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Famílias brasileiras são otimistas quanto a emprego e aquisição de bens duráveis

11/03/2011
Pesquisa do Ipea divulgada ontem (10) aponta que as famílias brasileiras mantiveram, em fevereiro, o otimismo com o comportamento socioeconômico nacional. A maioria das famílias acredita que o momento é bom para a compra de bens duráveis. O otimismo também é forte em relação ao emprego. Um dos dados da pesquisa diz respeito à expectativa para consumir. As respostas mantiveram que o momento é tido como bom, e um número considerável afirmou ser este o melhor momento para a aquisição de bens duráveis. Isso certamente explica, em parte, os índices de elevação do consumo e aponta para a sustentabilidade do impulso de crescimento da economia no curto prazo. Brasileiros sem dívidas De acordo com a percepção das famílias, aproximadamente 74% acreditam estar pouco endividadas ou não possuir dívidas e cerca de 92% dizem que não possuem a intenção de contrair financiamentos ou empréstimos nos próximos meses. Um indicador preocupante é que, dentre aqueles com contas atrasadas, cerca de 38% acreditam que não conseguirão saldar seus compromissos. Com relação às expectativas do mercado de trabalho, o cenário permanece positivo, com expectativa otimista pela manutenção da ocupação por parte do responsável pelo domicílio e dos outros membros que trabalham. Alem disso, cerca de 41% das famílias população esperam melhorias no trabalho do responsável pelo domicílios em seis meses – número superior ao mês anterior, de 39%. Além disso, os dados revelam que a expectativa das famílias continua sendo percebida como melhor na comparação com a do ano anterior. Como nos meses anteriores, as informações coletadas reafirmam que não são as categorias de menor renda ou instrução as mais otimistas. Os números mais otimistas estão na faixa de renda de 4 a 5 salários mínimos e instrução superior incompleta. (Ricardo Weg – Portal do PT, com informações do Ipea) Clique aqui para ler a pesquisa...
Mais da metade dos comerciários trabalham além das 44 horas semanais
11/03/2011
Mais da metade dos trabalhadores do comércio das regiões metropolitanas excedem a jornada prevista em lei de 44 horas semanais, segundo levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Em Recife, a proporção de comerciários que trabalham mais de 44 horas é de 66,9%. A capital pernambucana é a região com o maior índice de empregados que fazem hora extra. São Paulo é a região metropolitana com menor percentual de comerciários que trabalham acima do previsto em lei, 52,9%. O coordenador de Relações Sindicais do Dieese, José Silvestre Prado de Oliveira, atribui a quantidade de horas extras ao perfil do setor. “ É um setor onde você tem muita micro e pequena empresa”, disse. Segundo ele, isso aumenta a informalidade e o modelo de gestão. “Às vezes se confunde o horário de abertura do comércio com a própria jornada de trabalho”. Oliveira alerta, no entanto, que o excesso de carga horária é prejudicial ao trabalhador. “Jornada extensa implica desgaste, estresse e tensão”. Além disso, lembra que se os comerciários trabalhassem menos, provavelmente haveria a abertura de novos postos de trabalho. O economista da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Marcel Solimeo, defende que o comércio flexibiliza os horários de atendimento devido à demanda dos consumidores. Segundo ele, as horas extras são causadas por um aumento de vendas que ocorre sazonalmente no comércio. “Não é interesse do comércio trabalhar sistematicamente com hora extra porque é mais caro. Mas para poder atender ao consumidor, muitas vezes esse é o caminho”. Os horários e dias de abertura do comércio deveriam, na opinião de Oliveira, ter critérios mais rigorosos. “Comércio não é uma atividade essencial em que você tenha que trabalhar 24 horas”. E ressaltou que o funcionamento dos estabelecimentos comerciais é regido pelos...
Dalai-lama anuncia fim das atividades políticas
10/03/2011
O líder espiritual budista dalai-lama anunciou hoje (10) que vai abandonar as funções políticas no governo do Tibete e transferir o poder para um representante eleito. A decisão foi anunciada durante cerimônia que lembrou a revolta tibetana de 1959 contra as autoridades chinesas. De acordo com ele, é o momento de “devolver” a autoridade formal para um líder eleito. As informações são da agência pública de notícias de Portugal, a Lusa. Exilado na cidade indiana de Dharmsala, dalai-lama afirmou que o governo tibetano deve ter mais poder. Segundo o líder, a disposição é apresentar propostas de emendas à Constituição para incluir as mudanças pretendidas. Ainda este mês, o Parlamento do Tibete reúne-se para votar as emendas defendidas pelo dalai-lama. Pelas interpretações dos parlamentares, o líder espiritual manterá suas funções cerimoniais e um primeiro-ministro será eleito formalmente pelo governo no exílio. Por tradição, os dalai-lama são líderes políticos e espirituais do Tibete e o atual mantém essa função considerada quase mítica para a maioria dos seguidores. O atual dalai-lama é o 14º de uma linhagem de líderes espirituais que, pela crença budista, são a reencarnação de espíritos que têm o objetivo de esclarecer a humanidade. Lama é uma palavra tibetana que significa sabedoria, monge, mestre e guru. O dalai-lama também é chamado de Sua Santidade por seus seguidores. Agência...

