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Dilma garante que irá negociar o reajuste do salário mínimo com as centrais
03/11/2010
A presidente eleita Dilma Rousseff (PT) afirmou na terça-feira (2) que irá negociar com as centrais sindicais a proposta de reajuste do salário mínimo do ano que vem. "Nós vamos de maneira sistemática valorizar o salário mínimo", afirmou a petista em entrevista ao "Jornal da Band". Ela também disse que quer discutir o assunto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Dilma afirmou que pretende manter a fórmula de reajuste que considera a inflação do ano anterior àquele em que é dado o aumento e o valor do crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) de dois anos anteriores. "Como o PIB do ano passado foi zero, a inflação seria o único aumento. Estamos discutindo com as centrais um aumento maior que esse", disse Dilma, sem citar o fato de que em 2010 o crescimento do PIB será alto, o que irá impactar no reajuste de 2012. Ela voltou a dizer que pretende ser a presidente de "todos os brasileiros" e que vai conversar com a oposição."Eu farei todo o esforço no sentido de reunir o Brasil todo no crescimento do país", disse. A presidente eleita afirmou que terá todo cuidado no preenchimento de cargos ao combinar "capacidade técnica e liderança jurídica" e também prometeu indicar o máximo de mulheres para cargos no governo. Ela prometeu também tratar com rigor com desvios éticos em seu governo. "Quero deixar claro que, se houver falhas, as pessoas vão sofrer consequências." Sobre a questão agrária, ela disse que irá enfrentar a questão com equilíbrio. "Nós vamos resolver pela questão social", disse....

Obama perde controle da Câmara dos Representantes, mas mantém Senado

03/11/2010
O Partido Republicano obteve o controle da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos nesta quarta-feira de madrugada, ganhando uma maioria conservadora que deve desafiar o presidente Barack Obama, do Partido Democrata. Apesar de terem perdido pelo menos seis cadeiras, os democratas mantiveram sua maioria no Senado ao vencerem em dois Estados importantes, Virgínia Ocidental e Califórnia. Os republicanos precisariam de 10 cadeiras para vencerem no Senado. O próximo presidente da Câmara dos Representantes, John Boehner, descreveu os resultados como "um repúdio a Washington, um repúdio a um governo grande e um repúdio aos políticos que se negam a escutar o povo". Os republicanos, porém, não conseguiram o controle do Senado nem um comando pleno do Congresso, apesar de terem obtido pelo menos cinco novas cadeiras. O Partido Republicano também perdeu pelo menos oito governadores para os democratas. Susana Martinez é a primeira mulher hispânica governadora nos EUA A promotora republicana Susana Martinez conquistou, nesta terça-feira, o governo do Estado do Novo México, tornando-se a primeira mulher governadora de origem hispânica nos Estados Unidos. Ela substituirá outro latino, o democrata Bill Richardson, de origem mexicana. Susana, conhecida como uma funcionária inflexível durante os 13 anos em que ocupou o cargo de promotora do Terceiro Distrito Judiciário do Condado de Dona Ana, no Novo México, venceu a democrata Diane Denish, vice de Richardson no governo estadual. Nova York elege governador e senadores democratas O democrata Andrew Cuomo venceu as eleições para o governo estadual de Nova York, ao derrotar o candidato republicano Carl Paladino, segundo meios de comunicação americanos. Promotor-geral do Estado, filho do ex-governador Mario Cuomo (que governou de 1983 a 1994), Cuomo, 52 anos, foi secretário de Habitação do governo de Bill Clinton e venceu o rival conservador Carl Paladino. Nova York reservou outras vitórias para os democratas neste pleito, ao eleger os senadores Charles Schumer e Kirsten Gillibrand, esta última na vaga deixada por Hillary Clinton , que largou o Senado ao ser nomeada secretária de Estado. ZEROHORA.COM COM...

