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Cassol Materiais de Construção, formaliza a cessação da comercialização de produtos com amianto, perante MPT

01/10/2015
A Cassol Materias de Construção Ltda. formalizou, mediante Termo de Ajustamento de Conduta, a cessação da exposição dos trabalhadores ao risco ocupacional do amianto, nesta última segunda-feira (21/09). A decisão de interromper a comercialização de telhas com amianto ocorreu em 2014, a partir da ciência dos malefícios da substância cancerígena (Portaria Interministerial nº 9, publicada no dia 09 de outubro de 2014, na LINACH). O compromisso firmado perante o Ministério Público do Trabalho em Santa Catarina garante o acompanhamento médico dos empregados expostos ao amianto por até 30 anos e vale para os estabelecimentos do grupo em todo o Brasil. Segundo a empresa, a cessação da comercialização não refletiu qualquer impacto ou redução na venda de telhas de fibrocimento, notadamente pela existência de tecnologia alternativa. O TAC está disponibilizado no site da PRT12, sendo resultado do amplo debate promovido no Estado de Santa Catarina, nos últimos anos, e serve de exemplo para outros estabelecimentos que continuam comercializando o produto com substância cancerígena. Fonte: Assessoria de Comunicação Social...
Vinte motivos para a manutenção de ganhos reais dos salários
30/09/2015
“Menos de 70% das negociações nos primeiros seis meses do ano conquistaram ganhos reais e cerca de 15% delas não conseguiram nem repor a perda salarial ocorrida nos 12 meses anteriores.” A constatação é do DIEESE, que emitiu Nota Técnica listando razões para a obtenção de ganho real de salários na conjuntura vivida no Brasil. Veja a íntegra da Nota e conheça essas boas razões. Nota Técnica Vinte motivos para a manutenção de ganhos reais dos salários Introdução O Brasil vem crescendo pouco nos últimos anos e deve encerrar 2015 com recuo na produção de riqueza, ou seja, o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano será inferior, em termos reais, ao de 2014. As consequências da recessão econômica, em combinação com uma inflação mais alta que a média dos últimos anos, têm tornado as negociações coletivas ainda mais difíceis do que já são normalmente. Os resultados das negociações no primeiro semestre, apurados pelo Balanço das Negociações, do DIEESE, comprovam estatisticamente a deterioração do quadro. Menos de 70% das negociações nos primeiros seis meses do ano conquistaram ganhos reais e cerca de 15% delas não conseguiram nem repor a perda salarial ocorrida nos 12 meses anteriores. Ademais, os reajustes acima da inflação concentraram-se na faixa de até 1% de ganho real. O desempenho das negociações no primeiro semestre foi o pior da série histórica pesquisada pelo DIEESE, desde 2004. Este quadro adverso coloca em risco os ganhos reais de salários e a melhoria da distribuição de renda, importantes conquistas dos últimos anos. Como subsídio para a reversão deste cenário de dificuldades, são listadas, a seguir, algumas boas razões para a obtenção de ganho real de salários nesta conjuntura. Manter os ganhos reais e vencer a crise Os salários no Brasil são efetivamente muito baixos. Isso por si só é razão suficiente para que os trabalhadores e o movimento sindical busquem permanentemente o aumento real nos salários; Além disso, as empresas já vêm ajustando seus custos com mão de obra via redução do quadro de pessoal e também através do rebaixamento salarial por meio da enorme rotatividade que caracteriza o mercado de trabalho no Brasil. Em períodos de crise, inclusive, aumenta a diferença entre a média dos salários de demissão e de contratação. O achatamento do salário real, decorrente da reposição salarial abaixo da inflação, irá agravar ainda mais a situação da economia, na medida em que contribui para um desaquecimento maior do mercado interno. Em um cenário em que a economia não cresce, o governo reduz os seus gastos, a taxa de desemprego aumenta. Se o salário não tiver ganho real, a conjugação desses fatores levará a uma redução ainda mais forte no consumo, conduzindo a economia a uma espiral...
