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Sinergia lança 7º Concurso Literário de Conto e Poesia

07/10/2010
Com o objetivo de estimular a produção literária em Santa Catarina, divulgar a produção local e promover o intercâmbio e a inclusão cultural, o Sindicato dos Eletricitários de Florianópolis – Sinergia acaba de lançar a 7ª edição do Concurso Literário de Conto e Poesia. A partir de 24 de setembro até 10 de dezembro de 2010, os interessados podem enviar material para o concurso. A seleção e divulgação dos classificados deve acontecer até o final de abril de 2011. Um livro será publicado com os 30 poemas e 15 contos escolhidos pela comissão selecionadora. Os autores, além da publicação dos trabalhos, receberão 15 exemplares do livro.   Realizado com regularidade desde 1992, o concurso do Sinergia tem se constituído como uma das mais importantes iniciativas na área em Santa Catarina. O sindicato, que há 20 anos tem uma marcante atuação cultural na capital, busca com esse concurso literário cumprir um importante papel de propiciar espaços que contribuam para o exercício crítico e criativo.   O livro publicado é distribuído gratuitamente para todas as bibliotecas públicas do Estado de Santa Catarina, entidades culturais do estado e do país. Até a 6ª edição (2008), mais de 2000 pessoas já haviam passado pelo concurso com quase 5000 trabalhos inscritos. Participam pessoas de todas as regiões do estado e de todas as faixas etárias. Vários dos classificados nas edições anteriores do concurso atuam hoje na área da literatura.   Como participar O concurso tem abrangência estadual é aberto à participação dos catarinenses (nascidos ou residentes no estado). Os participantes poderão apresentar até 3 textos inéditos em cada gênero, com temática livre. A única limitação é no tamanho, pois os contos podem ter no máximo seis páginas e os poemas três páginas. O regulamento está disponível no sítio do Sinergia (www.sinergia.org.br/categoria/cultura). Maiores informações pelo e-mail contato@sinergia.org.br ou pelo telefone 48 3879-3011.     Comissão Organizadora: Sigval Schaitel [8829-5929] e Julia Maris de Souza [9989-4126] Sindicato dos Eletricitários de Florianópolis – Sinergia Rua Lacerda Coutinho nº 149, Caixa Postal 1449 CEP 88015-030, Florianópolis-SC, fone 48 3879-3011....

Brasil é exemplo em transparência, agilidade e segurança nas eleições

06/10/2010
Menos de 24 horas após a conclusão do processo eleitoral realizado no último domingo (3) em todo o País, já era possível conhecer os representantes escolhidos por mais de 111 milhões de brasileiros que foram às urnas nos 26 estados mais o Distrito Federal. Enquanto os americanos, por exemplo, esperam dias e até semanas para conhecerem os candidatos eleitos, no Brasil, o resultado sai em poucas horas. A tecnologia das urnas eletrônicas brasileiras, responsável pela agilidade na divulgação dos resultados eleitorais, já é referência mundial. A votação realizada no domingo, foi acompanhada de perto por mais de 150 representantes de organizações públicas e não governamentais de 36 países e entidades estrangeiras. É a maior missão de observadores estrangeiros já recebida no País, no período eleitoral, segundo a assessoria internacional do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A Argentina e o México são os países que mais enviaram observadores – 33 e 12, cada um. Entre os observadores estavam representantes da Organização das Nações Unidas, do Parlamento da América Latina e do Conselho Internacional de Educação Eleitoral. Para o deputado Rubens Otoni (PT-GO), que acompanhou os testes nos primeiros protótipos da urna eletrônica, nos anos 90, o Brasil dá um exemplo ao mundo de como usar a tecnologia para agilizar e, ao mesmo tempo garantir a segurança das eleições nacionais. “Ter votações eletrônicas no Brasil era um sonho nos anos 90. Hoje, após os inúmeros avanços nas tecnologias desenvolvidas por empresas brasileiras, as eleições brasileiras são exemplo de transparência, agilidade, eficiência e segurança”, avalia. O parlamentar lembra que o sistema foi alvo de grande polêmica na época de sua implantação, mas que hoje já conta com a confiança e aprovação da população brasileira. “Além de ser uma tecnologia 100% desenvolvida em nosso País, as urnas eletrônicas estão em constante processo de aperfeiçoamento. Nas próximas eleições o País já deverá contar com um sistema de identificação biométrica nas urnas, que aumentará ainda mais a segurança do processo de votação”, adiantou. Nas eleições ocorridas no domingo, o sistema já estava em teste para cerca de mil eleitores brasileiros. Modelo – De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o modelo de urnas eletrônicas do País está em fase de negociação com vários países, como a Itália e Rússia. A Justiça da Itália analisa a possibilidade de usar o sistema brasileiro de urnas eletrônicas na votação dos italianos, que moram no Brasil, nas eleições presidenciais daquele País em 2012. No caso da Rússia, o objetivo é fazer a parceria com o Brasil para adotar a informatização nas eleições de 2015....
Cartilha “O Brasil no Rumo Certo” mostra as realizações do Governo Lula e traça alguns comparativos com governo FHC
06/10/2010
A Comissão Executiva Nacional do PT elaborou uma cartilha que contém um balanço de parte das realizações do Governo Lula. No documento também estão algumas comparações com o que foi realizado durante o governo FHC. Clique aqui para acessar a cartilha O Brasil no Rumo Certo, em PDF. IMPORTANTE: Na hipótese de reprodução impressa devem ser observados os requisitos exigidos pela legislação eleitoral em vigor....

