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FHC tira a máscara quando diz que o povo não lhe interessa, diz parlamentar

14/04/2011
O deputado Fernando Marroni (PT-RS) lamentou, em discurso no plenário, declaração do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, publicada em veículos de comunicação, onde FHC afirma que "a oposição deve desistir do povo e pensar na classe média". Fernando Marroni afirmou que com a declaração, "o tucano FHC definitivamente tirou a máscara quando disse que o povo não lhe interessa". Na avaliação de Marroni, as declarações do ex-presidente tucano deixam clara a mentalidade de seu partido e da oposição no Brasil, de um modo geral. "Os grandes caciques da direita brasileira não se preocupam em escancarar a sua posição de defesa das classes sociais mais favorecidas. O recado de FHC é direcionado para os correligionários no Congresso Nacional, para que parem de fazer teatro e não mais tentar defender o povão", ressaltou. Na época da votação do salário mínimo, acrescentou Fernando Marroni, "deputados do PSDB e do DEM subiram na Tribuna para dizerem que estavam ao lado do trabalhador, se intitularam defensores do trabalhador. E, agora, FHC faz o favor de acabar com toda essa farsa e colocar a Casa em ordem", disse. Para Marroni, a declaração de FHC para que os correligionários parem de pensar no povão e pensem na classe média, já chega tarde. "Isso porque o governo do ex-presidente Lula cuidou do povão e também da classe média e até dos ricos. E a presidenta Dilma continua cuidando do Brasil. E o povão, FHC, está diminuindo. Quem era povão está virando classe média. Graças, em muito, ao Bolsa Família, programa que a oposição também criticou, mas que diminuiu consideravelmente o número de brasileiros que viviam na miséria. E, hoje, o repasse do Bolsa Família é maior que o salário mínimo pago no final do governo FHC", lembrou o deputado Fernando Marroni. Site da Liderança do...

Dilma e líderes do Brics defendem mudanças no sistema monetário internacional

14/04/2011
Em Sanya, no Sul da China, a presidente Dilma Rousseff e os demais chefes de Estado dos países que compõem o Brics – a Rússia, Índia, China e, partir desta quinta-feira (14), a África do Sul – defenderam mudanças no sistema monetário internacional, o estabelecimento de um sistema monetário estável, confiável, com ampla base internacional de reserva. A posição foi referendada no comunicado Declaração de Sanya. As informações são da agência estatal da China, a Xinhua. "A crise financeira internacional expôs as insuficiências e deficiências do atual sistema monetário e financeiro internacional", diz a declaração emitida depois da reunião de cúpula dos líderes dos países do Brics. Para Dilma Rousseff, o presidente russo, Dmitry Medvedev, o primeiro-ministro indiano, Manmohan Singh, e o presidente sul-africano, Jacob Zuma, é fundamental alterar as estruturas do Banco Mundial e do FMI (Fundo Monetário Internacional) considerando os avanços alcançados por esses países no cenário internacional. O assunto foi tema da terceira cúpula dos países do Brics, reunidos na China. Para os presidentes e o primeiro-ministro indiano, a estrutura de gestão das instituições financeiras internacionais deve refletir as mudanças na economia mundial e aumentar a voz e a representação das economias emergentes, bem como as nações em desenvolvimento. Os líderes dos cinco países apelaram ainda para que sejam intensificadas a fiscalização financeira internacional e a reforma para melhorar a coordenação política, bem como a regulação financeira e supervisão de cooperação para promover o desenvolvimento dos mercados financeiros e sistemas bancários. Durante a reunião hoje, Dilma, Hu Jintao, Medvedev, Singh e Jacob discutiram a recuperação econômica mundial – que até o fim do ano passado ainda estava sob a sombra das incertezas causadas pela crise que atingiu principalmente os Estados Unidos e outros países ricos. Segundo os líderes, as principais economias devem coordenar suas políticas macroeconômicas para estimular um crescimento seguro, sustentável e equilibrado de forma global. Juntos, os países que compõem o Brics representam 40% da população mundial e 18% do comércio do mundo. De 2003 a 2010 houve um aumento de 575% na corrente de comércio entre o Brasil e os países do Brics (as trocas passaram de 10,71 bilhões de dólares em 2003 para 72,23 bilhões de dólares em 2010). Cálculos preliminares indicam que o comércio total entre esses países passou de 38 bilhões de dólares em 2003 para 143 bilhões de dólares em 2009 e para 220 bilhões de dólares, em 2010.   Site Opera...