CUT e demais centrais se reúnem com presidenta Dilma nesta sexta-feira

10/03/2011
A Central Única dos Trabalhadores (CUT) e as demais centrais serão recebidas em audiência pela presidente Dilma Rousseff na manhã desta sexta-feira (11), no Palácio do Planalto. Conforme o presidente em exercício da CUT, José Lopez Feijóo, “a expectativa é abrir um canal de comunicação permanente com o governo para debatermos o conjunto da pauta da classe trabalhadora”. Entre os eixos centrais, destaca Feijóo, estão “a correção da tabela do Imposto de Renda, tema ainda pendente, que precisamos resolver” e pautas que encontram-se no Congresso Nacional, como a ratificação da Convenção 158 da OIT (Organização Internacional do Trabalho) – que coíbe a demissão imotivada; a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução de salário e a regulamentação da Convenção 151 – já aprovada pelos...

Aleida Guevara visita Assembleia Legislativa

10/03/2011
Em Florianópolis, onde participou do desfile da Escola de Samba União da Ilha da Magia, campeã do Carnaval 2011, a filha do ex-guerrilheiro argentino Che Guevara, um dos ícones da Revolução Cubana de 1959, Aleida Guevara, participou na tarde de ontem (9), na Assembleia Legislativa, de uma homenagem ao Dia Internacional da Mulher, 8 de março. A médica pediatra atendeu ao convite da bancada feminina no Parlamento, composta pelas deputadas Ana Paula Lima (PT), Ada Faraco de Luca (PMDB), Angela Albino (PCdoB), Dirce Heiderscheidt (PMDB) e Luciane Carminatti (PT). Na ocasião, Aleida falou sobre as transformações na sociedade feminina durante as ultimas décadas na América Latina. Para ela, as mobilizações realizadas pelas mulheres proporcionam mais oportunidade e, consequentemente, favorece as expectativas de igualdade de gênero. “Assim a mulher participa mais ativamente dentro da sociedade e, a partir desta iniciativa, nos últimos anos a massa feminina erradiou transformações sociais, políticas, entre outras”, frisou. Com relação ao fato de que as mulheres conquistaram os cargos majoritários na Argentina e no Brasil, Aleida ressaltou que o mais importante é avançar na base da sociedade para que ocorram transformações profundas em diferentes segmentos, indiferente de uma liderança feminina ou masculina. Dentre as conquistas e transformações, Aleida lembrou que “atualmente o Movimento dos Sem Terra, criado há mais de 25 anos, é o único movimento da América Latina que, em suas direções, tanto estadual como municipal, exige que 50% da mesa diretora seja de mulheres. Nem Cuba assegura isso”, lembrou. Durante suas colocações, Aleida destacou a participação da mulher nas áreas de educação e saúde. “Hoje, 66% dos profissionais de Cuba são mulheres, com 73% na educação e 72% atuando na saúde. A mulher tem a capacidade de transmitir o conhecimento através de gerações. Isso é muito interessante, pois a mulher por estar mais tempo presente na vida dos filhos, ajuda a formar caráter e valores, porém este trabalho nunca é reconhecido pela sociedade. “Entre todas as conquistas e atribuições das mulheres, este sem dúvida é um trabalho que valor nenhum paga”, acrescentou. (Tatiani...