Centrais sindicais comemoram e já preparam agenda para discutir com novo governo

03/11/2010
Reajuste do salário mínimo, fim do fator previdenciário, redução da jornada de trabalho, legislação para terceirização e política econômica são alguns dos temas na pauta do movimento sindical ao governo eleito. As centrais, que em sua maioria apoiaram a candidatura de Dilma Rousseff (PT), veem na presidente eleita as condições para manter o diálogo com o governo, mesmo sabendo de possíveis dificuldades. "Como todo governo, este também não é de um único partido", lembra o vice-presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), José Lopez Feijóo. "Sabemos que em uma aliança nem todas as nossas propostas são consenso. Temos de disputá-las. Mas, com este governo, não seremos recebidos por tropa de choque, mas para uma efetiva negociação", comparou. Para Feijóo, a eleição de Dilma representa a manutenção de um projeto que permitiu "a mais fantástica inclusão social da história deste país", além do respeito aos movimentos sociais. "E se mantém a lógica de que o Brasil precisa crescer a partir do crescimento do seu povo", observou. Ele cita como temas a serem discutidos a redução da jornada de trabalho, a convenção de 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT, contra dispensa imotivada) e, especificamente para a CUT, um debate sobre a modernização da organização sindical brasileira. Além disso, o pré-sal será uma oportunidade "para desenvolver uma enorme e poderosa cadeia produtiva na área de energia". O presidente da Força Sindical, o deputado federal reeleito Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT-SP), disse que o primeiro passo deve ser discutir o reajuste do salário mínimo e o aumento dos aposentados. Segundo ele, as primeiras conversas com o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, não foram conclusivas. Além disso, ele destacou questões como o fim do fator previdenciário e a regulamentação da terceirização. Em relação ao salário mínimo, a ideia, diz Paulinho, é usar como base o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano e não o de 2009, que foi zero. Isso representaria um reajuste de aproximadamente 13% (inflação de 5% e PIB entre 7% e 7,5%), o que levaria o mínimo a um valor próximo de R$ 580. Aposentadorias acima de um mínimo teriam 80% desse valor. O presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Wagner Gomes, lembrou o encontro de cinco centrais em 1º de junho no estádio do Pacaembu, em São Paulo, quando foi aprovada uma plataforma do movimento sindical para ser discutida com o governo. "Da mesma forma que apoiamos (Dilma), nós vamos começar a cobrar", afirmou, defendendo também a redução da taxa básica de juros da economia. Ele interpretação a vitória da candidata como um voto de aprovação ao governo Lula....

Presidente eleita divulga nomes da coordenação política da equipe de transição

03/11/2010
Em nota divulgada na tarde de terça-feira (2) a assessoria da presidente eleita Dilma Rousseff (PT) informou que a coordenação política da equipe de transição do governo de Dilma Rousseff ficará a cargo do vice-presidente eleito Michel Temer (PMDB), do presidente do PT, José Eduardo Dutra, e dos deputados federais Antonio Palocci (PT-SP) e José Eduardo Cardozo (PT-SP). Dutra, Palocci e Cardozo atuaram na coordenação da campanha de Dilma. Ao lado de Temer, vão comandar uma equipe de até 50 pessoas durante a transição. Segundo José Eduardo Dutra, será encaminhada para a Casa Civil uma lista inicial com 30 nomes, todos "eminentemente técnicos", para integrar a equipe de transição. Não foram divulgados os nomes da lista. Dutra afirmou ainda que o trabalho de coordenação não vai definir a composição de governo. O presidente do PT adiantou que vai conversar com representantes de todos os partidos da base aliada para recolher sugestões sobre a composição e as diretrizes para o próximo governo. O primeiro partido a ser ouvido é o PMDB. Na noite desta terça (2), está programado um jantar entre Dutra, Michel Temer e líderes do PMDB, na casa do vice-presidente eleito. "Hoje começa a conversa do ponto de vista que, ao escutar os diversos partidos, vamos saber como eles estão vendo essa composição. A minha intenção é que até a volta da presidente Dilma da viagem que ela vai fazer na semana que vem com o presidente eu já tenha conversado com todos os partidos", disse. Dutra afirmou que Dilma não irá ao jantar. Segundo ele, a presidente eleita viaja nesta quarta (3) pela manhã e só deve retornar a Brasília no domingo (7). Leia abaixo a íntegra da nota divulgada pela assessoria de imprensa da presidente eleita: A presidenta eleita Dilma Rousseff encaminhou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em atendimento à legislação em vigor, a relação de nomes que deverão integrar a equipe técnica de transição. Na oportunidade, esclarece que a coordenação política dessa equipe será feita pelo Vice-Presidente eleito Michel Temer, pelo coordenador geral da campanha José Eduardo Dutra, e pelos Deputados Federais Antônio Palocci e José Eduardo Cardozo. De acordo com o determinado pelo presidente Lula, os trabalhos da equipe técnica de transição serão realizados a partir do dia 8 de novembro. Brasília, 02 de novembro de 2010 Assessoria de imprensa da presidente eleita Dilma Rousseff...

