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Trabalhadores e patrões não chegam a acordo para o reajuste do Piso Salarial de SC, em 2024
26/01/2024
Nova rodada de negociação está agendada para 15 de fevereiro, na FIESC “Precisamos reverter o processo de empobrecimento pelo qual a classe trabalhadora passou nos últimos anos, e isso se dá através de salário, renda e aumento real. Uma proposta que se aproxima do INPC está muito distante do que queremos como necessidade para os trabalhadores”. A supervisora do DIEESE/SC, economista Crystiane Peres, resume assim os motivos pelos quais não houve acordo na segunda rodada de negociação para o reajuste do Piso Salarial Estadual, em 2024, realizada na tarde do dia 25, na FIESC, em Florianópolis. A comissão dos trabalhadores tem como referência o aumento do Salário Mínimo Nacional pelo governo federal nos últimos 12 meses, e que ficou em 8,45%. O superintendente do Ministério do Trabalho, Emprego e Renda em SC, Paulo Eccel, acompanhou a rodada de negociação. Nova rodada acontece às 13h30 do dia 15 de fevereiro, no mesmo local. Crystiane lembra que a economia do país vive outro momento. “Antes de 2023, passamos por um processo de depreciação dos salários e de empobrecimento da classe trabalhadora. Já no ano passado, tivemos outro cenário, com 80% das negociações coletivas apresentando ganhos reais”, destaca a economista, reforçando que o Piso Estadual deve acompanhar a valorização obtida no Salário Mínimo Nacional: “O Piso tem importância fundamental porque serve de referência para outras negociações, é preciso que a gente estabeleça um ganho real significativo para que esse processo tenha continuidade nas negociações das demais categorias”, reforça. Para o diretor sindical do DIEESE/SC, Ivo Castanheira, diretor executivo da FECESC, o aumento real do Piso Salarial Estadual tem que ser maior este ano. “Se não tiver um aumento real em relação ao Salário Mínimo, teremos uma defasagem e vai ficar fora da realidade”, insiste. Por isso, enquanto coordenador da comissão de trabalhadores na mesa de negociação, Castanheira espera que na próxima rodada, no dia 15 de fevereiro, as federações patronais partam dos 8,45% de aumento do Mínimo, “admitam que esse é o número para fechar o acordo”, e ofereçam uma proposta mais adequada. O superintendente do Ministério do Trabalho, Emprego e Renda, em SC, saiu da negociação “convicto de que chegaremos a um bom termo para o Piso esse ano”. Paulo Eccel destacou que “Santa Catarina tem a característica da negociação coletiva de uma forma altiva e democrática entre os dois lados do mundo do trabalho”, sendo modelo para os demais unidades da Federação: “Somos também o estado com maior índice de empregabilidade e com o maior número de inclusão de pessoas com deficiência e de menores aprendizes no mercado de trabalho”, elogia.   Texto: Sérgio Homrich...
Nota de pesar: Companheira ANA, presente!
08/09/2023
A Fecesc e seus Sindicatos filiados rendem a mais sincera homenagem à ex-dirigente da Federação e ex-presidenta do Sindicato dos Empregados no Comércio de Concórdia, Ana Zamuner, que faleceu neste dia 7 de setembro de 2023. Uma mulher forte, atuante, que deixou, na história no movimento sindical dos comerciários e comerciárias catarinenses, sua marca indelével. No Sindicato e na Federação, ajudou a construir a proposta Sindical de organização da categoria. Esteve na Diretoria executiva da Fecesc por muitos anos e, em 1986, se candidatou à deputada estadual pelo PT, em dobradinha com Francisco Alano, que concorreu para deputado federal. Alano lembra que “Quando o governo do estado apoio uma oposição de direita na Fecesc, Ana, então presidente do SEC de Concórdia, recusou a oferta de um imóvel naquela cidade para o sindicato, para que voltasse para a oposição. Ana recusou imediatamente e garantiu a vitória da nossa chapa.” A companheira sofreu um AVC em 2020 e resistiu até o dia de ontem. Da companheira fica a lembrança da luta e, para todos e todas que conviveram com ela, a lembrança da grande...
