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Piso Salarial Estadual será reajustado em 6,49%
26/02/2026
Na tarde desta quinta-feira (26), após três rodadas de negociação marcadas por intensos debates entre representantes dos trabalhadores e do setor patronal, foi concluído o acordo para o reajuste do Piso Salarial Estadual de Santa Catarina. O índice médio de aumento ficou em 6,49% nas quatro faixas salariais. Com o entendimento construído na mesa de negociação, os novos valores passam a ser: 💰 1ª faixa: R$ 1.842,00💰 2ª faixa: R$ 1.908,00💰 3ª faixa: R$ 2.022,00💰 4ª faixa: R$ 2.106,00 A negociação do Piso é realizada anualmente desde 2009, quando foi instituído em Santa Catarina, e já soma 16 acordos firmados. Esse histórico demonstra que a mobilização sindical e a negociação coletiva seguem sendo ferramentas fundamentais para garantir avanços concretos nos salários e na qualidade de vida dos trabalhadores e trabalhadoras. Seguimos firmes e mobilizados por mais direitos, mais valorização e melhores condições de vida para toda a classe trabalhadora!...
Lojas e mercados já acabam com escala 6×1, enquanto Brasília debate mudança
19/02/2026
Lojas, mercados, farmácias e até hotéis de luxo já estão mudando a escala de trabalho de 6×1 pra 5×2, dando mais um dia de folga por semana pros funcionários, enquanto o Congresso ainda discute a mudança. Exemplos como o Copacabana Palace, as redes Pague Menos, Drogarias Pacheco, Drogaria São Paulo e a H&M já adotaram o novo modelo. Especialistas dizem que a tendência é nacional, pois a rotina exaustiva afasta trabalhadores e aumenta a rotatividade. Propostas pra reduzir a jornada estão em debate no Senado e na Câmara, e o governo federal já declarou apoio ao fim da escala 6×1. A mudança não é só uma questão de conforto, mas de saúde física e mental, qualidade de vida e produtividade. A escala 6×1 impõe jornadas longas, pouco tempo de descanso e quase nenhuma convivência familiar, afetando principalmente mulheres e trabalhadores do comércio e serviços. Onde o modelo 5×2 já foi implantado, empresas relatam maior engajamento, menos faltas e equipes mais estáveis. Se o setor privado já começa a reconhecer que trabalhador descansado produz mais e melhor, é hora de transformar essa realidade em regra, garantindo por lei um direito básico: tempo para viver além do trabalho. Fonte: UOL...
Movimento sindical dialoga com trabalhadores sobre isenção do IR em panfletagem
06/02/2026
No fim da tarde de quinta-feira (5 de fevereiro), quando grande parte dos trabalhadores deixavam seu local de trabalho para retornar para casa, representantes do movimento sindical estiveram em frente do Terminal Integrado do Centro (Ticen) para conversar com quem mais sente, no dia a dia, o peso, e agora também o alívio, do salário no bolso. A panfletagem foi um momento de escuta, troca e diálogo direto com os trabalhadores e trabalhadoras. Em comum, muitos sorrisos e comentários animados: a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil já começou a aparecer no salário de fevereiro, garantindo um dinheiro a mais no mês para ajudar nas contas, no mercado e no orçamento familiar. O ato foi organizado pela CUT Santa Catarina e contou com a participação de diretores da FECESC. Entre uma conversa e outra, não faltaram relatos de satisfação. Outros, que ainda não haviam recebido o salário, pararam para tirar dúvidas, fazer contas rápidas e entender quanto passariam a deixar de pagar de Imposto de Renda a partir deste mês. O clima era de curiosidade, alívio e reconhecimento de que a mudança faz diferença concreta na vida de quem vive do trabalho. A atividade contou com a participação de diversos dirigentes CUTistas da regional Florianópolis, reforçando o papel do movimento sindical na disputa de ideias e na valorização das conquistas da classe trabalhadora. Durante a ação, dirigentes destacaram que a isenção do IR é fruto de uma promessa de campanha do presidente Lula que virou realidade, mas também de anos de mobilização das centrais sindicais em defesa de um sistema tributário mais justo. Com informações da assessoria de comunicação da CUT/SC. ...