CUT faz lançamento do 1º de Maio e do seu Hot Site

13/04/2011
A CUT realizou, Na noite de segunda-feira (11), o lançamento do 1º de Maio, Dia do Trabalhador, que, neste ano de 2011, será realizado do dia 25 de abril ao dia 1º de maio e terá como tema “Brasil-África: fortalecendo a luta dos trabalhadores”. O lançamento, que aconteceu no Sindicato dos Bancários, contou com a presença de diversos veículos de comunicação e de pessoas ligadas ao movimento sindical.   “Assim como já vínhamos fazendo há alguns anos, este ano modificamos o formato do 1º de Maio da CUT. Não temos o objetivo de reunir milhões de pessoas se não forem agregados ao dia reflexão, cultura, debate e outros valores mais importantes para a classe trabalhadora”, explica Adi dos Santos Lima, presidente da CUT-SP.   Em 2010, a CUT optou por comemorar o dia 1º fortalecendo a relação entre os trabalhadores do Brasil e da América Latina. Com isso, além dos tradicionais shows, aconteceram manifestações e apresentações culturais; seminário sindical internacional; feira gastronômica; entre outras atividades que serão ampliadas em 2011.   “Neste ano, aprofundaremos os nossos intercâmbios internacionais a partir de nossas lutas e conquistas com o continente africano. Voltamos a fazer um 1º de Maio coerente com a nossa história”, finaliza Adi.   Acompanhe todas as informações do 1º de Maio da CUT no hot site:...

Empresa chinesa investirá US$ 12 bi e vai gerar 100 mil empregos no Brasil

13/04/2011
A presidenta Dilma Rousseff anunciou nesta terça-feira (12) um projeto de investimento no valor de US$ 12 bilhões (cerca de R$ 18,9 bilhões) da empresa chinesa Foxconn na área de tecnologia da informação do Brasil. Com duração de seis anos, o investimento será voltado para produção de telas usadas em equipamentos como celulares de terceira geração e iPads. A Foxconn é o maior fornecedor de produtos da Apple na China. As informações são da BBC Brasil. Se o investimento for concretizado, a fábrica será a primeira do tipo no hemisfério ocidental. O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloízio Mercadante, disse que o investimento deverá gerar 100 mil empregos, entre eles, para 20 mil engenheiros. Além disso, a Foxconn, que ainda não escolheu local para o investimento no Brasil, pretende construir uma "cidade do futuro" para 400 mil pessoas, onde será instalada a fábrica. "Precisa de fibra ótica, infraestrutura, banda larga. É algo extremamente sofisticado", disse Mercadante, listando parte do que o governo ainda precisará fazer. O governo destacou agora uma comissão que vai se dedicar a negociar os detalhes com a empresa, afirmou o ministro. Mercadante destacou ainda que o acordo para o investimento inclui pontos fundamentais para o governo, como transferência de tecnologia e sócio brasileiro, que ainda não foi definido. Este sócio entraria com parte dos recursos, mas, segundo o ministro, a Foxconn está disposta a investir "pesado". O volume de investimento prometido pela Foxconn, que seria distribuído ao longo de um período, equivale a quase o total de investimentos da China no Brasil em todo o ano de 2010, quando o país, segundo levantamento da entidade americana Heritage Foundation, que acompanha o destino final dos investimentos chineses, recebeu cerca de US$ 13 bilhões (cerca de R$ 20 bilhões) de investidores diretos vindos da China. A maior parte dos investimentos, 85%, foram para áreas de recursos naturais, como petróleo e mineração. A promessa de investimento da Foxconn foi comemorada pelo governo como mais um êxito na tentativa de atrair para o Brasil investimentos para geração de maior valor agregado. A presidenta citou ainda os investimentos, também no ramo da tecnologia da informação, da Huawei e da ZTE, entre US$ 300 milhões (R$ 473 milhões) e US$ 400 milhões (R$ 630 milhões) e também um investimento de US$ 300 milhões (R$ 473 milhões) na construção de uma planta de processamento de soja na...

