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Fecesc reúne delegados em sua 58ª Plenária Estadual
30/11/2010
A Federação dos Trabalhadores no Comércio do Estado de Santa Catarina está reunindo cerca de 100 delegados e convidados em torno de sua 58ª Plenária Estadual no Hotel Sesc Cacupé em Florianópolis. Na segunda-feira a plenária, composta pelos representantes dos 24 sindicatos filiados, recebeu o cientista político Leonardo Barreto que fez uma avaliação nacional e estadual das eleições. Durante a manhã de hoje o debate foi sobre as alianças partidárias em Santa Catarina e os cenários para o próximo período. Os convidados foram Eurides Mescolotto – fundador do PT em SC e presidente da Eletrosul/SC e Paulo Afonso Evangelista Vieira – ex-Deputado Estadual, ex-Governador de SC , ex-Deputado Federal pelo PMDB e ex-diretor da Eletrosul/SC. A tarde será dedicada à trabalhos de avaliação e exposições em grupos sobre as eleições no estado. A Plenária encerrará na quarta-feira quando acontecerão os informes e debates sobre Movimentadores de Mercadorias, com a presença de Sandro Sardá – procurador do Ministério Público do Trabalho de Florianópolis e sobre o Homolognet e sua implantação em Santa Catarina com a assistente técnica da Superintendência Regional do Ministério do Trabalho em SC Maria Angélica Michelin. Farão parte também da última etapa do encontro a exposição e debates sobre Negociações Coletivas, Piso Salarial Estadual e Contribuição Negocial....
Lula: Programa de Aquisição de Alimentos é revolucionário e será mantido por Dilma
29/11/2010
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou hoje (29) como revolucionário o Programa de Aquisição de Alimentos e afirmou que o projeto deverá ser mantido e aperfeiçoado no governo de Dilma Rousseff. Em seu programa semanal Café com o Presidente, Lula explicou que o programa atinge cerca de 2.300 municípios brasileiros, com 3 milhões de toneladas de alimentos de 160 mil pequenos agricultores distribuídos para 15 milhões de pessoas. Ao todo, 25 mil instituições participam do projeto. “É um programa que mexe com a sociedade, com o pequeno produtor, e garante que alimento de boa qualidade chegue na casa das pessoas. E garante mais ainda, que a gente dê ao pequeno produtor um preço justo, melhor do que aquele que o mercado oferece”, disse. O Programa de Aquisição de Alimentos foi instituído em 2003 e é coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, em parceria com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e com governos estaduais e municipais. Para participar do projeto, o agricultor deve ser identificado como agricultor familiar, enquadrando-se no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) Operação contra o narcotráfico O presidente também afirmou durante o programa que a operação contra o narcotráfico no Rio de Janeiro é um sucesso, mas que ainda não terminou, apenas começou. Ele cumprimentou o governador do estado, Sérgio Cabral, e adiantou que deve visitar o Complexo do Alemão – área ocupada ontem pela polícia. “Nós não sabemos ainda se todos os bandidos fugiram, se há muitos lá dentro, se estão escondidos. De qualquer forma, nós demos o primeiro passo – entramos dentro do Complexo do Alemão”, disse. “Eu quero reiterar hoje o que eu disse na sexta-feira: o que o Rio de Janeiro precisar para que a gente acabe com o narcotráfico, o governo federal está disposto a colaborar”, completou. Lula lembrou que a primeira ligação do governador veio na segunda-feira da semana passada, pedindo o apoio da Polícia Rodoviária Federal. Logo em seguida, vieram solicitações de envio de homens da Polícia Federal e das Forças Armadas ao estado. A mensagem deixada pelo presidente é de “otimismo e esperança” para as comunidades do Rio, além de muita tranquilidade. Fica demonstrado que, com a união entre governo federal, governo estadual e os órgãos de inteligência das polícias, as coisas funcionam. Quando ficamos disputando entre nós quem é mais bonito, quem é melhor, o povo paga o prejuízo”, concluiu. As informações são da Agência...