Assinada CCT 2015/2016 para a categoria Comerciária de Xaxim e Região
28/09/2015
No dia 26 de outubro, o Sindicato dos Comerciários de Xaxim e o Sicom assinaram a CCT (Convenção Coletiva de Trabalho) onde prevê o reajuste para a categoria Comerciária de Xaxim e Região para o ano 2015/2016. O valor do novo normativo será de R$ 1.121,10 (hum mil cento e vinte e um reais e dez centavos); Quebra de Caixa R$ 196,50 (Cento e noventa e seis reais e cinquenta centavos) e para os Trabalhadores que recebem valor fixo o reajuste será de 10% (dez por cento). Os novos valores deverão ser recebidos na folha de setembro de 2015.   Fonte: Sindicato dos Comerciários de...
Negociação dos trabalhadores do comércio de Araranguá vai a dissídio
28/09/2015
Na quinta-feira, dia 24, ocorreu a 1ª audiência entre o Sindicato dos Comerciários do Vale do Araranguá – Sitracom e Sindicatos patronais, representantes dos atacadistas, varejistas e concessionários. A audiência foi na Vara do Trabalho de Araranguá e contou com os diretores do Sitracom e a presidente do Sindilojas, Jadna Farias. Apesar das negociações por acordo coletivo não terem chegado a um desfecho, indo parar na justiça, o encontro não apresentou evolução entre ambas as partes. Desta forma, o processo foi encaminhado para o Tribunal Regional do Trabalho, de Florianópolis, que ainda irá marcar uma nova audiência. Para o presidente do Sindicato, Joelcio Cesar dos Santos, o Saba, não foi possível chegar a uma conciliação, porque o patronal manteve a mesma posição em relação às reuniões de negociação. “Com isso se mantém a cautelar conquistada na justiça pelo Sitracom, que proíbe a abertura do comércio em feriados, enquanto ambas as partes não chegarem a um acordo,” pontuou. Ele também não cria uma expectativa de quanto tempo pode levar o processo de dissídio. “É imprevisível,” disse. No entanto, ele ressalta que os trabalhadores podem ficar tranquilos, pois quando sair uma sentença, todos vão receber o aumento retroativo a maio de 2015.   Fonte: por Felipe Balthazar/Assessor de Imprensa do Sintracom de...
Não temos o direito de nos iludir
28/09/2015
Por José Álvaro de Lima Cardoso, economista e supervisor técnico do DIEESE. A atual crise econômica mundial, no Brasil é superdimensionada, em função de interesses políticos, imediatos ou de longo prazo. O atual processo político brasileiro ressuscitou algumas propostas que compõem um receituário econômico categoricamente derrotado pelas urnas na última década. Nele estão propostas como a retomada das privatizações (inclusive da Petrobrás), fim da política de valorização do salário mínimo, rediscussão da estabilidade no emprego para o funcionalismo público, flexibilização da legislação trabalhista e assim por diante. Um dos alvos principais dos que propõem uma “alteração radical” na atual política econômica, são as receitas vinculadas a direitos sociais, política que adveio da Constituição de 1988, chamada de Constituição Cidadã, e forjada na contramão da onda neoliberal que varria o mundo naquela década. Para os que defendem diminuir as receitas vinculadas à direitos sociais na Constituição (por exemplo, educação e saúde) este tipo de política atrapalha a competitividade do país, encarece o custo do investimento privado e não permite a poupança no setor público. Claro, nem uma palavra sobre a dívida pública, que é o principal e maior dreno de recursos públicos. Mas juros é renda de rico, portanto “não vem ao caso” colocar em discussão. Pagar Bolsa Família significa jogar dinheiro fora, mas a “Bolsa Banqueiro” é perfeitamente justificável. Há uma visão por trás das propostas de privatização, de fim da “rigidez orçamentária”, de fim da estabilidade do funcionalismo público, e outras, de que o problema do país é o Estado brasileiro. Para essa concepção se diminuir o tamanho do Estado, as coisas começam a melhorar. O fato é que esta concepção é um tremendo contrassenso. Os avanços sociais que o Brasil apresentou nos últimos anos vieram, principalmente, através das ações articuladas e encaminhadas pelo Estado brasileiro. A redução da desigualdade, a inclusão social e o combate à fome, só para citar alguns, são efeitos da ação estatal organizada e perseverante. Alguém pode supor que o Brasil conseguiu sair do Mapa da Fome da ONU em 2014, um dos acontecimentos mais importantes das últimas décadas, por ação e virtudes do mercado? Somente o PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar) um dos instrumentos utilizados para combater a fome no Brasil, possibilita servir diariamente refeições a 43 milhões de estudantes da educação básica. Não se trata uma ação eventual, e sim de ações diárias, que não podem falhar, que possibilitam servir um número de refeições equivalente à população da Argentina. Esta é uma entre milhares de ações permanentes, que possibilitou que o Brasil reduzisse em 75% a pobreza extrema entre 2001 e 2012 e diminuísse o percentual dos brasileiros que passam fome de 14,8% para 1,7% da população, no mesmo período. Perceber...
