Pesquisar

Redes sociais


Dilma: governo de SP prefere estrangeiros à Petrobras

18/10/2010
 A candidata à presidência Dilma Rousseff cobrou do adversário do PSDB, José Serra, a tentativa do governo de São Paulo de barrar a compra, pela Petrobras, da Gas Brasiliano, fornecedora de gás natural no interior do estado. No debate entre os presidenciáveis promovido ontem (18) pela Rede TV e o jornal Folha de São Paulo, Dilma lamentou que o governo de São Paulo tenha feito oposição à compra, embora a Petrobras tenha oferecido o melhor preço na disputa. Segundo ela, o governo paulista recorreu ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) contra a operação, o que poderia beneficiar uma empresa japonesa. Serra não respondeu à pergunta. “Não entendo. O preço oferecido pela Petrobras era maior. E a Petrobras é uma empresa que todos os estados gostariam de receber seus investimentos. Preferem uma empresa estrangeira a Petrobras. E falam que gostam muito da Petrobras”, disse Dilma. Ela lembrou a tentativa do governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso de mudar o nome da empresa para Petrobrax. “Queriam tirar o brás, que é a coisa mais brasileira, para agradar o mercado internacional.” O candidato José Serra também não respondeu se manteria as estatais Eletrobras, Chesf, Furnas, Eletrosul e Eletronorte fora do processo de privatização. Como ministro do Planejamento do governo do PSDB, ele assinou o decreto que previa a venda dessas empresas. Segundo Dilma, o racionamento de energia vivido pelo Brasil nos anos 90 decorreu da falta de investimentos pela Eletrobras, que estava na fila da desestatização. “Quando as empresas entravam no processo de desestatização, ficaram paralisadas. Como seriam vendidas, não podiam investir”, explicou...