MPT obriga supermercado a respeitar descanso semanal sem exigir horas extras
22/01/2026
Em ação do Ministério Público do Trabalho de Campinas, a Justiça do Trabalho concedeu liminar determinando que o Supermercado Maxxi Atacado regularize imediatamente a jornada de trabalho de seus empregados. A empresa está proibida de exigir horas extras como condição para a concessão do descanso semanal remunerado. Os funcionários precisavam cumprir certa carga horária de horas-extras para só então conseguirem o descanso semanal remunerado. A decisão é resultado de uma investigação que identificou jornadas excessivas, supressão do descanso semanal e irregularidades no pagamento de horas extras. Caso a determinação seja descumprida, a empresa poderá ser multada em R$ 10 mil por ocorrência e por trabalhador prejudicado. Além da liminar, o Ministério Público do Trabalho também pede, no mérito da ação, o pagamento de R$ 500 mil por danos morais coletivos. Fonte: Ministério Público do...
Nota de repúdio em defesa da Venezuela
05/01/2026
A Central Única dos Trabalhadores (CUT Brasil), maior organização sindical da América Latina, vem a público manifestar seu mais veemente repúdio aos graves episódios de agressão externa ocorridos neste dia 3 de janeiro de 2026 contra a República Bolivariana da Venezuela. Tais acontecimentos não representam apenas um ataque a uma nação soberana, mas uma afronta direta à estabilidade democrática de toda a nossa região e aos princípios fundamentais do Direito Internacional. A tentativa de imposição de força e a violação da integridade territorial venezuelana são práticas imperialistas que não possuem lugar no século XXI. Diante da gravidade dos fatos, a CUT reafirma: 1. Solidariedade de Classe: expressamos nosso total apoio à classe trabalhadora venezuelana, que é sempre a mais atingida por bloqueios, sanções e intervenções militares que desestabilizam a economia, destroem postos de trabalho e precarizam a vida. 2. Defesa da Autodeterminação: reiteramos que o destino da Venezuela deve ser decidido soberanamente por seu povo, sem ingerências externas, pressões militares ou coerções econômicas que ferem a Carta das Nações Unidas e a Carta da OEA. 3. Justiça Social e Soberania: Para a CUT, não existe defesa de direitos trabalhistas sem a defesa da soberania nacional. A classe trabalhadora brasileira se coloca em prontidão contra qualquer tentativa de transformar o continente em palco de conflitos geopolíticos que servem apenas aos interesses alheios ao bem-estar dos nossos povos. 4. Defesa dos Direitos Humanos: Exigimos a libertação imediata do presidente Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores, sequestrados em sua residência por militares norte-americanos. Não aceitaremos que a força se sobreponha ao diálogo e que a soberania de um povo irmão seja atropelada. A luta por democracia, paz e justiça social é internacional e indivisível. Pela paz na Venezuela! Pela soberania dos povos da América Latina! São Paulo, 03 de janeiro de 2026. Sergio Nobre Presidente da CUT Brasil Antonio Lisboa Secretário de Relações Internacionais da CUT...
Feliz Natal a todos!
17/12/2025
Que o Natal seja um tempo de solidariedade e renovação das nossas energias. E que o novo ano nos encontre unidos, fortalecidos e confiantes na luta por trabalho digno e direitos garantidos. Nós, da FECESC, desejamos a todos os companheiros de jornada um feliz Natal e um 2026 mágico e vitorioso!...
Piso Salarial Estadual: negociações têm início
15/12/2025
Nesta segunda-feira, dia 15 de dezembro, aconteceu a 1ª rodada de negociação do Piso Estadual de Salários de Santa Catarina. Trabalhadores e empresários debateram a conjuntura econômica, mas não houve acordo neste primeiro encontro. A proposta apresentada pelos trabalhadores reivindica reposição integral do INPC acumulado em 2025, mais 5% de aumento real, com vigência a partir de 1º de janeiro de 2026. A conjuntura econômica, de acordo com os economistas do DIEESE, é amplamente favorável. A próxima rodada de negociação já está agendada para 29 de janeiro. Seguimos firmes na defesa da valorização dos salários e dos direitos da classe...
