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Feliz Dia das Mães!
05/05/2022
      Às mães de todas as raças, de todos os credos, de todas as idades, em especial às mães trabalhadoras, que se desdobram para desempenhar suas múltiplas funções, nosso carinho especial neste dia 8 de maio e nosso reconhecimento pelo amor semeado todos os dias!
“O 1° de Maio precisa ser um marco na luta pelo ‘fora Bolsonaro’”, diz Sérgio Nobre
22/04/2022
  No Dia Internacional do Trabalhador, CUT e centrais se unem para levar luta da classe trabalhadora às ruas. Ato principal será realizado no Pacaembu, em SP, a partir das 10h, com Daniela Mercury e Leci Brandão No 1º de Maio deste ano, as centrais CUT, Força Sindical, CTB, UGT, NCST, Intersindical – Central da Classe Trabalhadora, e Pública se uniram para propor reflexão, luta e para reivindicar emprego decente e desenvolvimento sustentável com justiça social, entre outras pautas fundamentais para o país voltar ao rumo do crescimento. Nada disso é possível com Jair Bolsonaro (PL) no poder, com ele, “a classe trabalhadora não tem futuro”, diz o presidente nacional da CUT, Sérgio Nobre, que acrescenta: “Derrotar Bolsonaro e tudo o que ele representa é nossa grande tarefa”. Para Sérgio Nobre, essa é prioridade no Dia do Trabalhador e da Trabalhadora, que este ano volta a ser presencial, e em todos os outros dias do ano até 2 de outubro, quando os brasileiros irão às urnas escolher o próximo presidente da República.   O primeiro de maio precisa ser um marco na luta pelo fora Bolsonaro – Sérgio Nobre O Ato Unificado do Dia do Trabalhador e da Trabalhadora vai intensificar a luta por mais direitos e por um país mais justo, com uma política econômica que priorize o desenvolvimento com geração de emprego e renda para o país, ou seja, o oposto do que a dupla Bolsonaro/Paulo Guedes, ministro da Economia, vem fazendo desde 2019. É por isso que as eleições de 2022 são fundamentais para a classe trabalhadora e no 1° de Maio a tarefa principal é dialogar com os trabalhadores sobre o futuro do país, ressalta o presidente nacional da CUT. Segundo ele, a principal agenda da CUT e demais centrais sindicais neste dia será mobilizar a população e conscientizar sobre os problemas reais dos brasileiros – a volta da fome e da miséria, o desemprego, o aumento exorbitante dos preços dos alimentos e dos combustíveis, fatores que têm penalizado cada vez mais os trabalhadores e trabalhadores, em especial os mais pobres. “Este ano, 2022, é um ano histórico em que teremos as eleições das nossas vidas. É em outubro que vamos ter a oportunidade de mudar os rumos nefastos em que o Brasil se encontra. Vamos ter a oportunidade decidir o que o Brasil será nos próximos 20 anos”, reforça Sérgio Nobre. Mas não basta tirar Bolsonaro e eleger um presidente com compromisso com os direitos sociais e trabalhistas, é preciso eleger deputados e senadores que tenham o mesmo compromisso, alerta o dirigente. “Além de tirar o Bolsonaro de vez da presidência, temos de eleger candidatos que representem os interesses da classe trabalhadora, que saibam conduzir o país, que...
Dirigentes da FECESC e Sindicatos participam do encontra da CUT para organizar Brigadas Digitais
07/04/2022
  Dirigentes da FECESC e dos Sindicatos da área do comércio e serviços filiados estão engajados no projeto Brigadas Digitais da CUT. O objetivo do projeto é formar uma força organizada para fazer frente e combater as fake news e derrotar o bolsonarismo. Na terça-feira, dia 5 de abril, 14 dirigentes e uma assessora da Federação participaram do lançamento do projeto em Santa Catarina, que foi realizado em reunião online e reuniu mais de 50 dirigentes de todo o estado. “Estamos trabalhando para mobilizar cada Sindicato filiado à Federação e queremos, mais uma vez, ver o movimento sindical da área do comércio e serviços como protagonista numa luta necessária e fundamental em nosso país”, afirmou o presidente da FECESC Francisco Alano. Além do presidente, os diretores da Executiva Nadir Cardozo dos Santos, Ivo Castanheira e Neudi Giachini também participaram do encontro, coordenado pela presidenta da CUT-SC Anna Julia. VEJA NO SITE DA CUT-SC mais detalhes sobre as Brigadas...
