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TV Brasil exibe documentário sobre 47 anos do golpe militar

04/04/2011
Para relembrar os 47 anos do golpe de Estado que instaurou o regime ditatorial militar no Brasil, a TV Brasil exibirá um documentário de 78 minutos sobre o episódio na próxima semana. O filme O Dia Que Durou 21 Anos, produzido em parceria com a produtora Pequi Filmes, será transmitido em três partes, nos dias 4, 5 e 6 de abril, sempre às 22h. O documentário mostra os bastidores da participação dos Estados Unidos no golpe militar de 1964, por meio de documentos que durante 46 anos foram considerados sigilosos e que, pela primeira vez, serão exibidos na televisão. Entre os depoimentos exibidos no documentário está o de Robert Bentley, assistente do então embaixador americano no Brasil, Lincoln Gordon. Também são mostrados trechos de conversas de Gordon com o ex-presidente dos Estados Unidos Lyndon Johnson e o ex-secretário de Defesa Robert McNamara. Segundo a TV Brasil, o filme mostra, inclusive, que os Estados Unidos estavam preparados para intervir militarmente caso fosse necessário garantir o sucesso do golpe. Ao apoiar os militares, o objetivo do governo norte-americano era tirar o então presidente brasileiro João Goulart, por temer que o Brasil se alinhasse ao comunismo e influenciasse outros países da América Latina. No dia 31 de março de 1964, forças militares promoveram um golpe de Estado e tiraram do poder o presidente civil João Goulart. Duas semanas depois do golpe, o primeiro dos presidentes militares, o marechal Humberto de Alencar Castello Branco, assumiu o poder. Foi o início de um período de ditadura de 21 anos, em que se sucederam quatro presidentes militares efetivos, além de um governo provisório em que, durante 60 dias em 1969, o Brasil foi governado por uma junta militar com três componentes, um de cada Força Armada. O regime militar se encerrou em 1985, com o término do governo de João Baptista Figueiredo e o início do governo civil de José Sarney. O Dia Que Durou 21 Anos é narrado pelo jornalista Flávio Tavares, que participou da luta armada, foi preso, torturado e exilado político, e que explora, por meio do filme, suas lembranças da época. O documentário é dirigido por seu filho, Camilo...

Reforma Política promoverá mudanças no sistema eleitoral e ampliará democracia

04/04/2011
Fidelidade partidária, financiamento público de campanha, voto em lista. Com a Reforma Política em andamento no Congresso Nacional, as eleições brasileiras terão mudanças profundas, e a expectativa dos envolvidos é que a democracia saia ampliada. Mas afinal, o que é a Reforma Política? O presidente da Fundação Perseu Abramo, e ex-ministro dos Direitos Humanos no governo Lula, Nilmário Miranda, defende urgência tanto a Reforma como urgência na aprovação. As alegações são várias. Por exemplo, que no formato atual só os mais ricos conseguem fazer campanha. Por isso, Nilmário defende a financiamento público de campanha. "Isso está vinculado quase a uma corrupção sistêmica, reiterativa, volta e meia aparece escândalos. Ao mesmo tempo é uma interferência brutal do poder econômico na esfera pública. O que financia quer depois ser beneficiado. E são grandes grupos que querem manipular o orçamento, licitações, querem que aprovem leis de seu interesse e não do interesse da sociedade como um todo". Para que esses problemas deixem de ocorrer, a sugestão do petista é o financiamento público. "O financiamento público vai permitir que o parlamentar seja independente. Que não dependa do financiador, do banqueiro, do empresário, do empreiteiro, do que tem interesse nas concessões públicas". TVPT — Clique aqui ou no player abaixo para assistir a entrevista com Nilmário Miranda, sobre Reforma Política. (Ricardo Weg — Portal do...

