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Entidades querem o impeachment do governador Colombo
14/08/2017
No dia 15 de agosto, terça-feira, signatários do impeachment, representantes sindicais e do movimento social, juristas e parlamentares organizam uma manifestação na Assembleia Legislativa, às 10 horas Movimentos sindicais e sociais denunciam o governador Colombo pelo desvio de verbas da saúde e da educação. Também exigem que o presidente da Alesc, Silvio Dreveck, tire o processo de impeachment da gaveta. Este processo foi protocolado por lideranças há mais de três meses. Desde 23 de maio, há mais de 36 pedidos de impeachment contra o governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo. Os documentos assinados por juristas, líderes sindicais, lideranças comunitárias e de movimentos sociais devem ser analisados por Dreveck sobre suas admissibilidades, para depois tramitar oficialmente no Legislativo Estadual. 33 pedidos de impeachment denunciam desvio de quase R$ 1 bilhão nas contas do governo de Colombo, desde 2015 até fevereiro de 2016. O dinheiro procedente do ICMS arrecadado pela Celesc que deveria ir para os municípios investirem principalmente em educação e saúde foi desviado para um fundo que a sociedade não tem controle algum, que é o FundoSocial. Esse é o mesmo teor de pedido de impeachment apresentado em outubro do ano passado e que não foi levado adiante pelo presidente da Assembleia Legislativa na época, o deputado Gelson Merísio. ALESC ainda não analisou parecer sobre as contas de 2014 e 2015 Apesar da auditoria técnica do TCE/SC apontar 15 irregularidades nas contas do governador Raimundo Colombo, referentes ao exercício financeiro de 2016, as contas foram aprovadas pela maioria dos conselheiros do Tribunal. No entanto, a Assembleia Legislativa não se pronunciou sobre isso até o momento. Manifestação quer chamar atenção sobre o caso Para denunciar o desvio de verbas da saúde e da educação cometido pelo governador Colombo, dirigentes sindicais e dos movimentos sociais vão para as ruas na próxima segunda-feira, 14/08, às 17 horas em frente ao Terminal de Integração do Centro (TICEN). E para chamar atenção dos deputados, no dia 15 de agosto, signatários do impeachment, representantes sindicais e do movimento social, juristas e parlamentares organizam uma manifestação na Assembleia Legislativa, às 10 horas. Um pedido de audiência com o presidente do Legislativo estadual já foi entregue pelo...
SOPROS DE PAZ E GUERRA, espetáculo do Grupo Armação
09/08/2017
Estreia hoje (09/08), no TAC, o espetáculo do Grupo Armação SOPROS DE PAZ E GUERRA, uma comédia do dramaturgo Odir Rasmos da Costa, que estará presente na estreia. A Federação dos Comerciários (FECESC) apoia a peça, que tem a direção de Antônio Cunha. A temporada comemora os 45 anos do Grupo Armação, que nasceu em setembro de 1972. Além das exibições hoje e amanhã (9 e 10/08) no TAC Teatro Álvaro de Carvalho às 20h30, nos dias 12, 13, 18, 19 e 20/08, no mesmo horário, será no Teatro da UFSC (Igrejinha). Compareça e prestigie o teatro!   Saiba mais: O texto inédito é uma comédia explosiva e vibrante do dramaturgo Odir Ramos da Costa e tem direção de Antônio Cunha. No elenco os atores Édio Nunes, Chico De Nez e Sandro Maquel dão vida aos personagens que disputam o poder entre trapaças, encrencas e trapalhadas. A obra foi a grande vencedora do prêmio Drama TEns 2015, promovido pela Revista TEatroensaio, de Portugal, e é a segunda comédia de Odir Ramos da Costa encenada pelo Grupo Armação. Assim como a primeira (Sonho de uma noite de velório, montada de 2006 a 2008), o diretor acredita que Sopros de Paz e Guerra é uma comédia ácida. “Aponta diretamente para o ridículo e para algumas das mais sombrias e perversas das diversas faces da natureza humana”, afirma Antônio Cunha.   Sinopse: Um jogo de trapaças. Uma batalha acirrada por poder. Uma disputa desastrada de egos pouco invejáveis. Uma comédia que se esforça para ser tão contundente quanto a nossa absurda realidade. Lançando mão de sua acentuada argúcia o ordenança Amadeu tenta, a todo custo, convencer o seu superior, o Major Pompílio Canabrava, a homologar o seu invento admirável, o Dois-Num-Só, híbrido de Bombardino e Bacamarte, um engenho que serve ao mesmo tempo como instrumento musical e arma de fogo e que, segundo o seu inventor, é a síntese da versatilidade humana. Por outro lado, o limitado – mas não menos arguto – Major Pompílio, é capaz de se unir ao seu mais ferrenho inimigo, o vaidoso Major Carrascoso, para tentar passar a perna no ordenança e reverter a situação a seu...
