necessários para aprovar as mudanças.  Mas, a maioria dos deputados não pretende aprovar a proposta porque está com medo de não ser reeleito. “A pressão que estamos fazendo em suas bases e nas redes sociais está surtindo efeito e precisa ser ampliada com a conscientização de toda a sociedade de que se a reforma for aprovada, milhões de brasileiros ficarão sem aposentadoria. E isso pode ser feito nos atos de amanhã”, conclui Vagner. Confira os locais nas capitais e cidades do país:  ACRE Ato em Rio Branco contra a Reforma da Previdência Local: No colégio Acreano, centro Horário: A partir das 15h ALAGOAS Ato contra a Reforma da Previdência Local: Concentração na Praça Sinimbu Horário: a partir das 9h AMAPÁ Ato contra Reforma da Previdência Local: Praça da Bandeira Horário: a partir das 8h Carreata Local: a Praça Veiga Cabral Horário: A partir das 15h BAHIA Caminhada Contra a Reforma da Previdência e em Defesa dos Direitos Horário: 15h Local: Campo Grande até a Praça Castro Alves CEARÁ Ato contra Reforma da Previdência Horário: Concentração a partir das 8h Local: No cruzamento das avenidas da Universidade x 13 de Maio, no bairro Benfica, na capital Outras cidades confirmada no Ceará: Barbalha: às 8h, na Avenida Costa Cavalcante Brejo Santo: às 8h, na Praça Dionísio Rocha de Lucena Caucaia: às 8h, na Agência da Previdência Social Crateús: às 8h, na Agência da Previdência Social Crato: às 9h, na Praça São Vicente Ibaretama: às 9h, em frente à sede da Prefeitura Iguatu: às 7h30, na Praça da Caixa Econômica Quixadá: às 16h, debate sobre a reforma da previdência na sede do Sindicato dos Servidores Municipais (Rua Benjamin Constant, 1007) Redenção: às 8h, na Agência da Previdência Social Russas (Servidores de todo o Vale do Jaguaribe): às 8h, na Praça do Estudante DISTRITO FEDERAL Panfletagem e diálogo com a população a favor da aposentadoria Local: Rodoviária do Plano Piloto Horário: a partir das 16h ESPÍRITO SANTO Ato conjunto unificado contra o fim da aposentadoria Horário: a partir das...
Radicalismo para derrotar a destruição da previdência
01/12/2017
[Boletim CONJUNTURA SEMANAL Nº 7 – Subseção do DIEESE da FECESC – 25 de novembro a 3 de dezembro de 2017] No apagar das luzes de 2017, o governo corrupto de Michel Temer tenta aprovar mais um ponto do seu amplo projeto de destruir a vida do povo brasileiro. Depois da destruição das leis trabalhistas, é a vez de tentar acabar com a previdência. Mentindo nas suas propagandas enganosas – que já acumulam gastos de R$ 171 milhões –, o governo tenta iludir o povo de que está combatendo “privilégios”. Grande mentira. O objetivo da reforma é justamente garantir os privilégios do 1% de bilionários da elite brasileira, que querem destruir a previdência para continuar assaltando o orçamento do Estado.   Destruir a previdência para manter os privilégios da elite A reforma da previdência proposta pelo corrupto Temer não combate privilégios. Se fosse para combater privilégios, acabaria com a farra dos grandes empresários que vivem de lucros financeiros sustentados pelo Estado. A elite brasileira leva na mão grande, através da Desvinculação das Receitas da União (DRU), 30% da receita da seguridade social – que inclui previdência, saúde e assistência. Saqueia 47% do orçamento público com juros, amortizações e refinanciamentos da dívida pública. Por fim, relatório da CPI da previdência realizado no Senado mostrou que os empresários brasileiros devem estrondosos R$ 450 bilhões para a previdência. Se fosse para conter privilégios, é na elite capitalista que deveria ser mexido e não das aposentadorias dos trabalhadores do setor público e privado. As principais medidas que o governo está tentando empurrar goela abaixo do povo são: 1) rebaixar o valor pago a todos os trabalhadores, que tem uma redução de quase 16% no piso das aposentarias; 2) ampliar a idade mínima para que se consiga o benefício – 65 anos para homens e 62 anos para mulheres; 3) aumentar o tempo mínimo de contribuição para servidores públicos, que passa a ser de 25 anos; e 4) expandir para 40 anos o tempo mínimo de contribuição para que seja possível se aposentar com o valor integral do benefício. Em resumo, a proposta não combate privilégios como fala a propagando governista. Inclusive, esta propaganda acaba de ser derrubada do ar pela justiça, já que mentia para o povo. A proposta visa reduzir o gasto do Estado com o povo, aumentando o roubo promovido pela elite do país. Radicalismo vitorioso contra a reforma da previdência Dificilmente Temer conseguirá aprovar a reforma da previdência. O desgaste de seu governo é enorme, sendo que ele não tem votos no congresso para realizar tal tarefa. A ausência de votos não ocorre em função de algum tipo de consciência responsável do congresso. Este não passa de um covil de...
