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Temer acaba com o Natal dos trabalhadores
23/12/2016
Em nota oficial, CUT diz que reforma de Temer é ineficaz, inoportuna e autoritária A reforma trabalhista anunciada nesta quinta-feira (22) pelo governo do ilegítimo e golpista Temer é ineficaz, inoportuna, autoritária e não resolve o problema do Brasil. É ineficaz por não enfrentar o principal problema do País, que é a estagnação econômica, a crise da indústria e o desemprego que atinge milhões de famílias. É inoportuna porque está fora da realidade, foi elaborada às vésperas do Natal, o que demonstra a falta de compromisso dos golpistas com o povo, com a classe trabalhadora. É autoritária porque é unilateral, decidida sem amplo debate com as centrais sindicais e a sociedade. A CUT não negociou esse pacote. Ao contrário do que disse o governo Temer, não é verdade que a CUT foi chamada em algum momento para negociar mudanças na legislação trabalhista.As questões referentes ao mercado de trabalho são extremamente importantes para serem discutidas e encaminhadas em formato de Medida Provisória. Ao tomar essa decisão, o governo do golpista e ilegítimo Temer demonstra mais uma vez o desrespeito para com a representação e a negociação de temas extremamente importantes para toda a sociedade. O método só comprova o “modus operandi” de um governo ilegítimo, que não foi eleito e não tem preocupação com as relações sociais nem com a opinião da sociedade. É um atentado à negociação. É um golpe à classe trabalhadora. A CUT é contra toda e qualquer retirada de direito da classe trabalhadora e lutará para que isso não aconteça. Nenhum direito a menos! Central Única dos Trabalhadores São Paulo, 22 de dezembro de 2016.   Fonte: CUT Nacional www.cut.org.br Foto: Roberto...
Feliz Natal e ótimo Ano Novo!
20/12/2016
A Federação dos Comerciários entrará em recesso a partir do dia 22 de dezembro de 2016 e voltará com as atividades normais no dia 3 de janeiro de 2017     O balanço de 2016 nos aponta para a necessidade de, em 2017, ampliar a luta, a resistência e a solidariedade. Que a utopia nos impulsione a caminhar na direção da igualdade de direitos e da justiça...
Nova rodada de negociação do Piso Estadual é agendada para janeiro de 2017
19/12/2016
Sem contraproposta do patronal nova negociação fica agendada para dia 13 de janeiro de 2017, após divulgação dos índices de INPC de 2016 A segunda rodada de negociação ocorrida na segunda-feira, dia 19 de dezembro, na sede da FIESC, não agradou os representantes dos trabalhadores. Sem apresentar propostas e alegando dificuldades financeiras, os representantes dos empresários disseram que vão aguardar o fechamento do INPC de 2016, para negociar reajuste do piso. Ivo Castanheira, dirigente da Federação dos Empregados no Comércio e Serviços de Santa Catarina – FECESC e coordenador sindical do Departamento Intersindical de Estudos e Estatísticas Socioeconômicas de Santa Catarina – DIEESE, reforçou o seu argumento de que a negociação é sempre no sentido de melhorar os salários e que o INPC não se negocia, o que se quer é ganho real. “Estamos negociando o piso dos trabalhadores do estado, ou seja, os salários mais baixos, não estamos falando de valores de 4 ou 5 mil reais”, lembrou Castanheira. A negociação do Piso Estadual se dá num período turbulento da economia e política brasileira, com fortes ataques aos serviços públicos e divulgação de reformas estruturais que vão mexer com direitos dos trabalhadores. Na avaliação de José Álvaro Cardoso, economista do DIEESE/SC, são nesses momentos de crise econômica que é necessário injetar dinheiro na economia, através de reajuste salarial. “Não será com arrocho salarial que a economia vai reagir”. Mauricio Mulinari, também economista do DIEESE/SC na subseção da FECESC, explica que a maior parte dos empregos gerados no país, são através das microempresas, que sobrevivem do consumo interno, do consumo dos trabalhadores. Apesar do pedido dos trabalhadores para que tivessem valores fechados do Piso Estadual para 2017, os representantes dos empresários disseram que só terão valores após dia 11 de janeiro, data de divulgação do INPC de 2016. Nova mesa de negociação foi agendada para dia 13 de janeiro, às 10 horas, na FIESC. Escrito por: Sílvia Medeiros – CUT-SC...