NOTA DE SOLIDARIEDADE à vereadora Carla Ayres e à sua assessoria
30/06/2023
A diretoria da Federação dos Trabalhadores no Comércio no Estado de Santa Catarina – FECESC e as diretorias de seus Sindicatos do setor do comércio e serviços filiados vêm a público manifestar total solidariedade à vereadora do PT em Florianópolis, Carla Ayres, e à sua assessoria, diante de mais uma ameaça de morte recebida. Desde o início de seu mandato, é a sexta vez que tentam calar seu trabalho através deste tipo de ameaça. O ato de ódio se repete, através de um discurso criminoso, com teor misógino, machista, LGBTfóbico e político. Não podemos permanecer impassíveis diante do ocorrido, precisamos nos unir, todos, pela causa defendida de forma tão competente pela vereadora. Carla Ayres e sua assessoria cumprem mandato atuando de maneira incansável na defesa dos direitos dos trabalhadores, das mulheres e da população LGBTQIA+. Que os culpados sejam identificados e punidos de forma exemplar! Estamos ao lado da vereadora e sua equipe, nos unindo na luta por um mundo mais justo, humano e igual, e dizendo BASTA ao preconceito! Reafirmaremos sempre que ameaçar, perseguir e proferir discurso de ódio, É CRIME! Continue na luta, vereadora, estamos ao seu lado e não nos calarão! Diretorias da FECESC e dos Sindicatos filiados Santa Catarina, 29 de junho de...
FECESC e Sindicatos representados na posse do Superintendente Regional do Trabalho SC
18/04/2023
Diretores da Executiva da FECESC e de vários Sindicatos filiados à Federação estiveram nesta segunda-feira, 17/04, na posse do novo Superintendente Regional do Trabalho e Emprego de Santa Catarina, Paulo Eccel. A posse foi muito concorrida, centenas de pessoas participaram, com grande representatividade das entidades de trabalhadores, como as Centrais Sindicais, Federações e Sindicatos. A Superintendência Regional do Trabalho terá sede em Florianópolis e coordenará as gerências e agências por todo o estado, com a função de fomentar a geração de empregos e fiscalizar questões trabalhistas. O novo superintendente afirmou que sua pauta prioritária será o combate ao trabalho semelhante à escravidão no território catarinense....
Nova frente parlamentar vai defender ações focadas na saúde do trabalhador
22/03/2023
Os diretores da Executiva da FECESC Rosemeri Miranda Prado, Neudi Giachini e Ivo Castanheira participaram, nesta quarta-feira (22/03), do lançamento da Frente Parlamentar em Defesa da Saúde do Trabalhador. O grupo é formado por seis deputados e terá Neodi Saretta (PT) como coordenador. A frente se propõe a promover estudos e ações em torno dos fatores que afetam negativamente a saúde dos trabalhadores e, com isso, propor soluções para garantir a qualidade de vida desses. A cerimônia de lançamento da frente foi acompanhada por representantes de órgãos públicos e de sindicatos trabalhistas. Falando em nome da Superintendência de Vigilância em Saúde do Estado, Regina Dal Castel Pinheiro, gerente de Saúde do Trabalhador, adiantou que será divulgada no mês de abril a análise da situação da saúde ocupacional de todos os municípios de Santa Catarina. “Vamos ter dados dos municípios e das regiões, tanto com relação às doenças quanto aos acidentes de trabalho, quais os principais fatores que causam esses acidentes, e os setores com maior incidência. Que a partir desse lançamento, os gestores municipais possam planejar bem as suas políticas relacionadas à saúde do trabalhador”, revelou a gerente. Além de Neodi Saretta, fazem parte da Frente Parlamentar em Defesa da Saúde do Trabalhador os deputados Luciane Carminatti (PT), Fabiano da Luz (PT), Padre Pedro Baldissera (PT), Marquito (Psol) e Rodrigo Minotto (PDT).   (Editado a partir do texto de Daniela Legas/Agência AL, com foto de Vicente Schmitt/Agência...
