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Lei de Valorização do salário mínimo garante estabilidade e segurança, afirma Dilma

28/02/2011
A presidenta Dilma Rousseff afirmou hoje (28) que o governo quer continuar com a política de valorização do salário mínimo para que a roda da economia gire com vigor. Ao comentar a definição de regras para o reajuste, ela avaliou que o momento é importante para o trabalhador porque a lei traz segurança e estabilidade. “Com ela, todos sabem de antemão quais são as regras e os critérios de aumento do salário mínimo, daqui até 2015”, disse, em seu programa semanal Café com a Presidenta. O reajuste do salário mínimo, definido em R$ 545, entra em vigor amanhã (1º). Dilma lembrou que a Lei de Valorização do Salário Mínimo consolida um acordo fechado pelo governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com as centrais sindicais em 2007. “O salário mínimo tem que ter um ganho real, uma valorização. E este aumento real deve acompanhar o crescimento da economia”, explicou. A presidenta destacou que caso a economia brasileira não cresça ou registre queda, o cálculo do reajuste vai considerar que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) será nulo e não haverá desconto no salário mínimo. A estimativa para 2016, segundo Dilma, é que o reajuste seja de cerca de 13% em razão de um crescimento de 7% acima da inflação no ano passado, totalizando um mínimo de R$...

Recursos para universidades dobram em oito anos

28/02/2011
O Ministério da Educação (MEC) divulgou, semana passada, dados sobre o orçamento do Programa de Expansão e Reestruturação das Universidades Federais (Reuni) nos últimos anos, mostrando que, entre 2003 e 2011, o montante de recursos do programa mais do que dobrou de valor. Segundo o órgão, em 2003, o conjunto das universidades federais recebeu um orçamento total de 9,6 bilhões, enquanto em 2011, de acordo com a previsão orçamentária, serão 23,6 bilhões para as 59 universidades federais em funcionamento. Com recursos do Reuni, foram criadas 14 novas universidades federais, 126 novos campi universitários e o número de municípios atendidos passou de 114 em 2003 para 230 em 2011. O MEC também comemora a ampliação nos números de vagas e matrículas. O total de matrículas nos cursos de graduação presenciais nas universidades federais passou de 527,7 mil em 2003 para 696,7 mil em 2009. Já a oferta de vagas, que em 2003 era de 109,2 mil chegou a 187 mil em 2010 e a projeção é de que chegue a 243,5 mil até 2012. Segundo o MEC, os dados são do Censo da Educação Superior. Para atender a demanda de ingresso dos novos alunos, foram contratados professores e técnicos administrativos. Atualmente, as 59 universidades federais possuem um total 69 mil docentes e 105 mil técnicos administrativos. Os recursos para assistência estudantil também aumentaram. Foram R$ 125 milhões em 2008, primeiro ano do programa, e a previsão para este ano é de R$ 395 milhões. Esse orçamento é repassado as universidades federais por meio do Programa Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes), a partir do qual as universidades promovem ações voltadas de assistência, como moradia, alimentação, transporte, e programas de auxílio. Ministério da...

