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Seguro- desemprego em SC: primeiro recuo desde 2004

17/02/2011
O número de catarinenses que recebeu seguro-desemprego caiu 2,8% em 2010. Foi a primeira queda em seis anos, segundo dados do Ministério do Trabalho. Écerto que a recuperação econômica tem a sua parcela no resultado – estima-se que a riqueza gerada no país (o PIB) tenha crescido 7% no ano passado. Mas existem outros fatores por trás do resultado positivo. Entre eles, José Álvaro Cardoso, supervisor técnico do Dieese, destaca uma mudança do perfil das demissões que pode ser enxergada facilmente nas estatísticas. Os patrões recuaram nos cortes de vagas (alta de 2,3% em 2010 ante 3,7% no ano anterior). Já o número de funcionários que pediu demissão para trocar de emprego cresceu 29,1%. – Antes a rotatividade de funcionários se dava em função do patrão. Hoje é o empregado quem quer sair – observa o técnico do Dieese. Para Cardoso, a retração no número de solicitantes do seguro-desemprego é coerente com os dados de geração de vagas com carteira assinada no Brasil (2,1 milhões) e em SC (101 mil), em 2010, que alcançaram níveis recordes. Ou seja, muita gente saiu do mercado informal no ano passado. Apesar dos dados positivos, o primeiro vice-presidente da Federação das Indústrias de SC (Fisesc), Glauco José Côrte, lembra que, em termos absolutos, o número de 300 mil pessoas incluídas pelo seguro-desemprego não pode ser ignorado. – Em um período de aceleração da economia pelo qual estamos passando, e com tantas empresas precisando de funcionários qualificados, é inconcebível tal número de pessoas fora do mercado de trabalho. Côrte defende que, no período assegurado pelo benefício, o trabalhador realize cursos de capacitação e procure vagas por meio do Sistema Nacional de Empregos (Sine). Nesta linha, um projeto de lei do deputado catarinense Valdir Colatto (PMDB), que está em tramitação no Congresso, prevê que as parcelas do seguro-desemprego sejam liberadas somente com a comprovação pelo trabalhador de frequência em cursos gratuitos de qualificação do Sistema S (Senac, Sesi e Senar), universidades e centros federais, responsáveis pela formação de técnicos e tecnólogicos....
Bancos ultrapassam marca de 1 milhão de imóveis financiados em 2010
16/02/2011
O financiamento imobiliário do país atingiu em 2010 uma marca histórica. Pela primeira vez, os bancos financiaram a aquisição e a construção de mais de 1 milhão de imóveis em um único ano. De acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), 1,052 milhão de moradias foram financiadas durante todo o ano passado. O número engloba os financiamentos com recursos da caderneta de poupança e, também, do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O resultado representa um crescimento de 57% ante a quantidade de imóveis financiados pelos bancos em 2009 (670 mil unidades). Só com o dinheiro do FGTS, foi financiada a compra ou construção de 631 mil imóveis em 2010. O crescimento dessa linha de crédito imobiliário foi de 72% sobre o resultado de 2009, impulsionado, principalmente, pelo programa do governo federal Minha Casa, Minha Vida. Com recursos da poupança foram financiados 421 mil imóveis, um crescimento de 39%. Em valores, o montante aplicado em financiamentos em 2010 foi 67% maior do que o total investido em 2009. Passou de R$ 49,7 bilhões para R$ 83,7 bilhões, outro recorde do setor. Para o presidente da Abecip, Luiz Antonio França, o crescimento da economia, o aumento da renda dos trabalhadores e a queda do desemprego em 2010 foram os grandes responsáveis pelos bons resultados. França espera que, em 2011, a economia continue evoluindo e os financiamentos superem os recordes alcançados. Só os recursos da poupança aplicados em financiamentos pelos bancos devem crescer 51% em 2011 e atingir R$ 85 bilhões, segundo ele. Já o número de unidades financiadas deve aumentar 28% no ano que vem, atingindo a marca de 540 mil, com base nas estimativas da Abecip. Fonte:Agência Brasil...