FECESC realiza em março Seminário sobre Negociação Coletiva
10/03/2022
A Federação dos Trabalhadores no Comércio no Estado de Santa Catarina – FECESC reunirá dirigentes da Executiva e dos Sindicatos filiados no Seminário Negociação Coletiva. O evento será no dia 21 de março, segunda-feira, em formato híbrido, ou seja, com participação presencial e online. O Seminário acontece neste início de ano para municiar os dirigentes de informações para as negociações coletivas que se realizam do decorrer do ano. O setor de comércio e serviços reúne categorias com data base diferentes e o debate em torno da conjuntura atual, técnicas de negociação e demandas da categoria se tornam fundamentais para o bom resultado das negociações coletivas. São as Convenções e Acordos Coletivos que garantem não somente o reajuste salarial, como também vários outros direitos econômicos, sociais e de saúde do trabalho. A Federação reúne 26 Sindicatos de todas as regiões de Santa...
Informativo do Piso Salarial Estadual 2022
09/03/2022
FAÇA AQUI o download do arquivo em PDF.   A Lei Complementar Nº 797 de 14 de fevereiro de 2022 oficializou o reajuste do Piso Salarial Estadual para este ano. Veja o Informativo com os valores das 4 faixas salariais e, também, o histórico dos reajustes, desde a criação do piso regional, em 2010, no Informativo publicado pelo DIEESE-SC, Centrais e...
O Dia Internacional da Mulher é uma chamada à luta
08/03/2022
 Por: Rosemeri Miranda Prado – Diretora Executiva da FECESC e Secretária da Mulher Trabalhadora da CUT-SC As mulheres conquistaram seu direito de estar no mercado de trabalho através de muita luta. Entretanto, sua inserção ocorreu no passado e continua acontecendo atualmente, de uma forma muito desigual. A maioria das mulheres ajuda na renda familiar sem que as demais tarefas, sejam divididas da mesma forma. Elas estão nos escritórios, nas lojas, nos hospitais, nas fábricas, prestando os mais diversos serviços e ocupando as mais variadas funções, são profissionais, empregadas no mercado formal ou informal, trabalham em postos subalternos (muitas) e em cargos de chefia (em menor número que os homens), estão no mercado de trabalho na área urbana e na área rural, algumas exercem cargos em sindicatos e entidades sociais, e, em comum, a maior parte delas acumula a isso as responsabilidades da casa, do cuidado dos filhos e, não raro, do cuidado dos mais velhos (como pais e sogros). As mulheres somam 53,2% da população em idade de trabalhar (acima dos 14 anos de idade). Ainda assim, elas são maioria fora da força de trabalho: 64,2% delas não trabalham por vários motivos, como oportunidades de trabalho tão precárias que não vale a pena; falta de serviços públicos de cuidados; oposição do marido e familiares ao trabalho remunerado das mulheres, entre outros. São as mulheres, também, as mais penalizadas com as políticas de redução do Estado: quando o poder público não garante acesso à saúde ou à educação, ou quando não há políticas públicas de redução à violência, por exemplo, são principalmente elas que precisam atuar nos cuidados. É possível afirmar, sem dúvida, que são as mulheres as principais vítimas da política nefasta promovida pelo atual governo brasileiro, que têm reduzido os benefícios sociais e promovido a precarização das forças de trabalho. Sem falar no aspecto das desastrosas atuações de seus ministros e ministras nas políticas de mulheres, de direitos humanos e das mais variadas pastas. Temos um presidente que define o nascimento de uma filha mulher como uma “fraquejada”. Como se o machismo, em si só, já não fosse absurdo suficiente, vemos políticos como o deputado estadual paulista indo até um país em guerra para ofender as mulheres, cometendo crime contra a honra delas. Aqui no Brasil, com estes governos machistas e misóginos em muitos municípios, estados e na esfera federal, nós, mulheres, também sofremos com a pandemia mundial. Sem nenhuma surpresa, constatamos que são as mulheres que mais recebem os efeitos ruins do mau gerenciamento governamental no enfrentamento da Covid-19. O fechamento de empresas de diversos portes, no período da pandemia, desempregou particularmente as mulheres. Houve as que decidiram se retirar do mercado de trabalho, por terem que...
