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Exposição de fotos dá início às atividades de 31 anos de fundação do PT

31/01/2011
Para marcar os 31 anos de fundação do Partido dos Trabalhadores, a sede nacional do Partido está montando uma exposição de fotografias das campanhas vitoriosas de Luiz Inácio Lula da Silva à presidência da república. As fotos são de Ricardo Stuckert que acompanhou Lula durante as duas campanhas e respectivos governos. As mesmas fotos da exposição foram publicadas em livro. Para dar acesso amplo e irrestrito ao material, as imagens serão reproduzidas no Facebook oficial do PT. A exposição estará aberta a toda a militância e aos interessados em geral durante o mês de fevereiro. No início de março os painéis fotográficos serão colocados à venda. A exposição ficará aberta em horário comercial na sede do partido, que fica no Setor Comercial Sul, quadra 2, bloco C, nº 256, Edifício Toufic, térreo, em Brasília. Para comemorar o aniversário do PT no próximo dia 10, será realizado um ato político e reunião do Diretório Nacional. O evento será na sede do Sindicato dos Bancários, em Brasília. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou presença no evento. (Ricardo Weg – Portal do...
Com aumento do poder aquisitivo, brasileiro viaja mais de avião
31/01/2011
Há algum tempo, viajar de avião deixou de se privilégio de poucos. Mas, mais recentemente, impulsionado pelas ações do governo federal, valorização do real frente ao dólar americano e, principalmente, pelo aumento do poder aquisitivo das famílias, o povo brasileiro aderiu de vez às viagens aéreas. No acumulado de janeiro a dezembro de 2010, a demanda por transporte aéreo no Brasil avançou 23,47% no segmento doméstico e 20,38% nas rotas internacionais operadas pelas empresas brasileiras. Apenas em dezembro de 2010, a demanda por transporte aéreo apresentou um crescimento de 18,62% nos trechos nacionais e 17,66% no segmento internacional. Naquele mês houve 13,2 milhões embarques e desembarques em voos domésticos, o que representa dois milhões a mais que em dezembro de 2009. No ano passado, foram mais de 154 milhões de embarques e desembarques, contra pouco mais de 128 milhões no ano anterior, segundo dados da Infraero. Esse novo perfil brasileiro refletiu diretamente nos meios de transportes utilizados para se fazer turismo, seja para passeio, férias ou de negócios. O avião está cada vez mais substituindo o ônibus, e os aeroportos deixaram de ser lugares estranhos à maioria da população. Um exemplo disso é a classe C, famílias com renda mensal entre R$ 1.115 a R$ 4.807, que está viajando mais, e utilizando a via aérea para chegar ao destino. A rapidez na locomoção, facilidades de pagamento e preços acessíveis estão entre os principais motivos para essa troca. Em pesquisa mensal de dezembro de 2010, divulgada pelo Ministério do Turismo (MTUR), quase 56% das famílias entrevistadas disseram que pretendem usar o avião em suas viagens turísticas nacionais. Já o ônibus aparece com 11,2% da preferência dos viajantes. A entrada de novos consumidores, nos últimos anos, no mercado de turismo fez aumentar a procura por passagens aéreas e pacotes turísticos. De acordo com a pesquisa mais recente sobre os Hábitos de Consumo do Turismo Brasileiro, de 2009, divulgada pelo MTUR, quando perguntados: “Qual o tipo de lugar que você mais gosta de visitar em suas viagens turísticas?”, quase 65% das pessoas escolheram as praias como roteiro preferido, principalmente as da região Nordeste. Para tratar de negócios e eventos, São Paulo continua sendo a cidade mais visitada pelos turistas, e chega a receber anualmente o equivalente à sua população (11,2 milhões de habitantes). Cerca de 11 milhões de visitantes visitam todos os anos a cidade, que acaba de comemorar 457 anos. Distrito Federal, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador completam a lista das cinco cidades mais visitadas. Liderança aérea Segundo a ANAC, a liderança do setor em 2010 foi mantida pelo Grupo TAM (formado pelas empresas TAM e Pantanal), com 42,81% de participação no mercado doméstico em 2010. Em seguida está...