Confiança do setor de serviços na economia volta a crescer em fevereiro

10/03/2011
A confiança das empresas do setor de serviços na economia brasileira aumentou em fevereiro deste ano, em relação ao mês anterior. O Índice de Confiança de Serviços (ICS), da Fundação Getulio Vargas, cresceu 4,5%, passando de 128,2 pontos em janeiro para 133,9 em fevereiro. A evolução ocorre após uma queda em janeiro. O Índice da Situação Atual subiu 6,3% no período e alcançou 120,3 pontos, atingindo o maior patamar desde dezembro do ano passado, resultado influenciado pelo nível de demanda atual. Das 2.356 empresas consultadas pela pesquisa, 25,9% consideram a demanda atual forte e apenas 12,1% a avaliam como fraca. O outro subíndice que compõe o ICS, o Índice de Expectativas, aumentou 3,0% de janeiro para fevereiro deste ano, alcançando 147,6 pontos, o maior desde agosto de 2010. O resultado foi puxado principalmente pela demanda prevista para os três meses seguintes. Entre as empresas pesquisadas, 50,3% preveem aumento da demanda, enquanto apenas 4,5% esperam uma...

Jornal britânico coloca Dilma entre as cem mulheres mais inspiradoras

10/03/2011
O jornal britânico The Guardian colocou a presidenta brasileira Dilma Rousseff em sua lista das cem mulheres mais inspiradoras da atualidade, publicada terça-feira (8), quando se comemora o Dia Internacional da Mulher. Dilma aparece na categoria Política ao lado de outras dez personalidades, como a ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, a presidente da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf, e a ativista birmanesa Aung San Suu Kyi. O jornal descreve a presidenta brasileira como "uma guerrilheira socialista adolescente que enfrentou prisão e tortura" e é considerada uma "administradora dura e pragmática". O texto cita ainda a promessa de Dilma de melhorar as condições de vida das mulheres e de ter mulheres no comando de nove dos 37 Ministérios de seu governo, um número recorde na história do Brasil. Segundo a colunista do The Guardian Jane Martinson, a lista é composta de mulheres que são modelo de comportamento em diversas áreas em todo o mundo e que, além de conquistar direitos, ajudaram outras mulheres. Mais de 3 mil sugestões de leitores foram consideradas por uma equipe de 12 mulheres que incluía ativistas políticas, membros de organizações não-governamentais e jornalistas. As cem mulheres escolhidas para a lista final estão divididas entre as categorias Política; Ativistas; Arte, Cinema, Música e Moda; Negócios e Sindicatos; Direito; Ciência e Medicina; Esporte e Aventura; Escrita Literária e Academia; Tecnologia e Televisão. "Ordenamos a lista por categorias e não em uma ‘lista de poder’ numérica porque é impossível comparar mulheres que põem sua vida em risco por uma causa, como Malaya Joya (ativista pelos direitos humanos no Afeganistão), com artistas como Lady Gaga", disse Martinson. "Não é uma lista de poder ou riqueza. Em vez disso, é um grupo inspirador de mulheres cuja influência irá durar." Outros destaques da seleção são a ativista indiana Sampat Pal Devi, líder do grupo Gulabi, que pune homens por maus-tratos a mulheres no norte da Índia; a diretora-executiva da Avon, Andrea Jung; a tenista e ativista pelos direitos homossexuais Martina Navratilova e a autora iraniana Marjane Satrapi, conhecida pela história em quadrinhos autobiográfica...

