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Centrais sindicais de Santa Catarina apoiam Haddad no segundo turno
15/10/2018
Sindicalistas apoiam Haddad porque ele está comprometido com a valorização das estatais, empresas e bancos públicos, redução dos juros, isenção do IR para trabalhadores que ganham até 5 SM e Previdência Social Na quarta-feira, 10/10, a CUT-SC se reuniu com representantes da CTB, Intersindical, CSP-Conlutas e outras entidade para organizar ações de mobilização em Santa Catarina para o segundo turno das eleições para presidente. Assim como em nível nacional, no Estado as maiores centrais sindicais também se unificaram em apoio à candidatura do petista Fernando Haddad à Presidência da República. A unidade é porque todas as entidades entendem que Haddad é o único candidato comprometido com a democracia, os direitos sociais e a soberania nacional, enquanto o outro candidato, Jair Bolsonaro (PSL), representa o autoritarismo, a desnacionalização da economia e a extinção dos direitos sociais e trabalhistas. As centrais encaminharam um material unificado que será distribuído no Estado para dialogar com a população sobre as propostas de Haddad para a classe trabalhadora e sobre os retrocessos que Bolsonaro representa. Calendário de panfletagens para semana que vem:   Terça-feira (16/10) – Esquina Democrática – Florianópolis, às 10h   Quarta-feira (17/10)* – Praça de Palhoça, às 9h   Quinta-feira (18/10) – Praça de Biguaçu, às 9h   Sexta-feira (19/10) – Kobrasol – São José, às 9h             Fonte: CUT-SC | Escrito por: Pricila...
Shoppings não podem abrir domingos e feriados em Salvador até nova CCT
15/10/2018
Os shoppings centers de Salvador não poderão exigir trabalho de seus empregados em lojas e unidades administrativas aos domingos e feriados até a celebração de nova convenção coletiva que regulamente o assunto. A decisão é do juiz do Trabalho José Arnaldo de Oliveira, substituto da 18ª Vara do Trabalho de Salvador, que considerou o fato de a última convenção da categoria ter expirado em 28/2/2018. A decisão do magistrado inclui os domingos marcados para as votações do 1º e do 2º turno das eleições e considera também algumas exceções. O magistrado estipulou multa de R$ 1 mil por cada empregado que comparecer nestes dias, revertida em favor do Sindicato dos Empregados no Comércio da Cidade do Salvador. O Sindicato dos Lojistas foi notificado da decisão no dia 5 de outubro, por oficial de Justiça. A questão chegou à 18ª Vara por meio de ação movida pelo Sindicato dos Empregados (processo n. 0000179-84.2018.5.05.0018) contra o Sindicato dos Lojistas do Comércio do Estado da Bahia e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado da Bahia. EXCEÇÕES – O Decreto nº 16.795, de 21 de setembro de 2006, que regulamenta a Lei Municipal nº 6.940/2006, dispõe no seu artigo 2º que o funcionamento do comércio é autorizado: nos domingos de dezembro; em todos os domingos dos meses de junho e janeiro, exceto aquele que coincida com o dia 1º de janeiro; nos dois últimos domingos que antecedem o dia das mães, o dia dos pais e o dia das crianças. Secom TRT5 (Franklin...