Prazo para regularização do título de eleitor termina amanhã

13/04/2011
Termina amanhã (14) o prazo para regularização do título de eleitor para os eleitores que não compareceram às urnas nem justificaram a ausência nas três últimas eleições. Segundo levantamento realizado no início de 2011 pela Justiça Eleitoral, em todo o Brasil 1.473.128 pessoas não votaram e não justificaram por três eleições seguidas. Desse total, apenas 3% (46.282) quitaram a situação com a Justiça Eleitoral, ou seja, 97% (1.426.846) ainda correm o risco de terem o título cancelado. Os eleitores que estão em débito com a Justiça Eleitoral devem comparecer ao cartório mais próximo de casa até amanhã. Caso tenha o título eleitoral cancelado o eleitor fica impedido de tirar carteira de identidade e passaporte, receber salários de função ou emprego público, obter alguns tipos de empréstimos e renovar matrícula em instituição de ensino pública. Se o eleitor deixa de votar no primeiro e no segundo turno da mesma eleição, já são contadas duas eleições para efeito de cancelamento, também contam as faltas a pleitos municipais, eleições suplementares e referendos. A maioria dos eleitores que não compareceu às urnas tem entre 25 e 34 anos, totalizando 36% (531.410) dos não votantes, seguidos pela faixa etária de 35 a 44 anos, com 21% (309.893) dos faltosos. O levantamento comprava também que entre os eleitores que não compareceram às urnas, excluindo os que já regularizam sua situação, 58% (849.179) são homens e 39% mulheres (576.784). Para verificar a situação do título, o eleitor pode acessar a página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na internet (www.tse.jus.br) onde está disponível uma opção para essas...
Reajuste do Bolsa Família começa a ser pago
13/04/2011
O benefício do Programa Bolsa Família com reajuste médio de 19,4% começa a ser pago nesta quinta-feira (14). Os valores variam de R$ 32 a R$ 242 mensais. O programa vai beneficiar famílias com renda de até R$ 140 por mês para cada integrante. Segundo o Ministério do Desenvolvimento Social que coordena o programa, todas as famílias beneficiadas terão o crédito reajustado. A intenção do ministério é tornar o programa mais efetivo no combate à extrema pobreza. A escala de pagamento será iniciada com os usuários que possuem cartão terminado em 1 e encerrará dia 29, com os usuários cujo cartão termine 0. O saque pode ser efetuado em toda a rede da Caixa Econômica Federal. Para que a família possa receber o benefício é necessário manter o calendário de vacinas em dia, pelo menos até as crianças completarem 7 anos, fazer acompanhamento do crescimento infantil e vigilância nutricional, além de exames pré-natal em gestantes. Também é preciso manter os filhos entre os 6 e os 17 anos na escola com percentuais mínimos de presença. Outro cuidado necessário é manter o cadastro atualizado. A família que estiver com cadastro desatualizado há mais dois anos, e não buscar atualização, corre o risco de perder o benefício. Da Agência...