SEC Xanxerê comemora 30 anos de luta! Parabéns!
25/09/2015
O Sindicato dos Empregados no Comércio de Xanxerê comemora em 2015 os 30 anos de fundação. A diretoria do Sindicato está organizando um almoço, seguido de assembleia e tarde premiada no dia 27 de setembro (domingo). A FECESC se fará representada no evento e, desde agora, parabeniza os companheiros de Xanxerê pela luta realizada nestas três décadas. Estamos juntos e continuaremos escrevendo a história dos trabalhadores do comércio em Santa Catarina e no Brasil! Confira mais informações publicadas no site Tudo sobre Xanxerê: O Sindicato dos Empregados no Comércio de Xanxerê (SEC) comemora 30 anos de organização, luta e conquista junto à classe trabalhadora. E, para homenagear os ex-presidentes e realizar assembleias e sorteios de brindes, a diretoria do SEC promovo no dia 27 de setembro, a 12ª edição da Tarde Premiada. Cerca de 800 associados e acompanhantes estarão reunidos no Centro Comunitário da Igreja Matriz para as comemorações que terão início às 11 horas. Segundo o presidente do SEC, Adriano de Martini, cada associado recebeu um ingresso e os acompanhantes poderão adquirir também para o almoço (adulto R$ 15,00 e infantil, com idade entre 7 e 8 anos R$ 8,00). Na oportunidade, duas assembleias vão acontecer e também sorteio de 15 prêmios. – A 12ª edição da Tarde Premiada é alusiva aos 30 anos do Sindicato do Comércio. Teremos a partir das 11 horas assembleia com os trabalhadores das concessionárias, ao meio dia haverá almoço, na sequência homenagem a todos os ex-diretores do Sindicato ao longo desses 30 anos (ao todo são 96 dirigentes), também terá assembleia do comércio e trabalhadores de supermercados para tirar pauta da negociação salarial que acontece em novembro. Após terá um bingo com 15 prêmios para os associados presentes – explica Adriano. A programação do dia 27 de setembro foi planejada de maneira diferenciada em vista a comemoração dos 30 anos da entidade. – É importante reconhecer e resgatar a história, porque tem muitos que não conhecem como foi o início do processo para poder chegar onde estamos hoje. Todas as conquistas, desafios e problemas que foram enfrentados estaremos apresentando de forma bem breve para todos os associados e a comunidade xanxerense para saber da história do Sindicato – salienta. Em comemoração aos 30 anos, o Sindicato também passou por uma reformulação da logomarca e passa a identificar a entidade com uma sigla (SEC). Também alusiva a data, o Sindicato irá receber uma homenagem da Câmara de Vereadores, bem como o sócio-fundador do SEC, Odir da Silva receberá dos vereadores o Título de Cidadão Xanxerense.   Um pouco da história do SEC Xanxerê O Sindicato dos Empregados no Comércio de Xanxerê foi fundado em 14/07/1984 em assembleia com a presença 110 empregados comerciários....