CUT-SC participa de Seminário Nacional de Mulheres
17/03/2023
  Representantes da CUT-SC e Fetram estão participando do Seminário Nacional de Mulheres nesta quarta-feira, 15, e quinta-feira, 16, em São Paulo. A central está sendo representada pela Secretária da Mulher Trabalhadora, Rosemeri Prado, que é também diretora da Executiva da FECESC, e pela Secretária de Finanças, Sueli Adriano, que também é presidenta da FETRAM.   A atividade está sendo promovida pela Central Única dos Trabalhadores e pelo Solidarity Center, organização sem fins lucrativos alinhada com a federação trabalhista AFL–CIO.   🟣 A programação desta quarta contou com duas mesas que debateram temas centrais para a vida das mulheres e os principais desafios, como trabalho, saúde, formação profissional, cooperativismo e combate à violência para as mulheres.   Além disso, o seminário contou com a participação da Secretária Nacional de Autonomia Econômica e de Política de Cuidados, que abordou sobre as ações planejadas pelo Ministério das Mulheres e os compromissos do governo para a gestão.   📝 Na quinta-feira (16) a programação será focada em planejar ações e prioridades das Mulheres CUTistas para o próximo período.   🗣️ Para a Secretária da Mulher Trabalhadora da CUT -SC o seminário é muito importante para debater os temas que afetam a vida das mulheres e planejar ações para enfrentar os desafios para o próximo período “Temos muito trabalho a fazer porque o governo Bolsonaro destruiu as políticas públicas para mulheres e nós, mulheres CUTistas, teremos um papel central na construção de ações que melhorem a vida da mulher trabalhadora”   📢 O Seminário é muito oportuno neste momento, principalmente, porque nesta terça-feira, 14, completou cinco anos do assassinato de Marielle Franco. Para a Secretária de Finanças da CUT-SC e presidente da FETRAM, Sueli Adriano, que também foi vítima de ataques criminosos no início deste ano, a atividade é uma importante iniciativa da CUT para aprofundar o debate em torno das pautas das mulheres.   Fonte:...
Havan é condenada a reverter justa causa em caso envolvendo figurinhas da Copa do Mundo
13/12/2022
Sindicato dos Empregados no Comércio de Chapecó recebeu denúncias de que as lojas Havan tem aplicado justa causa em várias demissões por motivos insignificantes    A empresa Havan foi condenada a reverter justa causa aplicada a um trabalhador, que havia sido dispensado por improbidade. A empregadora alegou que o trabalhador teria ficado analisando pacotes de figurinhas da copa do mundo com a intenção de adquirir aqueles pacotes que contivessem “figurinhas premiadas”, com a intenção de obter lucro com a venda destas. Ocorre que a Justiça do Trabalho acolheu a tese do autor, de que não há improbidade na conduta do empregado. Em primeiro lugar, porque o autor estava desempenhando sua função, fazendo a separação dos pacotes de figurinha para colocá-los à venda. Em segundo lugar, porque o empregado não obteve os pacotes de maneira ilícita, mas sim realizou a compra destas no caixa da loja durante o intervalo de almoço. E, por último, porque ficou comprovado que os pacotes de figurinha são lacrados e que não é possível observar o conteúdo de qualquer das figurinhas, e, portanto, ainda que tentasse, o empregado não conseguiria qualquer vantagem ilícita. O Sindicato dos Empregados no Comércio de Chapecó informou que tomou ciência da denúncia de diversos trabalhadores que alegam que a Havan tem aplicado penas de justa causa para situações insignificantes, como a do caso acima, e informou que tomará providências. O Ministério Público do Trabalho de Chapecó também foi notificado acerca da conduta da empregadora e informou que iniciará...
