07/04/2022
Dirigentes da FECESC e dos Sindicatos da área do comércio e serviços filiados estão engajados no projeto Brigadas Digitais da CUT. O objetivo do projeto é formar uma força organizada para fazer frente e combater as fake news e derrotar o bolsonarismo. Na terça-feira, dia 5 de abril, 14 dirigentes e uma assessora da Federação participaram do lançamento do projeto em Santa Catarina, que foi realizado em reunião online e reuniu mais de 50 dirigentes de todo o estado. “Estamos trabalhando para mobilizar cada Sindicato filiado à Federação e queremos, mais uma vez, ver o movimento sindical da área do comércio e serviços como protagonista numa luta necessária e fundamental em nosso país”, afirmou o presidente da FECESC Francisco Alano. Além do presidente, os diretores da Executiva Nadir Cardozo dos Santos, Ivo Castanheira e Neudi Giachini também participaram do encontro, coordenado pela presidenta da CUT-SC Anna Julia. VEJA NO SITE DA CUT-SC mais detalhes sobre as Brigadas...10/03/2022
A Federação dos Trabalhadores no Comércio no Estado de Santa Catarina – FECESC reunirá dirigentes da Executiva e dos Sindicatos filiados no Seminário Negociação Coletiva. O evento será no dia 21 de março, segunda-feira, em formato híbrido, ou seja, com participação presencial e online. O Seminário acontece neste início de ano para municiar os dirigentes de informações para as negociações coletivas que se realizam do decorrer do ano. O setor de comércio e serviços reúne categorias com data base diferentes e o debate em torno da conjuntura atual, técnicas de negociação e demandas da categoria se tornam fundamentais para o bom resultado das negociações coletivas. São as Convenções e Acordos Coletivos que garantem não somente o reajuste salarial, como também vários outros direitos econômicos, sociais e de saúde do trabalho. A Federação reúne 26 Sindicatos de todas as regiões de Santa...09/03/2022
FAÇA AQUI o download do arquivo em PDF. A Lei Complementar Nº 797 de 14 de fevereiro de 2022 oficializou o reajuste do Piso Salarial Estadual para este ano. Veja o Informativo com os valores das 4 faixas salariais e, também, o histórico dos reajustes, desde a criação do piso regional, em 2010, no Informativo publicado pelo DIEESE-SC, Centrais e...08/03/2022
Por: Rosemeri Miranda Prado – Diretora Executiva da FECESC e Secretária da Mulher Trabalhadora da CUT-SC As mulheres conquistaram seu direito de estar no mercado de trabalho através de muita luta. Entretanto, sua inserção ocorreu no passado e continua acontecendo atualmente, de uma forma muito desigual. A maioria das mulheres ajuda na renda familiar sem que as demais tarefas, sejam divididas da mesma forma. Elas estão nos escritórios, nas lojas, nos hospitais, nas fábricas, prestando os mais diversos serviços e ocupando as mais variadas funções, são profissionais, empregadas no mercado formal ou informal, trabalham em postos subalternos (muitas) e em cargos de chefia (em menor número que os homens), estão no mercado de trabalho na área urbana e na área rural, algumas exercem cargos em sindicatos e entidades sociais, e, em comum, a maior parte delas acumula a isso as responsabilidades da casa, do cuidado dos filhos e, não raro, do cuidado dos mais velhos (como pais e sogros). As mulheres somam 53,2% da população em idade de trabalhar (acima dos 14 anos de idade). Ainda assim, elas são maioria fora da força de trabalho: 64,2% delas não trabalham por vários motivos, como oportunidades de trabalho tão precárias que não vale a pena; falta de serviços públicos de cuidados; oposição do marido e familiares ao trabalho remunerado das mulheres, entre outros. São as mulheres, também, as mais penalizadas com as políticas de redução do Estado: quando o poder público não garante acesso à saúde ou à educação, ou quando não há políticas públicas de redução à violência, por exemplo, são principalmente elas que precisam atuar nos cuidados. É possível afirmar, sem dúvida, que são as mulheres as principais vítimas da política nefasta promovida pelo atual governo brasileiro, que têm reduzido os benefícios sociais e promovido a precarização das forças de trabalho. Sem falar no aspecto das desastrosas atuações de seus ministros e ministras nas políticas de mulheres, de direitos humanos e das mais variadas pastas. Temos um presidente que define o nascimento de uma filha mulher como uma “fraquejada”. Como se o machismo, em si só, já não fosse absurdo suficiente, vemos políticos como o deputado estadual paulista indo até um país em guerra para ofender as mulheres, cometendo crime contra a honra delas. Aqui no Brasil, com estes governos machistas e misóginos em muitos municípios, estados e na esfera federal, nós, mulheres, também sofremos com a pandemia mundial. Sem nenhuma surpresa, constatamos que são as mulheres que mais recebem os efeitos ruins do mau gerenciamento governamental no enfrentamento da Covid-19. O fechamento de empresas de diversos portes, no período da pandemia, desempregou particularmente as mulheres. Houve as que decidiram se retirar do mercado de trabalho, por terem que...Siga-nos
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