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Após 15 dias, Colombo segue sem concluir nomeações de secretários regionais

16/01/2011
Em 15 dias de governo, o governador Raimundo Colombo (DEM) ainda não concluiu a escalação do time e a falta de consenso mobiliza a cúpula da tríplice aliança, que fez reunião, nesta sexta-feira, em Florianópolis. O assunto foi discutido pelo governador Colombo durante almoço, na Casa d’Agronômica, com o senador eleito Luiz Henrique da Silveira (PMDB) e com o ex-senador Jorge Bornhausen (DEM). As lideranças conversaram por mais de duas horas. O objetivo: destravar as nomeações de secretários regionais e comissionados, suspensas desde quinta-feira. Na segunda-feira, o secretário da Casa Civil, Antônio Ceron (DEM) volta a negociar com PMDB e PSDB a formação do governo. O PMDB exige 40% de participação na formação do colegiado. Mesmo tendo garantido a indicação de sete secretarias centrais e ter levado a Brasília mais dois deputados federais, Gean Loureiro e Valdir Colatto, que assumem como suplentes. Do outro lado, estão os tucanos descontentes com o espaço do partido nas primeiras nomeações, onde ficou com apenas cinco secretarias centrais e ter pedido a pasta da Saúde, uma das mais importantes do governo. Em compensação, recebeu a Secretaria da Educação. Os demistas, por serem o partido do governo, aumentam sua participação. Estão com dez secretárias, sendo que três foram bancadas pelo próprio governador. A indicação dos 36 secretários regionais começa a ser discutida, na próxima semana, mas as negociações estão sendo feitas nos bastidores. Com o critério da "geografia das urnas", a cota peemedebista é de 16 secretarias, sendo que duas (Joinville e Criciúma) são de indicações pessoais do senador eleito Luiz Henrique da Silveira e do vice-governador, Eduardo Pinho Moreira. Segundo o presidente do PMDB, João Mattos, a indicação dos nomes dos secretários regionais será apontada pelos próprios diretórios municipais. — Vamos orientá-los bem sobre os critérios. Ele tem que ser primeiro ético, depois ter perfil tanto técnico, quanto político — disse. O DEM e o PSDB reivindicam 10. A fatia do bolo também terá que ser divida com os partidos menores, como PTB e PPS. De acordo com o deputado estadual, Dado Cherem (PSDB), o partido precisa ser compensado nas nomeações de diretores e secretários regionais. — Não vamos ser intransigentes, mas há nomeações que precisam revistas — disse. O secretário da Casa Civil, Antônio Ceron, interlocutor do governo junto aos partidos espera resolver o impasse com os partidos na próxima semana....

Parcialidade e apoio da mídia ao neoliberalismo são abordados em livro

16/01/2011
A parcialidade da mídia e seu apoio ao neoliberalismo são temas de um novo livro a ser lançado este mês. – Interessado em “fortalecer o mercado, em detrimento do estado”, o neoliberalismo teve apoio da imprensa escrita entre 1988 e 1998. Além disso, os veículos de comunicação tentaram ainda descontruir várias bases da Constituição. A defesa destas teses será publicada no livro “jornalismo de campanha e a Constituição de 1988”, do jornalista, professor e suplente de deputado federal Emiliano José (PT/BA). O estudo aponta que nessev período a imprensa influenciou a sociedade brasileira para a implantação e fortalecimento do neoliberalismo, liderada pelo grupo de Fernando Henrique Cardoso. Os textos dos jornais à época estavam, segundo o professor, centrados num “discurso que se concentrou na ideia de considerar o que era público, o que era estatal, como ineficiente, e localizar na iniciativa privada aquilo que era eficiente. E ai o jornalismo naturalmente reforça, constrói, elabora esse discurso”, diz ele. Jornalismo de campanha Segundo o autor, o nome “jornalismo de campanha” tem a intenção de desmistificar um pensamento comum de que o jornalismo seja imparcial. O livro será lançado no próximo dia 28, em Salvador. O professor critica a concentração das propriedades dos veículos de comunicação. “A mídia brasileira é profundamente partidarizada, oligopolizada, no sentido de que poucas famílias controlam os principais meios”. Esse controle de algumas famílias sobre toda a mídia do país, é um caso inclusive raro no mundo. “É talvez a mídia mais partidarizada do mundo, que tem lado, e é o lado da direita brasileira, eu não posso dizer de outro modo, é o lado dos privilégios, é o lado de partidos políticos interessados nesses privilégios”. Essa força midiática, controlada por poucos, teve inclusive forte atuação nas últimas eleições, quando teria apoiado claramente o candidato José Serra. “É só lembrar o que ocorreu na última campanha presidencial quando a mídia, o seu núcleo hegemônico, fez claramente, nitidamente, uma opção pelo Serra, e trabalhou pra isso”. O professor é até hilário ao afirmar que a mídia perdeu as eleições, “é a terceira eleição que eles perdem, mas ela não vai aprender”. (Ricardo Weg – Portal do PT) Ouça a entrevista com Emiliano José na Rádio...