TRE-SP aceita denúncia de analfabetismo contra Tiririca

05/10/2010
O juiz da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, Aloísio Sérgio Rezende Silveira, aceitou ontem denúncia oferecida pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) contra Francisco Everardo Oliveira Silva, o Tiririca, eleito com cerca de 1,3 milhão de votos para o cargo de deputado federal, pela coligação "Juntos por São Paulo". Para o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), a prova técnica apresentada sobre alfabetização de Tiririca justifica o recebimento da denúncia, anteriormente rejeitada, para início da ação penal. Segundo o juiz, "a prova técnica produzida pelo Instituto de Criminalística (IC) aponta para uma discrepância de grafias", o que leva a uma razoável dúvida sobre uma das "condições de elegibilidade inseridas em declaração firmada pelo acusado no momento do pedido de registro de candidatura a deputado federal para concorrer às eleições 2010, por meio da qual afirma que sabe ler e escrever". O prazo para apresentação de defesa é de dez dias. A denúncia foi recebida como complementação a uma outra, recebida em setembro, por omissão da declaração de bens no pedido de registro. A pena prevista para esse crime é de até cinco anos de reclusão e o pagamento de cinco a 15 dias-multa por declaração falsa ou diversa da que deveria ser escrita para fins eleitorais em documento público. Ainda cabe recurso ao TRE. Além da denúncia oferecida pelo MPE na 1ª Zona Eleitoral, tramita no TRE de São Paulo um requerimento que contesta o registro de candidatura de Tiririca. O documento será analisado pelo juiz...