A importância da negociação dos pisos em Santa Catarina e a votação na ALESC em 2022
28/02/2022
Por: Ivo Castanheira – Coordenador Sindical, em nome da Diretoria do DIEESE em Santa Catarina  No dia 16/02 foi aprovado o Projeto de Lei Complementar (PLC) 2/2022, que reajustou os Pisos Salariais de Santa Catarina em 10,5% a partir de janeiro último. O trâmite do PL é bastante complexo: passou por três comissões, a de Constituição e Justiça, a de Finanças, e a Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público. Foi um processo difícil, acompanhado o tempo todo pelos representantes das centrais sindicais e do DIEESE. A aprovação, em dois turnos, ocorreu com 22 votos a favor e um voto contrário nos dois turnos e duas abstenções no primeiro turno de votação. A implantação dos pisos em Santa Catarina, a partir de janeiro de 2010, é, possivelmente, a mobilização mais significativa da história do movimento sindical catarinense. Existem pisos salarias em apenas cinco estados do Brasil e Santa Catarina é o único estado onde, de fato, ocorre mobilização dos sindicatos todos os anos e uma negociação para valer, de alto nível, entre patrões e empregados. Os governos, nos 12 anos de negociação dos pisos, se limitaram democraticamente a acatar a decisão das partes e encaminhar o projeto para o Poder Legislativo. Quando os pisos foram implantados, há mais de uma década, a conquista dos trabalhadores já era muito importante. Porém, ao longo dos últimos anos, em função da perda de direitos e salários reais da classe trabalhadora brasileira, a conquista dos pisos se tornou ainda mais relevante. Como em Santa Catarina os pisos realmente são praticados, em função da mobilização dos sindicatos, eles evitam que os salários reais sofram quedas muito significativas, como vem ocorrendo nos últimos anos ao nível do país. Os pisos são fundamentais porque, como os salários em regra são muito baixos no país, os pisos garantem uma renda mínima para a classe, inclusive, um pouco acima do salário-mínimo nacional. Além dos pisos serem um impeditivo de os salários caírem ainda mais, sua negociação logo no início do ano serve como referência para as demais negociações, que se sucedem nas datas bases subsequentes. Os pisos são essenciais também para incrementar o mercado consumidor interno, em função da capilaridade e da abrangência que os mesmos possuem. Por ocasião da implantação dos pisos, em 2010, a avalição do DIEESE foi a de que os mesmos melhoraram a renda de cerca de 1 milhão de catarinenses, parcela expressiva da força de trabalho e da própria população. Nas últimas negociações os pisos se tornaram também uma proteção dos trabalhadores em relação aos aumentos abusivos dos alimentos básicos. O salário mínimo necessário, calculado pelo DIEESE atingiu recentemente a marca dos R$ 5.969,17, o que corresponde a 5,42 vezes o piso nacional....
FECESC realiza Plenária Extraordinária e Reunião de Diretoria
23/02/2022
  Os diretores da FECESC e dirigentes dos Sindicatos filiados realizaram neste dia 18 de fevereiro atividade conjunta e mista. A Plenária Extraordinária e reunião de diretoria contou com participantes presenciais, na sede da Federação em Florianópolis, e participantes via online. Além da aprovação da pauta de reivindicação da Fecesc para 2022, foram realizados debates sobre conjuntura nacional e internacional e sobre o ano eleitoral. O economista Maurício Mulinari, técnico da subseção do Dieese-SC da FECESC, fez análise da conjuntura falando sobre o cenário internacional e repassando informações sobre as tensões que todos acompanham nos noticiários, entre Ucrânia, Russia, Estados Unidos e OTAN. O economista também falou sobre a viagem de Bolsonaro para se reunir com o Vladimir Putin, presidente da Rússia, e com o fascista Viktor Orbán, primeiro ministro da Hungria. Sobre o cenário de crise econômica no Brasil, Mulinari lembrou que há, sim, bons argumentos para serem apresentados nas negociações salariais, pois quem está quebrando no Brasil são as pequenas e médias empresas, enquanto o setor monopolista está crescendo. “É preciso fazer os empresários catarinenses entenderem que a valorização da força de trabalho impacta muito pouco no custo total da empresa, mais impacta muito na renda disponível para movimentar o comércio”, afirmou. Na sequência, o debate político e o quadro para as eleições no