Vinte países africanos elegem novos líderes neste ano

16/01/2011
Maputo – Quase metade dos países africanos escolhe novas lideranças neste ano. Serão 20 dos 53 países, além de outros que têm eleições locais, desde uma das democracias mais estáveis do Continente (Cabo Verde) até duas das nações que vivem momentos turbulentos (Zimbábue e República Democrática do Congo). Cartazes dos candidatos já são vistos na capital da República Centro-Africana, em Bangui, que escolhe o Parlamento e o presidente da República no próximo dia 23. O atual ocupante do cargo, Francois Bozize, apresentado em cartazes como “O Construtor” e “O Unificador” do país, concorre ao segundo mandato, depois de ter sido eleito em 2005. Ele já estava no poder dois anos antes, graças a um golpe de estado. Os adversários são o ex-primeiro ministro Martin Ziguele, o presidente derrubado pelo golpe de 2003 Ange-Felix Patasse (1993-2003), e o ex-ministro da defesa e líder rebelde Jean-Jacques Demafouth. As expectativas em torno da eleição centro-africana são as mesmas de alguns outros pleitos que ocorrerão em breve: além da troca de poder em si, é um passo decisivo para manutenção da paz, pois o atual governo é de coalizão, nascido como solução para um período politicamente turbulento. "É o que chamamos de eleições de reconciliação”, afirma Aly Jamal, doutor em relações internacionais e especialista em conflitos africanos. “Não é meramente a escolha de quem será o próximo governante; é mais do que isso.” Foi o caso na Costa do Marfim, que vive um impasse desde novembro. Apontado pela Comissão Eleitoral como perdedor nas urnas, o presidente Laurente Gabgbo recorreu à Justiça, alegando fraude, e conseguiu manter-se no poder. Ele resiste à pressão da comunidade internacional, que entende que ele foi derrotado por Alassane Ouattara, e deve sair. O que se passa na Costa do Marfim não necessariamente é a regra, mesmo em cenários mais turbulentos, diz o professor Jamal. “Não devemos assumir que influencia os outros países. Depende muito das condições objetivas de cada um deles.” Para o chefe do Departamento de Ciências Aplicadas do Instituto Superior de Relações Internacionais de Moçambique, Silvério Ronguane, a resistência frente à mudança é “natural”. “Antigamente tínhamos ditadores que tomavam o poder, governavam e não lhes acontecia nada”, diz Ronguane. “Agora, com o movimento democrático, é até normal que esses ditadores resistam: é o seu canto do cisne.” “Em 1980, havia apenas duas democracias na África. Hoje, são mais de 40 nações com eleições regulares e multipardiárias”, lembrou Greg Mills, consultor de vários governos africanos, falando à Agência Brasil em Maputo, no mês passado. “Não devemos deixar que os problemas da Costa do Marfim (…) se imponham à imagem da África como um todo. Há muitos países tendo enormes progressos”, diz Mills. Em 6 de fevereiro, Cabo...
Secom divulga foto oficial da presidenta Dilma Rousseff
16/01/2011
A Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República apresentou hoje a foto oficial da presidenta Dilma Rousseff. O material foi produzido no dia 9 de janeiro pelo fotógrafo oficial da Presidência da República, Roberto Stuckert Filho. A sessão de fotos durou uma hora e meia e ocorreu no Palácio da Alvorada. A própria presidenta Dilma Rousseff fez a escolha final da foto que será afixada em prédios e salas da administração federal. Veja aqui a foto...

Estudantes já podem se inscrever no Sisu. Oferta é de 83 mil vagas

16/01/2011
Os estudantes que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2010 já podem se inscrever no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do primeiro semestre de 2011. Criada pelo Ministério da Educação no ano passado, a ferramenta unifica a oferta de vagas em instituições públicas de ensino superior. Nesta edição, são 83.125 vagas em 83 instituições, sendo 39 universidades federais. O Sisu começou a funcionar às 6h de hoje (16) e os interessados podem se inscrever até terça-feira (18). Os candidatos devem acessar o site e escolher duas opções de curso, elegendo sua prioridade. Nesse período, ao final de cada dia, o sistema divulga a nota de corte para cada graduação. O estudante pode mudar de opção se concluir que tem mais chance de ser aprovado em outra instituição ou em outro curso. Cada alteração invalida a opção feita anteriormente. No dia 22 deste mês, serão divulgados os resultados da primeira chamada. O candidato selecionado para sua primeira opção é automaticamente retirado do sistema e, caso não faça a matrícula, prevista para o período de 25 a 27 de janeiro, perde a vaga. Aqueles que forem selecionados para a segunda opção de curso ou não atingirem a nota mínima em nenhuma das graduações escolhidas permanecem no sistema e podem ser aprovados nas chamadas subsequentes. Não é necessário fazer nova inscrição. O resultado da segunda chamada será divulgado no dia 1° de fevereiro, com previsão de matrícula dos alunos nas respectivas instituições para as quais foram selecionados nos dias 3 e 4 de fevereiro. No dia 10 de fevereiro, sai a terceira e última chamada, encerrando o Sisu do 1° semestre de 2011. Os aprovados nessa etapa devem matricular-se de 11 a 14 de fevereiro. Após as três chamadas, o candidato que ainda não foi selecionado pode optar por participar de uma lista de espera que será gerada pelo sistema com base nas notas do Enem. Essa relação poderá ser utilizada pelas instituições a partir de 18 de fevereiro, caso ainda haja vagas para serem preenchidas. Agência...

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