Deputados aprovam por unanimidade Projeto que proíbe o amianto em Santa Catarina
15/12/2016
PL./0179.5/2008 segue agora para sanção do Governador Santa Cataria pode ser o oitavo estado brasileiro a ficar livre do amianto. O Projeto de Lei PL Nº 00179.5/2008 que proíbe o uso cancerígeno amianto no estado de Santa Catarina, alcançando a industrialização, o transporte e a comercialização, foi aprovado por unanimidade na tarde desta quarta-feira (14/12). O presidente da FECESC, Francisco Alano, esteve presente na votação. O projeto foi apresentado em 2008 pela deputada Ana Paula Lima (PT) em conjunto com o ex-deputado Jailson Lima (PT) . “Considero essa aprovação uma vitória da saúde dos catarinenses, consolidada pela luta do movimento social e sindical, especialmente daqueles ligados à saúde”, comemorou a parlamentar. Em maio de 2014 os Procuradores Luciano Lima Leivas e Márcia Kamei López Aliaga entregaram um parecer ao PL./0179.5/2008 sustentando a constitucionalidade da proibição da fibra cancerígena por meio de lei estadual, considerando entre outras razões, três motivos relevantes. Primeiro, porque o amianto é um poderoso cancerígeno, assim reconhecido pela Organização Mundial de Saúde e que já provocou de nada menos do que 47 mortes apenas SC durante o período de 1998 até 2013, de acordo com informações disponíveis no sistema de informação de mortalidade do Sistema Único de Saúde. Não existe o uso seguro para mineral cancerígeno, especialmente no setor da construção civil, sendo inócua para a proteção da saúde e do meio ambiente a advertência constante das rotulagens das telhas de amianto, onde se lê que “ao cortar ou furar não respire a poeira gerada, pois pode causar graves danos à saúde”. Segundo, porque já existe tecnologia alternativa para substituição segura do amianto na indústria, como é o caso do material utilizado nas caixas d’água azuis, que antes eram feitas com amianto. Curiosamente, o frango produzido em Santa Catariana somente pode ser exportado para os países que já baniram o amianto, especialmente os países da União Europeia, após a fiscalização das autoridades sanitárias dos países importadores atestarem que as aves são criadas em aviários construídos com produtos livres de amianto. Terceiro, em razão de República Federativa do Brasil assumiu o compromisso internacional de substituição da matéria prima cancerígena por fibras alternativas não nocivas à saúde humana, conforme dispõem as convenções 139 e 162 da Organização Internacional do Trabalho. Em 2014 após ter passado pela Comissão de Constituição e Justiça da ALESC, os deputados da Comissão de Finanças e Tributação pediram diligências de documentação de órgãos estadual e federal, sob o argumento de que a aprovação acarretaria em prejuízo à única indústria que utilizava o amianto em Santa Catarina (IMBRALIT). Em 31 de dezembro de 2015 a IMBRALIT substituiu o amianto por uma fibra alternativa para a produção de telhas em acordo selado com o MPT na conciliação da ACP nº...
Chapa CUTista sai vitoriosa numa disputa contra a Força Sindical
09/12/2016
Trabalhadores da Alimentação da Grande Florianópolis entenderam que sindicato é para lutar pelos trabalhadores, eles elegeram a Chapa 1 com mais de mil votos de diferença contra a chapa da Força Sindical Depois de uma pesada disputa, o grupo de trabalhadores da Chapa 1, coordenado pela CUT, saiu vitoriosa da eleição do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação da Grande Florianópolis e Vale do Rio Tijucas – Sitiali. Foram 3.986 votos coletados, destes 2.657 para a Chapa 1 e 1.109 para a Chapa 2 da Força Sindical. O sindicato, em abril deste ano, sofreu uma intervenção judicial devido as denúncias de desvio de dinheiro do ex-presidente Arlindo, sua esposa e dois advogados. Toda a direção, formada por 35 pessoas foi afastada e uma Junta Governativa passou a coordenar o sindicato até que novas eleições fossem realizadas. A Junta era composta do tesoureiro da CUT-SC, Neudi Giachini, do presidente da FECESC, Francisco Alano e do presidente do Sinergia, Mario Jorge Maia. Foram nove meses de intenso trabalho, várias negociações coletivas e apuração dos desvios do ex-presidente. “Assumimos a coordenação da entidade e nos espantou o descaso da direção expulsa pela justiça para com os trabalhadores tinham negociações abaixo do piso estadual e a entidade havia um rombo de mais de 4 milhões de reais”, explicou Neudi. Renaldo Pereira, Secretário Geral da CUT-SC e dirigente do Ramo da Alimentação ressalta a importância desse sindicato para o conjunto dos trabalhadores da alimentação e agradece o envolvimento de todos e todas que participaram desse processo e conquistaram a vitória. “Foram meses de intensa campanha e forte debate. Tivemos que dialogar com trabalhadores que nunca viram o seu sindicato no local de trabalho. A vitória só foi possível, pois os companheiros e companheiras dos sindicatos CUTistas da regional, do estado e do ramo da alimentação nacional, se doaram nessa disputa”. Renaldo ressalta também a qualidade da chapa da CUT, formada por trabalhadores comprometidos nos seus locais de trabalho. Para Rogério Manoel Côrrea, coordenador da Regional Florianópolis da CUT essa vitória é de extrema importância para todo o conjunto da classe trabalhadora, em especial para à CUT. “A chapa da oposição fez uma campanha pautada em ataques contra a CUT e ter um resultado com essa grande diferença de votos, só demonstra como os trabalhadores reconhecem o trabalho histórico que faz a central, em defesa dos direitos de todos”, salienta Rogério. A direção tomará posse no próximo dia 19 de dezembro, Tiago da Silva Fernandes, presidente eleito pela Chapa 1 está ciente dos desafios e assumir um dos maiores sindicatos da alimentação do estado, porém está feliz de representar os trabalhadores na entidade sindical. “Agora o sindicato está nas mãos dos trabalhadores! ” Fonte:...