Ao lado de Serra, senador tucano bate boca com padre que é contra boatos

18/10/2010
 O ex-presidente do PSDB, Tasso Jereissati, provocou tumulto com um padre que se posicionou contra a campanha de boatos utilizando a Igreja Católica e o aborto. A confusão ocorreu durante compromisso de campanha do candidato tucano à Presidência, José Serra, na Basílica de São Francisco das Chagas em Canindé, no Ceará. O ex-governador tem montado uma agenda religiosa neste segundo turno, tentando se aproveitar da campanha de boatos contra a adversária, a petista Dilma Rousseff. O problema começou quando o padre disse que eram falsos os panfletos que circulavam pela igreja afirmando que Dilma é favorável ao aborto e às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Foi então que Jereissatti se irritou, afirmando que um “padre petista” como aquele estava “causando problemas à igreja.” De acordo com a reportagem da Agência Brasil, os administradores da paróquia não informaram o nome do padre. Na sequência, partidários tucanos se exaltaram e o padre teve de deixar a basílica protegido por seguranças. Do lado de fora, militantes do PSDB e do PT chegaram a ter um princípio de briga. Campanha Antes da missa, Serra voltou a prometer criar o 13º do Bolsa Família, promessa que incorporou ao centro de sua agenda, mesmo depois de seu partido e dos dois principais aliados, DEM e PPS, terem feito forte campanha ao longo dos últimos oito anos contra o principal programa social do governo Lula. O ex-governador lembrou também suas outras duas promessas para as classes populares: salário mínimo a R$ 600 e reajuste de 10% para as aposentadorias. “Não podemos ter um país dividido por aqueles que consideram adversários como inimigos, porque aí vale qualquer coisa”, completou. Além de Jereissati, derrotado nas eleições para o Senado, Serra esteve ao lado de Lúcio Alcântara, que tentava voltar ao governo do Ceará, mas acabou batido por Cid Gomes (PSB). Os discursos dos aliados tucanos apontaram que o êxito eleitoral do PT no Nordeste se deveria ao que eles consideram mentiras em torno do Bolsa...
Revista Istoé: José Serra deve explicações mais detalhadas à sociedade brasileira.
18/10/2010
Elas se referem a um nome umbilicalmente ligado à cúpula do PSDB, mas de pouca exposição pública até dois meses atrás: Paulo Vieira de Souza, conhecido dentro das hostes tucanas como Paulo Preto. Desde que a candidata do PT, Dilma Rousseff, pronunciou o nome de Paulo Preto no debate realizado pela Rede Bandeirantes no domingo 10, Serra se viu envolvido em um enredo de contradições e mistério do qual vinha se esquivando desde agosto passado, quando ISTOÉ publicou denúncia segundo a qual o engenheiro Paulo Souza, ex-diretor da estatal Dersa na gestão tucana em São Paulo, era acusado por líderes do seu próprio partido de desaparecer com pelo menos R$ 4 milhões arrecadados de forma ilegal para a campanha eleitoral do PSDB. Na época, a reportagem baseou-se em entrevistas, várias delas gravadas, com 13 dos principais dirigentes tucanos, que apontavam o dedo na direção de Souza para explicar a minguada arrecadação que a candidatura de Serra obtivera até então. Depois de publicada a denúncia, o engenheiro disparou telefonemas para vários líderes, dois deles com cargos no comando da campanha presidencial, e, apesar da gravidade das acusações, os tucanos não se manifestaram, numa clara opção por abafar o assunto. O próprio presidenciável Serra optou pelo silêncio. Então, mesmo com problemas de caixa e reclamações de falta de recursos se espalhando pelos diretórios regionais, o PSDB preferiu jogar o assunto para debaixo do tapete. No debate da Rede Bandeirantes, Serra mais uma vez silenciou. Instado por Dilma a falar sobre o envolvimento de Paulo Preto no escândalo do sumiço da dinheirama, não respondeu. Mas o pavio de um tema explosivo estava aceso e Serra passou a ser questionado pela imprensa em cada evento que participou. E, quando ele falou, se contradisse, apresentando versões diametralmente diferentes em um período de 24 horas. Na segunda-feira 11, em Goiânia (GO), em sua primeira manifestação sobre o caso, o candidato do PSDB negou conhecer o engenheiro. “Não sei quem é o Paulo Preto. Nunca ouvi falar. Ele foi um factoide criado para que vocês (jornalistas) fiquem perguntando.” A declaração provocou uma reação imediata. Na terça-feira 12, a “Folha de S.Paulo” publicou uma entrevista em que o engenheiro, oficialmente um desconhecido para Serra, fazia ameaças ao candidato tucano. “Ele (Serra) me conhece muito bem. Até por uma questão de satisfação ao País, ele tem que responder. Não se larga um líder ferido na estrada a troco de nada. Não cometam este erro”, disparou Paulo Preto. Serra demonstrou ter acusado o golpe. Horas depois da publicação da entrevista, em evento em Aparecida (SP), o candidato recuou. Com memória renovada, saiu em defesa do ex-diretor do Dersa. Como se jamais tivesse tratado deste assunto antes, Serra afirmou: “Evidente...

PV decide ficar neutro no segundo turno

18/10/2010
 O PV decidiu ontem (17), em plenária, ficar neutro no segundo turno das eleições. Havia cerca de 120 votantes na reunião e apenas quatro levantaram a mão pela defesa de definir qual dos dois candidatos apoiar no segundo turno. “Estamos definidos nestas eleições como independentes”, disse o presidente do partido, José Luiz de França Penna. A senadora Marina Silva, candidata do PV à Presidência no primeiro turno, leu uma carta endereçada aos candidatos Dilma Rousseff e José Serra, em que se declara neutra quanto aos rumos da campanha. Ela, no entanto, evitou manifestar sua opinião sobre o apoio para o segundo turno. Marina reclamou do embate que vem se travando entre o PSDB e o PT na reta final de campanha e lamentou que os dois partidos que “nasceram inovadores, hoje se mostram conservadores”. Para a senadora, o segundo turno seria um pragmatismo sem limites. Ela disse ainda que já conviveu com os dois candidatos e que são pessoas dignas. Com Dilma, Marina relembrou que teve cinco anos de convivência, quando ambas eram ministras do governo Lula, e disse que a convivência foi boa apesar das divergências. Já com Serra, ela relembrou ocasiões em que convergiram na opinião sobre determinados projetos quando ele também era senador. Marina admitiu que dos cerca de 20 milhões de votos que teve no primeiro turno, havia uma parte considerável de votos de evangélicos e alfinetou o teor religioso que a campanha do segundo turno recebeu. “Professei minha fé sem fazer dela uma arma eleitoral.” Agora, a candidata do PV disse que o partido que ser um “veículo mediador de propostas” e que vai cobrar de quem for eleito a execução das promessas de campanha. Elaine Patricia Cruz / Repórter da Agência...