CNI/Ibope: Dilma Rousseff é aprovada por 73% da população

01/04/2011
Após quase 80 dias de governo, a presidente Dilma Rousseff é aprovada por 73% da população, segundo pesquisa Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgada nesta sexta-feira. A aprovação do governo da presidente, no entanto, é menor: 56% dos entrevistados consideram a gestão Dilma ótima ou boa. A pesquisa levou em consideração a opinião de 2.002 pessoas entre 20 e 23 de março deste ano. A confiança na presidente também é alta: 74% dos entrevistados afirmaram confiar em Dilma, contra 16% de pessoas que disseram não confiar. Outros 10% não souberam responder. A maior parte da população – 64% – entrevistada considera que o governo Dilma Rousseff é igual ao do ex-presidente Lula. O percentual de pessoas que acham que a gestão Dilma é melhor (12%) é praticamente o mesmo de quem acha pior (13%). Das nove áreas de atuação do governo avaliadas pela população, três foram desaprovadas: saúde, impostos e segurança pública. As ações na área da saúde são reprovadas por 53% da população, o mesmo percentual que desaprova a atuação em impostos. O setor de segurança pública recebeu avaliação negativa por 49% dos entrevistados. Nas demais áreas, as ações em combate à fome e à pobreza receberam a melhor avaliação pelos entrevistados, com 61% de aprovação. Em seguida, vêm combate ao desemprego, com 58% de avaliações positivas; meio ambiente, com 54%; educação, com 52%; e combate à inflação, com 48%. A política de juros do governo Dilma tem o mesmo percentual de aprovação e reprovação: 43%. Entre os assuntos mais lembrados pela população sobre o governo Dilma, 25% dos entrevistados não souberam responder. Outros 22% lembraram da discussão sobre o valor do salário mínimo, travada no Congresso no início do ano. Para 11%, o assunto mais lembrado foi a visita do presidente americano, Barack Obama, ao Brasil. Durante o governo Lula, Dilma ficou conhecida como "mãe do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento)". No entanto, o assunto só foi lembrado por 3% dos entrevistados. (Luciana Cobucci – Direto de Brasília – Portal...

Sociedade civil se une contra afirmações preconceituosas de Jair Bolsonaro

31/03/2011
O Instituto de Estudos Socioecônomicos (Inesc), que realiza um seminário sobre racismo esta semana, na Universidade de Brasília (UnB), foi uma das primeiras entidades a assinar a representação encaminhada à Procuradoria Geral da República com pedido de abertura de um processo legal contra o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) por práticas recorrentes de injúrias, ofensas à dignidade e incitação da discriminação e de preconceitos. Segundo Alexandre Ciconello, assessor político do Inesc, a conduta do deputado fere o artigo 20 da Lei Caó (Lei 7716/89) e também n inciso XLII do art. 5º da Constituição Federal. "Se esse tipo de atitude não configurar crime de racismo, o melhor a fazer é rasgar a Lei e também a Constituição Federal", ressalta. Ainda de acordo com Ciconello, a Constituição é explícita ao repudiar o racismo como prática social, considerando-o um crime imprescritível e inafiançável. "Esse tipo de denúncia pode acontecer em qualquer momento, mesmo muitos anos após a realização da ação discriminatória, e não pode haver liberdade provisória para o acusado mediante o pagamento de fiança", explica. A iniciativa é uma resposta às afirmações de cunho racista proferidas pelo deputado no programa CQC, veiculado segunda-feira (28). Nele, Bolsonaro, ao ser indagado pela cantora Preta Gil "se seu filho se apaixonasse por uma negra, o que você faria?", afirma: "ô Preta, eu não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja, eu não corro esse risco porque meus filhos foram muito bem educados e não viveram em ambientes como lamentavelmente é o seu". Especialistas da área de direitos da população negra estão em Brasília para discutir questões sobre racismo, igualdade e políticas públicas. O debate tem grande importância, já que essa camada da sociedade corresponde a mais de 50% da população brasileira, sendo que metade vive abaixo da linha da pobreza. As desigualdades entre negros e brancos também se revelam nos setores da educação, segurança pública e mercado de trabalho....