Mobilização é resposta para truculência dos patrões do comércio de Tubarão
02/12/2016
Empresários do setor do Comércio de Tubarão não querem negociar reajuste dos salários e impõem jornada exaustiva para período natalino, sem negociar com o Sindicato Nesta manhã de 2 de dezembro, o Sindicato dos Comerciários de Tubarão organizou uma manifestação para protestar contra a postura dos empresários do Comércio no município. Além de manter postura intransigente e não negociar a Convenção Coletiva que reajusta os salários dos comerciários, o Sindilojas (Sindicato patronal) também quer impor uma jornada até às 22h durante os dias de semana do mês de dezembro e ainda três domingos de trabalho e trabalho nos dias 26 de dezembro e 2 de janeiro. A truculência dos patrões para lidar com os trabalhadores e não negociar com seu legítimo representante, o Sindicato dos Comerciários, só pode ter uma resposta: a mobilização e denúncia para a população de Tubarão. Durante a passeata realizada no centro da cidade esta manhã, foram muitos os apoios recebidos por parte da população, que não quer fazer suas compras de final de ano a custo da exploração dos trabalhadores. O SEC Tubarão recebeu apoio dos diretores da FECESC e dirigentes de diversos sindicatos de comerciários de outras regiões (Florianópolis, São José, Imbituba, Laguna, Palhoça, Criciúma) e também de sindicatos de outras categorias (vigilantes, bancários de Criciúma, instrutores de autoescolas e químicos de Criciúma). A diretora da executiva do SEC Tubarão Elizandra Rodrigues Anselmo afirmou que a atitude patronal é mesquinha, cruel e desumana: “Os empresários não abrem mão de sacrificar e exaurir seu trabalhador por causa de sua ganância”, disse. O município de Tubarão tem apresentado, repetidamente, o mais extenso calendário de funcionamento do comércio de Natal do estado. O Sindicato alerta que, como não houve acordo, o trabalho aos domingos NÃO PODERÁ ser exigido, já que a Convenção Coletiva não foi fechada e não está previsto no contrato de trabalho. A carga horária dos trabalhadores continua sendo de 44 horas semanais, de segunda-feira a sábado. Nenhum trabalhador poderá trabalhar mais do que duas horas extras diárias.   *Com informações de Cintia Teixeira, Ass. SEC...