Ao chegar da Argentina, Dilma se prepara para estreia em cúpula internacional

31/01/2011
Ao retornar hoje (31) à noite da Argentina, a presidenta Dilma Rousseff começa a se preparar para a estreia, em duas semanas, na sua primeira cúpula internacional. De 15 a 16 de fevereiro, Dilma vai ser uma das oradoras da 3ª Cúpula América do Sul-Países Árabes (Aspa), em Lima (Peru). Nesse encontro, as preocupações vão desde a segurança alimentar, por causa da alta dos preços dos alimentos, até o desenvolvimento sustentável. A Aspa ocorre no momento em que o Egito, a Tunísia e o Iêmen vivem momentos de tensão política, que todo o Mercosul fortalece a criação do Estado Palestino e que o Brasil quer incrementar o comércio multilateral não só na região, como também com parceiros considerados pouco tradicionais. Porém, a alta do preço dos alimentos, a falta de água nos países árabes e os problemas gerados por causa da desertificação guiarão a maior parte das discussões. O Brasil ocupará lugar de destaque em decorrência dos programas sociais de transferência de renda. A exemplo brasileiro, os estrangeiros querem elevar a qualidade de vida dos mais pobres pondo em prática algumas medidas pontuais. Dilma deve mencionar todos esses aspectos nas duas ocasiões em que discursará. Em um primeiro momento, a presidenta falará para os empresários – sul-americanos e árabes – , em seguida ela vai se dirigir aos 33 chefes de Estado e governo presentes no evento. É a primeira vez que Dilma participa de uma reunião multilateral. Em 2003, foi criada a cúpula a partir de uma sugestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Desde então, árabes e sul-americanos buscam estreitar relações em várias áreas. Há sete subcomissões que tratam de temas como direitos humanos, capacitação profissional, economia e comércio, ciência e tecnologia, assuntos sociais, agricultura e meio ambiente. Responsável pela organização brasileira da Aspa, o chefe do Departamento de Mecanismos Interregionais do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Gilberto Moura, afirmou que a evolução das relações entre os países da América Sul e os árabes é visível em vários setores. “Houve uma aproximação total. Antes, havia até um desconhecimento de parte a parte, agora há um interesse mútuo em compartilhar e conhecer as realidades”. Desta vez, os líderes políticos devem dar mais atenção às preocupações causadas por questões pontuais. No caso da crise política no Egito, na Tunísia e no Iêmen, mesmo que amenizada, deve ser aprovada uma declaração conjunta em defesa do ambiente democrático e do bem da população. O caso da criação do Estado Palestino também deve merecer destaque em apoio à autonomia e defesa da região. Renata Giraldi / Repórter da Agência...

O FSM 10 anos depois

31/01/2011
Dez anos depois da sua primeira edição, o FSM volta à Africa, em um cenário mundial muito diferente daquele de 2001. Naquele momento a hegemonia do modelo neoliberal ainda era grande, a economia mundial não havia entrado em crise e, principalmente, a América Latina ainda era dominada por governos neoliberais – naquele momento com a exceção dos da Venezuela e de Cuba. Passada uma década, o mundo mudou. A crise econômica, nascida no centro do capitalismo, levou as maiores potencias à estagnação, da qual ainda não conseguem sair, enquanto os países do Sul do mundo, que privilegiam a integração regional e não os TLCs com os EUA, já a superaram e voltaram a crescer. O modelo neoliberal perdeu legitimidade, embora siga dominante, mesmo se com afirmações em contrario e com adequações. Apesar disso tudo, por fraqueza de alternativas à esquerda, o mundo se tornou mais conservador ainda do que há uma década. Mesmo a vitória de Obama e o fim desprestigiado de Bush, não alteraram essa tendência. A Europa de Merkel, Berlusconi, Sarkozy, Cameron, das agudas crises com os respectivos pacotes de FMI em Portugal, Grécia, Irlanda, Portugal, virou ainda mais à direita. A grande exceção é a América Latina, não por acaso o continente da sede original do FSM. Nesses dez anos, concomitante à realização dos FSMs, o continente foi elegendo, um atrás do outro, presidentes com compromissos de construção de modelos alternativos ao neoliberalismo que derrotavam nas urnas. Nunca o continente teve tantos governos afinados entre si e na linha posneoliberal de prioridade dos processos de integração regional no lugar dos TLCs com os EUA e prioridade das politicas sociais no lugar dos ajustes fiscais. No FSM anterior, em Belém, a presença mais significativa foi de 5 presidentes, todos latino-americanos, afirmando seu compromisso com a construção de um outro possível. Todos marginais da política tradicional: um arcebispo ligado ao movimento camponês paraguaio, um dirigente indígena boliviano, um intelectual do pensamento critico equatoriano, um líder militar nacionalista venezuelano, um líder sindical brasileiro Os 5 representam um movimento mais amplo – que inclui também a Argentina, o Uruguai, El Salvador – que constrói os únicos processos de integração – Mercosul, Unasul, Conselho Sulamericano de Defesa, Banco do Sul, Alba, União dos Povos Latinoamericanos – que fez com que esses países tenham avançado significativa na sua recuperação econômica, na diminuição das desigualdades sociais, na extensão dos direitos sociais a toda sua população, na afirmação de politica externas soberanas. A América Latina tornou-se a única região do mundo em que governos se identificam com o FSM e avançam na superação do neoliberalismo. Propostas do FSM conquistaram espaços nesta década, entre as quais talvez nenhuma como o software livre, como instrumento do...

ESCLARECIMENTOS SOBRE CONTRIBUIÇÃO SINDICAL PATRONAL – JANEIRO/2011

27/01/2011
Informamos que a FECESC, por se tratar de entidade representativa dos Trabalhadores, não fornece guias de Contribuição Sindical PATRONAL. Quaisquer solicitações ou informações a respeito da Contribuição PATRONAL da área do Comércio e Serviços devem ser dirigidas à Federação do Comércio de SC (FECOMÉRCIO-SC), nos telefones: (48) 3229-1047 e 3229-1032 ou pelo e-mail:...

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