Plano econômico de Bolsonaro regride a liberalismo pré-Geisel
10/10/2018
Capitaneado pelo economista ultraliberal Paulo Guedes, propostas do candidato devem aprofundar desigualdades e ampliar a concentração de renda, aprofundando políticas do governo Temer   O tema da desigualdade aparece apenas no programa de governo do candidato a presidente a Jair Bolsonaro (PSL) como uma consequência do desequilíbrio fiscal do Estado, defendendo cortes nas despesas públicas com a proposta de orçamento de “base zero” e privatização de estatais como formas de equilibrar as contas públicas. O candidato e o seu economista Paulo Guedes baseiam-se na crença ultraliberal de que a “economia de mercado é o principal instrumento de criação de empregos, renda e inclusão social”. Seu vice já falou até em acabar com o 13º. Trata-se de um “pressuposto falso”, segundo o professor do Instituto de Economia da Universidade de Campinas (Unicamp) Eduardo Fagnani, pois é um “dado histórico e evidente” que as economias de mercado criam a desigualdade. Ele diz que essa visão liberal havia sido abandonada ainda durante a ditadura, quando o plano econômico elaborado no governo Geisel – o segundo Plano Nacional de Desenvolvimento (PND) – explicitava que “a política econômica isoladamente é incapaz de reduzir a desigualdade social”. Era uma crítica às diretrizes econômicas adotadas pelos governos militares até então, resumidas no lema “fazer o bolo crescer para depois dividir” do economista Delfim Neto, então ministro da Fazenda dos governos Médici (1967-69) e Costa e Silva (1969-73), responsável pelo chamado “milagre econômico”. Era quando o país crescia a altas taxas, com a riqueza produzida apropriada por uma minoria, que ficava com a maior parte do “bolo”, aprofundando a concentração de renda e a desigualdade. Segundo Fagnani, a política econômica ultraliberal idealizada por Bolsonaro e Guedes representa uma radicalização das propostas adotadas no governo Temer, que apostou no corte dos gastos públicos que, em pouco tempo, produziram resultados catastróficos. “É levar ao limite a política econômica do governo Temer. E essa política, em dois anos já provocou aumento da desigualdade, aumento da pobreza, do trabalho infantil, da evasão escolar, porque as crianças têm que trabalhar para ajudar no sustento da família. Depois de 30 anos, a mortalidade infantil aumentou. Produziu todos esses resultados em termos de desigualdade. Agora vai pegar essa política e levar ao limite? Será que vamos ter crescimento?”, questiona. Nos últimos quatro anos, a miséria no Brasil subiu 33%. São cerca de 6,3 milhões de “novos pobres” – o equivalente à população do Paraguai, segundo estudo intitulado Qual foi o impacto da crise sobre a pobreza e a distribuição de renda?, elaborado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) Social. Desde 2014, o índice Gini, que mede a desigualdade, subiu numa velocidade 50% maior do que a queda registrada no período anterior iniciado em 2001, explicitando o aumento da concentração de renda. “Países que tiveram um Estado de bem-estar social, onde a desigualdade é relativamente menor, combinaram tributação...
Propostas econômicas de Bolsonaro prejudicam a classe trabalhadora
08/10/2018
Economistas afirmam que as propostas de Bolsonaro não vão gerar empregos e melhorar a economia do País. Para eles, o plano de governo do candidato do PLS aumenta a desigualdade social   As propostas do candidato de extrema-direita à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL) fomentam o ódio e a violência na sociedade brasileira e não têm sequer uma solução para gerar emprego e renda, aquecer a economia e promover o desenvolvimento econômico, com justiça e inclusão social. O economista Paulo Guedes, guru de Bolsonaro e anunciado como futuro ministro da Fazenda em um eventual governo do ex-militar, apresentou sem constrangimento propostas que favorecem suas próprias empresas, além das que prejudicam fortemente a classe trabalhadora e a população mais pobre, como o fim do descanso semanal ao trabalhador rural, o aumento da alíquota do imposto de renda para os mais pobres, menos direitos trabalhistas, como o fim do 13º salário – proposta feita pelo seu candidato a vice, General Mourão -, o fim do combate ao trabalho análogo à escravidão e a volta da CPMF. As propostas, que seriam uma tragédia para os trabalhadores e trabalhadoras, dialogam com o comportamento do candidato nas votações na Câmara dos Deputados. Bolsonaro disse sim a proposta de aumento do próprio salário e um sonoro não à PEC das Domésticas, que garante o mínimo de direitos e dignidade a essa parcela considerável da classe trabalhadora brasileira, além de votar a favor da reforma Trabalhista, que acabou com mais de 100 artigos da CLT e legalizou o bico e todas as formas fraudulentas de contratação, e da PEC do Fim do Mundo, que congelou por 20 anos os investimentos em áreas públicas como saúde e educação. Para a professora de economia da USP Leda Paulani, ao votar contra as domésticas e pelo fim de 100 itens da CLT, Bolsonaro demonstra que “entende de economia tanto quanto ela entende de física quântica”, ironiza. “Uma vitória desse candidato aprofundaria ainda mais a crise e a perda de outros direitos básicos, como o 13º salário e as férias remuneradas, assim como propõe o vice na chapa dele, o General Mourão”, alerta a professora de economia. “Ele é contra todos os direitos relacionados à população mais vulnerável, que trabalha sem direitos. Por isso, é evidente que ele não apoiaria um projeto que protege os direitos das trabalhadoras domésticas”, diz a professora. O mesmo se pode dizer sobre o voto de Bolsonaro a favor da PEC do Fim do Mundo. A professora explica que congelar os investimentos públicos por 20 anos faz parte de uma visão de controle do Estado pela iniciativa privada. Com isso, diz ela, o mercado financeiro garante o pagamento da dívida, mas constrange o Estado,...