Depois de veto ao fim do fator, CUT luta contra progressividade na fórmula 85/95
24/09/2015
Secretário-adjunto da central afirma que articulações pelo direito a aposentadoria digna vão pressionar a Câmara dos Deputados na votação da MP 676, que será realizada em outubro   A luta dos trabalhadores por aposentadorias dignas terá um novo embate no próximo mês, quando a Câmara dos Deputados deve apreciar a Medida Provisória 676, que estabelece a fórmula 85/95 (idade mais tempo de contribuição) para requisição de aposentadorias, com progressividade de pontos de 2017 a 2022 até a fórmula 90/100, em função do aumento da expectativa de vida de população no país.   No dia 22 de setembro, o Congresso manteve os 26 de 32 vetos da presidenta Dilma Rousseff, entre os quais o que acabava com o fator previdenciário, que reduz em até 40% o valor do benefício de quem pede aposentadoria antes da idade mínima de 60 anos para a mulher e 65 anos para o homem, e também criava a fórmula 85/95 com progressividade.   O secretário-adjunto de organização e política sindical da CUT, Valeir Ertle, afirma que a central havia definido duas estratégias de luta para derrubar o fator previdenciário e a progressividade, mas uma delas foi descartada ontem, com a manutenção do veto. “Agora, a estratégia é alterar a medida provisória 676, que precisará ser votada para não trancar a pauta da casa”, afirma, referindo-se à regra que define prazo de 120 dias para os parlamentares apreciarem medidas provisórias. A MP 676 entrou em vigência em 18 de junho deste ano.   A proposta da CUT é pela fórmula 85/95 pura, sem progressividade, e pelo fim do fator previdenciário, que foi criado no governo FHC. Valeir lembra também que o tema será discutido em profundidade, na busca de uma solução definitiva, no Fórum de Debates sobre Políticas de Emprego, Trabalho e Renda e de Previdência Social, criado em maio deste ano. “Ali vamos ver os números e a necessidade real de progressividade ou não”, afirma o secretário-adjunto.   “O que nós estamos trabalhando é para derrubar a progressividade. E vários deputados fizeram emendas para aumentar a progressividade, no lugar de 2022, como estava sendo sugerido”, afirma Valeir, destacando que há uma infinidade de propostas de emendas à MP, inclusive para estender o prazo de progressividade. “Mas vamos nos articular para que a fórmula 85/95 seja aprovada sem a progressividade”, afirma.   Atualmente, as duas regras convivem à escolha do trabalhador na hora da aposentadoria: 85/95 ou o fator previdenciário. Mas a CUT mantém a posição histórica contra o fator previdenciário. “Na hora que o trabalhador mais precisa de dinheiro, que é quando ele se aposenta, ele tem um prejuízo de 30% a 40% (com o fator). E as mulheres são as maiores prejudicadas”, destaca Valeir,...
Impasse na negociação coletiva de trabalho dos comerciários de Jaraguá do Sul e Região
23/09/2015
Patrões condicionam o reajuste salarial à abertura do comércio todos os sábados do ano O Sindicato dos Empregados do Comércio de Jaraguá do Sul e Região encaminhou para dissídio, no Ministério do Trabalho, a negociação coletiva de trabalho do setor Varejista. Isso porque não houve acordo entre o Sindicato e o patronal, que condicionou a concessão do reajuste à abertura do comércio em todos os sábados, até as 17horas. A proposta dos patrões causou indignação entre os comerciários e comerciárias. “Não estamos aqui para vender a dignidade dos trabalhadores. Jamais vamos concordar com isso, ou seja, trabalhar mais e ganhar menos”, assegura a presidente do Sindicato, Ana Maria Roeder. Atualmente, o comércio varejista de Jaraguá do Sul e Região pode abrir 10 sábados por ano e três domingos em dezembro. A presidente do Sindicato adverte que os patrões querem mudar as regras “no meio do jogo” e alterar o que já estava sendo discutido. A proposta final da comissão de negociação dos trabalhadores era de assegurar o percentual mínimo de aumento real sobre a inflação do período, que ficou em 9,81%, em uma única parcela. “Agora eles querem vincular o reajuste com mais trabalho para os comerciários. Tenho compromisso com a categoria e isso nós jamais vamos aceitar”, reforça Ana Roeder. Nesta semana os dirigentes sindicais entregarão o informativo para a categoria, nos locais de trabalho, comunicando sobre o impasse nas negociações. Mas, adianta Ana, “ainda existe espaço para negociar, desde que a classe patronal reformule a contraproposta”. A data-base da categoria é 1° de agosto e já foram assinadas as Convenções Coletivas de Trabalho com o patronal de Concessionárias, Atacadista, Óticas, Farmácias e com a rede Cooper de Supermercados. Os trabalhadores em Concessionárias receberam reajuste de 10,1%, elevando o salário de R$ 1.090,00 para R$ 1.200,00. Para quem recebe acima do piso o reajuste foi de 9,85%. Os trabalhadores do setor Atacadista, de Óticas e Farmácias têm salário admissional fixado em R$ 1.034,00, até 90 dias de trabalho, e Normativo de R$ 1.166,00. Para quem recebe acima do Normativo o reajuste é de 9,85%. Para os funcionários do Cooper o reajuste foi de 9,9% e o piso passou de R$ 1.060,00 para R$ 1.165,00.   Fonte: Informa...