José Serra nomeou filha de suspeito de desvios para cargo de gabinete

18/10/2010
A controversa relação entre José Serra (PSDB) e o engenheiro Paulo Vieira de Souza — conhecido como Paulo Preto e suspeito de ter desviado R$ 4 milhões supostamente destinados ao caixa 2 da campanha tucana — ganhou um novo elemento neste fim de semana. No primeiro mês como governador de São Paulo, Serra nomeou uma filha de Preto para cargo de confiança no Palácio dos Bandeirantes. Segundo o jornal Folha de S.Paulo, a jornalista Tatiana Arana Souza Cremonini foi contratada como assistente técnica de gabinete em decreto assinado por Serra em 29 de janeiro de 2007. Ela atua no cerimonial, com salário de R$ 4.595, com gratificações. Preto foi levado ao epicentro da campanha eleitoral pela candidata Dilma Rousseff (PT) no debate da Band no dia 10. A petista, baseada em reportagem publicada pela revista IstoÉ, disse que ele teria desviado R$ 4 milhões de um caixa 2 tucano. No debate, o tucano não respondeu à petista. No dia seguinte, em visita a Goiânia (GO), disse que desconhecia o acusado e que o episódio era um "factoide". Na terça-feira, dia em que foi publicada entrevista de Preto fazendo ameaças a tucanos, o candidato saiu em defesa do ex-dirigente da empresa responsável por obras viárias como o Rodoanel e afirmou que a acusação era injusta. Em nota, a Secretaria de Comunicação do governo informou que Tatiana foi contratada por sua formação profissional e pela fluência em inglês e espanhol. Serra, por meio de sua assessoria, afirmou que todos os processos para nomeação de servidores de confiança "são instruídos pelas secretarias responsáveis pela indicação, chegando às mãos do governador após processo de avaliação criterioso, como ocorreu nesse caso". A assessoria do candidato sustenta que "o governo de SP possui mais de 6 mil cargos de livre provimento" e, por lei, as nomeações são assinadas pelo governador. Questionado, o tucano não respondeu se conhecia o parentesco de Tatiana com o ex-diretor da Dersa na ocasião de sua nomeação. Preto dirigiu o setor de engenharia da Dersa de 2007 até abril deste ano, quando foi exonerado por Alberto Goldman, que assumiu o governo no lugar de Serra. Em novembro do ano passado, ainda como vice-governador, Goldman enviou um e-mail a Serra dizendo que Preto era "incontrolável". "Ele (Paulo Preto) é vaidoso e arrogante. Fala mais do que deve, sempre. Parece que ninguém consegue controlá-lo. Julga-se o super-homem", escreveu Goldman....