Próximo presidente trabalhará com Orçamento de R$ 2,048 trilhões

05/10/2010
O próximo presidente da República contará com um Orçamento de aproximadamente R$ 2,048 trilhões. Para elaborar esse orçamento, o primeiro passo é estimar as receitas, que são classificadas em financeiras e não financeiras ou primárias. No primeiro caso, as receitas originam-se de operações financeiras. No segundo, da arrecadação de impostos. Como deve haver um equilíbrio, na contabilidade ideal, as despesas e receitas terão que apresentar um mesmo valor. Cabe à Receita Federal elaborar a previsão das receitas que permitirão ao governo federal fazer os gastos previstos na Lei Orçamentária. Nesse sentido, é papel da Receita elaborar uma política tributária, além de contribuir com projeções e estudos sobre o impacto da legislação na arrecadação de impostos e as consequências de renúncias e incentivos fiscais. Por e-mail, o assessor técnico da Receita João Maurício Vital informou que, para fazer a previsão das receitas tributárias e previdenciárias, o órgão usa métodos que analisam o comportamento histórico da arrecadação, as variáveis macroeconômicas de preços e quantidades e as estimativas dos efeitos das alterações na legislação tributária. No caso das variáveis econômicas, explicou João Vital, as projeções são de responsabilidade da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, que disponibiliza uma grade de parâmetros com a projeção dos principais fatores que influenciam no comportamento dos tributos. Já as estimativas de impactos das alterações na legislação tributária são produzidas pela própria Receita Federal. “A estimativa de receitas é feita por impostos e o processo associa os efeitos de preço e quantidade mais aderentes a cada base de cálculo específica”, disse. Assim, à base de arrecadação do Imposto de Importação, por exemplo, associam-se as expectativas de variação da taxa de câmbio (em dólar) e as estimativas de crescimento dos volumes de importação. No caso da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), cobrada das empresas pela União para atender a programas sociais do governo federal, associam-se as expectativas de inflação e crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Como no primeiro ano de governo o novo presidente terá que elaborar o Plano Plurianual (PPA) para os quatro anos seguintes, cabe também à Receita Federal o trabalho de previsão e análise da arrecadação desse período. O PPA é um planejamento estratégico de médio prazo previsto na Constituição, e deve ser uma das primeiras preocupações do novo presidente. O plano passa a valer a partir do segundo ano de gestão até o primeiro ano do próximo mandato. As estimativas são consideradas para a elaboração do Plano Plurianual, do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e dos decretos de programação financeira. “A cada um desses momentos, novas grades de parâmetros são produzidas pela Secretaria de Política Econômica e novos cálculos são feitos ou atualizados pela Receita Federal”,...
Reunião com aliados eleitos mostra a força política da candidatura de Dilma
05/10/2010
O primeiro dia do segundo turno foi uma oportunidade para celebrar a vitória de aliados e de acertar a estratégia da campanha presidencial neste mês. A candidata Dilma Roussef recebeu nesta segunda-feira (4), em Brasília, todos os governadores da sua base aliada eleitos no primeiro turno, mais os senadores e deputados de vários partidos para uma reunião. O encontro serviu para unir forças e traçar estratégias para a vitória no segundo turno, contra o candidato que representa do governo Fernando Henrique Cardoso e o período em que o Brasil não crescia, não distribuía renda e não gerava empregos. Dilma parabenizou a todos pelas suas vitórias, agradeceu o apoio que recebeu nos estados e pediu ajuda para vencer a segunda parte do pleito. “Vocês nos ajudarão a fazer o enfrentamento daqui para frente. Suportamos durantes seis meses o embate. E, agora, contamos com a ajuda de vocês para vencer e continuar o projeto do presidente Lula”, conclamou. Todos lamentaram os ataques de baixo nível dos adversários, que tiraram as chances de vitória no primeiro turno, mas demonstraram que estão preparados para dar a vitória à Dilma. A maioria dos aliados também sugeriu à candidata que não responda a esses ataques e continue a apresentar suas propostas, porque a população sabe que sua vida melhorou no governo Lula. Conversa com Marina Também ficou decidido que a coligação fará uma aproximação com a candidata do PV, Marina Silva, mas que respeitará o tempo de decisão da senadora. “Não temos porque não pedir o apoio da Marina. Acho que ela tem mais relações conosco do que com nosso adversário. Mas essa conversa tem que ser respeitosa e cada um tem seu tempo para amadurecer as decisões. Temos que aguardar o tempo dela”, defendeu Dilma. A candidata também falou que a reunião era para mobilizar os aliados para a vitória. “Essa é uma reunião de mobilização. A gente preciso que nos estados os eleitos assumam a função de coordenadores da campanha”, explicou a candidata aos aliados....

As boas notícias acerca do mercado de trabalho

04/10/2010
O mercado de trabalho brasileiro continua produzindo boas notícias. Segundo a PED-Metropolitana, do DIEESE, a taxa de desemprego total, nos últimos 12 meses, recuou de 14,4%, em agosto de 2009, para 11,9% em agosto último. Nos últimos 12 meses, findos em julho último, o rendimento médio real dos ocupados aumentou 4,1%. O resultado é um aumento na massa de rendimentos, que, nos últimos 12 meses, encerrados em julho, cresceu 8,1%, como resultado de aumentos do nível de ocupação e do rendimento médio. A taxa de desemprego medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), segue na mesma direção, registrando 6,7% em agosto, a menor taxa desde o início da série histórica, em março de 2002. A massa de rendimentos, por sua vez, segundo o IBGE, expandiu 8,8% nos últimos 12 meses. O forte ritmo de crescimento do emprego vem melhorando, inclusive, a sua qualidade. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério do Trabalho, nos primeiros seis meses de 2010, a diferença entre o salário médio dos demitidos e dos admitidos foi reduzida pela metade em relação à igual período de 2009. No primeiro semestre deste ano, o salário médio dos novos contratados foi de R$ 821,13, 7,2% menor que o salário dos demitidos no mesmo período. Mas, no primeiro semestre de 2009, a diferença chegava a 13,2%, segundo a mesma fonte. O fenômeno é típico de períodos em que a economia está aquecida e o mercado está demandando mão de obra em quantidade, o que reduz a margem de achatamento salarial via rotatividade, estratégia bastante utilizada pelas empresas, especialmente em período de crises. Se o atual processo de aquecimento do mercado de trabalho persistir, a tendência é reduzir o índice de rotatividade, já que a redução da diferença entre os salários de admissão e demissão implica em custo maior para rodar o funcionário. Em um período em que cai a taxa de desemprego, o mercado bate recordes de geração de emprego formal, o salário médio cresce, fica cada vez mais difícil as empresas reduzir despesas se valendo da rotatividade da economia. Outro fato que inibe a referida política são os ganhos reais que vêm obtendo o salário mínimo nos últimos anos, que têm provocado também, e de forma generalizada, uma elevação dos pisos das categorias, acima da inflação. Isso inibe também a contratação por salário muito abaixo do que recebia o trabalhador demitido. Um detalhe importante também é que, em períodos de crescimento do emprego, como o atual, eleva-se a tendência de o trabalhador tomar a iniciativa para trocar de emprego, em busca de melhores salários, o que eleva a rotatividade. Autor: José Alvaro – Economista...