Reunião aberta do DIEESE vai debater “O Petróleo é Nosso”
22/09/2015
No dia 9 de outubro o DIEESE realiza reunião da diretoria sindical, aberta para todos os dirigentes interessados. O início da reunião será às 9h30, com a seguinte pauta: Campanha de filiação; Audiência Pública na ALESC alusiva aos 60 anos do DIEESE e debate sobre o livro “O petróleo é nosso”, de Maria Augusta Tibiriçá Miranda. Todos e todas interessados/as são convidados a participar, o debate será no auditório da FECESC (A. Mauro Ramos, 1624, Centro). Venha e participe da reunião e do debate sobre conjuntura econômica e Petrobrás. Sobre o livro “O petróleo é nosso” Nascida em 1917, a paulista Maria Augusta Tibiriçá Miranda faleceu em 2015. Formada em Medicina, sua militância começou ainda na juventude em campanhas médico-sociais e feministas. Dedicou-se intensamente à campanha “O Petróleo é Nosso”. E, desde 1947, lutou pela defesa do monopólio do petróleo no Brasil. Foi presidente do Movimento em Defesa da Economia Nacional (Modecon). O livro “O Petróleo É Nosso! – A luta contra o Entreguismo, pelo Monopólio Estatal” de 1983, é considerado referência histórica para todos os brasileiros e brasileiras no debate do tema. O Sindpetro-RJ produziu, em 2009, o filme “O Petróleo Tem Que Ser Nosso – Última Fronteira”, que apresenta entrevista com a autora do livro. Você pode conferir em AQUI....
Aprovada PL que proíbe abertura dos supermercados nos domingos em Bagé (RS)
21/09/2015
Com 14 votos a favor, a Câmara de Vereadores de Bagé aprovou no dia 14 de setembro, o Projeto de Lei que proíbe a abertura dos supermercados aos domingos e feriados. Apenas três Vereadores foram contrários a PL. Agora, o projeto de autoria do Vereador Caio Ferreira será encaminhado para o prefeito Dudu Colombo, que terá 15 dias para sancionar ou vetar. O vice-presidente da Fecosul (Federação dos Empregados no Comércio de Bens e Serviços do Estado do Rio Grande do Sul), Rogério Reis, e o secretário-geral, Paulo Ferreira acompanharam das galerias da Câmara todo o debate e a votação, juntamente com dirigente de outros sindicatos e trabalhadores comerciários da região. Após a votação, os dirigentes sindicais comemoram muito aprovação. O vice-presidente do Sindicato dos Comerciários de Bagé, Júlio César Boer Filho, disse que a PL vai dar oportunidade para os trabalhadores conviverem com seus filhos. Ou, simplesmente, gozarem de um período de descanso junto da família. “Temos relatos de trabalhadores que sofrem de depressão, que estão se separando, enfrentando problemas de drogas na família por essa falta de convivência. Está lei vai melhorar muito a qualidade de vida desses trabalhadores”, argumentou. O vice-presidente do Sindicomerciários alertou que será preciso empenho para que o projeto seja cumprido pelos empresários. “Além da sanção do prefeito Dudu Colombo, será preciso um forte empenho de todos para ajudem o Sindicato a fiscalizar e fazer com que a lei seja cumprida”, finalizou Júlio César Boer Filho. Regras Com a redação aprovada na Câmara, apenas poderão abrir aos domingos e feriados os estabelecimentos atendidos pelos proprietários. Com isso, o Vereador Caio acredita que a legislação vai favorece os pequenos empresários, instalados nos bairros. As empresas que não cumprirem a determinação deverão arcar com multa de 40 Unidades e Referência Padrão (URPs). Em situação de reincidência podem ser punidos com o fechamento administrativo do estabelecimento por 30 dias. As regras entram em vigor após a sanção do prefeito.   Fonte: por Marina Pinheiro – Assessoria de Comunicação...

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