Fundação Perseu Abramo lança 5º volume de coleção sobre governo Lula

28/02/2011
Organizado por Juarez Guimarães, novo título da coleção traça um panorama de políticas públicas no Governo Lula. O quinto volume da coleção propõe o registro das mudanças ocorridas no cenário das políticas sociais e inclusivas nas áreas de Educação, Cultura, Ciência & Tecnologia, Esportes e Juventude. A obra é resultado de uma parceria entre a Editora da Fundação Perseu Abramo, o Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) e a Fundação Friedrich Ebert (FES). Sob o olhar e a reflexão de ministros, altos dirigentes do governo federal, intelectuais e lideranças sociais vinculadas ao PT (Partidos dos Trabalhadores), durante os oito anos de Governo Lula, o quinto volume da coleção "2003-2010 O Brasil em Transformação" propõe o registro das mudanças ocorridas no cenário das políticas sociais e inclusivas nas áreas de Educação, Cultura, Ciência & Tecnologia, Esportes e Juventude. Mantendo o conceito inicial dos quatro volumes antecessores, com avaliações, gravadas em áudio e depois adaptadas à linguagem escrita por um organizador de cada livro, o quinto título "A criação de um novo futuro na Educação, Cultura, Ciência & Tecnologia, Esportes e Juventude" é o ponto de partida para o debate e a discussão acerca de novas portas para a inclusão social, teoria exposta pelos organizadores do volume Juarez Rocha Guimarães e Natália Guimarães Duarte Sátyro. Segundo os organizadores desta edição, durante os dois mandatos de Luiz Inácio "Lula" da Silva, popularizou-se na mídia, apenas o discurso e a imagem de políticas sociais voltadas para setores como distribuição de renda, planejamento familiar e geração de empregos. Apoiado em falas e o resultado de projetos, cada capítulo detalha a importância dos investimentos, do debate, e do processo de entendimento do Estado e da população, em áreas voltadas para o desenvolvimento artístico, intelectual, ético e esportivo, integrando assim, uma postura de diversidade. Dividido em cinco áreas, "A concepção sistêmica da nova política educacional", assinado pelo ministro da Educação Fernando Haddah é o texto que abre a primeira parte do livro. Reflexões sobre "As novas políticas educacionais da inclusão e da diversidade social", por Francisco Chagas; "A construção de uma política pública nacional e integrada para a educação", de autoria de André Lázaro; "Os avanços da educação e seus desafios atuais" (Paulo Corbucci), e o texto de Selma Rocha intitulado de "A superação das políticas neoliberais na educação do Brasil", compõem a conjuntura da primeira parte de artigos, dedicados à Educação. Em Ciência & Tecnologia, dois artigos sobre "A construção de um Sistema de Inovação Industrial" e "Ciência & Tecnologia em um novo projeto de nação: diretrizes, metas e desafios", assinados respectivamente por Luiz Antonio Elias e Newton Lima. Pasta de destaque durante o governo, as pautas sobre cultura e políticas culturais, ganham o...
Diretoria da FECESC define suas bandeiras de luta para 2011
25/02/2011
A Fecesc realizou nos dias 24 e 25 de fevereiro a primeira reunião de sua diretoria para apreciar e deliberar sobre bandeiras de lutas da categoria para o ano de 2011. Entre elas estão o reajuste do Piso Estadual de Salários, a implementação do Registro Eletrônico de Ponto, a redução da jornada de trabalho e a correção da tabela do Imposto de Renda. Para fazer uma análise da conjuntura estadual e nacional a diretoria recebeu o economista Juliano Giassi Goularti e o dirigente partidário Derci Pasqualotto. Também fez parte da pauta, a posse da nova diretoria do SinTrauto/SC – Sindicato dos Trabalhadores em Auto-Escolas de Santa...

Governo vai reajustar tabela do Imposto de Renda em 4,5%

25/02/2011
A presidenta Dilma Rousseff determinou ontem (24) que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, prepare medida provisória reajustando em 4,5% a tabela de Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF). De acordo com o ministro de Relações Institucionais, Luiz Sérgio, o governo quer que a nova tabela esteja em vigor nos próximos dias. O percentual de reajuste determinado pelo governo poderá se transformar em uma nova batalha com as centrais sindicais e seus representantes no Congresso Nacional, após a queda de braço do salário mínimo vencida pelo governo. Os sindicatos defendem que o reajuste seja de 6,46%, percentual equivalente à inflação do ano passado. Já o governo defende a manutenção do acordo firmado que considera o centro da meta de inflação, ou seja, 4,5%. “O governo fez um acordo com as centrais para o reajuste do mínimo e da tabela de imposto de renda e vai cumprir o acordo feito”, disse o ministro, descartando a possibilidade de revisão desse percentual por parte do governo. Luiz Sérgio disse ainda que a presidenta Dilma deverá sancionar o novo valor para o mínimo, de R$ 545, ainda neste mês para que tenha validade em março. De acordo com o ministro, o governo não teme a ameaça da oposição de questionar o projeto de lei aprovado ontem pelo Senado no Supremo Tribnunal Federal (STF). “Essa tese não existe. O governo está muito seguro juridicamente do projeto que está aprovado pelo Congresso”, disse o ministro, referindo-se ao dispositivo que autoriza o governo a determinar por meio de decreto, e não por projeto de lei, o valor do mínimo de cada ano, até 2015. O Senado aprovou na noite de quarta-feira o aumento do salário mínimo dos atuais R$ 540 para R$...

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