Ladislau Dowbor lança livro “A Era do Capital Improdutivo” em Florianópolis
30/11/2017
Palestra do autor ocorrerá no dia 8 de dezembro, a partir das 14h, no auditório da FECESC O economista e professor de pós-graduação da PUC-SP Ladislau Dowbor, autor de 40 livros, estará em Florianópolis no dia 8 de dezembro, sexta-feira, para palestra e lançamento do livro “A Era do Capital Improdutivo – A nova arquitetura do poder: dominação financeira, sequestro da democracia e destruição do planeta”. A participação será aberta e gratuita, no auditório da FECESC (Av. Mauro Ramos, 1624, Centro), a partir das 14h. A realização é do DIEESE/SC, FECESC, Sindicato dos Jornalistas/SC, Sinjusc, Sindprevas-SC, FETEC, Frente Brasil Popular, Frente Parlamentar Catarinense em Defesa dos Serviços e das Empresas Públicas. Interessados em adquirir a obra, estará disponível no local por R$ 40,00. Sobre o livro Como os bancos registram lucros bilionários em plena recessão e desemprego? Neste livro, Ladislau Dowbor investiga como a riqueza do mundo – minérios, petróleo, trabalho, alimentos – , produzida pelo trabalho, é capturada pelos bancos e seus intermediários financeiros. Com uma vasta pesquisa, Ladislau revela os mecanismos usados pelas corporações financeiras, com estruturas que muito se assemelham a governos, para exercer o poder político diretamente e influenciar as principais decisões dos poderes públicos. O resultado não poderia ser diferente: esterilizam a riqueza produzida pela sociedade para multiplicá-la somente em seu próprio benefício, por meio de investimentos financeiros que não criam novas tecnologias nem geram novos empregos. Ladislau demonstra por que o mercado considera positiva qualquer atividade que gere lucro – ainda que trave a economia e produza prejuízos sociais e ambientais – para enviar seus recursos, a salvo de impostos, a paraísos fiscais. O livro destrincha como a financeirização dilacera as economias no Brasil e mundo afora ao forçar os governos eleitos a cumprir agendas refutadas pelas urnas. Sobretudo quando desviam grande parte do orçamento público para o pagamento de juros da dívida, engordando ainda mais as forças do capital financeiro em detrimento de políticas públicas de saúde, educação,...