Licença-maternidade de 6 meses chegou a poucas gestantes do setor privado

08/03/2011
A licença-maternidade de seis meses já é uma realidade para as funcionárias públicas de 22 estados e 148 municípios, além do Distrito Federal. O levantamento é da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), idealizadora do projeto da licença ampliada no país. Desde 2008, as servidoras públicas federais também usufruem da licença de 180 dias, ano em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que instituiu o benefício no funcionalismo federal. No caso de estados e municípios, cada um deve fazer sua própria lei. Mães e médicos garantem que o tempo extra ao lado do bebê é fundamental para o desenvolvimento da criança, além de garantir o aleitamento materno exclusivo nos primeiros seis meses, que aumenta a defesa do organismo do recém-nascido contra doenças nos primeiros anos de vida e também na fase adulta. “Acabei de ter meu primeiro filho. Na minha opinião, é importante esse convívio que a mãe tem com o seu filho no período de seis meses para dar mais atenção”, disse Floriza de Almeida, 35 anos, técnica em radiologia de um hospital público no Distrito Federal. A licença ampliada ainda não chegou a todas as gestantes que trabalham no setor privado. A lei atual prevê que a concessão dos salários dos dois meses extras é opcional para as empresas. O patrão que aderir pode descontar a despesa do imposto de renda. Os salários referentes aos primeiros quatro meses de licença, previstos na Constituição Federal, permanecem sendo pagos pelo INSS. No entanto, somente as empresas que declaram pelo sistema de lucro real podem solicitar o incentivo fiscal. Mais de 160 mil empresas estão nesse grupo, a maioria de grande porte, conforme dados da Receita Federal até o final de 2010. Ficam de fora aquelas que declaram pelo Simples ou pelo sistema de lucro presumido – micro e pequenas empresas. “É injusto eu ter apenas quatro meses para ficar com meu filho e não seis”, reclama a corretora Ana Lícia Nascimento, 21 anos, grávida de seis meses. Segundo a coordenadora de Acompanhamento da Licença-Maternidade da SBP, Valdenise Martins, não há levantamento preciso da quantidade de empresas que já aderiram à licença-maternidade ampliada. As estimativas falam em 10,6 mil empresas brasileiras. Para aumentar a adesão do empresariado, a coordenadora defende que a licença se torne obrigatória para todos os setores do país. No ano passado, o Senado aprovou a obrigatoriedade da licença-maternidade de seis meses tanto para o setor privado quanto o serviço público. O projeto foi encaminhado para votação na Câmara dos Deputados. “A gente precisa agora fazer propaganda e pressão”, disse a...