Dilma conclui viagem à China com agenda política

13/04/2011
A presidenta Dilma Rousseff concluiu visita oficial a Pequim, China, nesta quarta-feira (13), com audiências políticas. Acompanhada dos ministros Antonio Patriota (Relações Exteriores), Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia) e Edison Lobão (Minas e Energia), além do governador da Bahia, Jaques Wagner, a presidenta Dilma foi recebida pelo presidente da Assembleia Popular Nacional, Wu Bangguo, no Grande Palácio do Povo. Em seguida, no Complexo Zhongnanhai, a presidenta Dilma reuniu-se com o primeiro-ministro chinês, Wen Jiaboo, e, deste modo, terminou a primeira etapa da visita oficial à China. A delegação brasileira embarca ainda hoje para Sanya e Xi’an, também na China, onde estão previstos dois fóruns econômicos. Um deles reúne os BRICs – Brasil, Rússia, Índia e China -, e o outro é o Fórum Boao. A visita oficial se encerra na sexta-feira (15). Clique aqui para ver todos os posts da viagem à China Blog do...

Governo vai antecipar campanha para desarmamento no Brasil

12/04/2011
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou ontem (11) que o governo decidiu, em parceria com entidades da sociedade civil, antecipar para maio o lançamento da campanha do desarmamento. A previsão inicial do ministério era dar início à campanha em junho. Por sugestão do governo, a campanha deverá começar no próximo dia 6 de maio. A campanha vai durar até o final do ano, segundo o ministro. Na última campanha do desarmamento, realizada entre 31 de dezembro de 2008 e dezembro de 2009, foram recolhidas mais de 40 mil armas, informou Cardozo. "Ficou absolutamente caracterizado que quando se realiza essas campanhas você tem uma redução muito forte na mortalidade, que se reduz mais de 50% no Brasil. Tínhamos previsto realizar uma campanha em junho, mas diante dessa tragédia (da escola de Realengo) decidimos sugerir a antecipação. Essas campanhas não são feitas sozinhas, são feitas em conjunto com a sociedade civil", disse o ministro. Um conselho, formado por integrantes do governo federal e de representantes da sociedade civil vai coordenar a implementação da campanha no país. Na tarde desta segunda, Cardozo esteve reunido com representes do Instituto Sou da Paz e da Organização Não-Governamental Viva Rio. Segundo o ministro, ainda não está definido o valor que o governo vai investir diretamente na campanha. Representantes do Banco do Brasil participaram da reunião e estudam formas de pagamento das indenizações aos proprietários que entregarem as armas. Na última campanha, os valores variavam entre R$ 100 e R$ 300 por arma entregue. Segundo o ministro, também estão sendo discutidas formas de acelerar o pagamento das indenizações, que chegavam a demorar cerca de três meses. Atualmente, afirmou, o ministério dispõe de cerca de R$ 10 milhões para a campanha, mas o valor poderá ser aumentado....

Dia das Mães e Dia dos Namorados aumentam intenção de compra no segundo trimestre

12/04/2011
Duas datas comemorativas devem ter impactos positivos nos resultados do comércio no segundo trimestre deste ano. O Dia das Mães e o Dia dos Namorados são duas das principais causas para o aumento de 2 pontos percentuais na intenção de compra dos consumidores na comparação deste trimestre com o passado. Segundo dados divulgados hoje (12) pelo Programa de Administração do Varejo (Provar) da Fundação Instituto de Administração (FIA), 73,8% dos consumidores pretendem comprar bens duráveis neste trimestre. No trimestre passado, esse percentual era de 71,8%. “O Dia das Mães e o Dia dos Namorados são períodos muito importantes para o varejo e resultam nesse aumento de intenção de compras”, explicou o presidente do Conselho do Provar, Claudio Felisoni. Produtos de grupo telefonia e celulares são mais desejados pelos 500 consumidores da cidade de São Paulo entrevistados para a pesquisa de intenção de compras. De todos os consultados, 12,8% pretendem comprar um desses produtos. Os eletroeletrônicos, segundo grupo mais desejado, fazem parte das intenções de consumo de 12% dos ouvidos. Já na comparação entre o segundo trimestre deste ano e o mesmo período do ano passado, as intenções de compra caíram, segundo a pesquisa do Provar. No segundo trimestre do ano passado, 74,6% afirmavam ter intenção de adquirir bens duráveis. A taxa é 0,8 ponto percentual maior do que a verificada no mesmo período de 2011. A pesquisa do Provar aponta que os automóveis, móveis, material de construção e itens da chamada linha branca (geladeira e freezer, por exemplo) estão entre os produtos que tiveram a intenção de compra mais reduzida de 2010 para 2011. Para Felisoni, isso pode ter sido causado pelo aumento das taxas de juros verificado neste período. Esses tipos de produto, disse ele, são geralmente comprados a prazo. Neste caso, o aumento dos juros do crédito para o consumidor de 41% ao ano, em março de 2010, para 43,8%, em março de 2011, como detectou o Provar, tem mais impactos nas vendas. “Os impactos fazem mais sentido em setores que comprometem mais a renda das famílias, por mais tempo”, disse Felisoni. Vinicius Konchinski / Repórter da Agência...