Lula: nordestino, operário, brasileiro

04/10/2010
Fomos nos acostumando tanto com o sucesso de Lula, seja no seu governo, seja na projeção internacional, que às vezes não temos suficientemente presente todas as dimensões desse fenômeno. Pudemos entrevistá-lo e nos darmos conta do amadurecimento político com que Lula chega ao fim do mandato, o entusiasmo com que termina esses impressionantes 8 anos e as qualidades que lhe permitiram, em uma arquitetura genial, ser o artífice da candidatura da Dilma. Solicitamos a entrevista, conseguida para três dias antes das eleições, horas depois de Lula ter chegado do penúltimo comício, em Sergipe, e horas antes do último, no ABC (ele promete seguir fazendo passeatas silenciosas – permitidas pela legislação eleitoral). Quisemos que fosse uma modalidade mais ampla, democrática. Para isso, convidamos os dois principais diários de esquerda do continente – Página 12, da Argentina, que mandou o melhor jornalista argentino da atualidade, Martin Granovski, e La Jornada, do México, que mandou sua notável diretora, Carmen Lira. Ambos tem tiragens importantes – La Jornada é o segundo em tiragem no México, com 8 edições regionais -, com sites com entradas diárias muito grandes, publicações que destoam claramente do resto da imprensa dos seus países, muito similar à nossa. Por outro lado, quisemos abrir consultas com os leitores sobre as perguntas que gostariam de fazer a Lula, sabendo que seria impossível fazê-las todas, pela quantidade, mas para sentir os temas principais de interesse dos leitores. Eu disse a Lula que, no momento do início da entrevista, já havia mais de 250 perguntas, que nos comprometíamos a fazer-lhe chegar todas por escrito. Nos reunimos com Lula, os três, alternando as perguntas e às vezes estabelecendo um diálogo. Assistiram ou passaram em algum momento, Gilberto Carvalho, Franklin Martins, Alexandre Padilha e Marco Aurélio Garcia. No final pudemos conversar um pouco em off com o Lula. Na saída já nos entregaram o DVD com a gravação integral da reunião, nos enviaram fotos e mais tarde a entrevista integralmente degravada. Claramente o tema das comunicações foi dos mais reiterados, como se pode ver pela íntegra da entrevista publicada. Quisemos que fosse publicada na íntegra. Esta também deve ser uma prática da imprensa alternativa, não se dar o direito de selecionar o que parece a editores valer a pena submeter aos leitores. A internet não deve ser só um meio tecnicamente diferenciado, mas uma forma diferente, pluralista, alternativa, de fazer comunicação. Apesar das intensas atividades e emoções correspondentes, Lula estava com ótimo ânimo, coerente com o tamanho da vitória que se aproxima. Despreocupado se a vitória se dará no primeiro turno – hipótese claramente mais provável – ou no segundo, mas seguro de que termina seu mandato – como disse ele, onde muitos nem começaram...
Dilma: garra e energia para vencer o segundo turno
04/10/2010
Garra e energia foram as palavras escolhidas pela candidata Dilma Rousseff para definir como serão os próximos dias na disputa do segundo turno das eleições presidenciais. Num pronunciamento em Brasília, a petista citou os mais de 47 milhões de votos que ela recebeu hoje dos eleitores de todo país. A candidata salientou que a disputa do segundo turno será importante para detalhar suas propostas, principalmente em relação à erradicação da miséria no país e ao desenvolvimento que atenda todos os 190 milhões de brasileiros. “Vou encarar esse segundo turno com muita garra e energia", disse Dilma, ao lado dos coordenadores de sua campanha e do ministro da Fazenda, Guido Mantega. “Agradeço os votos e me sinto honrada por eles. Agradeço os candidatos que concorreram nesse pleito. Cumprimento o candidato José Serra, a candidata Marisa [Silva] pelo desempenho. E cumprimento também o candidato Plínio [Arruda] e os demais candidatos”, afirmou. Militância Segundo ela, foi fundamental o papel aguerrido dos militantes de todos os partidos que compõem a coligação Para o Brasil Seguir Mudando na reta final do primeiro turno das eleições. Disse que eles são guerreiros e têm "grande poder de chegada". “Quero destacar e fazer um agradecimento especial para nossa militância aguerrida, tanto do meu partido como dos partidos aliados. Nós somos bastante guerreiros e somos acostumados a desafios, e somos de chegada. Tradicionalmente, a gente tem desempenhado bom no segundo turno”, disse, animada. Dilma cumprimentou também os parlamentares aliados e de oposição que se elegeram nesse domingo e comemorou que as eleições transcorreram dentro da normalidade sem grandes incidentes. “Cumprimento não só as dezenas de senadores e centenas de deputados da base aliada, mas também os senadores e deputados da oposição. Tivemos uma eleição com normalidade e foi um momento especial porque somos uma das maiores democracias do mundo e temos imensa capacidade de viver com o contraditório e as discussões”, salientou. Entrevista Dilma fez o breve pronunciamento e convocou os jornalistas para uma entrevista coletiva às 16h de segunda-feira. “Por hoje, faço só uma declaração, tanto em respeito a nossa militância, aos votos que recebemos, mas também em respeito a vocês [jornalistas] que esperaram longamente em todos os lugares que estive”, disse....