Empresários não apresentam contraproposta para reajuste do Piso Estadual
28/11/2017
Primeira rodada de negociação foi realizada nesta segunda-feira, 27 de novembro, e a segunda está marcada para o dia 19 de dezembro Reunidos na FIESC para a primeira rodada de negociação com os representantes patronais, representantes do DIEESE, Centrais Sindicais e Federações não receberam nenhuma contraproposta para o reajuste dos pisos estaduais em 2018. A proposta apresentada pelos trabalhadores para o reajuste do Piso Salarial é a de equiparação com os valores que já são praticados atualmente no Paraná. No estado vizinho, as faixas do Piso Salarial são: 1ª faixa: R$ 1.223,20; 2ª faixa: R$ 1.269,40; 3ª faixa: R$ 1.315,60; 4ª faixa: R$ 1.414,60. “Santa Catarina, nos mais diversos setores, apresenta números melhores que os do Paraná: temos mais exportações, mais importações, números maiores na produção… não há motivos para o Piso Estadual em Santa Catarina ser menor”, lembrou o coordenador sindical do DIEESE Ivo Castanheira, que também é diretor da FECESC. O presidente da FIESC, Glauco José Côrte,  falou na abertura, ressaltando a importância do processo de negociação, mas o negociador Carlos Kurtz, diretor jurídico da FIESC, apontou dificuldades na negociação: “Estamos vivendo em um cenário que exige muita cautela, com alguns sinais de melhora; e consideramos a pauta de reinvindicações como um pontapé inicial para a negociação, mas ela está muito fora do patamar que nós estamos estudando propor”, afirmou. Na mesa de negociação, o economista do DIEESE Maurício Mulinari cobrou dos empresários catarinenses uma postura coerente, que esteja em acordo com a imagem que a própria FIESC costuma divulgar da economia catarinense, promovendo uma real valorização do Piso. A próxima rodada de negociação ficou marcada para o dia 19 de dezembro, às 14h, na FIESC. O Piso Salarial Estadual em Santa Catarina foi instituído no final de 2009 e entrou em vigor  em 2010. Desde 2011, são realizadas negociações no final de cada ano para estabelecer o  reajuste do ano seguinte, conforme prevê a Lei Complementar Nº 459 de 30.09.2009 no seu Art. 2º, Parágrafo único: “A atualização dos pisos salariais fixados nesta Lei Complementar será objeto de negociação entre as entidades sindicais dos trabalhadores e empregadores, com a participação do Governo do Estado de Santa...
Frentes parlamentares em defesa da soberania e da Eletrosul são lançadas na Alesc
27/11/2017
A Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional e a Frente em Defesa da Eletrosul foram lançadas em Santa Catarina na manhã desta segunda-feira (27), no Auditório Antonieta de Barros da Assembleia Legislativa. O ato contou com a presença de deputados estaduais, deputados federais e do senador Roberto Requião (PMDB-PR), presidente da frente, além de lideranças políticas, sindicais e trabalhadores do setor elétrico. O presidente da FECESC Francisco Alano compôs a mesa juntamente com a presidenta da CUT-SC Anna Júlia Rodrigues, representando o moviomento sindical. O principal objetivo da frente, de acordo com Requião, é combater a recidiva do capital financeiro e defender a atuação estatal em áreas estratégicas, como é o caso da energia elétrica. O presidente da frente classificou a privatização do sistema elétrico brasileiro como loucura porque as usinas brasileiras devem ser vendidas para estatais de outros países, “que não aumentarão a produção de energia e jogarão o custo desse investimento na fatura de energia”. Na avaliação de Requião, essas usinas já foram amortizadas. “Pagaremos duas vezes por essas usinas. E esse dinheiro vai para onde? Vai para comprar deputado, para evitar investigação do Temer e dos seus ministros, para viabilizar algumas emendas que garantam o poder que está destruindo o estado social brasileiro”, alertou. A Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional tem apoio de 18 senadores e 201 deputados. Três deputados federais – Pedro Uczai (PT-SC), Décio Lima (PT-SC) e Celso Pansera (PMDB-RJ) participaram do lançamento em Santa Catarina. Os deputados estaduais Ana Paula Lima e Dirceu Dresch, ambos do PT, aderiram ao movimento. “A reação da sociedade organizada, dos parlamentares, das lideranças e dos movimentos é extremamente importante. Precisamos reagir a essa entrega do nosso petróleo, praticamente de graça, das nossas terras, da nossa energia, da água, dos minérios, da Amazônia”, disse Dirceu Dresch.   Frente da Eletrosul A criação da Frente Parlamentar em Defesa da Eletrosul é uma espécie de segmentação da Frente em Defesa da Soberania Nacional, conforme explicou o secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Energia de Florianópolis (Sinergia), Eduardo Clasen Back. “Precisamos segmentar a luta para mobilizar as categorias, mas apontando para a luta nacional, a luta unificadora, que é a defesa da soberania”, disse. A pauta da frente inclui a defesa da Eletrosul 100% pública e como instrumento fundamental de desenvolvimento dos três estados do Sul; a defesa da modicidade tarifária, que é a energia sempre pelo menor custo, para garantir o acesso da população e a viabilidade da indústria nacional; o controle estatal da geração e distribuição da energia elétrica em todo o território nacional e o conhecimento intelectual. “O Brasil é referência mundial em tecnologia de geração, transmissão e distribuição de energia...

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