Senado avança em PEC que reduz jornada de trabalho para 36 horas semanais
11/12/2025
Proposta extingue a escala 6×1, garante dois dias consecutivos de descanso e prevê transição gradual, mas ainda enfrenta resistência no Congresso A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (10), uma proposta de emenda à Constituição que diminui a jornada máxima de trabalho no país para 36 horas semanais, substituindo o limite atual de 44 horas por semana. O avanço da matéria ocorre após uma década parada na Casa e ganhou força com mobilizações populares, que já reuniram mais de 1,5 milhão de assinaturas. Na Câmara dos Deputados, uma PEC semelhante também está em análise, porém em um processo mais lento. A proposta aprovada na CCJ extingue a tradicional escala 6×1, comum em áreas como serviços, saúde, restaurantes e supermercados, onde o trabalhador atua seis dias seguidos e descansa apenas um. O novo modelo determina jornadas diárias de até 8 horas, distribuídas em no máximo cinco dias por semana, totalizando 36 horas semanais, sem qualquer redução salarial. Outro ponto central do texto é a garantia de dois dias consecutivos de descanso remunerado, preferencialmente aos sábados e domingos. Segundo o relator, senador Rogério Carvalho (PT-SE), a intenção é ampliar o período de descanso dos trabalhadores sem causar perdas financeiras. A votação ocorreu de forma simbólica, e o texto segue agora para o plenário do Senado. Caso aprovado, seguirá para análise da Câmara dos Deputados. A PEC também prevê uma transição gradual: No primeiro ano após a promulgação, a carga máxima passa para 40 horas semanais. Nos anos seguintes, há redução anual de uma hora até atingir as 36 horas, igualmente sem redução de salário. A pauta da redução de jornada tem sido uma das principais bandeiras do PT e de aliados do governo Luiz Inácio Lula da Silva. Resistências no Congresso Apesar do avanço no Senado, a proposta encontra obstáculos tanto entre parlamentares da oposição quanto da base governista. Críticos afirmam que a mudança pode gerar impactos negativos na economia e elevar custos para empregadores. O tema já apareceu em discussões anteriores no Congresso, mas nunca chegou à votação nos plenários. Em 2009, após 14 anos de debate, uma comissão especial da Câmara aprovou por unanimidade uma PEC que fixava a jornada em 40 horas semanais. Embora pronta para votação, a matéria jamais foi pautada e acabou arquivada em 2023. Outra iniciativa surgiu em 2019, quando o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) apresentou uma PEC que também reduzia a jornada para 36 horas, mas com uma transição de 10 anos. A proposta chegou à CCJ e entrou na agenda de novembro de 2023. No entanto, um requerimento da oposição retirou o tema de pauta por 30 votos a 25, e o texto não voltou a ser discutido...