SC: Maioria dos deputados do MDB de Temer votou contra os trabalhadores
05/10/2018
Dez deputados federais de Santa Catarina aprovaram a reforma Trabalhista, a terceirização, a PEC do Teto e a entrega do pré-sal, entre outras maldades de Michel Temer Capitaneados por Valdir Colato, outros quatro deputados federais do partido do ilegítimo e golpista Michel Temer (MDB-SP) – Celso Maldaner; Mauro Mariani, Rogério Peninha Mendonça e Ronaldo Benedet -, votaram a favor da reforma Trabalhista, que acabou com 100 itens da CLT e precarizou as condições de trabalho no Brasil, com empregos sem direitos e mal remunerados. Mas, o pacote de maldades que a bancada de Santa Catarina não teve dó de jogar nas costas dos trabalhadores e trabalhadoras e da população mais pobre, que precisa de programas sociais e serviços públicos de qualidade, foi maior ainda. Além de tirar direitos trabalhistas, eles aprovaram medidas como a terceirização, a entrega do pré-sal e a PEC do Teto dos Gastos Públicos, que congela os investimentos do governo por 20 anos em diversas áreas, incluindo, essenciais como saúde e educação. Entre os deputados que traíram o Brasil e a classe trabalhadora está Valdir Colato, do MDB de Temer, que votou a favor de todas as propostas do governo golpista que tiraram direitos sociais e trabalhistas. Além disso, ele votou pelo  impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff, sem que crime algum tivesse sido comunido, ajudando a dar um golpe na democracia, protegeu Temer ao votar contra o processo em que se pedia abertura de investigação do golpista por corrupção passiva – Temer foi o primeiro presidente brasileiro denunciado durante o exercício do mandato por um crime comum. Colato também foi relator de um projeto de lei que visa liberar a caça de animais selvagens no Brasil. Os outros deputados federais catarinenses que votaram a favor das maldades propostas por Temer são: João Paulo Kleinübing (PSD), que votou pela reforma Trabalhista e Terceirização; João Rodrigues, também do PSD, votou a favor da reforma Trabalhista; Jorginho Mello (PR), além do fim da CLT, votou pela entrega do pré-sal a grupos estrangeiros; Já o tucano Marco Tebaldi (PSDB), votou a favor da reforma, da terceirização, da PEC do Teto dos Gastos Públicos e a entrega do pré-sal. Além dele, votaram a favor do capital internacional em detrimento da Petrobras e dos interesses da soberania nacional, Carmen Zanotto (PPS), e  Geovania de Sá (PSDB). Outro político bastante conhecido dos catarinenses que votou contra os interesses do país foi o ex-governador do estado e ex-prefeito de Florianópolis, Esperidião Amin (PP).  Candidato ao Senado, Amin votou a favor da entrega do pré-sal, da PEC do Teto dos Gastos Públicos e pelo impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff.   Fonte: CUT Brasil | Escrito por: Rosely Rocha | Imagem: Alex...

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