Temer e Dutra fecham acordo para rodízio na Câmara e no Senado

03/11/2010
Em um jantar, o presidente do PT, José Eduardo Dutra, e o vice-presidente eleito, Michel Temer, os dois dirigentes dos partidos que integram a base da presidente eleita, Dilma Rousseff, fecharam acordo para estabelecer um “rodízio” entre o PT e o PMDB na presidência da Câmara e do Senado, durante o próximo governo. Com o acordo, as duas legendas que elegeram as maiores bancadas de deputados e senadores se alternarão na presidência das duas casas legislativas. “Fechamos este acordo para que possamos ter um governo tranquilo”, disse Michel Temer, atual presidente da Câmara, após o jantar que ocorreu na residência oficial da Câmara, em Brasília. Ele negou a existência de queixas entre integrantes do PMDB em relação à participação na campanha e na equipe de transição. "Se existem queixas, elas são isoladas, não são queixas generalizadas no PMDB". Outro acordo de rodízio já foi fechado entre o PT e o PMDB no passado, durante o segundo mandato do presidente Lula. Os dois presidentes não definiram qual dos dois partidos ficará na presidência das duas casas no primeiro biênio. De acordo com Dutra, esta decisão será tomada posteriormente, após conversas internas. “Vou conversar com os integrantes do PT e Temer vai fazer a mesma coisa no PMDB. Tenho certeza que vamos fechar este acordo em total harmonia”, disse Dutra. Temer e Dutra também conversaram sobre o início dos trabalhos da equipe de transição, previsto para a próxima segunda-feira (8), às 11h, em reunião a ser realizada no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) em Brasília. De acordo com Dutra, após instalada a equipe de transição, que será coordenada por Temer, Dutra, pelo ex-ministro Antonio Palocci e pelo secretário-geral do PT, José Eduardo Cardozo, os dirigentes tratarão de conversar individualmente com cada partido da coligação que elegeu Dilma. O objetivo das conversas, de acordo com Dutra, é levantar as expectativas de cada legenda de participação no governo e ter, até o fim da próxima semana, um quadro para ser apresentado à presidente eleita. "Nós não vamos definir ministérios. Isto é uma tarefa da presidente eleita. Vamos realizar as conversas para que, quando ela voltar da viagem que fará com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, possamos apresentar um quadro com a expectativa de cada partido”, disse Dutra. O presidente do PT evitou falar de prazos para as definições sobre o novo ministério. “Quem vai definir o tempo é a presidente. Ela vai definir o tempo, a forma e a composição”, afirmou.   Fonte: Agência...

Dilma diz que vai honrar as mulheres, erradicar a miséria e fortalecer a economia

