11/08/2023
PAI, eu sei Sempre que eu precisar De régua e de compasso De um olhar firme, mas amoroso De um sim, de um não ou de um abraço Eu sei onde te encontrar Dividindo o que quiserem nos subtrair Reconstruindo o que de bom Vierem a derrubar *Texto de Antônio...02/08/2023
Reduzir os juros e retomar o emprego e a renda dos brasileiros O Comitê de Política Monetária do Banco Central (COPOM) está reunido nos dias 01 e 02 de agosto para definir a nova taxa de juros básica da economia brasileira (Selic), que hoje está em 13,75%. Com o atual patamar de juros, a economia brasileira e o consumo das famílias operam como se estivessem com um parasita instalado em seus corpos, drenando parcela imensa dos recursos públicos e privados para o pagamento de juros que engordam o bolso do capital financeiro. Por isso mesmo, reduzir drasticamente os juros é uma necessidade para retomar o dinamismo econômico, a geração de empregos, o aumento dos salários e a melhoria da condição de vida dos trabalhadores brasileiros em geral e dos comerciários catarinenses em particular. Não é de hoje que o Brasil é um dos países com a maior taxa de juros do mundo. Sob a justificativa de controlar a inflação, desde os anos 90 que os juros estão sempre elevados, gerando efeitos restritivos ao crescimento econômico e a distribuição de renda do país. No governo Bolsonaro um novo capítulo foi aberto nessa história: a aprovação da autonomia do Banco Central, que agora deixou de estar subordinado ao Presidente da República eleito, ficando completamente alinhado aos banqueiros e às elites financeiras nacionais e internacionais. Com isso, os juros no Brasil voltaram a crescer consideravelmente desde 2020, mesmo em um momento em que a economia registra uma inflação em forte queda. Tais efeitos restritivos aparecem, em primeiro lugar, através do encarecimento do crédito ao setor empresarial que, com isso, deixa de investir em novas fábricas, lojas, armazéns, etc., abdicando de gerar novos postos de trabalho e preferindo aplicar seus recursos em rendimentos financeiros remunerados com base na taxa Selic. Em segundo lugar, os próprios trabalhadores perdem capacidade de consumo, já que diante de taxas de juros maiores, veem sua renda ser absorvida pelo pagamento de juros de dívidas antigas e não tendo capacidade de fazer novo endividamento para compra de produtos de maior valor, como habitações, veículos e aparelhos eletrodomésticos. Por fim, e não menos importante, a alta dos juros compromete as contas públicas do governo, que também tem parcela de suas obrigações financeiras lastreadas na Selic. Diante disso, grande parte do orçamento público arrecadado através dos impostos e contribuições é direcionado para o pagamento de juros da dívida pública, que devem chegar a impressionantes R$ 700 bilhões em 2023. O resultado é um Estado endividado e sem capacidade de investir em obras e em serviços públicos, comprometendo mais uma vez o dinamismo econômico e a qualidade de vida da população. Diante desse quadro, é preciso que o COPOM defina um...30/06/2023
A diretoria da Federação dos Trabalhadores no Comércio no Estado de Santa Catarina – FECESC e as diretorias de seus Sindicatos do setor do comércio e serviços filiados vêm a público manifestar total solidariedade à vereadora do PT em Florianópolis, Carla Ayres, e à sua assessoria, diante de mais uma ameaça de morte recebida. Desde o início de seu mandato, é a sexta vez que tentam calar seu trabalho através deste tipo de ameaça. O ato de ódio se repete, através de um discurso criminoso, com teor misógino, machista, LGBTfóbico e político. Não podemos permanecer impassíveis diante do ocorrido, precisamos nos unir, todos, pela causa defendida de forma tão competente pela vereadora. Carla Ayres e sua assessoria cumprem mandato atuando de maneira incansável na defesa dos direitos dos trabalhadores, das mulheres e da população LGBTQIA+. Que os culpados sejam identificados e punidos de forma exemplar! Estamos ao lado da vereadora e sua equipe, nos unindo na luta por um mundo mais justo, humano e igual, e dizendo BASTA ao preconceito! Reafirmaremos sempre que ameaçar, perseguir e proferir discurso de ódio, É CRIME! Continue na luta, vereadora, estamos ao seu lado e não nos calarão! Diretorias da FECESC e dos Sindicatos filiados Santa Catarina, 29 de junho de...21/06/2023
Se realiza nesta quinta-feira, 22 de julho, a 80ª Plenária Estadual dos Trabalhadores/as no Setor de Comércio e Serviços de SC, desta vez em formato misto: com dirigentes e convidados reunidos na sede da Federação e outros participando via online. A análise de Conjuntura realizada pelo economista da subseção do DIEESE na FECESC, Maurício Mulinari, iniciará o dia. Na sequência, ainda pela manhã, o convidado é o Desembargador do Trabalho Marcelo José Ferlin D’Ambroso, que abordará o tema “Direitos Humanos na Relação Capital e Trabalho”. O convidado da tarde é o advogado que assessora a CUT Nacional, José Eymard Loguercio, que fará exposição sobre negociações coletivas e sistema sindical brasileiro; o trâmite da taxa negocial no STF; a questão do trabalho por aplicativos e sobre a luta pela revogação das reformas trabalhista e sindical do governo Temer. Na parte final da Plenária, os dirigentes da FECESC e Sindicatos filiados farão encaminhamentos e eleição de delegados para o 11º Congresso da CONTRACS e 14º Concut/CECUT e a apreciação e votação do Balanço Financeiro da FECESC, exercício 2022. Abaixo segue a programação detalhada. Oitenta vezes A realização de plenárias estaduais cumpre obrigação estatutária e deve ocorrer a cada semestre, com exceção dos semestres em que se realizam os congressos. De acordo com o Art. 26, Cap. VII do Estatuto da entidade, “A Plenária Estadual é o organismo que delibera sobre a aplicação da linha político-sindical, plano de lutas, questões organizativas, relatório anual, balanço financeiro e patrimonial e previsão orçamentária da FECESC.” O primeiro encontro dos Sindicatos filiados da FECESC, registrado em ata como “Reunião Regional” ocorreu no dia 9 de fevereiro de 1975, em Joaçaba. Desde então, são mais de cinco décadas realizando as Plenárias, que chegam ao número 80 entre as ordinárias, além de várias realizadas extraordinariamente. Por isso, o tema “Oitenta vezes reafirmando a formação e o debate sindical e fazendo a luta da classe trabalhadora” marca a edição deste dia 22 de julho de 2023. PROGRAMA 09h00 – Abertura 09h20 às 10h00 Conjuntura Expositor: MAURICIO MULINARI – Economista do Dieese e assessor da subseção do Dieese na FECESC 10h00 Direitos Humanos na Relação Capital e Trabalho Expositor: DR. MARCELO JOSÉ FERLIN D`AMBROSO – Desembargador do Trabalho (TRT da 4ª Região – Porto Alegre/RS); ex-procurador do Trabalho (Ministério Público do Trabalho); Especialista em Direitos Humanos (Universidad Pablo de Olavide, Espanha), Jurisdição Social (Consejo General del Poder Judicial de España) e Relações Laborais (Organização Internacional do Trabalho); doutor em ciências jurídicas (UMSA – Argentina), mestre em direito penal econômico (UNIR – Espanha) e mestre e especialista em Direitos Humanos (UPO – Espanha) 12h30 – Intervalo para almoço 14h00 Conteúdo final das...Siga-nos
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