Entregue proposta de reajuste do Piso Salarial Estadual para 2023
28/11/2022
Encontro entre as partes aconteceu na tarde do dia 24, na Fiesc A entrega da reivindicação para o reajuste do Piso Salarial Estadual marcou o início das negociações entre trabalhadores e patrões, durante encontro breve, na sede da Fiesc, às 14 horas do dia 24. Em clima de cordialidade, ambos os lados manifestaram o desejo de que as negociações sejam positivas. O reajuste proposto pela comissão de trabalhadores é de reposição integral do INPC de 2022 – restando ainda a inflação dos meses de novembro e dezembro – mais aumento real de 5%, e será analisado em reunião das federações patronais, nos próximos dias. A rodada de negociação propriamente dita está agendada para as 13h30min do dia 16 de dezembro, no mesmo local. Esta é a 13ª edição do Piso Salarial Estadual, que marca também a expectativa pelo início de um novo governo na esfera federal, o que dá bastante esperança aos representantes dos trabalhadores. O diretor da FECESC, diretor sindical do Dieese e coordenador da comissão de trabalhadores, Ivo Castanheira, acredita que as negociações ocorram sem problemas, como nos anos anteriores, “por mais que tenhamos que nos reunir algumas vezes”. Castanheira reforça a importância da reivindicação salarial, até porque o INPC está em torno de 7% e, em maio, estava 12,47%. “Os 5% de ganho real que propomos cobririam praticamente o INPC de maio. Na cesta básica ou na alimentação, os produtos consumidos pelo trabalhador que ganha o Piso Salarial aumentaram de preço”, ressalta, lembrando que o novo governo Lula deve instituir uma política nacional de aumento real para o Salário Mínimo, e isso tem que ser repassado para os demais salários. “Nós tivemos um período de até sete anos em que negociamos apenas a reposição do INPC, isso não se concebe porque as mercadorias subiram acima do INPC”, conclui Castanheira. Rogério Correa, representante da CUT na entrega da proposta dos trabalhadores, concorda que o reajuste do Salário Mínimo acima da inflação deve interferir positivamente nas negociações do Piso Estadual. “Que o conjunto dos empresários tenha a sensibilidade de distribuir a renda do estado de SC, que já tem um PIB significativo, e essa riqueza possa também ir para o bolso dos trabalhadores, que são os produtores dessa riqueza”, afirma. Ednaldo Pedro Antônio, representante da Fetiesc também se mostra otimista: “Os trabalhadores aguardam um bom trabalho das equipes que irão negociar o reajuste do Piso”. O presidente da Federação dos Gráficos de SC, Moacir Efting pondera: “Após um período nebuloso, conseguimos restabelecer a democracia no país, vivemos uma época de pleno emprego no Estado e isso vai nos favorecer na hora da negociação”. Hamilton Vargas, do Sindicato dos Gráficos de Florianópolis considera que “a aceitação dos representantes patronais...
Representantes dos trabalhadores catarinenses definem pauta para reajuste do Piso Salarial Estadual em 2023
18/11/2022
O DIEESE-SC reuniu representantes das Centrais Sindicais e Federações de Trabalhadores, nesta quarta, 16, para Assembleia Geral, debate sobre o Piso Salarial e lançamento de livros No dia 16 de novembro de 2022 o DIEESE-SC realizou encontro com representantes das Centrais Sindicais e Federações de Trabalhadores para, entre outras demandas, definir a reivindicação que será apresentada aos empresários para o reajuste do Piso Salarial Estadual.  À exemplo dos anos anteriores, foi definido que a coordenação das negociações por parte dos trabalhadores será do coordenador sindical do DIEESE-SC Ivo Castanheira. Ele defendeu, e foi aprovado por unanimidade, que a reivindicação para 2023 continue sendo da recuperação do Piso pelo INPC, mais aumento real. “Estamos retomando a possibilidade de valorização do salário mínimo no Brasil e, em Santa Catarina, nossa luta continuará sendo pelo aumento real no nosso Piso”, afirmou Castanheira. Foi delegada ao coordenador a tarefa de fazer contato com a FIESC para marcar a data da entrega da pauta, assinada pelos representantes das Centrais e Federações dos Trabalhadores ainda durante a reunião. O encontro iniciou com a realização da Assembleia Geral do DIEESE-SC, na parte da manhã, quando foi aprovada a previsão orçamentária e realizada a eleição de 1/3 da diretoria estadual do Departamento, além do coordenador e secretário geral para o próximo período. Na coordenação sindical permaneceu o diretor da FECESC Ivo Castanheira e na secretaria geral Jorge Luiz Putsch, do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Brusque. Para compor a diretoria foi eleito ainda o presidente da Federação dos Trabalhadores No Serviço Público Municipal do Estado de SC (Fetramesc) Orlando Soares Filho.     