Dilma receberá Obama em março

16/02/2011
A presidenta Dilma Rousseff receberá o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, no próximo 19 de março, em Brasília. A agenda foi confirmada ontem (15). Obama deverá ficar dois dias no Brasil. No dia 20, domingo, o presidente norte-americano deverá visitar o Rio de Janeiro. O encontro de Dilma e Obama será o primeiro depois da posse da presidenta. Os dois estiveram juntos quando Dilma era ministra da Casa Civil do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, em Washington, durante a 4ª Reunião do Fórum Brasil-Estados Unidos de Altos Dirigentes Empresariais, na Casa Branca. Na época, a então ministra comentou o interesse norte-americano no petróleo encontrado na bacia do pré-sal. O Planalto também prevê algumas viagens para a presidenta. Na próxima segunda-feira, Dilma poderá atender a um convite feito pelo governador de Sergipe, Marcelo Deda e participar do encontro com os governadores do Nordeste, que ocorrerá em Aracaju. Há também previsões de visitas a Pernambuco e Bahia. Também está sendo planejada uma viajem para Assunção, no Paraguai, no próximo de 27, quando o Tratado de Assunção, que criou o Mercosul, completa 20 anos. Essa viagem, no entanto, ainda não foi confirmada pelo...

Ministra defende abertura dos arquivos da ditadura

16/02/2011
A ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, defendeu a abertura dos arquivos da ditadura militar como um avanço da democracia brasileira. Ela disse que o encontro da sociedade com a história não deve ser visto como revanchismo, mas como o direito dos familiares à verdade. “Não estaríamos aqui se não fossem aqueles que deram sua vida pela própria democracia”, argumentou a ministra. A ministra disse que a intenção é abrir o período da história, e defendeu “O encontro total com o período da ditadura militar, e conseguirmos termos direito a liberdade à memória. Não com uma postura revanchista, contra quem quer que seja, mas como direitos dos familiares e do povo brasileiro, de reconhecer a sua própria história”. (Chico Daniel – Portal do PT) Clique aqui para ouvir a...

Dirceu Dresch é designado relator do PLC que aumenta salário mínimo catarinense

16/02/2011
O líder do PT na Assembleia Legislativa, deputado Dirceu Dresch (PT) foi designado, na terça-feira,15, relator na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do projeto de lei complementar PLC 005/2011 que trata do reajuste do salário mínimo catarinense. Dresch agradeceu a confiança do presidente da comissão, deputado Romildo Titon (PMDB), por ter confiado a relatoria da proposta a um deputado de oposição e destacou o trabalho da comissão tripartite (composta por governo, trabalhadores e empresários) que discutiu e estabeleceu o acordo de reajustar o piso regional em 7%. Dresch comprometeu-se a apresentar, já na próxima semana, seu parecer sobre o projeto na CCJ. “O índice de reajuste proposto no projeto já está acordado entre as partes envolvidas. Essa casa pode dar uma grande demonstração de agilidade, aprovando de forma rápida essa matéria. Quando o trabalhador ganha mais, toda a sociedade ganha. É uma ação que aquece e dinamiza a economia do estado”. O projeto de reajuste do piso regional é a primeira proposição enviada pelo Executivo ao Parlamento. O texto garante aumento de 7% às quatro faixas salariais de trabalhadores, divididos conforme a categoria, como determina a lei estadual 459, aprovada em 2009. A primeira faixa passa de R$ 587 para R$ 630; a segunda faixa vai de R$ 616 a R$ 660; a terceira faixa passa de R$ 647 para 695 e a quarta faixa salarial passa de R$ 679 para 730. Em plenário, o líder do DEM, deputado Darci de Matos, destacou a participação da bancada do PT no processo de mobilização pelo reajuste do piso regional, assim como ocorreu na criação da lei do salário mínimo catarinense. “Todos têm mérito na aprovação dessa lei, mas o PT merece o reconhecimento pelo trabalho...

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