Unicef lança campanha para combate ao racismo contra crianças

29/11/2010
Trinta e um milhões de crianças negras e 150 mil indígenas que vivem hoje no Brasil são o alvo de uma campanha que será lançada hoje (29) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). O objetivo é combater a discriminação racial contra a população dessa faixa etária. Os números mais recentes da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que as crianças negras e indígenas são mais vulneráveis em diversos aspectos. Mais de 60% da população de 7 a 14 anos que não frequenta a escola são negros. O índice de mortalidade infantil entre os indígenas é duas vezes maior do que a taxa nacional: 41 mortes para cada mil nascidos vivos contra 19/1000 no total da população. Para a especialista de Programas de Proteção à Infância do Unicef no Brasil, Helena Oliveira Silva, os números mostram que a raiz do problema da desigualdade está além da questão socioeconômica. “Apesar do avanço das políticas públicas brasileiras, alguns grupos de famílias e crianças continuam em situação de vulnerabilidade. Grupos que historicamente vinham sendo ausentes na políticas, permanecem na mesma condição”, destaca. Helena aponta que o preconceito ocupa uma dimensão “muito subjetiva” no dia a dia da criança, seja na escola ou em outros ambientes. Pela vulnerabilidade da própria idade, o preconceito causa impacto nesse público com mais força. “A criança vítima de preconceito, que é estereotipada, tem o desenvolvimento da sua identidade afetado. Isso marca a infância dela”, afirma. Apesar de tratar da população negra e indígena, Helena lembra que o alerta da campanha é para toda a sociedade. “Nossa responsabilidade como adulto é trabalhar para que a situação não se perpetue. Diante de uma situação de discriminação no cotidiano, muitos não sabem como explicar de forma adequada a questão da diversidade para uma criança, seja ela branca, negra ou indígena”, explica a representante do Unicef. Para chamar a atenção sobre o problema, além de peças publicitárias o fundo vai lançar um blog e uma cartilha com orientações para a população. O material mostra dez maneiras de contribuir para uma infância sem racismo. Clique aqui para acessar a...

Governo federal entrega 30 escolas de educação profissional e 25 campi de universidades

29/11/2010
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Educação, Fernando Haddad, entregaram hoje (29) 30 escolas federais de educação profissional – 18 já em funcionamento e 12 com previsão para o início de 2011. Foram inaugurados ainda 25 campi ligados a 15 universidades federais. A iniciativa faz parte do plano de expansão da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica e representa o avanço do Programa de Expansão e Reestruturação das Universidades Federais (Reuni). As 30 escolas federais de educação profissional estão localizadas no Amazonas, na Bahia, no Ceará, no Espírito Santo, em Goiás, no Maranhão, em Minas Gerais, em Mato Grosso, no Pará, em Pernambuco, no Piauí, no Rio de Janeiro, em Rondônia e em Santa Catarina. Os 25 campi foram inaugurados no Amazonas, na Bahia, no Maranhão, em Minas Gerais, no Pará, na Paraíba, em Pernambuco, no Piauí, no Rio de Janeiro, no Rio Grande do Norte, no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Desde 2005, foram criadas 214 escolas federais de educação profissional, totalizando 342. Também foram criados 126 campi e unidades universitárias, que passaram de 148, em 2002, para 274, este ano. Atualmente, as universidades federais estão presentes em 230 municípios de todo o país. Em 2003, 140 mil alunos estudavam em escolas de educação profissional, contra 348 mil em 2010. O aumento no número de matrículas foi de 148% e a tendência, segundo a pasta, é de crescimento. Os recursos para a educação profissional passaram de R$ 1,2 bilhão, em 2003, para R$ 4,9 bilhões este ano. O investimento total para a construção de escolas técnicas federais deve chegar a R$ 1,1 bilhão – até o momento, R$ 941 milhões foram executados em obras de infraestrutura, e em mobiliário e equipamentos. Paula Laboissière / Repórter da Agência...

Complexo do Alemão deve receber UPP no primeiro semestre de 2011

29/11/2010
As Forças Armadas que ocupam, juntamente com policiais do Rio, o conjunto de favelas do Alemão, na Penha, zona norte da cidade, devem permanecer na comunidade até a instalação da Unidade de Polícia Pacificadora. As tropas das Forças Armadas que ocupam, junto com policiais do Rio, o conjunto de favelas do Alemão, na Penha, zona norte da cidade, devem permanecer na comunidade até a instalação da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) no local. O anúncio foi feito na manhã de hoje (29) pelo governador do Rio, Sérgio Cabral. Ele também informou que a nova UPP deve ser implantada num prazo de seis a sete meses. “Não vamos dormir nos louros da conquista de ontem. Acordamos cedo com os próximos desafios que é a reconquista efetiva dos territórios ainda ocupados pelo poder paralelo. Esses passos passam pela integração com o Ministério da Defesa e com a Polícia Federal. Já está acordado [com o Ministério da Defesa], agora estamos na fase das tratativas técnicas que passa pelo secretário [de Segurança do estado, José Mariano Beltrame] e oficiais militares do ministério desde ontem”, afirmou, ao participar da abertura de um fórum, no Rio, sobre a infraestrutura urbana para os Jogos Olímpicos de 2016. Segundo Cabral, também o governo vai instalar amanhã (30) a UPP do Morro dos Macacos, em Vila Isabel, zona norte da cidade. Na sequência as comunidades do Lins de Vasconcelos, também na zona norte, que incluem o Morro do Quieto e o Morro São João, devem ser pacificadas. Sobre a possibilidade de a unidade chegar também às comunidades da Rocinha e do Vidigal, na zona sul, ele garantiu que o cronograma não será alterado, mas preferiu não antecipar a data prevista para a...

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