Coleção Greve e Negociação Coletiva No período da tarde, após os debates em torno da negociação do reajuste do Piso Salarial Estadual em 2023, foi realizado o lançamento da Coleção Greve e Negociação Coletiva, com a presença do autor Carlindo Rodrigues de Oliveira. Economista e mestre em Ciência Política pela UFMG, Carlindo é professor da Escola DIEESE de Ciências do Trabalho e os dois volumes da Coleção lançada apresentam sua tese defendida no doutorado em Ciências Sociais na Unicamp.  De acordo com o autor, os dois volumes apresentam uma reflexão sobre duas das mais importantes dimensões da atividade sindical. No primeiro volume, “Greve e Negociação Coletiva:  dimensões complementares da luta sindical”, ele resgata os principais debates no Brasil em torno do tema e traz os principais autores brasileiros que produziram em torno do tema greves e negociações como “confronto e conciliação” e argumenta que “não há uma relação antitética entre greve e negociação coletiva no seio das estratégias sindicais, senão uma relação de complementaridade dialética entre essas duas dimensões da luta dos/as trabalhadores/as, embora possa haver diferença de ênfases, conforme os diferentes contextos históricos...
Alta da cesta básica é generalizada e alimentos ficam mais caros em 12 capitais
08/11/2022
O preço médio da cesta básica aumentou, em outubro, em 12 das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese. No ano e em 12 meses, a alta é generalizada. Valor do salário mínimo deveria ser de R$ 6.458,86    Está cada vez mais difícil a população de baixa renda comprar o mínimo necessário para a sua subsistência com a alta generalizada dos preços dos itens que compõem a cesta básica no país. Segundo a pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgada nesta segunda-feira (7), o valor da cesta básica subiu em outubro, em 12 capitais das 17 pesquisadas pelo instituto. O trabalhador remunerado pelo salário mínimo (R$ 1.212) comprometeu 58,78% da renda líquida para comprar os alimentos básicos – o percentual cresceu tanto na comparação mensal (58,18%) como na anual (58,35%). Os maiores vilões da alta foram o preço da batata que subiu em todas as cidades da região Centro-Sul, onde é pesquisada. Já o do tomate aumentou em 13 das 17 capitais. O pão francês teve alta em 12, enquanto o leite integral caiu em todas.   Variações nas capitais   No mês passado, as principais elevações foram registradas nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Em Porto Alegre, capital gaúcha, a cesta subiu (3,34%), seguida por Campo Grande (3,17%), Vitória (3,14%), Rio de Janeiro (3,10%) e Curitiba e Goiânia (ambas com 2,59%). Já as reduções ocorreram em cidades do Norte e Nordeste: Recife (-3,73%), Natal (-1,40%), Belém (-1,16%), Aracaju (-0,61%) e João Pessoa (-0,49%). De janeiro a outubro, o menor aumento foi em Recife com variação de 4,89% e o maior aumento foi em Campo Grande (MS) com 14,39%. No acumulado em 12 meses, de 5,48% (Vitória) a 15,38% (Salvador). O menor valor da cesta foi levantado em Aracaju (R$ 515,51).   Confira      Salário mínimo   O Dieese calcula o valor do salário mínimo necessário a partir do maior preço da cesta básica que em outubro ficou com Porto Alegre (R$ 768,82). Assim o instituto calculou em R$ 6.458,86 o salário mínimo para as despesas básicas de uma família com quatro integrantes. O valor corresponde a 5,33 vezes o piso nacional (R$ 1.212). Essa proporção era de 5,20 vezes em setembro e 5,35 há um ano. Assim, o tempo médio necessário para adquirir os produtos da cesta básica subiu para 119 horas e 37 minutos, segundo o Dieese.   Fonte: CUT Brasil | Escrito por: Redação CUT | Editado por: Rosely Rocha | Foto: Roberto Parizotti...

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