Seminários Regionais pelo Fim da Violência Doméstica Contra a Mulher
08/08/2017
13 cidades catarinenses receberão eventos que discutirão a violência contra a mulher A bancada feminina na ALESC promoverá em todo estado Seminários Regionais pelo Fim da Violência Doméstica Contra a Mulher. O primeiro seminário será em Guarujá do Sul, no Extremo Oeste, no dia 17 de agosto. Até março do próximo ano, serão 13 encontros em diferentes regiões do estado. A convite da deputada Luciane Carminatti, a FECESC se tornou parceira na realização dos Seminários, pois na sua luta sindical, tem como uma de suas bandeiras o direito das mulheres. Além da violência doméstica, os debates abordarão a violência no trabalho e da mulher na sociedade. No dia 3 de agosto foi realizada reunião no gabinete da deputada Carminatti, coordenadora da bancada feminina da ALESC, com representações do Sistema ACAFE, da Coordenadoria Estadual da Mulher (CEM), do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher (Cedim), da Federação dos Trabalhadores do Comércio (FECESC) e dos gabinetes das deputadas Ana Paula Lima e Dirce Heiderscheidt. A assessora Eva Ferrnades representou a FECESC na...
Todo apoio aos trabalhadores da Comcap, defensores do patrimônio público
13/07/2017
O projeto do prefeito de Florianópolis Gean Loureiro (PMDB) para transformar a Comcap em autarquia – caminho certo para sua privatização – foi aprovado em episódio vergonhoso pela Câmara de Vereadores. Já são quatro dias de greve dos trabalhadores e trabalhadoras da empresa que terão seus direitos reduzidos por um projeto que não foi debatido pela população, nem pelos trabalhadores, nem mesmo mereceu debate mais profundo por parte dos vereadores, conforme protesto dos vereadores de oposição. Nessa semana de vigília dos trabalhadores e trabalhadoras em frente à Câmara, a praça de lixo na capital virou também uma praça de guerra, com uma repressão policial absurda que feriu muitos Comcapeiros. Spray de pimenta, bombas de gás, balas de borracha foram usadas na repressão ao direito legítimo de protesto de uma categoria tão fundamental para a vida de todos na cidade. A casa do povo teve todos seus acessos fechados e o projeto foi aprovado com galerias vazias para que ninguém visse ou registrasse a atitude vergonhosa dos cúmplices de Gean na dilapidação do patrimônio público. A FECESC apresenta todo o apoio aos companheiros e companheiras da Comcap e do Sintrasem (Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Florianópolis) e manifesta total repúdio tanto à absurda repressão policial quanto ao vergonhoso teatro montado pela maioria dos vereadores da capital que aprovaram esse projeto danoso – cujos nomes não devem ser esquecidos por nenhum trabalhador/trabalhadora. Ao prefeito Gean e todos seus cúmplices queremos alertar que seus atos estarão anotados na história e serão fortemente relembrados por todos nós, trabalhadores, a cada período de eleições. Sofremos grandes golpes na esfera federal, estadual e municipal, mas somos e seremos incansáveis na nossa luta. Assim, nesse momento, toda nossa força e reconhecimento à resistência heroica de nossos companheiros e companheiras da Comcap.  ...
FECESC no #OcupaBrasília
26/05/2017
Dirigentes da FECESC e dos sindicatos filiados de todo o estado estiveram em Brasília no dia 24 de maio, participando de mobilização que reuniu cerca de 200 mil pessoas para protestar contra a retirada de direitos, exigir o fim das reformas trabalhista e da Previdência, Fora Temer e Diretas já! Uma mobilização histórica que foi violentamente reprimida pela polícia e onde trabalhadores foram recebidos pelo exército, convocado por um governante golpista e ilegítimo. Ainda que a grande imprensa, parte ativa do golpe, tenha caracterizado o ato como uma “ação de vândalos”, os 90 dirigentes dos trabalhadores no comércio e serviços de Santa Catarina que lá estiveram podem contar que junto com eles estavam outros trabalhadores, estudantes, cidadãos que lutam por um país para todos e contra a quadrilha instalada no Congresso e no Governo...

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