01/11/2010
A presidenta Dilma Rousseff, eleita com mais de 55,7 milhões de votos, afirmou, durante pronunciamento após sua vitória, que fará um governo com foco na erradicação da pobreza, no fortalecimento da economia nacional e fará esforços por uma reforma política que eleve os valores republicanos. A primeira mulher a assumir o comando do Brasil abriu seu discurso assumindo o compromisso de “honrar as mulheres brasileiras, para que este fato, até hoje inédito, se transforme num evento natural”, disse. “Reforço aqui meu compromisso fundamental: a erradicação da miséria e a criação de oportunidades para todos os brasileiros e brasileiras. Ressalto, entretanto, que esta ambiciosa meta não será realizada pela vontade do governo. Ela é um chamado à nação, aos empresários, às igrejas, às entidades civis, às universidades, à imprensa, aos governadores, aos prefeitos e a todas as pessoas de bem. Não podemos descansar enquanto houver brasileiros com fome, enquanto houver famílias morando nas ruas, enquanto crianças pobres estiverem abandonadas à própria sorte. A erradicação da miséria nos próximos anos é, assim, uma meta que assumo, mas para a qual peço humildemente o apoio de todos que possam ajudar o país no trabalho de superar esse abismo que ainda nos separa de ser uma nação desenvolvida”, afirmou. A presidenta também alertou a nação que o reforço da economia brasileira terá que se dar pelo mercado interno, já que as nações desenvolvidas estão em dificuldades e continuarão assim por mais alguns anos e seguirão adotando medidas protecionistas. “No curto prazo, não contaremos com a pujança das economias desenvolvidas para impulsionar nosso crescimento. Por isso, se tornam ainda mais importantes nossas próprias políticas, nosso próprio mercado, nossa própria poupança e nossas próprias decisões econômicas”, salientou. Pré-sal Dilma frisou que a riqueza do petróleo do pré-sal será direcionada principalmente para o desenvolvimento da nação e não será usado com projetos “efêmeros”. “O Fundo Social é mecanismo de poupança de longo prazo, para apoiar as atuais e futuras gerações. Ele é o mais importante fruto do novo modelo que propusemos para a exploração do pré-sal, que reserva à Nação e ao povo a parcela mais importante dessas riquezas. Definitivamente, não alienaremos nossas riquezas para deixar ao povo só migalhas”, disse. Ela reafirmou que se empenhará para melhorar a conduta política do Brasil e pediu apoio dos partidos políticos para aprovar uma reforma política. “Nosso país precisa ainda melhorar a conduta e a qualidade da política. Quero empenhar-me, junto com todos os partidos, numa reforma política que eleve os valores republicanos, avançando em nossa jovem democracia”, discursou. A petista também reforçou seu compromisso com a liberdade de imprensa, de expressão e de credo. “Quem, como eu, lutou pela democracia e pelo direito de livre opinião arriscando...
Dilma derrota o atraso e é eleita a primeira mulher presidente do Brasil
01/11/2010
Dilma Rousseff, do PT, foi eleita neste domingo (31) a primeira mulher presidente da República do Brasil. Com 99,97% das urnas apuradas, ela alcança 55,7 milhões de votos, ou 56,1% do total. José Serra (PSDB), candidato da oposição, soma 43,7 milhões milhões de votos (43,9%). A finalização dos votos está prevista ainda para este domingo. Abstiveram-se 21,3% do total – 3,2 pontos percentuais a mais do que no primeiro turno, quando 18,1% deixaram de comparecer às urnas. Votaram em branco 2,3% e nulo 4,4%. Com a confirmação, Dilma Rousseff torna-se a primeira mulher eleita para ocupar a Presidência do Brasil. Ela deve assumir o cargo em 1º de janeiro....

Leia a íntegra do pronunciamento da presidente eleita Dilma Rousseff

01/11/2010
Leia abaixo a Íntegra do pronunciamento da presidente eleita Dilma Rousseff: Minhas amigas e meus amigos de todo o Brasil, É imensa a minha alegria de estar aqui. Recebi hoje de milhões de brasileiras e brasileiros a missão mais importante de minha vida. Este fato, para além de minha pessoa, é uma demonstração do avanço democrático do nosso país: pela primeira vez uma mulher presidirá o Brasil. Já registro portanto aqui meu primeiro compromisso após a eleição: honrar as mulheres brasileiras, para que este fato, até hoje inédito, se transforme num evento natural. E que ele possa se repetir e se ampliar nas empresas, nas instituições civis, nas entidades representativas de toda nossa sociedade. A igualdade de oportunidades para homens e mulheres é um principio essencial da democracia. Gostaria muito que os pais e mães de meninas olhassem hoje nos olhos delas, e lhes dissessem: SIM, a mulher pode! Minha alegria é ainda maior pelo fato de que a presença de uma mulher na presidência da República se dá pelo caminho sagrado do voto, da decisão democrática do eleitor, do exercício mais elevado da cidadania. Por isso, registro aqui outro compromisso com meu país: Valorizar a democracia em toda sua dimensão, desde o direito de opinião e expressão até os direitos essenciais da alimentação, do emprego e da renda, da moradia digna e da paz social. Zelarei pela mais ampla e irrestrita liberdade de imprensa. Zelarei pela mais ampla liberdade religiosa e de culto. Zelarei pela observação criteriosa e permanente dos direitos humanos tão claramente consagrados em nossa constituição. Zelarei, enfim, pela nossa Constituição, dever maior da presidência da República. Nesta longa jornada que me trouxe aqui pude falar e visitar todas as nossas regiões. O que mais me deu esperanças foi a capacidade imensa do nosso povo, de agarrar uma oportunidade, por mais singela que seja, e com ela construir um mundo melhor para sua família. É simplesmente incrível a capacidade de criar e empreender do nosso povo. Por isso, reforço aqui meu compromisso fundamental: a erradicação da miséria e a criação de oportunidades para todos os brasileiros e brasileiras. Ressalto, entretanto, que esta ambiciosa meta não será realizada pela vontade do governo. Ela é um chamado à nação, aos empresários, às igrejas, às entidades civis, às universidades, à imprensa, aos governadores, aos prefeitos e a todas as pessoas de bem. Não podemos descansar enquanto houver brasileiros com fome, enquanto houver famílias morando nas ruas, enquanto crianças pobres estiverem abandonadas à própria sorte. A erradicação da miséria nos próximos anos é, assim, uma meta que assumo, mas para a qual peço humildemente o apoio de todos que possam ajudar o país no trabalho de superar esse abismo que...