Para Dilma Rousseff: o feminino e a política atual

14/10/2010
Dilma Rousseff, como mulher, desperte para sua missão histórica única. Sua candidatura é providencial para o Brasil e para o equilíbrio da Mãe Terra. Que os eleitores, homens e mulheres, ao elegê-la Presidenta, se tornem artífices de um processo de regeneração e de um destino bom para todos. ________________________________________________________________________ A reflexão antropológica dos últimos anos tem mostrado que masculino-feminino não são entidades autônomas, mas princípios ou fontes de energia que continuamente constroem o humano como homem e mulher. Estes são resultado da ação destes princípios anteriores e subjacentes que se realizam em densidades diferentes em cada um deles. O feminino no homem e na mulher é aquele momento de integralidade, de profundidade abissal, de capacidade de pensar com o próprio corpo, de decifrar mensagens escondidas sob sinais e símbolos, de interioridade, de sentimento de pertença a um todo maior, de cooperação, de compaixão, de receptividade, de poder gerador e nutridor e de espiritualidade. O masculino na mulher e no homem exprime o outro pólo do ser humano, de razão, de objetividade, de ordenação, de poder, até de agressividade e de materialidade. Pertence ao masculino na mulher e no homem o movimento para a transformação, para o trabalho, para o uso da força, para a clareza que distingue, separa e ordena. Pertence ao feminino no homem e na mulher a capacidade de repouso, de cuidado, de conservação, de amor incondicional, de perceber o outro lado das coisas, de cultivar o espaço do mistério que desafia sempre a curiosidade a a vontade de conhecer. Observe-se: não se diz que o homem realiza tudo o que comporta o masculino e a mulher tudo o que expressa o feminino. Trata-se aqui de princípios presentes em cada um, estruturadores da identidade pessoal do homem e da mulher. Continua sendo o drama da cultura patriarcal o fato de ter usurpado o princípio masculino somente para o homem fazendo com que ele se julgasse o único detentor de racionalidade, de mando, de construção da sociedade, relegando para a privacidade e para tarefas de dependência a mulher, não raro, considerada um apêndice, objeto de adorno e de satisfação. Ao não integrar o feminino em si, se enrijeceu e se desumanizou. Por outra parte, impedindo que a mulher realizasse o seu masculino, fragilizou-a e lhe fez surgir um sentimento de implenitude. Ambos se depauperaram e mutilaram a construção da figura do ser humano uno e diverso, recíproco e igualitário. A superação deste obstáculo cultural é a primeira condição para uma relacionamento de gênero mais integrador e justo para cada uma das partes. O movimento feminista mundial colocou em xeque o projeto do patriarcado que dominou por séculos e desconstruiu as relações de gênero organizadas sob o signo da...

Católicos e evangélicos declaram voto em Dilma Rousseff

14/10/2010
Agência Carta Maior: Consideramos que, para o projeto de um Brasil justo e igualitário, a eleição de Dilma para presidente da República representará um passo maior do que a eventualidade de uma vitória do Serra, que, segundo nossa análise, nos levaria a recuar em várias conquistas populares e efetivos ganhos sócio-culturais e econômicos que se destacam na melhoria de vida da população brasileira", diz manifesto assinado por cristãos católicos e evangélicos. Documento também denuncia campanha de boatos e mentiras que circulam pela internet. Manifesto de Cristãos e cristãs evangélicos/as e católicos/as em favor da vida e da vida em Abundância! Somos homens e mulheres, ministros, ministras, agentes de pastoral, teólogos/as, padres, pastores e pastoras, intelectuais e militantes sociais, membros de diferentes Igrejas cristãs, movidos/as pela fidelidade à verdade, vimos a público declarar: 1. Nestes dias, circulam pela internet, pela imprensa e dentro de algumas de nossas igrejas, manifestações de líderes cristãos que, em nome da fé, pedem ao povo que não vote em Dilma Rousseff sob o pretexto de que ela seria favorável ao aborto, ao casamento gay e a outras medidas tidas como “contrárias à moral”. A própria candidata negou a veracidade destas afirmações e, ao contrário, se reuniu com lideranças das Igrejas em um diálogo positivo e aberto. Apesar disso, estes boatos e mentiras continuam sendo espalhados. Diante destas posturas autoritárias e mentirosas, disfarçadas sob o uso da boa moral e da fé, nos sentimos obrigados a atualizar a palavra de Jesus, afirmando, agora, diante de todo o Brasil: “se nos calarmos, até as pedras gritarão!” (Lc 19, 40). 2. Não aceitamos que se use da fé para condenar alguma candidatura. Por isso, fazemos esta declaração como cristãos, ligando nossa fé à vida concreta, a partir de uma análise social e política da realidade e não apenas por motivos religiosos ou doutrinais. Em nome do nosso compromisso com o povo brasileiro, declaramos publicamente o nosso voto em Dilma Rousseff e as razões que nos levam a tomar esta atitude: 3. Consideramos que, para o projeto de um Brasil justo e igualitário, a eleição de Dilma para presidente da República representará um passo maior do que a eventualidade de uma vitória do Serra, que, segundo nossa análise, nos levaria a recuar em várias conquistas populares e efetivos ganhos sócio-culturais e econômicos que se destacam na melhoria de vida da população brasileira. 4. Consideramos que o direito à Vida seja a mais profunda e bela das manifestações das pessoas que acreditam em Deus, pois somos à sua Imagem e Semelhança. Portanto, defender a vida é oferecer condições de saúde, educação, moradia, terra, trabalho, lazer, cultura e dignidade para todas as pessoas, particularmente as que mais precisam. Por isso, um...