Mulheres brasileiras ainda lutam para conquistar direitos iguais

08/03/2011
Apesar das leis, do avanços e das inúmeras conquistas, as mulheres continuam lutando por seu espaço. No Brasil, ainda há muito o que ser feito para que o “sexo frágil” alcance a igualdade e os mesmos direitos que os homens. Em 1962, o Estatuto da Mulher Casada permitiu que as brasileiras nesta condição exercessem livremente uma profissão sem necessitar da permissão do marido. Atualmente, as mulheres têm liberdade na escolha da profissão e ingresso no mercado de trabalho, independentemente do estado civil. A publicitária Juliane Melo, 24 anos, acabou de concluir o ensino superior e sonha em conquistar um lugar de destaque no mercado de trabalho. “A tendência é a mulher se equiparar aos homens. Além disso, a mulher é multifuncional, ou seja, cuida da casa, do filho e do marido e trabalha muito. No início da vida profissional, a mulher é preterida, mas depois é a qualidade do trabalho que vai contar”, acredita. Há mulheres que, além de trabalhar fora, cuidam sozinhas de toda a família. A empregada doméstica Maria José Franco é um exemplo. Ela se divorciou quando os filhos ainda eram pequenos e, sem ajuda do ex-marido, assumiu a criação dos dois filhos, as despesas da casa e a rotina puxada do trabalho. Hoje, além dos filhos, Maria José cuida de quatro netas. “Sempre cuidei da minha família sozinha. Não é fácil. Sempre fui pai e mãe e trabalho duro para dar o que eles precisam. Meu filho casou e, agora, ajuda nas despesas de casa.” As conquistas femininas superaram as barreiras culturais. Muitas mulheres passaram a exercer profissões antes consideradas próprias do universo masculino. É o caso da tenente da Polícia Militar do Distrito Federal Rebeca dos Santos. Mesmo exercendo uma atividade tipicamente masculina, Rebeca não perdeu a feminilidade. Ela é casada e tem um filho de um ano. Segundo ela, que é casada e tem um filho de 1 ano, somente em 1983 a corporação passou a aceitar mulheres em seu quadro. “A atividade de policial militar exige certo preparo e desempenho. Nesta profissão, o homem tem uma resposta mais rápida em muitas atividades A mulher tem de se adequar e sobressair”, afirmou Rebeca, que disse não ter sentido discriminação por parte dos colegas. As profissões autônomas também já não são mais reduto masculino. Para a empresária e professora Teresa Santana, gerir o próprio negócio, obter sucesso e satisfação não é difícil, basta que a mulher tenha força de vontade e determinação. "Apesar de ainda vivermos em uma sociedade sexista, na qual a mulher a cada dia tem de provar sua competência, ainda é possível que a mulher se sobressaia em qualquer área de...

Pesquisa global mostra o aumento da influência do Brasil no mundo

08/03/2011
Uma pesquisa anual do Serviço Mundial da BBC conduzida em 27 países revela que as opiniões positivas sobre a influência do Brasil no mundo tiveram o maior aumento entre as nações pesquisadas, passando de 40% a 49%. A pesquisa revela ainda que a imagem do Brasil ao redor do mundo ganhou mais clareza no último ano: o número de entrevistados que optaram por não avaliar a influência do país caiu seis pontos percentuais em relação à pesquisa anterior. A visão positiva do Brasil cresceu principalmente na Nigéria (22 pontos percentuais, chegando a 60% do total), na Turquia (29 pontos, chegando a 48%), Coreia do Sul (17 pontos, chegando a 68%) e Egito (19 pontos, chegando a 37%). Na Europa, as maiores aprovações ocorreram em Portugal (76%) e na Itália (55%). Na Grã-Bretanha, embora a avaliação positiva do Brasil tenha crescido 12 pontos, chegando a 47%, a opinião negativa aumentou 13 pontos, atingindo 33%. Além de ser o único país onde a avaliação favorável ao Brasil foi inferior à desfavorável, a Alemanha registrou aumento no número de entrevistados que optaram por não avaliar a influência brasileira. Entre os países latino-americanos pesquisados, a aprovação à influência do Brasil chegou a 65% no México, 63% no Peru e 70% no Chile, ainda que neste país a opinião positiva tenha caído sete pontos, e a negativa, aumentado seis. Outros países onde as opiniões favoráveis ao Brasil cresceram foram a Austrália (50%, ante 32% na pesquisa anterior), Estados Unidos (60%, ante 42%), Canadá (53%, ante 38%) e Indonésia (50%, ante 42%). O levantamento, coordenado pelo instituto de pesquisas GlobeScan e pelo Programa de Atitudes em Política Internacional (Pipa, na sigla em inglês) da Universidade de Maryland (Estados Unidos), foi feito entre dezembro de 2010 e fevereiro de 2011 com 28.619 pessoas, que opinaram sobre a influência de 16 países e da União Europeia. BBC...

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