Plenária aprova duas moções sobre ocupação das escolas e universidades
01/12/2016
Uma das moções foi de apoio à essas ocupações e a outra foi de repúdio à violência contra esses estudantes promovida por organismos de extrema direita como o Movimento Brasil Livre (MBL) Os participantes da 69ª Plenária Estadual dos Trabalhadores no Comércio no Estado de Santa Catarina, ocorrida de 21 a 23 de novembro, aprovaram duas moções para manifestar a posição dos trabalhadores e trabalhadoras em relação à luta dos estudantes que ocupam escolas e universidades no Estado de Santa Catarina contra a PEC 55, a reforma do Ensino Médio e a Lei da Mordaça. Uma delas foi de apoio à essas ocupações e a outra foi de repúdio à violência contra esses estudantes promovida por organismos de extrema direita como o Movimento Brasil Livre (MBL) . Leia na íntegra as moções. MOÇÃO DE REPÚDIO À VIOLÊNCIA CONTRA ESTUDANTES Nós, trabalhadoras e trabalhadores do setor de Comércio e Serviços, delegadas e delegados da 69ª Plenária Estadual dos Trabalhadores no Comércio no Estado de Santa Catarina, viemos a público REPUDIAR a violência utilizada pelo Estado catarinense nas reintegrações de posse contra os estudantes que, legitimamente, ocupavam escolas e universidades na Grande Florianópolis. Também repudiamos a violência organizada por grupos de extrema direita, como o Movimento Brasil Livre (MBL), contra as ocupações na Universidade Federal de Santa Catarina e contra outras escolas e universidades do nosso Estado. É com pesar que também lamentamos a falta de atitude das autoridades competentes contra estes grupos. A postura conivente com tais grupos, que utilizam métodos fascistas, só faz aumentar a violência contra os estudantes que ocupam democraticamente os espaços educacionais com o objetivo de defender a educação pública, gratuita e de qualidade em nosso país. A atitude daqueles que ameaçam e usam da violência física e psicológica contra os estudantes é deplorável. A luta diante dos ataques do governo Temer contra a educação e os demais direitos dos trabalhadores, mais do que uma garantia democrática, é também uma obrigação daqueles comprometidos com um Brasil justo e digno. Nós, trabalhadoras e trabalhadores, que lutamos permanen¬temente por direitos, pela democracia e pela igualdade de oportunidades, não vamos nos calar diante de tamanho desres¬peito e REPUDIAMOS publicamente atitudes como estas, que não contribuem em absolutamente nada para a sociedade como um todo. Delegadas e delegados à 69ª Plenária Estadual dos Trabalhadores no Comércio no Estado de Santa Catarina Florianópolis (SC), 22 de novembro de 2016.   MOÇÃO DE APOIO ÀS OCUPAÇÕES NAS ESCOLAS Nós, trabalhadoras e trabalhadores do setor de Comércio e Serviços, delegadas e delegados da 69ª Plenária Estadual dos Trabalhadores no Comércio no Estado de Santa Catarina, viemos a público APOIAR a luta dos estudantes que ocupam escolas e universidades no Estado de Santa Catarina...
Nota de pesar e solidariedade
29/11/2016
“Hoje o Brasil não tem torcida. Não tem hino. Hoje os times não têm cores, não têm rivalidade. Hoje todos os brasileiros são catarinenses, estão todos unidos em oração pela vida de quem ficou e por aqueles 76 que se foram.” A FECESC e os Sindicatos filiados manifestam profundo pesar pelo acidente aéreo ocorrido na madrugada de 29 de novembro, em Medellín, na Colômbia, que ocasionou a morte de 76 passageiros que inclui o time de futebol da Chapecoense. Jogadores, equipe técnica, jornalistas e tripulantes do vôo, trabalhadores em cumprimento de suas funções que foram vitimados pela tragédia. Os jogadores levavam consigo o sonho para todos os torcedores, em busca do título inédito da Copa Sul Americana para seu time. Manifestamos toda solidariedade ao povo de Chapecó, região Oeste e a todos os catarinenses. Desejamos também pronto restabelecimento aos sobreviventes. A FECESC e os Sindicatos de Trabalhadores do Comércio e Serviços se solidarizam com todas as famílias dos passageiros e tripulantes, com o time da Chapecoense e com o jornalismo esportivo.  ...