Dilma: Economia mundial depende da relação equilibrada entre Brasil e China

12/04/2011
No encerramento do seminário empresarial Brasil-China: Para Além da Complementaridade, em Pequim, a presidenta Dilma Rousseff assegurou que a estabilidade e o crescimento da economia mundial “dependem de uma relação equilibrada entre as partes”. Antes, a presidenta esteve na cerimônia de abertura do Diálogo de Alto Nível Brasil-China em Ciência, Tecnologia e Inovação. As informações são da BBC Brasil e de agências de notícias internacionais e NBRTV, a emissora do governo brasileiro. “No mundo interdependente de nossos dias, nenhum país pode aspirar ao isolamento nem assegurar sua prosperidade à expensa de outros. Nenhuma nação ou grupo de nações podem agir como se seus interesses individuais estivessem acima do interesse coletivo. A estabilidade e o crescimento da economia mundial dependem de uma relação equilibrada entre as partes. Minha visita à China inaugura um novo capítulo na nossa relação.” Durante o seminário, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, disse que a viagem da comitiva brasileira a Pequim já garantiu acordos da ordem de US$ 1 bilhão. Pimentel citou o investimento de US$ 300 milhões na cidade de Barreiras, na Bahia, para implantar uma fábrica de processamento de soja, e investimentos também de US$ 300 milhões em uma planta de produção de equipamentos de informação, em Goiás. Já para o diretor do departamento de Promoção Comercial e Investimento do Itamaraty, Norton Rapesta, a nova posição do Brasil começou a surtir efeito e ele diz já começar a sentir uma mudança de postura por parte da China. “A presidenta deu um recado claro e objetivo. E a gente já começa a ver uma mudança de postura da China. Já manifestaram a disposição, por exemplo, em identificar novos setores de investimento no Brasil.¨ Diálogo de Alto Nível Brasil-China Presidenta Dilma discursa durante seminário Diálogo de Alto Nível Brasil-China em Ciência, Tecnologia e Inovação, em Pequim. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR Mais cedo, em um discurso realizado nesta terça-feira, a presidenta Dilma defendeu que Brasil e China devem firmar parcerias comerciais nas mais diversas áreas. Dilma Rousseff participou da cerimônia de abertura do Diálogo de Alto Nível Brasil – China em Ciência, Tecnologia e Inovação, que ocorreu no Complexo Diaoyutai, em Pequim. “Mais que parceiros comerciais, queremos ser parceiros em pesquisa, tecnologia, inovação e desenvolvimento de produtos com tecnologia verdadeiramente binacionais. É certo que o Brasil é um dos grandes países produtores de alimento no mundo. É certo que não somos apenas produtores de recursos naturais.” Durante o seminário, a presidenta Dilma destacou também o caráter estratégico da parceria com a China: “Nossas relações são sólidas e alcançamos, de certa forma, maturidade. No entanto, o Brasil, e tenho certeza também a China, vai inaugurar uma nova etapa nessas relações, um salto de...

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