Brasil foram tema do debate, com a participação de Ideli Salvatti, ex-senadora e ex-ministra do governo Dilma. Em sua análise, Salvatti apontou que a candidatura de Bolsonaro à reeleição tem um apoio que “não derrete”, ou seja, uma parte da sociedade que se sente representada por suas pautas racistas, homofóbicas, antiambientalistas, entreguistas, enfim, eleitores que não mudarão seu voto. Para a petista, mesmo alguns que agora falam mal de Bolsonaro, na hora da polarização vão “tampar o nariz” e de novo apoiar o Bolsonaro. Em relação à questão mundial, ela lembrou que o Brasil, com Bolsonaro, tem um papel e que: “O Brasil com Lula volta a ter outro papel, de articulação, como a gente já fez com o BRICS, na América Latina, ou a articulação Sul-Sul, com a África”, lembrou.   NEGOCIAÇÕES COLETIVAS Durante a Plenária, o diretor da Executiva Ivo Castanheira informou a todos também sobre a negociação do Piso Salarial Estadual e na sequência falou sobre as negociações coletivas em 2022 na categoria. Após o debate, aprovada a pauta inicial de reivindicações para as negociações em andamento, ficou marcada ainda a realização de um Seminário específico sobre as negociações coletivas, a ser realizado dia 19 de abril.   ATIVIDADES EM 2022 Os participantes da Plenária Extraordinária aprovaram, ainda, a agenda de atividades prevendo as reuniões de diretoria, plenárias e demais atividades previstas para 2022. O próximo evento, no dia 10...
Aprovado na Assembleia Legislativa o reajuste de 10,5% para o Piso Salarial catarinense
17/02/2022
Índice negociado entre representantes dos trabalhadores e empresários foi apresentado através de Projeto de Lei do Executivo e tramitou em dois dias na ALESC   Foi aprovado na tarde desta quarta-feira, 16/02, o Projeto de Lei Complementar (PLC) 2/2022, que reajuste o Piso Salarial Catarinense em 10,5% a partir de janeiro de 2022. O trâmite do PL, de autoria do Poder Executivo, ocorreu em dois dias: na terça, 15/02, a Comissão de Constituição e Justiça aprovou o projeto por unanimidade e, na manhã de quarta, 16/02, a Comissões de Finanças e a Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público realizaram reunião conjunta para apreciar a matéria, também aprovada por unanimidade. Ainda nesta quarta-feira, o projeto seguiu para votação no Plenário realizado à tarde, onde foi aprovado em dois turnos de votação, por maioria (com 22 votos a favor e um voto contrário nos dois turnos e duas abstenções no primeiro turno de votação). O coordenador sindical do Dieese-SC e diretor da Fecesc Ivo Castanheira fez uma avaliação sobre o processo na ALESC: “Este é o 11º ano de negociação para o reajuste do Piso, um processo que implica em ampla mobilização de entidades de todo o estado, tanto do lado dos trabalhadores como do lado dos empresários, um processo único de construção do reajuste do Piso no país e, lamentavelmente, ainda há deputados que não sabem a importância desse projeto e não conhecem a realidade. Nós, do movimento sindical, estivemos presentes na Assembleia e ficamos muito preocupados com a ausência de boa parte dos deputados, que não se fizeram presentes para confirmar este importante projeto, que têm como salário o piso mínimo. É importante lembrarmos que, caso não aprovado o piso salarial, o que vigora é o salário mínimo nacional, que fica entre 17% e 34% menor do que os valores negociados para as 4 faixas do Piso Salarial Estadual”. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Industria Gráfica de Blumenau e Região, Moacir Effting, classificou como falta de sensibilidade o fato de pouco mais de 50% dos deputados terem participado da sessão de votação do Piso. Também o dirigente da UGT e Sinttel-SC, Sérgio Diniz, apontou que o movimento sindical precisa reagir e denunciar os deputados que demonstraram um descaso absurdo numa pauta tão importante e que beneficia direta ou indiretamente milhares de trabalhadores catarinenses. Com o Projeto aprovado pelos deputados estaduais, a lei segue para sanção do governador Carlos Moisés e posterior publicação no Diário Oficial, quando passa a ser oficial. A orientação para as empresas e escritórios de contabilidade é de que as folhas de pagamento do mês de fevereiro já contemplem o reajuste de acordo com cada faixa, além do pagamento retroativo ao mês de...

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