Consórcio contratou a firma da família de Paulo Preto

30/10/2010
Convertido em personagem da eleição pela campanha de Dilma Rousseff, Paulo Vieira de Souza volta às manchetes na beira das urnas.   Paulo Preto, como é conhecido, foi diretor de Engenharia da Dersa, a estatal rodoviária de São Paulo, entre 2007 e abril de 2010.   Entre as obras sob sua responsabilidade estava o Rodoanel.   Um dos consórcios contratados para tocar o empreendimento é o Andrade Gutierrez/Galvão.   Pois bem. Em notícia veiculada na Folha, o repórter Flávio Ferreira informa que, em 2009, esse consórcio contratou os serviços da firma Peso Positivo.   Figuram como sócios da empresa Fernando Cremonini (99%) e Maria Orminda Vieira de Souza (1%).   Fernando é genro de Paulo Preto. Maria Orminda, é mãe do ex-diretor da Dersa. A Peso Positivo recebeu pelo contrato R$ 91 mil.   Para quê? Segundo informam o contratante e o contratado, para prover serviços de guindaste.   Cremonini, o sócio majoritário da Peso Positivo, é casado com Tatiana Arana Souza Cremoni.   Vem a ser aquela filha de Paulo Preto contratada para trabalhar no governo de São Paulo, sob José Serra.   Ouvida, a empresa da família de Paulo Preto disse, por meio do advogado José Luiz Oliveira Lima, que tudo sucedeu dentro da lei.   Segundo Oliveira Lima, a família de Fernando Cremonini atua no ramo de aluguel de guindastes há 38 anos.   O consórcio Andrade Gutierez/Galvão informou que, a exemplo de outros fornecedores, a Peso Positivo foi contratada “de acordo com a legislação em vigor”.   Em representação protocolada no Ministério Público estadual, o PT-SP requereu a investigação dos negócios da Peso Positivo.   Para sorte do tucanato, a eleição termina neste domingo (30). Paulo Preto já não pode ser levado à propaganda de Dilma como peso negativo para Serra.   Para azar, as investigações que enredam o personagem vão se prolongar no tempo.   Sempre que um tucano acusar um petista de malfeito, ouvirá a incômoda pergunta: E o Paulo Preto?   Assim caminha a política brasileira, em marcha batida para a autodesmoralização coletiva. Fonte: Blog Josias de...

Quem cuida dos pobres em São Paulo é o governo federal

30/10/2010
A candidata à presidência, Dilma Rousseff, afirmou ontem, durante debate da TV Globo, que quem cuida das pessoas carentes em São Paulo, estado governado até março desse ano pelo candidato tucano, José Serra, é o governo federal, com os programas sociais da gestão petista. Ela reclamou ainda que o governo do PSDB dificulta o acesso ao benefício. “Quem cuida de pobres em São Paulo é o governo federal. São Paulo tem 1,4 milhão de famílias que precisam do Bolsa Família. Atendemos apenas 1,1 milhão. E essas 300 mil não atendemos porque o município e o estado não fazem cadastro”, disse. Segundo ela, a questão social para ela não é um detalhe. É o centro da sua proposta. “A questão social é fundamental no meu projeto. Além do concreto e do cimento, o que é mais importante é a vida das pessoas. Tiramos 28 milhões da pobreza e vou tirar os 21 milhões que ainda estão na pobreza extrema”,...

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