Pesquisa nacional mostra que trabalhadores valorizam sindicatos e defendem ampliação da organização coletiva
08/12/2025
Pesquisa também aponta que trabalhadores valorizam sindicatos, defendem direitos e confirma confiança crescente nas entidades sindicais A pesquisa nacional “O Trabalho e o Brasil”, realizada pelo Instituto Vox Populi em parceria com a Fundação Perseu Abramo, com apoio técnico do DIEESE e do Fórum das Centrais Sindicais, apresenta um dos retratos mais completos sobre a relação da classe trabalhadora com o movimento sindical. O estudo teve como objetivo medir a percepção dos trabalhadores sobre direitos, condições de trabalho, papel dos sindicatos e expectativas para o futuro do mercado laboral, em um cenário marcado por precarização, avanço da informalidade e mudanças na legislação trabalhista. Para isso, foram realizadas 3.850 entrevistas presenciais entre maio e junho, distribuídas nas cinco macrorregiões do país. O levantamento ouviu trabalhadores formais e informais, autônomos, pequenos empreendedores, servidores públicos, trabalhadores de aplicativos, desempregados e aposentados. A margem de erro é de 1,6 ponto percentual. Reconhecimento nacional ao papel dos sindicatos O estudo mostra que a maior parte da classe trabalhadora reconhece o papel estratégico das entidades sindicais. Entre os entrevistados: ✓68% afirmam que os sindicatos são essenciais para garantir direitos e melhorar as condições de trabalho; ✓67,8% apontam contribuição direta para a melhoria da qualidade de vida; ✓67,1% valorizam a mediação entre trabalhadores e empresas; ✓64,3% veem os sindicatos como defensores da classe trabalhadora; ✓52% declaram estar satisfeitos ou muito satisfeitos com a atuação sindical. Esses números desmentem o discurso que tenta enfraquecer o papel das entidades e confirmam que a população trabalhadora reconhece o valor da organização coletiva. Jovens e regiões do país demonstram forte apoio aos sindicatos Entre os jovens trabalhadores, o apoio à atuação sindical é ainda maior. Os índices de reconhecimento sobre a importância dos sindicatos alcançam uma média de 73,1%, dependendo do aspecto analisado (defesa de direitos, melhoria salarial, representação, mediação). Quando os dados são distribuídos por região, a percepção positiva também se destaca: No Nordeste, uma média de 70,35% reconhecem o papel dos sindicatos em diferentes frentes de atuação. No Sul, 68,75% apontam relevância sindical em temas como negociação salarial, mediação de conflitos e defesa de direitos. Esses resultados mostram que a força sindical permanece reconhecida em todo o território nacional, especialmente entre jovens, trabalhadores pobres, informais e grupos historicamente vulnerabilizados. Direito de greve é amplamente defendido Mais de 70% dos entrevistados afirmam que o direito de greve deve ser garantido e preservado como ferramenta legítima de pressão e negociação. A maioria também considera importante participar de consultas públicas e eleger representantes políticos comprometidos com a defesa dos trabalhadores. A realidade da informalidade: a busca pela segurança da CLT O estudo revelou um dado contundente: a precarização empurra trabalhadores para a informalidade, mas não por escolha. Entre os autônomos, 55,3%...
Assembleia Regional do Dieese aprova proposta de 5% de ganho real para o Piso Salarial Estadual 2026
12/11/2025
Dirigentes de entidades sindicais filiadas ao Dieese/SC, centrais, federações e sindicatos de trabalhadores estiveram reunidos nesta quarta-feira (12), na Fetaesc, em São José, sob coordenação da supervisora técnica Crystiane Peres e do diretor sindical Ivo Castanheira. Na pauta, o planejamento estratégico do Dieese para o período 2024–2034, as diretrizes prioritárias para 2026 e, principalmente, a aprovação da proposta de reposição integral do INPC de 2025, mais 5% de ganho real para o Piso Salarial Estadual de 2026. A pauta de reivindicações será entregue à Fiesc, em Florianópolis, às 9h do dia 13 de novembro, e a primeira rodada de negociação com o setor patronal está marcada para 15 de dezembro, no mesmo local. Pela manhã, haverá reunião entre o Dieese e as entidades sindicais, na Fecesc, para definir as estratégias da negociação. Durante a Assembleia, também foi realizada a eleição da nova coordenação do Dieese/SC, reconduzindo Ivo Castanheira (Fecesc) como Coordenador e Jorge Luiz Putsch (Metalúrgicos de Brusque) como Secretário Geral, além de Orlando Soares Filho (Fetramesc) e Tatiane de Castro (Fetessesc) para mais um ano de mandato. A condução do processo foi feita pelo professor Carlos Magno da Silva Bernardo (Feteesc). O encontro reforçou o compromisso coletivo com o fortalecimento da negociação sindical e marcou o início das comemorações pelos 70 anos do Dieese Nacional, uma trajetória de pesquisa, formação e luta em defesa dos...

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