Sem contraproposta para o reajuste do Piso Salarial Estadual nova negociação ocorrerá dia 19 de dezembro
28/11/2016
Primeira rodada de negociação para definir o Piso Salarial Estadual de 2017 foi realizada neste dia 28 de novembro, mas os empresários não apresentaram índices para reajuste Nenhuma contraproposta foi apresentada pelos empresários na primeira rodada de negociação para o reajuste do Piso Salarial Estadual de 2017. A rodada foi realizada na tarde desta segunda-feira, 28 de novembro, na sede da FIESC, em Florianópolis. Os dirigentes das Centrais Sindicais e Federações representantes dos trabalhadores esperavam a contraproposta como resposta à pauta de reivindicação entregue no dia 24 de outubro. A próxima rodada de negociação está marcada para o dia 19 de dezembro. A reunião entre representantes dos empresários e trabalhadores durou mais de duas horas, quando os dois lados apresentaram argumentos para defender um maior ou menor reajuste dos pisos. Os dois lados da mesa concordam em um ponto: há uma crise no Brasil. Dali em diante, as discordâncias ficam claras, principalmente sobre o caminho a se tomar para sair dela. “Nós precisamos valorizar o trabalho, reajustar os salários, fazer girar a economia interna e retirar os recursos do mercado financeiro para investir na produção”, defendeu o técnico do Dieese subseção da Fecesc Maurício Mulinari. Para ele, a conta da crise não pode recair sobre os trabalhadores, que já viram o seu salário desvalorizar 5% no último ano e, enquanto isso, “o Brasil está entre os 10 países que mais tiveram novos milionários em 2016 e onde o mercado de luxo cresceu 11%”, apontou. A presidente da CUT, Anna Julia Rodrigues, afirmou que a situação dos trabalhadores ficou muito pior depois do golpe no país e foi firme em cobrar dos empresários uma posição a favor da valorização do piso: “Nós estamos falando dos menores salários, da parcela que ganha menos, a decisão passa pelos números, mas também é política”, afirmou. O presidente da Nova Central Sindical, Altamiro Perdoná, também lembrou aos empresários que a crise provoca reação nos trabalhadores, que estão comparecendo em grande número nas assembleias e não vão aceitar que os seus representantes negociem salários rebaixados. Para o coordenador sindical do Dieese e diretor da Fecesc Ivo Castanheira, o processo negocial é, também, um “exercício de paciência”. “Precisamos insistir na nossa posição de que não faz sentido instituir um processo de negociação para rebaixar salários, queremos a recuperação inflacionária e também ganho real, ainda que o ganho real seja em patamares menores do que realmente seria justo, mas de forma a estabelecer um gráfico crescente na valorização dos salários”, afirmou. A pauta entregue pelos trabalhadores reivindica o reajuste do Piso para: 1ª faixa: R$ 1.160,00; 2ª faixa: 1.205,00; 3ª faixa: 1.270,00 e 4ª faixa: 1.332,00. “A expectativa para a rodada do dia 19 de dezembro é...
Dirigentes da FECESC realizam intercâmbio na Universidade de Havana
27/11/2016
“Nós, cubanos, aprendemos com José Martí que nossa pátria é a humanidade” Fidel Castro     Uma delegação de 20 dirigentes chegou em Havana, Cuba, no dia 31 de outubro para iniciar uma viagem de conhecimento, intercâmbio e cumprir uma programação que os colocará em contato com dirigentes sindicais e trabalhadores daquele país. A programação oficial iniciou hoje, 1º de novembro, quando foram recebidos por representantes do ICAP – Instituto Cubano de Amistad con los Pueblos. À tarde eles visitaram o Memorial José Martí e a Assembleia Nacional del Poder Popular. As atividades estão previstas até sexta-feira, 4 de novembro, incluindo encontro com a CTC (Central de Trabajadores de Cuba) e representantes do Sindicato de Comércio e Gastronomia. No decorrer da semana haverá ainda uma palestra sobre a economia cubana e encontro com representantes da Ospaaal (Organização de Solidariedade dos Povos da África, Ásia e a América Latina). Compõem a delegação: da FECESC Francisco Alano, Rosemeri Miranda Prado, Ivo Castanheira e Maurício Mulinari; do SEC Rio do Sul Hélio Francisco Andrade e Valdemar dos Santos; SEC Itajaí:  Angela Barth, Paulo Roberto Ladwig; SEC Chapecó:   Claudete da Silva Fernandes e Mariza Delurdes Costella; SEC Itapema:  Paulo Roberto; SEC Araranguá:  Joélcio César dos Santos, Ana Maria Chechetto e Valéria Leandro da Silva Francisco; SEC Xanxerê:  Adriano de Martini;  SEC Jaraguá do Sul:  Ana Maria Roeder; SEC Concórdia:  Ademar Cadorin; SEC Joaçaba:  Aquilino Rodrigues; SEC Tubarão:  Girlaine Máximo; SEC Imbituba:  Julio Cesar Fontes.   Curiosidade – empresários também vão pra Cuba É isso mesmo.  Aqueles dirigentes da FIESP que insistiam em mandar ir para Cuba aqueles que defenderam a democracia e o respeito ao voto no Brasil, agora, que conseguiram afastar a presidenta Dilma – também foram para Cuba.  Eles estão lá no mesmo período do intercâmbio sindical dos dirigentes da FECESC. Os empresários foram em missão prospectiva, ou seja, para vender e comprar “na terra dos comunistas”. Isso porque entre os dias 30/10 e 05/11/2016 se realiza a Feira Internacional de Havana....

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