Alimentos importados do Japão só serão liberados no Brasil após análise

31/03/2011
Os alimentos importados do Japão passarão por análise para verificar se estão contaminados por radiação. A medida foi acertada nessa quarta-feira (30) por representantes da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e dos ministérios da Agricultura e da Saúde. O objetivo é evitar a entrada de produtos contaminados no Brasil, após o vazamento de material radioativo em consequência do terremoto seguido de tsunami no dia 11 de março. Os fiscais da Anvisa vão coletar amostras dos alimentos e enviá-las aos laboratórios que integram a rede da comissão nuclear, localizados no Rio de Janeiro e em São Paulo. A carga ficará retida nos portos e aeroportos e liberada somente depois do aval da comissão. Não foi estipulado prazo para o resultado da análise laboratorial. Segundo a gerente de Alimentos da Anvisa, Denise Resende, a avaliação deve ser rápida. Outra medida prevê que os produtos alimentícios de 12 províncias próximas à Usina Nuclear de Fukushima Daiichi, onde ocorreu o vazamento de material radioativo, deverão vir com um certificado comprovando exame e liberação por parte da autoridade sanitária japonesa. Denise Resende afirmou que a chance de um alimento contaminado por radiação chegar ao Brasil é baixa. Segundo ela, o país compra poucos alimentos de origem japonesa. A maioria é formada de massas para a fabricação de produtos de padaria, pastelaria e biscoitos. “O governo japonês já proibiu a exportação [de produtos da região de Fukushima]. A quantidade que vem para o Brasil é pouca”, disse. A gerente informou ainda que a última importação a chegar ao Brasil, de massa alimentícia para padaria e pastelaria, tem data anterior ao dia 11, quando ocorreu o terremoto. A Anvisa vai reforçar também a fiscalização nas bagagens de passageiros vindos do Japão para evitar a entrada de alimentos. Nos aviões, serão emitidos avisos pelo sistema de som alertando os passageiros que é proibido ingressar no Brasil com comida proveniente de outro país. As medidas definidas pelo governo federal para o monitoramento deverão ser divulgadas hoje (31) em nota técnica. Na última segunda-feira (28), o Sindicato Nacional dos Fiscais Federais Agropecuários divulgou nota em que reclama da falta de orientação e de procedimentos para fiscalizar navios e produtos vindos do Japão que desembarcam no Porto de Santos. A preocupação da categoria é porque os próximos carregamentos devem chegar por volta do dia 11 de abril e, de acordo com a entidade, os trabalhadores não dispõem de aparelhos para medir o nível de radiação das cargas. O sindicato afirma ainda que diversos produtos japoneses estão chegando ao Brasil. “Ao contrário do que afirma a Anvisa, que em comunicado informou que o Brasil só importou misturas e pastas para a preparação de produtos...

A nação se despede de José Alencar

31/03/2011
O corpo do ex-vice-presidente da República José Alencar chegou ao Parque Renascer Cemitério e Crematório em Contagem na Região Metropolitana de Belo Horizonte, às 14h25 desta quinta-feira (31). A cerimônia de cremação será fechada para a família e os amigos. As cinzas serão entregues para a família na segunda-feira (4).   Na entrada do crematório, mais de 100 oficiais do Exército e da Aeronáutica estão posicionados para as honras finais. Quatro canhões do Exército prestam a última homenagem ao ex-vice-presidente, com salva de tiros. Durante todo o trajeto do Palácio da Liberdade até Contagem, um forte efetivo policial faz a segurança do cortejo. Despedida – A presidente da República, Dilma Rousseff, e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, estiveram no velório de José Alencar, no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte. Eles cumprimentaram a família e participaram de uma celebração religiosa. O governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia, os senadores Aécio Neves e Itamar Franco e o prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, entre outras autoridades e políticos, acompanharam a despedida na sede simbólica do governo mineiro.   Durante o velório, o sobrinho de José Alencar, Rodrigo Guarçoni, disse, no Palácio da Liberdade, que "José Alencar tratou a morte e a vida como um sentimento igual”. Fim da luta   Alencar, de 79 anos, morreu às 14h41 desta terça, em razão de câncer e falência múltipla de órgãos, segundo informou o Hospital Sírio-Libânes, onde estava internado havia dois dias. Os carros deixaram o prédio por uma saída lateral, que foi cercada durante a madrugada para evitar aglomeração de curiosos e da imprensa. Populares que desejarem dar o último adeus a Alencar podem entrar no Palácio da Liberdade por uma entrada lateral. A previsão é que o arcebispo de Belo Horizonte, dom Walmor de Oliveira, faça um momento de oração no início do velório. O corpo deve sair do Palácio da Liberdade às 13h....

Os Bric não são mais emergentes, diz criador do termo

31/03/2011
Os quatro países conhecidos como Bric – Brasil, Rússia, Índia e China – deixaram para trás o status de economias emergentes e precisam ser vistos como uma categoria à parte, informou hoje (31) o criador do termo, Jim O’Neill. Presidente da gestora de ativos da Goldman Sachs na Grã-Bretanha, O’Neill cita como exemplos de avanço a China e o Brasil, que estão entre as sete maiores economias do mundo com os outros dois muito próximos na lista. "É cada vez mais claro para mim que se referir às quatro nações do Bric como emergentes não faz mais sentido", disse o economista. "Os Bric, junto com alguns outros países, merecem um status diferente de muitos outros que podem ser corretamente classificados como mercados emergentes", destacou. O’Neill ressaltou ainda que o Brasil se tornou a sétima economia do mundo "dez anos antes do que eu pensava". Recentemente a Goldman Sachs reclassificou os quatro países, que passaram a ser chamados de "mercados de crescimento" nos relatórios da consultoria. Nessa categoria, estão também Coreia do Sul, Indonésia, México e Turquia – entretanto, "muito longe" dos Bric em termos de importância econômica, escreve Jim O’Neill no Times. O economista criou o termo Bric para ressaltar a força econômica dos quatro grandes emergentes na virada do século. Mas de lá para cá o passo do crescimento desses países tem superado as expectativas. A estimativa é que o tamanho do Bric supere o do G7 – o grupo de países mais industrializados do mundo – por volta de 2027, cerca de dez anos antes do previsto, diz O’Neill. Até o fim desta década, o Bric deve alcançar um Produto Interno Bruto (PIB) combinado de US$ 25 trilhões, comparado com cerca de US$ 11 trilhões atualmente e cerca de US$ 3 trilhões no início do século, afirmou O’Neill. "Em algum momento nesta década, eles superarão, juntos, os Estados Unidos. Meu palpite é que isso poderia ocorrer em torno de 2017-2018." O economista diz que ser reclassificado de "mercados de crescimento" não implica que Brasil, Rússia, Índia e China "vão crescer todos os anos". "Eles crescerão em ciclos, como todos os outros. O que queremos com isso é indicar que, à medida que a economia global continue rastejando nessa década, a proporção deles no PIB global deve aumentar." BBC...