Dilma tem 48% e Serra, 40%, aponta pesquisa Vox Populi

14/10/2010
Divulgada nesta quarta-feira, a pesquisa Vox Populi mostra a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, oito pontos à frente de José Serra, do PSDB, na disputa do segundo turno. Dilma tem 48% das intenções de voto contra 40% de Serra. Se considerados apenas os votos válidos, Dilma venceria a eleição com 54,5%. Serra teria 45,4%. Votos brancos e nulos somaram 6%. O total de eleitores indecisos também foi de 6%, segundo o Vox Populi. FICHA TÉCNICA: Solicitante: IG Período de campo: 10 e 11 de outubro Tamanho da amostra: 3 mil eleitores, em 214 municípios do país Margem de erro: 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos Registro: no TSE sob o nº...
Medo do desemprego atinge menor índice em 14 anos, indica CNI
14/10/2010
O bom desempenho da economia aumentou a confiança dos brasileiros na manutenção do emprego e na geração de postos de trabalho, de acordo com pesquisa trimestral divulgada ontem (14) pela Confederação Nacional da Indústria. Em setembro, informa a CNI, o Índice de Medo do Desemprego apurado no país foi o menor desde maio de 1996, quando a entidade começou a fazer a pesquisa. De 3.010 pessoas ouvidas no fim do mês passado, 55% disseram que não têm medo de ficar desempregadas, 30% declararam “pouco medo” e 15% informaram ter “muito medo” do desemprego. Foi o terceiro trimestre seguido em que mais de metade dos entrevistados afirmaram não temer o desemprego. Para Flávio Castelo Branco, economista-chefe da CNI, esse nível de confiança deve se manter também ao longo de 2011 porque “tudo indica que o ritmo de crescimento da economia continuará elevado, garantindo a expansão da oferta de emprego”. Ele ressaltou que a avaliação otimista da população reflete as condições favoráveis do mercado de trabalho. “A economia retomou o crescimento e as taxas de desemprego das principais regiões metropolitanas estão entre as mais baixas da história”. Brasília Confidencial...

Proposta da Fenaban é aceita e bancários do BB e da Caixa encerram greve

14/10/2010
Reunidos em assembleias específicas no início da noite desta quarta-feira (13), 15º dia da paralisação nacional, a maior das últimas duas décadas, os bancários aprovaram as propostas de acordo da Fenaban, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, pondo fim à greve da categoria em todos os bancos. O acordo da Fenaban inclui reajuste de 16,33% nos pisos, com aumento real de 11,54%, reajuste de 7,5% (aumento real de 3,08%) para quem ganha até R$ 5.250 (o que engloba 85% da categoria) e em todas as verbas salariais, incremento na PLR e inclusão na Convenção Coletiva, pela primeira vez, de cláusula sobre assédio moral e segurança. A proposta específica aprovada pelos funcionários do Banco do Brasil garante o índice de reajuste de 7,5% para todos, sem o limitador da Fenaban, que será aplicado ainda às demais verbas como cesta-alimentação, vale-refeição e os VRs (valor de referência) dos comissionados. O piso salarial será elevado para R$ 1.600 (aumento real de 8,71%) e o BB irá implantar Carreira de Mérito como parte de um Plano de Carreiras e Remuneração (PCR) com efeitos retroativos ao ano de 2006. Já na Caixa, o acordo específico também garante, entre outros pontos, reajuste linear de 7,5%, também sem o teto da Fenaban, além da elevação do piso de ingresso para R$ 1.600 indo para R$ 1.637 após 90 dias e a criação da PLR social. Da Redação do Seeb Brasília...

Siga-nos

Sindicatos filiados

[wpgmza id=”1″]