Conheça os 40 deputados estaduais eleitos

04/10/2010
A Tríplice Aliança, formada pelo PMDB, PSDB e DEM, repetiu o desempenho de 2006 e garantiu uma bancada com 23 deputados. A diferença da votação feita pela Tríplice Aliança em relação às eleições de 2006 foi a votação dos candidatos do Democratas. Além de assegurar uma cadeira a mais, sete, o partido do novo governador teve os dois candidatos mais votados: Gelson Merísio, do Oeste, e Cesar Souza Júnior, da Grande Florianópolis. A novidade do DEM foi o ex-prefeito de Rio do Sul, Jorge Teixeira. Nessa relação de forças da Tríplice Aliança, o PMDB perdeu uma cadeira e passou a ter 10 vagas na Assembleia, tendo como maior expoente o ex-secretário Estadual de Coordenação e Articulação, Valdir Cobalchini, terceiro mais votado. A novidade é o ex-secretário regional de Ibirama, Aldo Schneider. O PSDB manteve as mesmas seis cadeiras, com a reeleição de quatro deputados e ainda resgataram o ex-deputado Serafim Venzon. Na oposição também não houve grandes surpresas. O PT reelegeu deputado, recolocou na Assembleia dois ex-presidentes do Legislativo catarinense (Neodi Saretta, de Concórdia, e Volnei Morastoni, de Itajaí), e apresentou como novidade a vereadora de Chapecó, Luciane Carminatti. O PP também reelegeu deputados e renovou apenas com o ex-prefeito de Sombrio e ex-presidente da Fecam, José Milton Schaeffer, o Zé Milton. Narciso Parisotto (PTB), Sargento Soares (PDT), Angela Albino (PCdoB) e Altair Guidi (PPS) asseguraram vagas para seus partidos e completaram a nem tão nova composição da Assembleia Legislativa.   Confira a lista: Ada de Luca (PMDB) Aldo Schneider (PMDB) Altair Gudi (PPS) Ana Paula (PT) Angela (PCdoB) Antonio Aguiar (PMDB) Carlos Chiodini (PMDB) Cesar Souza Júnior (DEM) Comin (PP) Dado Cherem (PSDB) Darci de Matos (DEM) Dirceu Dresch (PT) Dóia (PSDB) Elizeu Matos (PMDB) Gelson Merisio (DEM) Gilmar Knaesel (PSDB) Ismael (DEM) Jailson Lima (PT) Jean Kuhlmann (DEM) Joares Ponticelli (PP) Jorge Teixeira (DEM) José Nei Ascari (DEM) Kennedy Nunes (PP) Lício (PP) Luciane Carminatti (PT) Manoel Mota (PMDB) Marcos Vieira (PSDB) Moacir Sopelsa (PMDB) Neodi Saretta (PT) Nilson Gonçalves (PSDB) Padre Pedro (PT) Parisotto (PTB) Renato Hinnig (PMDB) Sargento Soares (PDT) Serafim Venzon (PSDB) Silvio Dreveck (PP) Titon (PMDB) Valdir Cobalchini (PMDB) Volnei Morastoni (PT) Zé Milton (PP)...

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