Lula é o político mais bem-sucedido de seu tempo, diz historiador britânico

31/03/2011
Em ensaio publicado na revista London Review of Books, o historiador marxista britânico Perry Anderson afirma que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é o "político mais bem-sucedido de seu tempo". Segundo o ensaísta, Lula é o "único líder mundial" cuja popularidade se reflete "não na moderação, mas na radicalização no governo". "Esse sucesso se deve muito a um excepcional conjunto de talentos pessoais, um misto de sensibilidade social e frieza política, ou – como sua sucessora, Dilma Rousseff, identifica – racionalismo e inteligência emotiva, sem falar em seu bom-humor e charme pessoal", afirma Anderson. De acordo com Anderson, a chegada de Lula ao poder está atrelada ao fortalecimento do movimento sindicalista no país e à criação do PT. "A ascensão de Lula de trabalhador de chão de fábrica a líder de seu país nunca foi um triunfo individual: o que tornou isso possível foi a principal revolta sindical do último terço do século passado, criando o primeiro – e único, até o momento – partido político moderno do Brasil, que se tornou veículo de seu crescimento. A combinação de uma personalidade carismática e uma organização de massa nacional foram instrumentos formidáveis", diz o historiador. Jornal do...

Velório do corpo de José Alencar é aberto ao público

30/03/2011
O velório do corpo do ex-vice-presidente da República José Alencar, no Salão Nobre do Palácio do Planalto, está sendo aberto ao ao público. As filas começaram a se formar por volta das 9h. Mais de 300 pessoas devem passar por um detector de metais e, em seguida, subir a rampa do palácio. Logo após a chegada do corpo ao local, foi realizada uma cerimônia fechada para família e autoridades presentes. O secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Dimas Lara, celebrou uma missa. Um cadete que estava em pé ao lado do caixão de Alencar desmaiou. Ele saiu numa cadeira de rodas e recebe atendimento dos médicos do Palácio. O corpo de Alencar será velado até as 23 horas. À noite, haverá outra missa, que poderá contar com a presença da presidenta Dilma Rousseff e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Eles estão em Portugal e a previsão de chegada a Brasília é por volta das 19h....

Uganda oferece asilo político a Khadafi

30/03/2011
No poder há 25 anos, o presidente de Uganda, Yoweri Museveni, ofereceu hoje (30) asilo político ao líder líbio, Muammar Khadafi – que ocupa o comando do país há quase 42 anos. O secretário de imprensa da Presidência da República de Uganda, Tamale Mirundi, disse que Khadafi será bem-vindo, se quiser viver no país. O governo de Uganda é o primeiro a anunciar disposição de receber Khadafi. As informações são da agência pública de notícias de Portugal, a Lusa. Na sua história política, Uganda já foi governada por Idi Amin – apontado como um dos governantes mais cruéis e sanguinolentos do mundo – que ocupou o poder por mais de dez anos. Em fevereiro, houve eleições e Museveni foi reeleito. Em Uganda, o multipartidarismo é proibido. Porém, segundo analistas políticos, Museveni é indicado como um governante que estabeleceu a ordem política, social e econômica no país. Ele condenou violações de direitos humanos e retomou relações com o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial. Há mais de um mês, a Líbia vive em clima de confrontos armados. A crise se agravou há 11 dias, depois dos ataques promovidos pelas forças de coalizão – Estados Unidos, França e Grã-Bretanha – contra o país sob a alegação que é necessário impor uma zona de exclusão aérea na região. Paralelamente, a Líbia está sob sanções impostas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas. O país está submetido a embargo para a venda de armas e também para negociações comerciais. Os bens de Khadafi e seus parentes estão...

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